Notas iniciais
Neh, aqui está o capitulo 2.
Postei antes do prazo porque fiquei muito feliz com o resultado do primeiro capítulo e como foi recebido por vocês leitores.
Agradeço pelo carinho e elogios, e como presente, lhes entrego pronto o segundo capítulo, espero que gostem. :)

“A dama ficou na cadeira de balanço por mais alguns minutos até escutar sons de galope, vários mugidos, relinchos e gritos. Ficou curiosa e se levantou, indo até o portão da frente e, ao longe, avistando uma massa de poeira que em pouco tempo, se transformou e um pequeno grupo de bois somado a três cavaleiros, quem não pode distinguir a tal distância.”

Em pouco tempo, o gado estava entrando na propriedade, agora de Lucy, já que havia recebido de herança, a fazenda. Junto com o gado entraram duas pessoas montadas à cavalo. Um deles era um homem, tinha cabelos negros e olhos de mesma cor. Usava um chapéu típico do local. Nele, estava presa uma pena, provavelmente de águia. Uma calça jeans e, o que mais chamou sua atenção, sem camisa. A outra, isso mesmo, “a” outra, era uma bela mulher de cabelos vermelhos escarlate e olhos castanhos sedutores, pesou a jovem. Esta usava também um chapéu parecido com o do anterior, porém tinha, ao invés de uma pena, um dente preso ao chapéu. Provavelmente de crocodilo, concluiu. Usava uma blusa de botão azul e uma jaqueta de couro curta, tornando-a levemente mais feminina. Também usava uma calça jeans e botas curtas, como o outro.

O caso é, Lucy havia visto três pessoas, onde estaria o terceiro integrante? Foi só pensar para ouvir em seguida, um bufo de um cavalo próximo de si. Virou rapidamente para o lado e se assustou a ver um foucinho próximo a seu rosto. Se distanciou um pouco, dando um leve gritinho de surpresa e olhou para o rapaz em cima daquele animal. Era extremamente belo na concepção da jovem. Tinha cabelos rebeldes, estranhamente rosados, fato que ignorou. Olhos hipnotizantes, de um verde tão escuro que lhe parecia preto se não prestasse muita atenção. Corpo atlético e rosto suave, porém másculo. Usava um chapéu mais parecido com o de um cowboy, porém suas abas eram mais curtas. Usava também uma calça jeans como os outros e uma blusa de botão semi-aberta com uma jaqueta de couro marrom claro. Ela a olhava seriamente e com uma feição de dúvida. Desceu do cavalo sem dizer uma palavra e se aproximou da dama a sua frente, encarando-a. Lucy estava intrigada, envergonhada e até irritada, por ele ter se aproximado tanto sem dizer ao menos seu nome. Para ela, ele estava sendo mais selvagem que os próprios indígenas que habitavam a região. Enfim, pronunciou com uma feição incrédula.

_ E você é?! — Perguntou, não mudando o tom de voz, para que parecesse educada.

Ele a encarou mais uma vez, e não respondeu passando direto por ela e indo em direção a uma das casinhas onde moravam os refugiados. Ao se aproximar, deu um alto assobio, como o “gritar” de uma águia. Em pouco tempo, apareceu uma pequena menina, com cabelos longos e azuis que usava um pequeno vestido típico de sua tribo, cheio de missangas e pinturas em formatos e cores variadas. A jovem, que ainda estava indignada pela ignorância do homem, se virou, e viu ele se encontrar com a pequena Wendy, com quem às vezes passava o tempo, mesmo que a garotinha raramente falasse. Esta prontamente gritou um animado e eufórico “COWBOY!” e saiu correndo em encontro ao rosado, que logo sorriu. Ela se jogou em seus braços e o apertou bem forte. Pareciam até parentes. Pai e filha, ou irmã e irmão. Lucy, que ainda estava ao lado do cavalo olhou para este, que havia bufado mais uma vez perto de seu rosto. Por um instante ela havia se irritado, mas logo sorriu e se pôs a fazer um agrado ao animal, acariciando-lhe o fucinho. O cavalo tinha olhos azuis e era malhado de castanho e branco. Bem cuidado, com pelo brilhoso e crina suave.

_ O nome dele é Happy. — Disse uma voz um tanto grossa, logo atrás de Lucy. Quem se virou surpresa e encarou o rapaz.

_ Oras, mas ele fala! — Ela disse irônica com um sorriso suave nos lábios.

_ Acho que o cavalo não fala não, senhora. Mas eu falo. — Respondeu indiferente, cruzando os braços.

_ Então, qual é o seu nome? — Perguntou a loira. Quem não foi respondida. O homem simplesmente se aproximou do animal, pegando sua rédea e o levando para junto dos outros dois, que estavam cuidando do gado e descansando.

Lucy mais uma vez ficou indignada. Olhava para onde o homem ia com um semblante irritado, porém sua atenção foi chamada por alguém lhe puxando o vestido.

_ É melhor chamá-lo de Cowboy, ele nunca diz o nome. Nem para mim. Mas fique calma, ele é uma boa pessoa e leva jeito com animais. — Disse a pequena Wendy com um doce sorriso, o que surpreendeu a jovem, pois nunca havia escutado a voz da garotinha e nem visto um sorriso tão natural vindo desta.

_ Obrigada, Wendy. Fale com ele, que depois que conversar sobre o gado e conhecer os outros, está bem? — Falou com um sorriso tão doce quanto o da azulada, se abaixando um pouco para ficar na mesma altura e afagando os cabelos desta. Logo se levantou e pôs-se a entrar em casa, para descansar também.

Notas finais
Todos os capítulos serão, em média, desse tamanho. Não muito grande e nem muuuito pequeno. Eu acho que isso torna a história mais dinâmica além de terminar sempre os deixando cheios de curiosidade. Rs'
Agora sim, o próximo cap. será postado semana que vem. :)
Kisses! ~♥
Ps.: Agradecimentos especiais a FairyTail4ever, Ane chan,
victoria-san, Bárbara Antunes e
Eruka Frog, que foram os primeiros a comentarem e me trazerem essa vontade de postar mais cedo a continuação. x)