Notas iniciais
Espero que gostem, comentem...

Quando eu acorde Arthur não estava lá fui para fora da barraca e as únicas coisas que haviam lá no acampamento eram alguns salgadinhos e alguns sucos e uma garrafa de água, olhei em volta e não vi ele o que me deixou um pouco preocupado.

–Arthur? –Gritei pra ver se ele estava por lá – Arthur? –Gritei novamente e nada. –Arthur você está ai? –Gritei o mais alto que pude e foi então que ele respondeu.

–Laura, espera um pouco que já estou chegando ok.

Minutos depois ele estava ao meu lado super lindo, muito mesmo estava todo suado o que deixava ele muito sexy, seu cabelo estava pingando e jogado pro lado, enfim ele estava muito lindo.

–Onde você estava? –Perguntei curiosa, enquanto pegava minha escova a pasta e uma garrafa com água.

–Fui levar as coisas para o carro, agente vai embora hoje lembra.

Apenas assenti com a cabeça depois de escovar meus dentes peguei uma calça legue e uma blusa regata para fazermos a trilha, Arthur preparou tudo e fomos após alguns minutos conversando sobre coisas paralelas e caminhando ele tocou novamente no assunto que eu mais queria que ele esquecesse.

–Você já deveria ter ido ao médico ah muito tempo Laura isso não é normal, não mesmo.

–Arthur você deveria esquecer isso, e nós dois deveríamos ficar aqui até quinta isso não é tão grave quanto parece.

–Não venha me falar que não, é sim grave as mesmas doenças por um tempo determinado, isso pode acarretar em uma doença maior sabia?

–Sempre tive saúde de ferro sabia, agora vamos mudar de assunto.

–Não você nunca teve saúde de ferro, e todos precisamos nos cuidar, muita gente tem diabete e pressão alta por falta de cuidado sabia.

–Eu não vou ter nenhuma doença Arthur pode ficar tranqüilo, mais tem certeza que teremos que ir embora hoje?

–Tenho sim, e vamos parar por aqui comer algo e voltar logo ao acampamento.

Sentamo-nos na sombra de uma árvore, comemos uma bolacha de chocolate um salgadinho cada e cada um tomou metade de um suco, ficamos ali parados por um tempo estava muito gostoso ali eu não queria ir embora hoje, mais ele insistia com aquela coisa de saúde que eu tinha pavor, depois de alg8uns minutos tranqüilos ali ele retornou ao assunto de irmos embora.

–Vamos? –Ele perguntou já se levantando.

–Não. –Eu disse ainda imóvel.

–Ah Laura vamos logo – Ele pegou em meu braço e me puxou me levantando na mesma hora. –Você tem que se cuidar.

Na mesma hora que ele me levantou eu senti uma tontura e um enjôo me fazendo cair no colo de Arthur que ficou preocupado na mesma hora.

–Laura o que você está sentindo? –Ele perguntou ainda preocupado, e na mesma hora eu me levantei e olhei em seus olhos.

–Só estou um pouco enjoada acho que o que comemos não me fez muito bem, vamos?

Agora quem estava com pressa para ir embora era eu não sei o que estava acontecendo comigo, eu com certeza estava doente não sei se era grave mais alguma coisa eu tinha, então já que ele queria ir embora decidi não ficar fazendo birra e ir logo, assim acabaria com isso de uma vez por todas, estávamos caminhando de volta ao acampamento quando por sorte minha eu pisei em alguma coisa que eu acho que era uma pedra e torci meu tornozelo e logo depois cai no chão, fiquei pensando em como eu era uma pessoa de sorte.

–Acha que consegue andar? –Arthur perguntou mexendo um pouco no meu tornozelo.

–Acho que sim... Ajude-me a levantar, por favor.

Assim que ele me levantou que eu coloquei o pé no chão cai para o lado.

–Vejo que não. –Quando terminou de dizer isso Arthur me pegou no colo e continuou caminhando.

–Me desculpa, de verdade. –Disse e imediatamente encostei minha cabeça em seu ombro.

–Laura qualquer um pode torcer o tornozelo sabia, não é culpa sua.

–Não estou pedindo desculpas por isso.

–E está pedindo desculpa por que então?

–Estraguei sua semana, você tinha planejado um acampamento e eu impedi isso, impedi que você se divertisse você só está indo embora por minha culpa, só está indo embora por que eu estou doente, não queria que isso acontecesse com você, e além de estar indo embora por minha causa ainda tem que me carregar por que sou uma desastrada.

