P.O.V. Derek.

Um adolescente foi encontrado morto no colégio Beacon Hills. Ele tinha um símbolo escrito no peito, um pentagrama.

As câmeras de segurança mostraram que o rapaz mesmo entalhou o símbolo no próprio peito.

—Um suicídio estranho.

—Isso não foi um suicídio. Foi uma declaração de guerra, uma demonstração de poder.

—E quem é você? Você é perita por acaso?

—Eu sou Hannah Nightingale. E eu sei que a magia elemental é neutra, em seu âmago ela não é nem boa, nem ruim... mas isso... isso é magia negra da pesada.

—Magia? Vai ler o Harry Potter garota.

Ela ultrapassou as fitas, passou pelo cadáver e deu uma baforada no vidro fazendo aparecer um símbolo.

—O que é isso?

—Vaso ruim não quebra fácil. Bom, sem problemas eu mato ela de novo.

—Matar?

—Meimendro. Quer ver a magia em ação? Então saca só.

Ela queimou o ramo de meimendro e a sala desabou.

—Ela fez um feitiço de ocultação. Pra deixar tudo normal, pra ninguém desconfiar. Ainda acha que é brincadeirinha de criança?

Haviam penduricalhos feitos de galhos com formato triangular.

—O que é tudo isso?

—Isso é madeira de árvore de sabugueiro. A árvore da morte. Isso é pessoal, ela quer me tirar do caminho e depois vai atrás do Silas e da Amara. Não toquem em nada!

—Olha, eu nunca vi nada igual a isso. Mas, eu gosto de você. Não quero que tenha sangue nas mãos.

—Derek, eu sou filha do Elijah Mikaelson e descendente de Katerina Petrova! Eu nasci com sangue nas mãos!

-Bruxas. Isso é ótimo.

—Essa não é uma bruxa qualquer. É a Qetsyiah Bennett. Uma bruxa de dois mil anos com uma rixa daquelas que criou uma nova dimensão de sofrimento para prender a alma de um cara. E mais uma vez, ela vai enfrentar o fogo das Petrova.