Um amor quase imperfeito
1 Mais um dias de aula comum... será?
Notas iniciais
POV'S Jackie
Meu nome é Jackie, Jackie Rider, tenho 15 anos, sou baixinha, pele bem clara, magra, cabelos castanhos-claro e olhos pretos puxado pro mel (Sim, e existe uma grande diferença entre isso e castanho), considerada boba (- Sabem de naaada inocentes), idiota (- Idiotice é vida u_u), engraçada (Venhamos e convenhamos, é pura verdade) (- Humildade mandou um beijo) (- Manda outro pra ela 'u' ) e diva (- Só você acha isso) (- :c ), eu tenho uma melhor amiga, Annie McCall, ela é alta, tem olhos castanhos bem escuros, usa óculos pretos e tem cabelo castanho (também escuro) natural com californiana prateada até a cintura, bem distinta, suas orelhas de Neko (gato) e o anel azul no polegar a distinguem, além de sua personalidade forte, uma sadomasoquista moderada, totalmente louca por yaoi (amor entre garotos)-(Sim, um pequeno probleminha) e considerada com "problemas mentais" por pessoas de mente pequena por esta característica, além de adorar falar japonês (- Mesmo sem entender nem metade se alguém falar com ela nessa língua) , adora animes e não esconde a verdade de ninguém (- Apenas acredite).
No colégio, uma amiga minha, amiga de uma amiga minha pra falar a verdade, era estranha, sentava de canto comigo, na primeira carteira da fileira ao lado, um pouco atrás eu a lançava olhares rasteiros de vez em outra, era alta, tanto quando Annie, tinha cabelos channel pouco abaixo dos ombros, castanhos e grossos, desarrumados e um pouco crespos e olhos negros bem escuros, tem algumas espinhas na testa e no queixo, acho que é um pouco gordinha, não muito, mas não tenho certeza, nunca tira a blusa de moletom (que não ajuda) parecia falar sozinha ou pensar alto, mas não alto o suficiente para ser ouvido, apenas sussurrava e discutia com o ar, fazia desenhos no braço, mas ninguém nunca chegou ver, bom, pelo menos eu não, nunca tirava a blusa de frio em público, nem que fizesse 36°C, era calada, não sorria, muito menos sorria.
Virei-me para minha amiga da cadeira de trás:
– Sua amiga é meio estranha... — sussurrei para Clara, Clara senta atrás de mim, é (- sendo sincera) gorda, morena, usa óculos, tem cabelos pretos com mexas E californiana loiras (praticamente loira) e olhos castanhos chocolate.
– Deixa ela, ela apenas não tem muitos amigos, e pra mim não fala quase nada, ou muito pouco.
– Como pode, eu não conseguiria...
– Claro, você fala demais.
– Ei! Eu não falo tanto assim...
– Professor...- disse ela me cortando e abaixou a cabeça ao caderno fingindo fazer algo enquanto me virei e fiz o mesmo, a professora nos olhou feio e voltou a corrigir algumas provas. Virei para Clara de novo.
– Depois diz que não fala demais! — declarou antes que pudesse dizer algo.
– Ah.. dane-se, qual o nome dela mesmo?
– Cassie.
– Cassie. Isso mesmo, será que ela não tem nenhum problema, tipo a Alicia — Alicia era a menina da nossa sala que tinha um problema mental que ninguém sabe ao certo, loira e alta, de olhos verdes seria realmente muito bonita se não fosse a doença.
– Não... o único problema dela é o amor.
– Hmmm... por quem?
– Pelo mesmo menino que metade da sala gosta.
– Ah... o Carl? Só eu que não acho ele tudo isso? — Carl, como descrevê-lo? Alto, cabelos castanhos curtos cacheados, olhos castanho chocolate, considerado "boyzinho" da classe, repetente, tem uma irmã 1 ano mais nova, e graças ao ano repetido, estão os irmãos na mesma classe, a minha, sua irmã não foge da mesma descrição, podendo ser considerada uma versão feminina dele, Danielly é bem mais animada que o irmão e acredite ou não, gosta de latir como um poodle, (sempre a zoaram de poodle por causa de seu cabelo encaracolado forte, então ela respondia "sou mesmo ~~latido~~, então ela pegou o costume), a única diferença entre ela e uma versão feminina do irmão são seu olho verdes claros, boa parte das garotas da sala gostam de seu irmão.