Eu apenas fiquei esperando que ele dissesse algo mais não ele apenas riu o que me deixou muito curiosa, eu havia dito algo engraçado queria saber.

–O que foi, por que está rindo.

–Você disse algo que eu não esperava Laura.

–O que eu disse?

–Em primeiro lugar eu tinha planejado essa semana com você e eu nunca conseguiria me divertir com você nesse estado, eu quero cuidar de você, eu já disse que te amo, e nada que não seja com você vai ser divertido, se você não estivesse aqui agora eu não teria me divertido nenhum pouco e outra você é leve e eu não queria estar carregando outra pessoa que não fosse você.

Eu fiquei imóvel, apenas conseguia sorrir achei lindo aquilo que ele havia me dito mais decidi não dizer nada eu estava sorrindo por causa daquilo e ele sabia disse eu estava com a cabeça enterrada em seu pescoço e estava muito cansada então adormeci a caminho do acampamento no colo dele. (...)

Acordei no carro, estávamos na estrada e eu estava com o rosto visivelmente cansado, olhei para o lado e ele estava dirigindo como se fosse um deus grego.

–Ah quanto tempo estou dormindo? –Perguntei virando novamente o rosto para a janela, percebi que o céu estava escurecendo.

–Você dormiu durante uma hora, e daqui 15 minutos iremos parar em uma lanchonete que tem no acostamento.

–Está bem, não temos mais salgadinhos?

–Não eu comi enquanto você estava dormindo, só vamos parar por que você deve estar com fome e precisa comer algo ou vai desmaiar de fome.

–Estou com um pouco de fome mais não é pra tanto Arthur.

Alguns minutos depois paramos em uma lanchonete que havia na estrada, era grande, e havia muitas pessoas lá, isso me deixou um pouco incomodada eu nunca fui o tipo de pessoa que gosta de lugares cheios, sempre fui privada, ou melhor sempre não desde os meus 15 anos minha vida sempre fora cheia de altos e baixos,na verdade mais baixos do que altos quando eu tinha 15 anos estava apaixonada por um menino, o nome dele era Vitor, ele era tudo pra mim e ele dizia que me amava, ele tinha 17 anos mais eu não ligava amava muito, quando completei 16 anos minha mãe resolveu que faria uma festa, não uma festa de debutante por que naquela época era a coisa mais ridícula que existia mais uma festa normal e bem agitada, todos estavam com seus pares dançando tinham mais 500 pessoas naquela festa, só que o Vitor não estava lá eu achei isso bem estranho por que ele tinha chegado e ficado comigo no começo da festa procurei ele por toda a casa só que eu precisava me divertir um pouco já que eu era a aniversariante então comecei a dançar com o Pedro que é até hoje um grande amigo meu, a festa tinha acabado mais a música ainda estava muito alta e o Dj estava com problemas para desligar o som, minha mãe disse que eu podia ir dormir que ela resolveria tudo, já era quase 6:00 da manhã quando fui para o meu quarto, assim que abri a porta não acreditei no que tinha visto o Vitor estava com a Amanda, minha melhor amiga na época eu comecei a chorar ela sabia mais do que ninguém que eu amava muito ele, e amava de verdade, ele tentou se redimir e pedir desculpa, não só ele como ela também mais eu não desculpei nenhum dos dois até por que não conseguiria, por fim antes dele ir embora ele disse uma coisa que fica em minha mente até hoje: “Eu precisava disso já estamos juntos ah alguns meses Laura, você é muito infantil é só uma transa e você não queria fazer isso comigo então arrumei alguém que quisesse” eu amava muito ele mais depois daquelas palavras só consegui colocar eles para fora da minha casa e subir para o meu quarto fiquei quase 1h inteira dentro do chuveiro, não gostava de chorar em publico então juntei meu choro com a água corrente do chuveiro, eu não parei de pensar naquilo a semana toda e foi então que aconteceu minha primeira vez com o Pedro meu melhor amigo, fico feliz por ter sido com ele, eu confiava nele e ainda confio mais parte de mim fica muito triste por ter feito aquilo eu queria ter esperado mais, só que eu acredito que aquilo aconteceu por uma razão então não fico questionando muito aquilo, mais logo depois desse acontecimento eu me tornei uma pessoa mais reservada fico até hoje pensando, será que se eu tivesse ficado com ele aquilo não teria acontecido, digo se eu não tivesse feito a festa será que nós não teríamos terminado e eu teria tido minha primeira vez com ele, aquelas perguntas ecoavam em minha cabeça sempre que eu pensava naquele assunto, eu e o Arthur fomos para um lugar que estava meio vazio daquela enorme lanchonete pedimos dois x-burgues e dois refrigerantes.

