Um Sonho em Comum
13 Capítulo 12 - Primeiras Tentativas
Notas iniciais
Luna Milk
Não era fácil ter que escutar aquilo, para dizer a verdade não era fácil era realmente difícil. Eu amava o Oliver mais eu não podia tirar do filho dele a chance incrível de conhece – ló, estaria sendo egoísta não apenas com ele mais também comigo mesma.
Entrei no meu quarto e me sentei na cama desnorteada. Eu esperava que aquilo tudo fosse um engano que ela não estivesse grávida não de um filho do Oliver. As lágrimas começaram a rolar dos meus olhos, aquilo não podia ser verdade.
Me deitei na cama e por mais que eu tentasse parar de chorar não conseguia, queria que tudo não passasse de uma mera mentira, ou um sonho que quando eu acordasse nada daquilo fosse real.
Levantei – me em um impulso e fui para o banheiro. Tomei uma ducha rápida e resolvi aceitar o convite do Adibe para o jantar. Eu já não tinha mais nada a perder mesmo.
Após o banho, me arrumei, fiz uma maquiagem leve e sai do quarto. Oliver estava sentado no sofá com as mãos na cabeça e a vaca da Hanna ainda estava lá. Andei devagar para não ser percebida mais foi em vão, Oliver me viu:
—Onde você vai? – Ele diz se levantando e vindo até mim.
— Não te interessa! – Digo seca.
— Claro que me interessa. Anda me diz? – Ele altera o tom de voz.
— Não Oliver você não é meu dono! – Solto meu braço do dele e abro a porta saindo de casa em seguida.
Entrei no elevador e pouco tempo já estava lá em baixo, peguei um táxi e fui ao encontro de Adibe.
Oliver Shake
Ver a Luna partir sem poder fazer nada partia meu coração mais ainda eu amava e perde – lá por um capricho da Hanna não era nada bom. Voltei a me sentar no sofá enquanto observava Hanna me olhar fixamente.
— Hanna você pode ir embora por favor? – Peço seco.
— Tudo bem! – Ela se levanta.
— Obrigado! – Digo sem me levantar.
Hanna se despede de mim com um beijo na bochecha e sai da minha casa. Continuo sentado no sofá e me perco em meus pensamentos, queria que tudo aquilo não passasse de um sonho ou apenas de uma mentira o que era praticamente obvio porque Hanna era uma pessoas falsa e manipuladora.
Me levantei e já eram quase onze horas da noite e a Luna ainda não tinha voltado. Fui para o banheiro tomei um banho bem demorado e colocando os pensamentos em ordem pude perceber que aquele bebê podia realmente não ser meu afinal no exame constava que ela estava com um mês de gravidez e eu estava em Londres a exatos cinco meses. E então eu teria uma chance de provar que o bebê não era meu.
Sai do banho, me sequei e me enrolei na toalha. Estava até mais motivado, entrei na cozinha mais animado em fazer um sanduiche. Peguei tudo que precisava e preparei meu sanduiche o comendo em seguida.
Voltei ao meu quarto vesti uma cueca branca box e depois retornei para sala onde liguei a tevê e me joguei no sofá para assistir ao canal de animais selvagens. Tentei não dormir para poder ficar esperando a Luna, que não voltava.
Quando estava quase dormindo a porta se abre e por ela surge uma Luna toda desajeitada e bagunçada mas também mais linda do que nunca.
— Onde você estava? – Pergunto curioso me levantando.
— Já disse que não é da sua conta. – Ela diz seca.
— Poxa Luna, me diz. Vamos ser amigos pelo menos. – Digo tentando ser legal.
— Não. – Ela torna rápido e seca.
— Moramos juntos e trabalhamos também, temos que tentar ter uma boa convivência pelo menos, não acha? – Digo sorrindo.
— Não. Eu vou embora! – Ela olha em meus olhos.
— Você vai voltar para NY? – Digo retribuindo o olhar.
— Apenas vou me mudar! – Ela diz baixinho e olha para chão.
— Porque? – A encaro.
— Não quero te incomodar agora que você vai ser pai! – Luna continua com os olhos baixos.
Fechei meus olhos e pensei em diversas coisas para dizer a ela mais nada sai dos meus lábios por mais que eu tentasse pronunciar não sai nada. Deixar minha Luna ir embora me deixava mais mal do que já estava. Te — lá por perto me fazia bem!
— Luna não vai por favor. Fica! – Digo pegando na mão dela.
— Não posso Oliver! – Ela puxa a mão dela.
— Luna você confia em mim? – Digo segurando o queixo dela a fazendo olhar em meus olhos.
Luna olho para baixo desviando seus olhos dos meus e focou o chão por alguns minutos, estava louco para a ouvir dizer que ‘ sim ‘ que ela me desse um positivo, assim eu teria mais coragem para seguir em frente.
— Confia Luna? – Continuo segurando o queixo dela a fazendo olhar em meus olhos.
— Sim. – Ela sussurra.
— Então eu vou te provar que tudo isso não passa de uma mentira da Hanna. – Digo sério.
— Oliver... – Ela diz meu nome baixinho.
— Luna confia em mim. Ela está gravida de um mês apenas e eu já estou morando com você a cinco meses. Meu amor esse filho que ela diz que é meu na verdade não é meu. — Digo sorrindo pois o exame estava comigo.
— Oliver não acho...
— Ela está mentindo e por mais que você não acredite em mim eu vou te provar que é mentira dela, apenas uma armação para conseguir me prender a ela e ficar com meu dinheiro, que na verdade nem é meu e sim do meu pai. – Digo um pouco alterado.
— Certo Oliver. Boa noite! – Ela sai em direção ao seu quarto.
— Onde você estava? – Torno a dizer.
Ela bate á porta e eu novamente fico sem uma resposta. Volto a me deitar no sofá e encaro a tevê. Danadinha onde será que ela tinha ido e com quem?
Resolvo ir para meu quarto me deitar para tentar descansar um pouco. Passo pelo quarto da Luna e abro uma fresta da porta e vejo ela dormindo leve e tranquila como eu queria está deitado com ela e envolve – lá em meus braços com carinho, mais isso não era possível não agora.
Vou para meu quarto me jogo na cama e por incrível que pareça paguei de primeira.
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