Um Príncipe Em Minha Vida

10 Cap. 9 - Somente eu - Parte II


Notas iniciais
Olá lindezas!!! Como estão? Me desculpem a demora! Essa semana foi muito corrida, e hoje quase tive um treco por causa do not que queria bater as botas! Mas ele não morreu!! Uhulll; Enfim, quero compartilhar minha alegria!! ENFIM ACHEI MEU TÃO SONHADO VESTIDO DE NOIVA hahaha... E A LUA DE MEL ESTÁ COMPLETAMENTE PAGA!! uhull de novo! Quero agradecer as poderosas: Bianca Rocha; Emily Queen; Erica Mikaelson Salvatore; La Volpe; Emily Comello; Tynne Queen; Kallyne Queen; Pequeno Queen; SarahRP; Luzi, May Braga, Evelyn Cris, Gabriely por terem me motivado como sempre com seus comentários maravilhosos!!!! Beijão meninas!! E quero, é claro!! Agradecer a Tynne Queen!! Menina você é maravilhosa!!! Amei, adorei, me apaixonei pela recomentação!! Que bom que você gostou muito da fic! Espero nunca decepciona-la. Ah, e também vou agradecer a Luzi por ter me cobrado o capitulo, deixa eu ver, umas 3 vezes kkkk... Luzi linda s2... E obrigado por me ajudar com o not! Beijão meninas! Vamos ao capitulo.

I'm telling you to loosen up my buttons babe (uh huh)

But you keep frontin' (uh)

Sayin' what you gon' do to me (uh huh)

But I ain't seen nothin' (uh)

I'm telling you to loosen up my buttons babe (uh huh)

But you keep frontin' (uh)

Sayin' what you gon' do to me (uh huh)

But I ain't seen nothin' (uh)

Typical, hardly the type I fall for

I like him the physical

Don't leave me askin' for more

I'm a sexy mama

Who knows just how to get what I wanna

What I wanna do is bring this on ya

Backup all the things that I told ya

You been sayin' all the right things all night long

But I can't seem to get you over here to help take this off

Baby can't you see

How these clothes are fittin' on me

And the heat comin' from this beat

I'm about to blow, I don't think you know

(The Pussycat Dolls – Buttons)

P.O.V Felicity

Quando a dança acaba, Tommy sussurra em meu ouvido.

— Isso deve fazer com que um certo príncipe perca a cabeça, loirinha.

Tommy realmente é muito observador. Nada passa por ele despercebido.

[...]

Vou em direção ao palco e danço com as meninas.

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P.O.V Oliver

— Estou esperando Oliver. – Laurel diz.

— Não está claro? – Digo. Ela levanta a sobrancelha. – Eu passei a noite toda de olho em uma só mulher, e como se não bastasse, fiquei pensando nela também. Eu nunca sentir ciúmes de uma mulher! Eu nunca estive apaixonado, e você sabe muito bem disso! Você pelo que viu ou ouviu tem alguma dúvida de minha resposta? – Seu olho começa a dar indícios de que ela vai chorar.

— Me desculpe Laurel, eu não queria que tivesse sido desse jeito. Mas você bem sabe que essa semana praticamente toda eu queria terminar e você ficava me ignorando. Nos conhecemos desde pequenos, eu não queria fazer isso desse jeito, não porque me importo e sim por consideração. Bem sabe que fiquei com outras garotas enquanto estava com você, mas ela é diferente, eu quero fazer as coisas com ela diferente, e espero que você entenda isso!

Ela enche o peito, se controla e não derrama nenhuma lagrima.

— Você vai pagar por isso um dia! Bem sabes que você deve e vai ficar comigo Oliver. Você se apaixonou pela mulher errada. Eu espero e irei me certificar de que você seja completamente infeliz o resto de sua vida. – Fico olhando ela se afastar. Deveria me importar por ela estar magoada, mas não me importo. Posso estar sendo egoísta, mas estou focando naquilo que eu quero, e ela se chama Felicity Smoak.

Procuro por minha loira e a vejo sentada em uma posição totalmente errada, ela está com o corpo para baixo da mesa, com as costas no assento e onde deveria ser o escoro das costas ela está escorando somente os ombros e a cabeça em uma das mesas com banco estofado na parede da boate. Vou até ela e fico a seu lado do mesmo jeito que ela.

— Hey. – Digo.

Ela sorri. – Hey. – Diz ainda sorrindo. – Porque demorou tanto? – Pergunta me olhando nos olhos profundamente, sei que ela não está se referindo a agora e sim a terminar com Laurel.

