Um Príncipe Em Minha Vida
16 Cap. 15 - Meu prazer
Notas iniciais
Ele me deixa com aquela sensação gostosa
que não me faz querer parar
Aquela sensação gostosa
Ariana Grande — Everyday
Anteriormente
Oliver aproveita a oportunidade e me pressiona ainda mais com seu corpo, me proporcionando o prazer de sentir sua ereção em minha bunda. Encaro seu rosto sobre meu ombro e ele dá de ombros.
— Não vou pedir desculpas... Você sabe o quanto esperei a noite inteira. — Sorrio com seu desespero.
É engraçado como tudo mudou de repente, estava praticamente tudo calmo, Oliver estava esperando chegarmos ao quarto e do nada ele me vira e choca meu corpo na parede com certa violência prazerosa. O que nós temos com paredes?
— Na nossa primeira vez... — Ele morde minha boca. — Eu fui egoísta...
— Ahn? — Fico sem entender. Que delícia de homem!
— Naquela noite foi mais para o meu prazer e não o seu... Sinto muito por isso, mas hoje pretendo compensar e fazer você sentir muitas coisas... — Ele segura meu quadril e suspende, enlaço seu corpo com minhas pernas.
— Ah! Eu já posso sentir. — Sussurro com um gemido e Oliver Grunhe. — Amor, que tal você conseguir nos levar para o quarto sem sermos vistos? — Peço com um pouco de desespero. Ele sai rapidamente em direção ao zelador enquanto me escondo em um lugar que ainda os vejo.
— Graças a Deus você está aqui. Tem um casal no dormitório masculino, estão fazendo uma algazarra, é melhor o senhor ir verificar antes que eles façam alguma loucura para maiores. — Oliver diz ao senhor e ele ri pegando seus objetos de trabalho.
— Esses jovens de hoje em dia rapaz estão cada vez mais safados! No meu tempo... Eu primeiro deveria a convidar para sair. — Oliver coça a cabeça em ansiedade.
— Verdade! Isso é um absurdo! — Finge inocência enquanto o leva para fora retornando segundos depois.
Entramos no quarto com certa pressa e ele roda a chave nos trancando.
P.O.V Oliver
Ando até ela que me olha com expectativa. Tiro algumas mechas de cabelo que estão caindo em sua face. Acaricio seu rosto e pescoço com as pontas dos meus dedos até seu decote, aproveito cada parte que toco de sua pele aveludada e fico ainda mais excitado quando vejo que ela treme com meu toque.
— Você quer me matar com esse vestido. — Sussurro e ela sorri.
— Achei que você gostaria... -Diz com a voz rouca.
— Eu gosto de tudo em você, princesa. — Ela cora e morde seu lábio em nervosismo, fazendo com que eu perca o restante do meu controle.
Seguro seu quadril, ergo seu corpo e a levo para a cama. Tomo sua boca para mim, em um beijo quente e molhado. Felicity geme somente com o contato de minha língua.
Desço meus beijos por seu pescoço me certificando de chupar e morder cada ponto de prazer dele, ela se contorce e suspira. Desço ainda mais meus beijos, chegando à parte em que mais desejo desde o momento em que ela "me mostrou" de baixo do lençol. Beijo entre seus seios e deixo uma mordida na parte que está visível do seu decote, ela suspira mais uma vez.
— Baby... Tire meu vestido. — Pede e logo faço. Abro seu vestido na lateral de seu corpo e desço por suas curvas, a visão que tenho me deixa mais duro. Ela não mentiu quando disse que não havia nada por baixo de seu vestido. Se eu soubesse desse detalhe no momento em que a vi... Acho que a veria nua, jogaria em meus ombros e levaria para minha cama.
Seus seios estão inchados e duros de prazer, seus mamilos tão convidativos para minha boca. Sem demorar mais um minuto sequer capturo um seio com minha boca enquanto com o outro dava atenção com minha mão, ela geme.