– Ele mesmo. E eu também não — disse dando uma risada alta.
– Ria baixo sua anta! — disse alto o suficiente para a professora virar-se novamente para mim.
– Tem algo para compartilhar com a classe senhorita Rider? — indagou sarcástica.
– Não professora Luciana — respondi, apesar de estar pensando numa resposta bem menos educada para aquela pergunta, Luciana é uma professora jovem, (ou bem conservada), deve ter uns 29 anos, cabelos castanhos escuros com mechas loiras, baixinha e magra, não sei a cor dos olhos (- eu não vou reparar nos olho da professora né?), muitos alunos (meninos) a consideram "gostosa" e ficam fazendo brincadeirinhas malvadas na aula dela por tal motivo (depois explico).
– Ótimo — respondeu a professora observando o fundo da classe — E você Carl? A conversa com o colega do lado parece boa.
– O que?.. — disse ele sem entender.
– Tem algo a compartilhar com a classe?
– A resposta é... — se enrolou olhando o caderno em branco — ...x+y!
– Hm... — a professora entrou no jogo — muito bem! Como você chegou a esse resultado?
– Ahh... era o óbvio né?
– Oh, sim, deixa eu ver o seu caderno... — disse ela pegando o caderno encima da mesa — essa página está em branco...
Isso foi mais do que suficiente para a classe cair na gargalhada.
– É que... o caderno caiu no chão agora a pouco sabe, e eu não arrumei a página — tentou ele se explicar meio sem saber o que fazer.
– SILÊNCIO CLASSE!
– É! Seus bando de...
– Primeiro: a aula é de português, segundo: não foi essa a pergunta, terceiro: olha o palavreado de baixo calão, quarto: porque não está fazendo a lição de classe? E quinto: vem sentar perto de mim. — cortou ela.
– Hã... Não tem nenhum lugar vazio sabe?.. — disse tentando se livrar.
– Sem problemas — disse a professora olhando envolta — Cassie! Quem senta a sua frente? — não obteve resposta — Cassie? Terra chamando Cassie! Pare de falar com o ar e me responda!!
– Han... O que? — respondeu desnorteada.
– Eu te fiz uma pergunta, RESPONDA!
– Ah... Pode repetir?
– Quem-senta-na-sua-frente?! — praticamente soletrou a professora.
– Ni-ni-ni-ninguém — gaguejou enrolada.
– Eu não entendi!
– Ninguém professora — respondeu em alto e bom som.
– Perfeito! Seu novo lugar Carl! — decretou a professora.
Carl se levantou, pegou o caderno e o lápis e sentou na cadeira em frente à Cassie.
– E o resto?
– Do que "profe"?
– Das suas coisas! — irritou-se ela.
– Faltam... — olhou o relógio no pulso — 10 minutos para acabar a aula, de que adianta trazer todas as minhas coisas pra ter que levar tudo de vol...
– Levar de volta? — cortou a professora — Esse é seu novo lugar no mapeamento.
– Tá tudo bagunçado e no chão... — justificou o garoto.
– Ee?..
– Mó preguiça... — a professora o olhou feio.
– Eu não estou de brincadeira Carl!
– M-mas... — ele parou e pensou — tá bom... — ele levantou mole e começou a pegar as coisas no chão.
– É pra hoje Carl!.. -
– Táááá... — juntou tudo e jogou no chão do novo lugar . Encarou Cassie — Oi! — cumprimentou-a .
– Oi... — respondeu corada e de cabeça baixa.
– Silêncio — ordenou a professora
– Nos falamos no intervalo... — sussurrou ele
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