— Me desculpe por isso, mas já estou aqui e não quero estar em outro lugar. – Ela me lança um pequeno sorriso e respira fundo.

— Então, cadê sua namorada?

— Hum.... Bem em minha frente! – Digo sorrindo. Ela sorri. Nunca vou me cansar desse sorriso. Ela fingiu procurar alguém.

— Quem? – Pergunta arteira.

— Oh, minha loirinha, larga essa marra por alguns minutos, eu quero curtir minha bela namorada.

Ela sorri. Aproximo meu rosto do dela.

— Será que agora posso beijar minha garota? – Ela passa a ponta da língua em seus lábios, sigo o movimento me deliciando com essa visão. Acaricio sua bochecha com o polegar e a beijo lentamente, não preciso de pressa, agora temos todo tempo do mundo. O beijo está sendo suave, manso, como se nossas bocas estivessem se conhecendo. Interrompo o beijo, mas não me afasto, ainda acariciando seu rosto, digo suavemente:

— Estava com tanta saudade de estar assim! Acho que estou viciado em você. – Ela tomba a cabeça para o lado, me observando.

— Então acho que você está falando demais e provando de menos. – Fala arteira.

Solto uma risada. – Sem marra princesa! – Ela pressiona seus lábios para não falar mais nada. – Além disso, quero fazer diferente com você. Apesar de ser muito difícil, suas provocações e seus pensamentos descontrolados que escapam me fazem perder o controle e querer fazer as coisas que era acostumado a fazer com as antigas paqueras. – Ela levanta o dedo e abre a boca para falar. – Mas! – Coloco meu indicador em sua boca a impedindo. – Como eu disse, com você vai ser diferente, apesar de você não facilitar nada, e você não é somente uma paquera.

— Bom, então acho que você precisa saber. – Ela chega bem perto do meu ouvido. – Eu vou continuar de provocando Queen! – Sussurra como se estivesse contando um segredo. – Não pense que vou facilitar as coisas para você. – Sorri maliciosa.

— Ah, é! Não faça isso! — Digo

— Isso o que?

— Essa cara! Eu conheço ela muito bem! Você estava com esse mesmo sorriso e olhar quando fez sua dança para mim aquela noite.

Ela não consegue segurar uma gargalhada.

— Você se lembra da minha cara? – Pergunta curiosa.

— Oh princesa, eu me lembro de tudo. Seu sorriso, seu olhar, sua maquiagem, seu vestido, seu sapato, seu cabelo, e eu sei exatamente até para onde ou quem você olhou aquela noite.

— O que? Mas como você sabe até para quem eu olhei... – Ela me olha desconfiada. – Você não tirou os olhos de mim, não foi? – Faço um bico evitando responder. Ela me dá uma cotovelada. – Queen, você não tem jeito.

— Bem, se te consola, eu também olhei para outras meninas. – Ela cerra os olhos para mim. – Mas foi você a maior parte do tempo. – Dou um sorriso. Ela aproxima seu rosto do meu.

— Você é um idiota Queen! – Seguro seu pescoço e a beijo.

— O idiota que você adora. – Digo. Quando vamos nos beijar de novo, minha irmã pula no banco e se deita conosco.

— Não se reprimam por mim! Só estou dando uma pausa. – E deita sua cabeça no ombro da Felicity. – A propósito. – Olha para nós. – Vocês dois não iam durar tanto tempo longe, então foi bom que começaram algo sem delongas.

P.O.V Felicity

Ficamos conversando por alguns minutos.

— Bom, já deixei alguém esperando muito. – Thea diz.

Oliver se levanta rapidamente.

— Como assim alguém esperando? Quem é o cara?! – Indica que vai se levantar.

— WOL. Hey. – Seguro em seu braço. Dou um sorriso, ele pressiona os lábios e fecha a cara. – Sua irmã sabe o que está fazendo. – Ele indica que irá falar. – E também, você não disse que queria aproveitar o tempo que temos? – O interrompo.

— Obrigado cunhada! – Thea me abraça. – Boa sorte com a fera.

Thea vai embora e Oliver fica com a cara fechada sem falar nada.

— O que foi? – Pergunto.

— Eu, de todas as pessoas aqui, sei muito bem o que passa na cabeça dos homens aqui. E eu acho que nós devíamos ver quem é esse cara. – Responde.

— Nada disso rapaz! Vamos ficar aqui, e aproveitar que meu irmão não está aqui para nos encher...

— Ou o Tommy. – Completa de mal humor. Sorrio.