–Você come mais do que eu. –Eu disse rindo um pouco.

–Estou em fase de crescimento.

–Nossa, vai crescer mais? –Rimos um pouco, o nosso pedido não demorou a chegar enquanto comíamos ficamos conversando sobre coisas bem legais, fazia muito tempo que eu não tinha uma tarde divertida daquela ficamos os dois brigando pra pagar a conta então ele teve a brilhante idéia de dividir a conta logo depois fomos embora. Ficamos no carro até que minha música favorita começou a passar no rádio, eu não me segurei e tive que cantar também a música era (Kwabs) Perfect Ruin, depois de 4 minutos cantando aquela música assim que terminei, ele disse.

–Você canta muito bem sabia.

–Obrigado, não sei onde mais obrigado. –Respondi rindo.

–Você canta muito bem, mais eu canto melhor. –Ele respondeu e riu mais ainda.

Depois de alguns minutos rindo como idiotas, paramos respiramos um pouco e voltamos a conversar como pessoas normais, antes de irmos para casa passamos no mercado e compramos muitas coisas, mais até do que deveríamos mais eu nem liguei, fomos para casa e quando chegamos lá peguei algumas cartas que estavam na caixinha de correio.

Enquanto Arthur fazia o jantar eu tomei um banho bem demorado, eu estava me sentindo muito cansada quando sai ele estava sentado na sala comendo enquanto assistia as cartas estavam em cima da mesa então me lembrei que eu não havia lido nenhuma delas, me sentei na mesa e comecei a abrir uma por uma quando vi a carta do hospital, abri e comecei a ler eu não acreditava no que estava lendo a única coisa que consegui fazer foi abaixar minha cabeça e começar a chorar Arthur logo chegou na cozinha.

–Laura, o que aconteceu me diz o que está havendo. –Eu não disse nem tampouco levantei minha cabeça simplesmente levantei o papel e esperei que ele pegasse, assim que ele pegou a carta coloquei minha mão de volta a mesa e continuei chorando, eu estava doente eu nunca imaginei que pudesse estar doente, não era um câncer mais era tuberculose, ou seja era suficiente pra me matar a menos que eu me cuidasse o que seria bem difícil, eu sempre achei que era perda de tempo ficar se cuidando sempre fui saudável por isso sempre achei isso, já haviam cinco anos quando descobri que meu pai estava com diabetes e pressão alta foi um choque para toda família, até para o meu irmão mais velho, e sim eu tenho um irmão mais velho mais depois eu conto sobre isso, toda minha família ficou em choque e todos ficaram procurando meios para que meu pai pudesse se cuidar melhor menos eu, eu achei que ele iria viver o tempo que deveria tendo ou não a doença todos acharam um pensamento cruel mais eu não ligava claro fiquei muito preocupada com meu pai, mais eu acho que ele deveria ter se preocupado em viver mais ao em vez de ficar entocado em casa se cuidando, Arthur agora estava me abraçando então eu vi que era total perda de tempo ficar chorando por algo que só eu com a ajuda de alguns remédios poderia mudar então levantei minha cabeça ele estava me olhando fixamente.

–Está melhor? –Ele me perguntou com os olhos cheios de preocupação.

–Não, mais não adianta nada ficar chorando agora, isso não vai resolver meu problema. –Assim que terminei de dizer isso fui fazer um café, ainda era hora do almoço mais eu não estava com fome a ponto de comer comida, então peguei um livro até por que eu não lia nenhum há um bom tempo, e sempre que eu estava triste eu lia um livro, sei lá acho que eu me via como personagem principal e como em quase todos os livros o final era feliz então eu meio que me via feliz com isso.

Eu estava lendo (Pra sempre) da autora Alyson Noël eu estava realmente gostando do livro, era muito bom, eu estava lendo sentada na minha cama enquanto bebia uma xícara de café, quando cheguei ao capítulo vinte e sete o Arthur me interrompeu.

–Coloca sua comida, você precisa comer.

–Eu não estou com fome, quero continuar lendo. –Disse me recusando a ir comer comida, eu estava com fome, não muito mais estava, mesmo assim não queria que ele achasse que mandava em mim, e sim eu era bem infantil as vezes com relação ah algumas coisas, Arthur pegou minha xícara que estava vazia e levou para cozinha, logo depois voltou e pegou meu livro que me fez ficar de joelhos na cama pedindo uma explicação para ele ter feito isso, logo que disse isso ele me colocou sobre o ombro dele.