Encho minha mão com seu seio enquanto a faço tremer com minha língua, torturando seu mamilo rijo, mordo e ela grita. Chupo seu bico avermelhado e ela se empina para mim. Subo meus beijos até seu ouvido.
— Você é tão gostosa amor.
— Hummmm.... — É só o que ela consegue dizer.
Desço meus beijos para seu outro seio, o colocando em minha boca. Enquanto brinco com minha língua, desço minha mão tocando e sentindo seu corpo, passo por sua barriga, sua bunda gostosa que aperto sem dó, acaricio sua coxa até chegar ao meu alvo de prazer, meus dedos deslizam por suas dobras molhadas.
— Tão molhada. — Minha voz sai rouca com satisfação.
— Só para você... — Não me contenho e enfio um dedo a fazendo gritar.
— Só minha. — Digo possessivo e começo a movimentar meu dedo a fazendo convulsionar em prazer.
— Oliver. — Ela geme. Pressiono seu clitóris com meu dedão e o obtenho o resultado que queria... Seu corpo inteiro treme querendo ser liberto do prazer. — Baby... Eu preciso... — Ela não consegue terminar, uma nova onda de prazer a toma e ela morde a boca para reprimir um grito.
— Goze para mim Felicity! — Enfio mais um dedo a fazendo se libertar em minha mão, ela deixa sair um pequeno grito e aos poucos seu corpo amolece. Chupo meus dedos sentindo o gosto do seu prazer e ela arfa.
— Isso está meio injusto... Eu estou completamente nua e você completamente vestido... — Sorrio e começo a tirar minha roupa, a começar pelos sapatos e a tirar minha camisa de dentro da calça. — Não! — Grita me assustando. Ela se senta. — Queria fazer isso à noite inteira.
P.O.V Felicity
Ele está em pé a minha frente, abro a fivela de seu cinto e o tiro olhando em seus olhos. Oliver é paciente enquanto tomo meu tempo para apreciá-lo. Tiro sua camisa deixando seu belo abdômen exposto para o meu toque. Toco cada parte dele, seu peito e cada músculo definido de sua barriga. Deus... Eu tenho que começar a malhar também. Abro sua calça e a abaixo, eu poderia ter levado sua boxer junto, não sou ingênua, mas Oliver Queen de cueca boxer é o verdadeiro pecado.
Fico admirando essa visão alguns poucos segundos até que não consigo reprimir minha ansiedade de vê-lo. Sem demorar mais, abaixo sua cueca fazendo sua grande ereção saltar, mostrando o quanto ele já está preparado para mim. Mordo meu lábio para segurar um gemido.
Oliver perde a paciência que tinha e me deita na cama ficando por cima de mim. Ele morde meu lábio e desprende da minha própria mordida com um grunhido.
— Eu enxergo vermelho quando você morde os lábios. — Eu responderia... Se não estivesse tão excitada por tê-lo por cima de mim. Empino-me para instigar o que estou querendo e no mesmo momento sua ereção encosta-se a minha fenda molhada. Estremeço enquanto nós dois gememos com o contato.
Oliver se ergue e eu murmuro.
— Calma princesa. Ainda não acabei com você. — Oh meu Deus. Ele se abaixa entre minhas pernas, com a ponta de sua língua ele desliza por meu sexo, demora um pouco mais em meu clitóris me fazendo gritar.
Ele levanta seu rosto e sorri matreiro. Um sorriso lindo, sexy e ousado. Ah, eu sei o que o infeliz está pensando, deve estar todo orgulhoso de me fazer gritar nessa cama como havia dito. Ele volta a fazer o que estava fazendo, dessa vez chupando cada parte minha, se certificando que nenhuma ficasse sem sua boca. Oliver desliza sua língua para dentro de mim, pressiono os lençóis fortemente em minha mão em evidente prazer, meu corpo inteiro treme e entra em êxtase. Com um último impulso Oliver chupa meu clitóris fazendo com que dessa vez meu prazer se derrame em sua boca.