— Oliver Queen você está com ciúmes do Tommy! – Ele revira os olhos e bufa. – Bom. – Levanto. – Vem comigo! – O puxo.

— Para onde? – Pergunta.

— Confia em mim! – Pisco para ele e esse me lança um sorriso.

Peço a chave de seu carro e dirijo até o pico da cidade. Paro o carro e descemos.

— Ouw! Como você sabia desse lugar? – Me pergunta.

— Bem, não sou uma nerd que não tem amigos e só fica estudando.

— Eu nem pensei isso! É só que é muito bonito! Da para ver toda a cidade aqui.

— É verdade, muito bonito. – Ele me abraça por trás e se escora no capô do carro. Ficamos conversando por muitos minutos, ele me contou sobre seus pais e os planos que eles querem para ele. E claro, eu contei sobre meus pais também. E de como minha mãe sem o conhecer já o adora.

— Bem. – Ele diz. – Apesar de ter adorado ficar aqui e assim com você, porque eu acho que você não me trouxe aqui somente para conversarmos? – Levanto uma sobrancelha para ele e o olho de lado. – Oh, não foi isso que quis insinuar. – Me viro de frente para ele e sorrio.

— Eu sei loiro! E você está certo, eu estava planejando uma última dança. – Me viro novamente ficando de costas. – Mas eu desistir de fazer hoje.

— A é! – Ele me aperta mais em seu braço. – Posso saber pelo menos qual música era?

— Claro. Vou cantar uma parte, você vai concordar comigo que foi melhor não dança-la agora. – Me viro de frente para ele e abraço seu pescoço. Ele me olha divertido.

(Nicole Scherzinger — Rigth There)

Comm'me babe and be my babe and be my babe (oh oh oh).

Comm'me babe and put your hands on my body. Ele engole seco.

Hands on my body (oh oh oh)

Right there, keep it right there. Sorrio com o efeito que tenho em seu corpo só com algumas palavras.

I love the way you put it right there e-yeah e-yeah

Oh oh oh yeah yeah, oh oh oh yeah

Me like the way that you hold my body. Ele aperta minha cintura com posse.

Me like the way that you touch my body. Desce suas mãos para meu quadril.

Me like the way that you kiss my. Umedece os lábios com a língua.

Eh eh eh eh me like it

Me like the way that he put it on me. Seco seu corpo com meus olhos.

Me like the way that he push up on me

Me like the way he go down down

Down down down down

Never gonna let a girl take him from me. Aliso seu rosto com a ponta dos meus dedos.

Never gonna let a girl steal him from me

Never gonna let a girl keep that close now

I tell her eh eh eh not too close now

Comm'me babe and be my babe and be my babe (oh oh oh)

Comm'me babe and put your hands on my body

Hands on my body (oh oh oh)

Right there, keep it right there

I love the way you put it right there e-yeah e-yeah

Oh oh oh yeah yeah, oh oh oh yeah

Ele me suspende em seu colo e me vira de forma que eu fique sentada no capô com as pernas em volta de sua cintura.

— Tem razão! Ainda bem que você não dançou. – Ele tira uma mexa do meu cabelo do meu rosto.

— Oh Deus, eu devo estar horrível! Toda descabelada. – Tampo meu rosto com minhas mãos.

— Não. – Ele tira minhas mãos de meu rosto e coloca em volta de seu pescoço. – Você continua perfeita. – Acaricia meu rosto. Dessa vez, eu quem início o beijo suavemente. O que antes começou calmo, não estava mais. Estávamos desesperados para mais, mais contato, mais toque.... Nossas línguas estavam em guerra, sua mão contornando todo meu corpo, estava deitada no capô e meu príncipe por cima de mim. Oliver distribui beijos por meu pescoço e solto pequenos gemidos. Sua blusa começou a me irritar, estava querendo sentir sua pele em minhas mãos. Nossas bocas se encontram novamente e começamos um beijo ardente, enquanto isso, brigava com seus botões. Quando enfim não tinha mais paciência, puxei sua camisa fazendo com que todos os botões desaparecessem pelo ambiente. Ele parece não se importar pois não interrompe o beijo. Suas mãos começam a subir por minha coxa, e é nessa hora que ele tem um momento de lucidez e para suas mãos e seu beijo.

Nossas respirações estão pesadas. Estamos nos encarando ainda na mesma posição. Seus lábios estão vermelhos por causa do beijo e tenho certeza que os meus também.

— Imagina se você estivesse dançado. – Ele diz e sorri.

