Um amor inesperado.

4 Capítulo 04 : Drogada do quarto.


Notas iniciais
Olá, olha na minha opinião esse capitulo ficou um do melhores que já escrevi eu amei escrever ele , queria por mais coisas mas infelizmente não tenho muito tempo , são 22:05 e tenho de lavar cabelo e seca-ló ainda #tristeavida. Mas prometo compensar depois ok? :) Então e isso mandem reviews eu realmente amo ler as rev's que me mandam assim me sinto mais ''motivada'' a escrever os capítulos , e isso :)
Beijos!
Nathtafner.
OBS: https://www.youtube.com/watch?v=6exsatE-DUk

\"\"– Ta vendo? nem responde eu não devia ter dito isso.. — Ele disse.

– Não , não e isso e que você falou uma coisa tão perfeita eu ..eu não sei o que falo eu quero te abraçar mas não posso , quer dizer posso mas tenho medo de que com isso..Ela mau terminará de completar a frase quando em questão de segundos sentiu seu corpo colado ao de Victor em um enorme abraço , suas pernas tremeram, seu ar sumirá de vez , sua voz enfraquecera e a única coisa que conseguiu fazer foi apoiar sua cabeça no ombro do amigo e ali ficar de olhos fechados sentido seu corpo quente colado junto ao seu.

...

POV Carol:

Eu estou louca? eu realmente deveria querer sair daquele abraço e me refugiar em meu canto, ficar sozinha novamente e me punir pelo abraço, aquilo era tentador, nossas peles roçando uma na outra , nossos corpos molhado por consequencia das pequenas gotas de água que contornavam nosso corpo em um gesto suave e delicado como se estivessem dançando em nossas pelés , nosso sangue porém fervendo por dentro, não podiamos nos conter mas também não podiamos nos deixar ser levados por aquele momento , ele e meu melhor amigo e assim como eu sabe das consequencias que aquele ato poderia ter tomado, talvez seja apenas minha impressão mas acho que por um instante senti que por mais que ele quisesse fazer aquilo tanto quanto eu ele não teve coragem , não por falta de vontade , mas sim por me amar tanto que se possivel esperaria o tempo que precisasse por mim , talvez.. mas deve ser apenas impressão minha.. somente isso e nada mais. Mas eu deveria mesmo continuar ali? Quer dizer eu estava nua , e ele só não estava na mesma situação que eu por que estava com sua box irresistivelmente sexy , que tenho de admitir isso me sufocava, mas a verdade e que eu sabia que tinha que tomar alguma providencia para que nada fugisse de nosso controle, se e que tinhamos controle de algo, mas a questão e que eu tinha de fazer algo , eu devia fazer algo, mas por que eu não conseguia? Talvez isso fosse devido ao fato de meu coração estar acelerando mais do que o normal ou que eu sentia que não houvesse chão abaixo dos meus pés e tremia a cada minuto que pensava nessa possibilidade mas mesmo assim eu tinha que fazer algo.

– Victor – Eu disse juntando o máximo de forças que consegui quebrando finalmente aquele maldito silêncio entre nós. Ele ainda abraçado comigo levantou a cabeça e deu um passo para trás fazendo nossos corpos se desprenderem e quando finalmente parou levou seus olhos até mim e ficou me encarando. – Suspirei e o respondi.

– Acho que deveriamos .. – Ele me impediu de falar em um gesto incrivelmente surpreendente, sorriu para mim com a maior cara lavada do mundo e tampou minha boca com um dedo me impedindo de falar qualquer coisa , em seguida me encarou por alguns segundos e por fim disse algo.

– Então quer dizer que a senhorita ficou caidinha por mim ne? Mas já era de se esperar eu sei que sou irresistível pode falar. – Disse com um sorriso enorme e malicioso estampado no rosto.

– af, Victor vai plantar batatas vai? Quem disse que fiquei caidinha por você menino? Se ilude não. – Eu disse sentindo minhas veias pulsarem de raiva, como ele conseguia fazer piada em um momento como aquele?.

– Ah então quer dizer que e verdade? Só pela cara que a senhora fez já percebi , mas se preocupa não, hoje vai ficar sem meu corpinho lindo e sexy , mas cuidado quando for dormir em? Coisas feias podem acontecer no calor da noite sabe? – Ele me disse ironizando as palavras '' calor da noite'', acho que ele sabe que se tentar algo vai sentir o calor da noite pulando dos meus punhos para o lindo rostinho dele.

– Af Victor vai ver se to la na esquina vai? – Eu disse me controlando para não agarrar aquele pescocinho dele e torce em mil pedaços.

– Hmm.. Por que ? por acaso já ta na hora do seu trabalho e? – Ele disse se contorcendo de rir.