–ARTHUR ME SOLTA AGORA SEU IDIOTA. –Eu disse enquanto ria.

–Está bom então. –Assim que ele me disse isso ele me colocou na cadeira e segurou meus braços. Se você prometer que vai ficar quieta aqui e que vai comer como uma pessoa normal eu te deixo voltar a ler.

–Ta, mais coloca minha comida rápido pra eu terminar logo.

Ele colocou a comida dele, e logo depois a minha assim que ele terminou de colocar a minha eu vi que ele tinha colocado muito e achei que não ia conseguir comer aquilo tudo, mais pra minha surpresa eu consegui, e estava uma delicia, enquanto nos dois jantávamos, ele disse que havia marcado uma consulta com um médico e que nós dois iríamos sair de casa 13h pra chegar lá ah tempo, eu tentei dizer não mais não adiantou nada ele cuidava de mim como um pai cuida de uma filha.

Já era 20h da noite então eu decidi ir dormir logo pra acordar cedo no outro dia, por que sempre que eu podia, eu dormia até tarde, coisa de adolescente, fiquei deitada na cama, pensando no livro, eu não queria ler ele agora por que tinha que dormir mais fiquei pensando nele, e em como ele era bom então logo adormeci.

(...)

Acordei e olhei no relógio era 5h57 minutos da madrugada, me sentei na cama e fiquei pensando no sonho que tive foi horrível, meu pior pesadelo, eu estava sentada com Arthur em um banco em um parque ele estava com um dos braços atrás de minhas costas, com o outro braço ele segurava minha mão eu estava com a cabeça afundada em seu ombro e a única coisa que víamos eram alguns meninos jogando bola em um campo que havia ali perto, até que um menino caiu, eu rapidamente me levantei para ir ajudar o menino, só que quando cheguei perto vi que era só uma imagem dobrada no chão, eu ia voltar para Arthur mais ele estava indo embora, der repente tudo ficou escuro e eu corria mais não conseguia alcançar ele então eu gritei.

“Arthur não vai embora, vem aqui”

“Estou indo atrás de alguém que me ama Laura, você achou que eu ia esperar você a vida toda, cansei, quero alguém que me valorize.”

Foi a única coisa que ele disse e foi suficiente para que eu acordasse muito assustada, depois que me sentei na cama me levantei rápido e fui na sala ver se ele estava lá, e pra minha grande felicidade ele estava, novamente voltei ao meu quarto e me sentei na cama, eram 6h da manhã agora, eu não conseguia dormir de novo, então coloquei um tênis uma calça legue uma blusa de frio por que ainda estava frio peguei também meu celular meus fones e um pouco de dinheiro pra trazer o pão quando eu voltasse e fui correr um pouco, enquanto eu corria fiquei pensando naquele sonho, o que será que ele queria dizer? Se é que queria dizer algo, será que eu ia mesmo perder o Arthur? Perguntas e mais perguntas ecoavam em minha mente, elas surgiam não sei de onde, mais não paravam de surgir eu só tinha certeza de uma coisa, eu estava apaixonada por ele, só que não iria me entregar assim tão cedo, ou pelo menos ia tentar não fazer isso por que da última vez que fiz isso deu merda e parti meu coração, se bem que eu não fiquei tão triste assim me senti traída mais não fiquei triste, talvez eu nunca tenha amado o Josh de verdade, talvez eu tenha confundido as coisas, mais talvez eu também esteja confundido as coisas com o Arthur até por que quando eu comecei a namorar com o Josh eu disse que “tinha certeza” de que amava ele de verdade, olhei no celular para ver que horas eram e me dei conta que eu já estava caminhando há 30 minutos, então assim que vi uma padaria parei para comprar as coisas para tomar café. Enquanto eu esperava as coisas meu celular tocou, era uma ligação de Arthur.

(Laura: Alô? )

(Arthur:Laura, onde você está, É o Arthur.)

(Laura: Ah hoje acordei cedo, depois não consegui dormir e vim correr um pouco, agora estou comprando as coisas para o café depois disso vou para casa, já faz café ai.)

(Arthur: Pode deixar, mais o que aconteceu para você acordar tão cedo assim?)

(Laura: Não sei, só acordei cedo.)

(Arthur: Está bem, tchau até daqui a pouco.)

(Laura: Tchau, até.)