Retribuo o sorriso. – Se cantando um pedaço você se ascendeu. – Ele inclina a cabeça analisando minha provocação. – Você não foi o único, eu estou bem acesa. – Ele grunhe e coloca seu rosto em meu pescoço.

— Não faça isso princesa! Estamos no capô do carro e a céu aberto.

— A ideia do céu aberto me anima bastante. – Ele levanta sua cabeça rapidamente, morde seus lábios e me olha com desespero.

— Vamos embora. – Ele diz devagar. Como se desejasse uma coisa, mas dissesse uma coisa diferente de sua vontade. Me puxa e me coloca no banco do motorista. – Hum, é melhor eu ir correndo por alguns minutos.

— O que? Você ir correndo? – Pergunto.

Ele se afasta e afirma com a cabeça. – Vem andando com o carro devagar enquanto me acalmo.

— Isso é mesmo necessário?!?! – Grito.

— Oh, sim! Muito. – Grita.

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— Ei pessoal. – Falo para o restante do grupo que já estavam do lado de fora da boate.

— Por onde você estava mocinha! – Roy veio em minha direção. Vejo Thea indicar que meu batom estava borrado. Tampo a boca rapidamente.

— O que? – Tento acertar meu batom sem estar vendo. – Estava retocando meu batom, o que obviamente deu errado, pois aquele banheiro estava muito cheio.

— Hum. – Ele diz, obviamente não aceitando minha resposta.

— Ei, onde está o Oliver? – Tommy pergunta me olhando divertidamente. O fuzilo com o olhar.

— Estou aqui. – Oliver diz. Olho desesperada para ele, pois ele também está com um pouco de batom na boca. Tento falar para ele, ele demora um pouco mais percebe.

— Onde você estava cara? – Roy pergunta. – Isso é batom?

— Claro, você me conhece. Onde mais eu estaria se não beijando a mulher mais gata dessa boate. – Fecho meus olhos.

— E qual a sua explicação para a camisa? – Thea pergunta divertida.

— Oh. – Ele começa a dizer. Abro meus olhos para o encarar. – Digamos que a gata era selvagem. – Tommy e Thea gargalham com a piada interna e eu me engasgo.

— Sabe o que é engraçado. – Tommy diz. Ó Senhor! Não! Tommy não faça isso! — Você está com batom rosa na boca. – Aponta para o Oliver. – E fel...

— TOMMY! – Eu e Oliver gritamos. Ele mesmo assim indica que vai continuar falando. Pulo em suas costas e tampo sua boca.

— Andando rapaz! Ou a loirinha aqui vai fazer você sentir muita dor. – Digo e encosto meu salto em suas pastes baixas. Ele afirma com a cabeça rapidamente e começa a andar comigo em suas costas. O restante nos segue em direção aos carros, as meninas rindo de algo, meu irmão dizendo que iriamos conversar por ter desaparecido e um príncipe bufando e dizendo que alguém irá morrer.

Chegamos nos carros. Nyssa se despede, seguido de Sara. Tommy me coloca no chão e me enche de beijos no rosto. Enquanto isso vejo meu irmão roubando beijos de Thea.

— Tommy você está bêbado! – Digo.

— Pode apostar minha gata! – Ele diz.

— Ok. Já chega! – Oliver diz. – Porque você não vai se despedir dos outros. – Tommy manda um beijo para mim e vai em direção a meu irmão.

Oliver não parava de encarar o Tommy. – Hey! – Puxo seu rosto o fazendo olhar para mim. – Esquece ele. Ele provavelmente não lembra nem o próprio nome. Você vai leva-lo para casa, certo? Ele não está em condições de dirigir!

— Deixar ele dirigir não é uma má ideia. – Diz e segura minha nuca aproximando meu corpo do seu. Ele checa se meu irmão está vendo. Mas Thea, ele e Tommy estão entretidos. – Vou sentir falta da minha loira feroz. – Segura minha cintura e me beija saboreando o momento.

Interrompo o beijo.

— Acabou o tempo bonitão, meu irmão está se virando. – Nos afastamos e Roy chega até nós.

— É, tchau Felicity! Eu... – Ele vem me dar um abraço, mas Roy não deixa. – Qual é cara! Um abraço! Eu deixo você abraçar a Thea em comprimento. – Roy levanta às mãos e ele me abraça, enquanto sussurra em meu ouvido.

— Diga a sua mãe que não vejo a hora de conhece-la. – Se afasta e pisca para mim. Entramos no carro e vamos cada um para nossas casas.

P.O.V Oliver

Chegamos em casa e meus pais estão nos esperando, ambos com uma cara nada boa.