– Af , realmente Victor? Não sei como consegue brincar em um momento como esse. – Eu disse e acho que ele percebeu que eu estava constrangida por que parou de rir me encarou com um olhar muito estranho que por sinal eu imaginei que ele estava tentando decidir se me lançava outra de suas brincadeirinhas ridiculas ou se cortava o clima ali mesmo, mas nada afirmou o que eu havia pensando ele somente sugeriu que colacássemos as toalhas e fossemos nós trocar, assenti com a cabeça e logo me virei para ir pegar a toalha , quando senti a mão boba de uma certa pessoa batendo aonde não devia , sim era a mão do idiota do Victor batendo na minha bunda , virei para ele o encarando.

– O que ? – Ele disse com a maior naturalidade do mundo.

– Bicho pervertido – Eu disse.

– Só por que bati na sua bunda? Haha , relaxa Caracol não vou fazer nada com você não – Disse ele – bom, pelo menos nada que você não queira. – Ele completou a frase com um enorme e brilhante sorriso no rosto , e pera.. Que brilho nos olhos dele são aquele? AHHHH , não acredito que esse pamonha está insinuando que eu , euzinha, queira algo com ele? e pra matar uma criatura dessas ou não é? af.

– Se e assim então tudo bem – Respondi ignorando o comentario maldoso e me virando para colocar a toalha, eu já estava cruzando a porta quando ele me chamou.

– Carol.. – Ele disse.

– Oi? – Eu disse me virando para ele e o olhando friamente, quem sabe assim o calor dele não congela um pouco ne?

– Nada, só queria dizer que sua bunda e muito gostosa – Ele disse rindo da minha cara.

– Pena que você só pode ver ne best? – Eu retruquei o encarando com um olhar sério e ao mesmo tempo desafiador.

– Quem garante? – Ele realmente ama me provocar e incrivel isso.

– Idiota — Eu disse revirando os olhos. – Vai fazer algo de útil garoto.

– Ok vou me trocar e parar de encher seu saco ta? – Ele disse mostrando a lingua.

– Você vai parar de me encher o saco? Ok viu conta outra SENHOR VICTOR WALTER – Eu disse em tom de provocação , ta certo que eu odiava que ele me provocasse mas provocar ele era totalmente diferente pra mim, eu adorava ve-ló irritado.

– HAHA , muito engraçado dona Carol , acontece que eu sou o rei da ironia aqui e não te dei permissão de uso ok? – Ele disse com uma expressão dividida entre '' cara que best lerda que eu arrumei'' e outra de '' alguém merece morrer lentamente depois disso''.

– Eu ri ao ver aquela cena e segui caminho para o quarto onde me troquei e fui para a cozinha procurar ele novamente , ai você se pergunta: '' por que logo na cozinha?'' ai eu respondo '' Por que do jeito que aquele bicho metido a sabe tudo e deve estar na cozinha comendo litros e litros de alguma coisa que eu ainda não sei o que e , pra ficar mais gordo do que já e .. ta bom ele não e gordo.. pra falar a verdade tem uma barriga que meu deus do cé.. AF CALA A BOCA CAROL.

– Ele disse com a boca cheia de biscoito , não disse que ele devia ta comendo? Esse garoto não para quieto , parece um saco furado .

– Haha , muito engraçado Sr.Victor , mas não , mas você deve estar ne? Já que não para de me provocar a cada minuto que passa – Eu disse me dirigindo a geladeira , por mais incrivel que pareça eu ainda estava brava, não sei exatamente por que só sei que estava.

– Ta brava comigo ?– Ele perguntou , e pude ver um toque de preocupação em sua voz.

– Não – respondi com frieza.

– Não parece. – Ele disse chegando mais perto de mim.

– Não tem que parecer, apenas e verdade. – Eu disse fechando a geladeira após checar se havia algo que me agradaria ali.

– Ah por favor Carol , eu te conheço a anos sei exatamente quando está triste , alegre , brava ou até mesmo quando está a ponto de ter um colapso de alegria por causa de sua ''energia excessiva'' . – Ele disse me puxando pela cintura e me olhando.

– E mas não estou brava , apenas estou ..a não sei – Disse sendo sincera , afinal eu realmente não sabia o que era.

– Ok , mas tenta melhorar seja lá o que você tiver eu to aqui e sempre estarei. – Ele disse aquilo com tanta sinceridade que fiquei até tranquila depois disso , assenti com a cabeça e o abracei, e ele sussurou em meu ouvido '' Eu te amo pequena '' aquilo por mais estranho que pareça fez minhas pernas tremerem e senti um enorme arrepio penetrar meu corpo, ele saiu de meus braços ainda me segurando pela cintura e me encarou.

– O que? – Eu perguntei

– Nada, eu estava pensando aqui..– Interrompi ele na mesma hora.

