Um ano
6 Hugo weasley
Notas iniciais
Hugo nunca chorara tanto na vida, nem aos três anos,quando caiu da sua vassoura de brinquedo, aos três anos e oito meses quando viu aquela tarântula enorme, ele chorava muito.
Quando foram puxar a caixa de cartas que estava debaixo da cama de Rose, também tinha um saco de galeões, ela havia deixado claro, o saco de galeões era dele e no momento ele não estava tentado a aceitar, ele podia ate ouvir a voz de Rose o repreendendo e dizendo que sim, ele devia aceitar.
Ele puxou sua carta e deixou o resto dos parentes e amigos mexendo na caixa e foi em disparada para o seu quarto.
Jogou-se na sua cama, seus olhos estavam embaçados pelas lagrimas,abriu o envelope com cuidado e desdobrou o pergaminho e se pôs a ler.
Cara caquinha de Nariz.
Sim! Eu tenho que usar o apelido ridículo que eu te dei quando você tinha cinco anos.
Você se perguntou, nesse ano que passou, sobre todas as minhas mudanças, como digníssimo Corvinal que você é, é extremamente perceptivo.
Observou as minhas mudanças, o cabelo diferente, o abandono da monitoria, as travessuras e tudo.
Ainda me lembro daquele mês de Janeiro, estava frio e eu andava pelos corredores de Hogwarts sentindo cada parede até uma figura ruiva, com quinze anos me parar.
―Rose? ― Você me chamou.
― O que? ― Eu me lembro de erguer os olhos em sua direção.
―O que esta havendo com você? ― Sua pergunta foi como uma bomba, tentei manter o equilíbrio.
―Nada. ― respondi você crispou os lábios e me encarou desconfiadamente e saiu andando.
Eu caí de joelhos e fiquei arfando ali, você era esperto, minha preocupação era você e mamãe descobrindo, mamãe era esperta, mas ela estava longe,mas eu cruzava todo o dia com você.
Fiquei angustiada, fiquei tentada a contar.
Essa é a resposta para sua pergunta, isso que estava havendo, eu estava morrendo lentamente.
Caquinha de nariz, desculpa não lhe contar, mas vamos as lembranças boas.
No dia do seu nascimento eu tinha pouca noção da vida e as coisas mudaram quando mamãe chegou em casa com um pacotinho nos braços e a barriga enorme dela dera uma bela diminuída.
Eu lembro que perguntei para onde foi à barriga dela, ela me explicou que você saiu de lá e perguntei se o pacote era um presente para mim, nunca me esqueci da resposta. “Sim! È o nosso presente Rose.”
O meu irmãozinho fofo cresceu e virou uma criatura que bebe água da geladeira direto da jarra, por favor, Hugo, aprenda a usar um copo!
Retornando ao momento fofo, eu me lembro das guerras de neve, nossos “Elogios trocados”, as briguinhas, quando eu decidi escalar uma arvore e você me ajudou a descer antes da mamãe e o papai aparecerem.
Quando fizemos aquele boneco de neve, do seu sorriso quando eu demonstrei meu primeiro sinal de magia, nunca vou esquecer-me do seu sorriso quando a mamãe trazia rosquinhas da padaria trouxa.
Mudando de assunto, sei que não vai querer os galeões, aceite-os, compre sua vassoura de quadribol ou faça o que quer, se não, puxarei seu pé a noite.
Obrigada por ser o irmão mais chato e ao mesmo tempo o mais legal que pude ter, obrigada por nunca ter dedurado minhas travessuras (mesmo que eu tenha que subornar você).
Obrigada por ser quem é, o menino alto, jogador de quadribol, apaixonado por transfiguração, de gravata frouxa e meu irmãozinho.
Meu ultimo conselho, pare de namorar aquela tal da Ashley Goyle (Sim! Eu sei do namorico secreto de vocês) Ela é uma anta e muito burra e interesseira, apesar de não querer meu irmãozinho agarrado com ninguém, pense em Amberly Nott, por que ela é um docinho e ficariam lindos juntos.
Cabelo de Fogueira
P.S: Não quero te forçar a nada a respeito das garotas, a decisão final é sua.
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