— Thea, deixe-nos a sós com seu irmão. – Meu pai diz. Continuo olhando sério para eles.

— Você pode nos dizer, porque sua noiva chegou chorando para nós, dizendo que você terminou com ela. – Minha mãe fala.

— Primeiro, ela não é minha noiva. E segundo, era um relacionamento que estava fadado ao fracasso.

— Defina fracasso. – É a vez de meu pai falar. – Porque eu só consigo ver coisas boas.

— O fracasso de não estar com uma pessoa que eu realmente goste... – Digo.

— Oh, ficamos sabendo disso também. – Minha mãe diz. – Ela nos contou dessa tal garota, “Felicity”. – Minha mãe diz seu nome em espécie de nojo.

— Você não tem o direito de se referir a ela desse jeito! Você não a conhece, não vou permitir que fale assim!

— Isso não é jeito de se falar com sua mãe. – Meu pai diz. Agora ambos estamos exaltados. – Ninguém liga se você gosta, ou não dela. Se trata do que é melhor.

— Melhor para os negócios você diz! – Digo.

— E ao que mais seria? – Meus pais gritam juntos.

— O correto seria o melhor para mim. – Digo subindo as escadas. – É isso que pais corretos querem para seus filhos.

— E nós queremos filho. – É a vez de minha mãe falar. Paro de subir. – E o melhor para você é se casar com Laurel.

— E assumir o reino. – Completa meu pai. Sorrio seu humor.

— Vocês sabem que isso é o melhor para vocês e não para mim. – Continuo subindo as escadas. – Me desculpem desapontar, não quero um relacionamento igual ao de vocês. – Me viro para eles. – Falso e de aparências, eu simplesmente cansei disso.

— Você sabe que isso não vai dar certo rapaz. – Meu pai grita. Não o respondo, não preciso, estou cansado e não vejo um jeito de acabar essa discussão. Mas só de pensar em mandar uma mensagem para minha loira já me animo.

“Boa noite princesa! Espero que esteja indo dormir pensando em mim. ”

Não demorou muito e a resposta chegou.

“Não existe outro para se pensar. Tenha uma boa noite, meu príncipe. “

E é isso. Em poucas palavras, ela muda minha noite. Depois de uma discussão pesada com meus pais. Ela me faz esquecer tudo de ruim, e focar nela, em seu sorriso, seu olhar, seus beijos... Deus preciso de um banho gelado.

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3 MESES DEPOIS

Deixar Laurel e fica com a Felicity, foi uma das, ou se não a única decisão mais sensata que já tomei. Se me perguntassem se uma mulher é capaz de mudar um homem, eu te responderia com toda certeza que não. Mas esses 3 meses foram muito esclarecedores, Felicity me mudou e para melhor, e é por ela que sempre quero ser o melhor. Meus pais estão sempre mostrando seu desgosto, embora nunca a tenho apresentado para eles. Roy ainda não sabe de nada e seu pai também não. Donna é maravilhosa, agora sei de quem Felicity puxou todas suas qualidades, inclusive o fato de escapar seus pensamentos, Donna consegue falar mais besteiras maliciosas do que a Felicity. Tommy está cada vez mais impossível, parece que ele tem o dom de me irritar. Hoje é domingo e estou me preparando para levar minha loira ao lago.

Estou descendo as escadas, minha irmã provavelmente está dormindo e meus pais, graças a Deus, não estão em casa. Não preciso de mais um sermão. É de se esperar minha surpresa ao ver que Laurel está me esperando perto das escadas.

— O que faz aqui?

— Precisamos conversar, Oliver!

— Acontece que não estou com tempo agora Laurel. – Digo indo para a porta. – Não vou nem esperar que se retire, estou indo! Até mais...

— Estou grávida Oliver. – Paro em choque na porta. – Parabéns papai.

Notas finais
Eita! Laurel aparecendo para destilar muitos dos seus venenos!! Espero que tenham gostado! E agora, o que Oliver vai fazer?! A partir de agora as coisas acontecem de forma mais rápida lindezas! E muita coisa vai acontecer!! Enfim esse meu capitulo, a inspiração foi Pussycat Dolls!! Essas mulheres são demais! Lindas, Sexy... Minhas amigas me zoam até hoje porque queria ser uma hahahaha... Mas enfim, como não foi possivel hahaha, vou liberar meu lado Pussycat para o maridão! kkkk Beijão ;* (https://www.youtube.com/watch?v=YkdkX6_3iGI - Nicole Scherzinger - Rigth There)