Notas iniciais
Oi gente mais um capítulo ai...
Bem grandinho mas.
Espero que gostem nos vemos lá embaixo.

Isabela entra na sala e começa a aula.

Isabela: — Bom dia gente, vamos começar com um poema? hoje eu estou de bom humor então a aula vai ser bem legal.

Pilha: — Ih professora, posso saber o que aconteceu com a senhora? — fala coçando a cabeça.

Isabela: — Não, infelizmente você não pode Pilha. Vamos continuar? Lia vem aqui ler o poema.

Lia: — Eu? — fala levantando da cadeira.

Isabela: — Tem outra Lia por aqui? Acho que não. É você mesma. — Lia se aproxima da professora, pega o poema e começa a ler em voz alta. Ninguém estava prestando atenção mas todos estavam em silêncio.

Depois de algum tempo bate o sinal e todos vão para o recreio. Ju pega seu celular e liga preocupada para Gil que não atende. Marcela que passava por perto viu a angústia da garota e resolveu perguntar.

Marcela: O que foi Ju? Por que você está assim? — chega perto da menina que fica pensando em não responder pois Marcela não sabia que o filho grafitava.

Ju: — Eu... eu tô preocupada com o Gil.

Marcela: — Com o Gil? o que aconteceu?

Ju: — Ele não veio na aula.

Marcela: Aé, ele tava com uma indisposição ai não quis vim.

Ju: — Ele falou isso pra você?

Marcela: — Falou sim, por que? você sabe de alguma coisa?

Ju: — Não. Eu posso passar na sua casa mais tarde?

Marcela: — Claro que pode. Vou indo, tenho que arrumar as coisas pra próxima aula.

Ju: — Ok, tchau. — Ju se aproxima de Lia, Fatinha, Dinho, Pilha, Orelha e Fera que estavam no pátio.

Orelha: — Ih qual foi? o grafiteiro não veio hoje?

Ju: — Não.

Fera: — Quem é o grafiteiro?

Orelha: — O Gil ô cabeção. — dá um tapa na cabeça do garoto.

Fera: — Eu não tenho cabeção não. Né gente olha aqui.

Orelha: — Cala a boca Fera. Mas então Ju, a gente pode saber o motivo?

Ju: — Nem eu sei. Vou passar lá mais tarde. — Orelha que estava com a galera viu Nanda olhar para ele e fazer um sinal.

Orelha: — Gente, eu vou no banheiro. Já volto. — ele sai de perto e vai até Nanda, enquanto isso os outros continuam conversando.

Pilha: — Tô fazendo outra letra de funk.

Lia: — Como sempre né Pilha?

Fatinha: — Arrasa Pilha quero ver depois hein.

Pilha: — Eu tô escrevendo pra ti minha rainha, minha princesa. — chega perto da menina fazendo biquinho.

Fatinha: — Tábom... pode parar.

Ju: — Tadinho Fatinha. — Ju da uma risada fraca.

Pilha: — Deixa Ju, já tô acostumado mesmo.

Fatinha: — Pena que quem eu gosto não quer nada comigo. -a garota olha para Bruno que passava em frente ao local com Rasta e Nélio.

Dinho: — Relaxa Fatinha, olha só, tudo acontece no tempo certo viu? se não aconteceu ainda não vai demorar. Falo isso por experiência própria. — Dá um beijo no rosto de Lia que estava escorada em seu peito.

O recreio acaba e todos voltam para a sala. Enquanto isso Bruno caminhava com os amigos pensando no beijo que trocou com Fatinha.

Nélio: — Então, a gente pode fazer isso o que você acha?

Rasta: — Eu gostei, e você Bruno? — Bruno nem olhou apenas sorria pensando em Fatinha.

Nélio: — Bruno. — dá um tapa no ombro do garoto.

Bruno: — Oi? eu acho muito bom.

Rasta: — Você ouviu o que a gente falou?

Bruno: — Não.

Nélio: — Tava sonhando? com quem?

Bruno: — Com ninguém. Dá pra me deixar em paz?

Rasta: — Ok, a gente já parou. — Rasta e Nélio começam a dar risada e Bruno vai embora.

Nélio: — Ih, acho que ele não gostou. — Eles continuaram rindo e Bruno foi pra casa furioso.