– E você pensa ? meu deus – Fiz cara de espanto e ele riu, acho que minha cara não saiu como planejei .

– Você e MUITO , mas MUITO idiota mesmo Caracol , e é lógico que eu penso ta achando o que em? – Ele disse

– Não acho nada , agora termina de falar o que ia falar – Eu disse rindo.

– Ah e mesmo , eu ia sugerir de você pedi sua mãe pra você dormir aqui em casa a gente podia ver filme e jogar video game haha. – Ele disse parecendo constrangido , o que vindo do Victor era algo meio estranho de se ver.

– Olha não e que o cabeção teve uma ideia que presta? – Eu disse rindo e sai andando até a sala.

– Ah como se minhas ideias não prestassem claro – Ele disse.

– E não prestam mesmo HAHAAHAHAHA , sempre terminam em confusão. – Eu disse me lembrando de quando a gente era pequeno tipo 6 ou 7 anos e o idiota do Victor inventou de pular a cerca da Dona Marta pra pegar laranja no pé , o que definitivamente não terminou como ele esperava já que a Dona Marta tinha um buldogue branco muito nervoso e acabou correndo atrás de nos dois fazendo a gente se forçado a pular a cerca de arame e além de ficarmos sem laranja ainda rasgamos as roupas pulando a cerca .. Aquele dia.. haha.

– O que foi? me conta quero rir também – Ele disse me olhando com uma cara de medo, eu não havia me dado conta mas eu estava rindo igual uma idiota.

– Nada hahahah , eu apenas lembrei de uma coisa aqui – Eu disse tentando parar de rir , embora meu esforço fosse inutil por que naquele exato momento eu lembrei o por que estava rindo e acabei engasgando e caindo do sofá o que me fez rir mais ainda.

– Carol você andou de drogando no quarto quando foi trocar de roupa cara? — Ele disse me olhando com uma cara de tipo '' cara tu me assusta sabia?'' .

– Não HAAHAHA , eu HAHAHA , tenho que HAHAHAHA parar de rir – Eu disse com muito custo e isso fez ele rir de mim , o que me ajudou muito a parar de rir.

– Você e um babaca menino , para de rir de mim – Eu disse segurando o riso.

– Ué paro de rir foi drogada do quarto? – Ele disse isso mesmo? sério? HAHA HOJE VAI TER MORTE MUAHAHA.– Sintam o drama.

– Drogada e a mãe sou muito normal ta vendo? – Eu disse apontando pra mim mesma que estava caida no chão feito uma largatixa.

– E to vendo como você e normal. – Ele disse infantizando a palavra ''normal''.

– Eu sei que sou mesmo , agora me ajuda a levantar aqui – Eu disse estendendo o braço para ele me ajudar.

– Que foi? a baleia encalhada não consegue levantar sozinha e? – Ele disse rindo, juro que se eu tivesse uma faca matava ele ali mesmo sem nem pensar duas vezes.

– HAHAHA , muito engraçado a sua piadinha me tocou profundamente acredita? – Eu disse ironizando as palavras.

– O que bom , fico feliz em saber disso – Ele disse me levantando.

– Idiota , vai lá comigo pedir minha mãe se posso dormir aqui então. – Eu disse pondo um ponto final na conversa.

– Ok , vamos – Ele disse e pegou a chave me levando pra fora

– Descemos as escadas e ele foi comigo até o portão , atravessei a rua e chamei minha mãe , ela demorou mas enfim chegou.

– O que foi ? – Ela disse.

– Credo mãe até parece que eu vim pedir algo. – Eu disse dando uma de vitima e ela me fuzilou com os olhos.

– Ta – eu admiti- queria saber se posso dormir na casa do Victor.

– Ela me olhou por alguns instantes , depois levou seu olhar ao Victor como se procurasse algum motivo para dizer que não mas assentiu.

– Pode – disse ela – porém..

– Sempre tem um porém – Eu respondi meio que automaticamente e acho que ela só não me matou ali mesmo por que Victor estava vendo a cena.

– Porém.. – continuou ela – não vá dormir tarde e nem.. – ela olhou para Victor denovo – e nem cometa nenhuma besteira entendeu?

– Entendi sim. – Eu disse ainda pensando em como minha mãe poderia pensar tal coisa de mim? Até então ela entrou e eu voltei para casa com Victor, subimos as escadas e logo que entramos para dentro da casa me joguei no sofá com tudo , eu adorava me jogar em cima de colchões ou sofás , ainda mais o da casa do Victor que era tão macio e confortavel.

– Sabia que o sofá pode quebrar? – Ele disse sorrindo.

– Relaxa , ele já esta acostumado com pesos piores que o meu pode ter certeza – Retruquei.


Notas finais
Acho que o que eu queria falar já falei no primeiro aviso k espero que tenham gostado.
Beijos s2.