Ele sobe com beijos por mim, parando na metade do caminho para sugar meu peito. Esse homem sabe mesmo usar uma língua! Ah! Trago seu rosto com desespero para beijá-lo, ele está com aquele mesmo sorriso cafajeste.
— Safado. — Digo em falsa repreensão.
— Você também é. — Não nego. Afinal eu sou mesmo.— Puxo sua boca para mim, meu gosto está em sua boca, eu não ligo, isso é o inferno de quente. Oliver desce seus beijos até meu peito. Já não consigo mais esperar. Preciso tê-lo dentro de mim.
— Amor... — Não consigo completar frases coerentes. — Dentro de mim... — Ele entende para minha felicidade e se posiciona em minha entrada me provocando com sua cabeça. — Oliver! — Queixo-me e aperto seus ombros. Ele se diverte com minha impaciência e ataca minha boca em um beijo voraz e com luxuria ao mesmo tempo em que enterra com força toda sua extensão para dentro de mim.
— Oh. — Ofego em sua boca.
— Porra, que delicia. — Oliver solta começando a se movimentar. Tento imaginar um espelho no teto e a visão dele estocando fundo me deixa ainda mais molhada. A cada estocada uma nova sensação. A cada rebolado duro um novo grito. Ele se movimenta em um vai e vem tão viciante. Ele tira sua extensão de mim completamente, quando penso em protestar, logo enfia de uma vez.
— Oliver! — Seguro em minha cabeceira enquanto grito. Ele continua o movimento por longos e prazerosos minutos, tirando e colocando hora com força, hora lento em uma tortura deliciosa. Ele decide acelerar as coisas em um ritmo alucinante.
Mordo seu ombro para guardar as pessoas que devem estar na universidade de ouvirem meus gritos, mas sei que falhei em muitas vezes. Oliver consegue me fazer gozar mais uma vezes antes de se libertar do próprio prazer dentro de mim. Lentamente ele retira seu membro de mim e coloca o lençol por cima de nós. Deito em seu peito e ele me abraça com seus braços, ficamos assim alguns minutos em silêncio deixando nossos corações e respirações se acalmarem.
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Ele beija minha testa me fazendo sorrir.
— Isso foi muito bom. — Digo e ele solta uma risada divertida.
— Eu sou muito bom! . — Acerto com meu cotovelo.
— Convencido! — Ele me dá um beijo doce.
— Foi bom para mim também! — Diz com um pouco de sono.
— Você precisa ir embora? — Pergunto já com sono me puxando para a inconsciência.
— Não... Vamos dormir baby.
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Acordo assustada com as batidas incessantes na porta. Devido ao pouco espaço para dois corpos em uma cama de solteiro, como o susto acabo caindo, como se não estivesse com o corpo dolorido o bastante. Oliver acorda com barulho e me olha por cima da cama.
— Você está bem? — Pergunta com cara de sono e os cabelos bagunçados.
— Sim, sim! Vou atender a porta. — Digo desastrada, me levanto e vou até ela.
— Amor, você está nua. — O cachorro me olha com malícia. Cubro-me com um lençol e abro a porta.
— Oi!
— Bom dia Felicity, correspondência. — Senhora Sandra diz olhando para o lado na direção do chão.
— Obrigado. — Sigo seu olhar e vejo dois corpos estabanados no chão, Sara e Nyssa. As chamo e elas levantam em desespero
— Até que enfim abriu... Elas entram e fecham a porta me olhando com diversão.
— Oh, Oh! Oliver! Oliver.... — Falam ao mesmo tempo e sei que estiveram nessa porta a noite inteira. Oliver ri ainda na cama, só que dessa vez vestido.
— Suas cabritas! — Digo envergonhada indo me consolar na cama com meu príncipe.
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