Um amor eterno.-Elijah e Katherine.
2 Doutor Cullen.
P.O.V. Katherine.
Hoje Elijah e eu vamos a casa dos Cullen para que o Doutor me examine.
—Me deixem ir com vocês.
—Claro.
—Vamos todos.
Assim que chegamos fomos muito bem recebidos.
—Renesmee, me mate. Por favor, me mate.
—Nossa! É a âncora a menos de uma semana e já está pedindo arrego?
—Eu não aguento mais.
—Fraco. Boiola.
—Sim, por favor me mata.
—Não.
—Porque não? Eu aprendi a lição.
—Você não aprendeu nada!
—Esse ai é o tal híbrido malvado?
—O próprio.
—Mate-me! Mate-me!
—Não. Você não era todo todo? Agora aguenta.
—Porque fez isso comigo?
—Porque mais cedo ou mais tarde, tudo volta.
—Podia ter me matado.
—Sim, podia. Mas Amara estava sofrendo muito e ela não merecia.
—Então porque virou a âncora?
—Porque a minha ex-noiva psicótica quis se vingar.
—De que?
—Eu a troquei por Amara. Amara é o meu único e verdadeiro amor.
—Porque não me matou?
—A morte seria um presente no seu caso, mas eu queria e ainda quero que você pague. Você jamais terá paz.
—Eu imploro.
—Desculpe. Não vou desfazer o feitiço.
—Vamos lá senhorita Petrova.
O doutor me examinou, fez um ultra-som e perguntou:
—Querem saber o sexo?
—Sim.
—É menino.
—Um menino.
P.O.V. Klaus.
Eu preciso dar um jeito nisso. Encontrar a estaca e me matar.
Comecei a fuçar no quarto da garota, mas nada. A estaca não estava em lugar nenhum.
—Não está aqui gênio.
—Onde está?
—Em um lugar seguro. Onde só eu posso entrar.
Eles começaram a conversar e a contar histórias.
—Então você Silas, é a primeira versão de mim e Amara é a primeira versão da Elena?
—Sim.
—Mas, porque essa presepada toda? Porque as duplicatas?
—Quando bebemos o elixir da imortalidade violamos a lei natural de que todas as coisas vivas devem morrer, então a natureza encontrou um equilíbrio criando eu sombras mortais de nós.
—Duplicatas.
—Como você. E Katherine, e Elena, e Renesmee. Tudo causado pelo efeito cascata do nosso pecado.
—Aonde estão as estacas?
—Arrume a bagunça que você fez. Quando eu voltar quero esse quarto imaculado.
Eu não queria arrumar, mas arrumei. A vadia me compeliu a arrumar o quarto dela.
—Onde está o Nik?
—Arrumando o meu quarto que ele revirou.
—Como o fez arrumar o seu quarto?
—Compulsão.
—Você compeliu o Klaus?
—Foi.
—E fala isso como se fosse a coisa mais normal do mundo.
—Poi ai.
—Pretendem voltar pra casa?
—Sim.
—Mas a duplicata vem conosco!
—Niklaus não!
Fui arremessado e atravessei a parede de vidro da casa da família Cullen.
—Acha mesmo que pode fazer algo contra mim?
—Eu vou te matar!
—Não vai não. Sou mais poderosa do que você e sou a única que pode desfazer o feitiço.
Eu tentei avançar sob a duplicata novamente, mas parei no meio do caminho.
—Haylay?
—Sabe Klaus, ela não conseguia falar depois que eu cortei a garganta dela.
A duplicata pegou um cálice coberto por um pano, se livrou do pano e pegou o conteúdo na mão. Era... um coração.
—Mas, eu posso dizer pelo jeito que o coração dela batia... que ela sabia que iria morrer.
—Eu vou te matar!
—O bebê está bem. É uma menina linda e saudável.
—O que? A criança...
—Que tipo pessoa você pensa que eu sou Klaus? Acha que sou covarde igual você que ameaça e mata crianças? Não. Eu sou melhor que isso.
—Onde ela está?
—Lá encima. Primeira porta a direita, ilesa.
Hayley me atravessou e eu fui atrás do bebê e como ela disse era uma menina saudável, estava ilesa e vestia um macacão cor de rosa de ursinhos.
—Ela é linda.
Eu segurei aquela pequena criaturinha no colo, a minha garotinha. Eu desci com ela e Hayley confirmou que a duplicata tirou a criança de dentro dela antes de assassiná-la.
Então a imagem sumiu.
—O que foi isso?
—Esse é seu futuro. Eu crio ilusões, a maioria das minhas ilusões são visões.
—Você é doida.
—Não. Eu sou uma pessoa complicada Klaus, eu sou controladora e paranoica, tenho problemas com confiança e sou vingativa. Mas, eu nunca jamais feriria um inocente, muito menos um bebê! E sim eu sou um pouco doida, mas está tudo bem pra mim!
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