A aula acabou e cada um foi para sua casa, Ju passou na casa de Gil e o garoto mal conseguia abrir a porta.

Gil: — Oi Ju, Aiiii. — fala se dirigindo ao sofá e deitando com muita dor.

Ju: — Gil? Onde está doendo? como você se machucou? — corre até ele e se ajoelha em sua frente.

Gil: — Calma, eu estava em cima de umas caixas e escorreguei. — coloca a mão em em umas das costelas.

Ju: — Umas caixas? onde isso? que tamanho?

Gil: — Não era alto, tinha uns 3 metros sei lá.

Ju: — E não era alto? — a menina levanta a camisa do namorado e ele estava cheio de hematomas e arranhões. — Gil vamos pro hospital agora.

Gil: — Não, minha mãe não pode saber. E é só uma dor nada de mais. — o menino tira a mão da namorada e abaixa a camisa.

Ju: — Olha pra mim. — Ele fixa seus olhos nos olhos dela. — Vamos? eu vou com você. Não posso deixar você assim todo quebrado.

Gil: — Ju, eu não vou. Não adianta.

Ju: — O que eu posso fazer pra te ajudar então? — ela se levanta.

Gil: — Me ajuda a ir até meu quarto? — ele tenta se levantar e Ju ajuda. Chegando no quarto Ju coloca o namorado na cama e senta-se em um lugar vago.

Ju: — Você quer que eu passe alguma coisa ai?

Gil: — Vai na cozinha e pega um remédio? depois abre meu guarda-roupa e pega uma pomada que está bem em cima, é pra cortes e hematomas.

Ju: — Ta bem. — Ju faz o que o namorado pede, primeiro vai até a cozinha e pega o remédio. — Olha, toma o remédio e eu trouxe a água.

Gil: — Obrigado. — Gil toma o remédio e coloca o copo no lado da cama, a menina abre o guarda — roupa e pega a pomada.

Ju: — Tira a camisa, vou passar em você. — Gil obedece e consegue tirar a camisa com a ajuda da namorada. Ju vai passando de vagar e Gil chegava a dar uns gritinhos de dor as vezes...

Gil: — Obrigado, não sei o que seria de mim sem você. — ele solta uma risada fraca.

Ju: — Seu bobo. — Ju se aproxima do garoto e eles se beijam. — Mas olha, e se você quebrou alguma coisa, como vai ficar?

Gil: — Eu vou no médico se eu não ficar melhor até amanhã ok?

Ju: — Ok. — Eles continuam se beijando mas são interrompidos pela chegada inesperada de Marcela que grita pelo filho.

Gil: — Minha mãe. Ela não pode me ver assim.

Ju: — Mas você não vai conseguir esconder por muito tempo né?

Gil: — Fecha a porta. — Ju se levanta e tranca a porta, Marcela percebe e vai até o quarto do garoto que Ju fechou.

Marcela: — Gil, filho abre a porta. — bate na porta.

Ju: — E agora?

Gil: — Já vai mãe. — grita- Ju me ajuda a colocar a camisa.

Ju: — Tá. — ela vai até o namorado e coloca a camisa nele. Logo depois abre a porta.

Marcela: — Ju? oi. Desculpa eu não sabia que você estava ai.

Ju: — É, eu vim ver o Gil. Mas já estou indo.

Marcela: Pode ficar, aproveitem. — ela vai para cozinha e Ju entra novamente no quarto e fecha a porta.

Ju: Eai, como você está?

Gil: — Bem melhor obrigado.

Ju: — Eu já vou então. — Ela se dirige até a porta mas é interrompida.

Gil: — Vai sair assim? sem se despedir? tô morrendo de saudade.

Ju: — Aé? — ela vai até a cama do garoto e o beija. — Agora já posso ir?

Gil: — Não. — ele dá mais um beijo nela.

Ju: — E você pretende me prender aqui por quanto tempo?

Gil: — Não sei. — ele fala olhando pra ela e dando mais um beijo.

Ju: — Tchau. — ela levanta e sai do quarto.

Duas horas se aproximavam Orelha estava no quarto suando frio quando o telefone toca.

Notas finais
Gostaram do capítulo?
é só eu que estou com ódio mortal da Valentina? hoje ela ataca novamente mas Lia não vai deixar assim vai dar um beijão no Dinho hahahaha estou doida pra ver :P
Beijooos e até a próxima.