Assim que desliguei peguei as coisas, fui até o caixa pagar e voltei correndo pra casa, fazia tempo que eu não corria nem ficava ouvindo música no celular, então percebi minha vida era uma chatice, nunca me imaginei em uma vida assim eu queria fazer algo diferente da minha vida e rápido por causa da doença. Cheguei em casa e Arthur estava sentado na mesa mexendo em seu celular.

–Você sempre sai pra correr quando acorda cedo?

–Só quando não consigo mais dormir.

–Hum, o café já está pronto coloca as coisas na mesa pra gente poder tomar café.

Coloquei as coisas na mesa e logo tomamos café, assim que terminamos ficamos deitados no sofá assistindo o filme, velozes e furiosos 7, muito perfeito esse filme, quando vimos já era 11h.

–Precisamos economizar tempo, você vai ter que tomar um banho rápido, muito rápido.

–Meus banhos são de meia hora. –Respondi fazendo cara de brava.

–Ah não, então você vai sem tomar banho é muito tempo a menos que...

–Ah menos que? –Perguntei curiosa.

–Ah menos que nos dois tomamos banho juntos.

–Você é muito safado sabia, não vou tomar banho com você.

Eu queria tomar banho com ele, mais não ia fazer isso, fiquei pensando bem eu não iria “tomar banho” eu iria transar com ele e isso era ótimo, só que isso só ia fazer com que eu me apaixonasse mais ainda por ele, a menos que claro eu vice isso apenas como uma relação sexual de amigos, eu estava com muita vontade de fazer aquilo com ele, e eu ia, nunca gostei de ficar na vontade mesmo.

–Até que não é tão má assim sua idéia, vamos logo tomar banho por que se não iremos nos atrasar mais.

Assim que entramos no banheiro eu tirei minha roupa primeiro e entrei no chuveiro, logo depois ele tirou a roupa dele ficando também nu, assim que ele entrou na água comigo ele me beijou um beijo quente e delicado, logo depois ele me pegou no colo e colocou um dedo dentro de mim me deixando louca logo depois ele mordeu de leve minha orelha, e foi beijando meu pescoço assim que ele voltou a beijar minha boca ele me penetrou, nunca senti tanto prazer assim, como estávamos em pé foi meio difícil pra ele ficar tirando e colocando então eu ajudei o que me fez ficar quicando em cima dele, assim que terminamos eu desci do colo dele passamos sabonete um no outro ainda nos beijando e saímos, quando chegamos no quarto ele me jogou na cama ainda estávamos pelado então foi fácil ele mordei meu seio e depois minha orelha me fazendo gemer, ele estava me deixando louca e eu estava amando aquela sensação enquanto ele me penetrava, ele mordia e beijava meu pescoço, o que me deixava livre para gemer assim como ele queria eu já estava suada o que me fez pensar que o banho por melhor que tenha sido não adiantou em nada, depois de alguns minutos daquela forma ele caiu ao meu lado na cama também suado.

–O banho não adiantou nada sabia. –Eu disse me virando para ele.

–É mais foi ótimo. –Ele disse se virando pra mim e sorrindo.

Eu continuei deitada na cama mais ele levantou pegou uma toalha pra mim e uma toalha pra ele após me entregar a toalha ele vestiu a dele pegou uma roupa e foi se vestir, então eu fiz o mesmo assim que terminamos comemos uma bolacha que tinha lá e fomos, não demorou muito até que nós dois chegamos enquanto Arthur falava com a recepcionista eu procurei um lugar pra me sentar, vi que aquele hospital tinha uma lanchonete o que me deixou muito feliz, assim que Arthur chegou fomos para uma sala de espera.

–A moça da recepção disse que ele irá nos chamar assim que for sua vez, basta esperar.

–Está bem, mais nada disso é preciso sabia, não quero perder tempo me cuidando.

–Ah você quer viver intensamente?

–Na medida do possível sim.

–E se você morrer por causa dessa doença, como vai fazer isso?

Eu não consegui responder nada, aquilo que ele me disse fazia sentido, as pessoas perdem tempo se cuidando de grandes doenças pra quando forem curadas viverem mais, e pensar que todos esses anos eu achava isso uma idiotice total, era incrível como o Arthur me fazia mudar de opinião, mais ele com toda certeza sabia mais coisas do que eu até por que ele já tinha 28 anos (sim 5 anos a mais que eu), ficamos alguns minutos até que um homem saiu de uma sala, e um homem que estava dentro chamou meu nome logo me levantei junto com Arthur e fomos para a sala assim que cheguei lá, havia um homen forte, moreno e muito lindo, espera um pouco.

–Pedro?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.