Um Passo para Tudo Ficar Bem
1 Capítulo Único - Um Passo para Tudo Ficar Bem
Notas iniciais
Capítulo Único — Um Passo para Tudo Ficar Bem
Duas crianças de cinco anos brincavam numa caixa de areia sem a presença dos seus pais, já que estavam perto de casa e também os mais velhos se encontravam a trabalhar. Os dois faziam companhia um ao outro desde que nasceram, mesmo que tivessem irmãos mais velhos já que eles passavam a maior parte a estudar.
— Vamos estar juntos para sempre? — pronunciou a garota, olhando para o seu amigo.
— Sim, para sempre. Eu prometo! — respondeu o garoto a selar o seu dedo mindinho com o da garota; ambos sorriam alegremente.
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A pessoa que se encontrava dormindo, acordou sobressaltando com o barulho de um copo se quebrando no chão. Levantou-se, indo ao seu guarda-roupa, e tirou uma jeans e uma blusa, dirigindo em seguida ao banheiro. Alguns minutos depois, saiu de lá mais desperta, e desceu as escadas, dirigindo-se para a divisão da cozinha, onde encontrou a sua melhor amiga limpando os cacos de vidros.
— Amiga, obrigada pela a forma que me acordou. — falou a proprietária deste pequeno apartamento.
— Desculpe-me, Sophia, é que escorregou... Você sabe como eu sou desastrada. — falou com a vassoura em mãos.
— Sem problemas, Clara. Mas é melhor tomamos o café da manhã. Não queres chegar de novo atrasada à loja, não é? — Sophia já estava sentada, bebendo um copo de leite com uma fatia de pão torrado.
Numa casa mais adiante dali...
Pai e filho estavam reunidos à mesa, comendo — este era o único momento que conseguiam estar ali, juntos, já que sempre havia um deles que chegava mais tarde a casa, depois do trabalho.
— Andrew, já fizeram as pazes vocês os dois? — perguntou o mais velho, sabendo que o seu filho estava mal, separado da pessoa mais importante da vida dele.
— Ainda não... Estamos assim há seis meses, e durante esse tempo nunca mais a vi. — respondeu, sem vontade de terminar o seu café da manhã.
— Vocês já estão com 22 anos, sei que vão resolver. — apoiou o mais velho, querendo o bem estar dos dois.
— Assim espero, pai. Agora, já vou, pois tenho que ir trabalhar. — se despediu o mais jovem, pegando o seu boné que faz parte do uniforme que estava vestido.
Numa mansão, na zona nobre...
Todos os empregados se encontravam trabalhando para estas famílias importantes na sociedade. Sophia estava andando normalmente até chegar à mansão mais poderosa, quando um caminhão chamou a sua atenção — sempre ouviu pelos os empregados, na casa onde trabalhar, que todos os dias entrava um caminhão, sempre carregando mercadorias e também a descarregar. Isso trouxe logo a ela uma desconfiança, então apressou os seus passos para chegar rápido a mansão e cuidar da pessoa que foi indicada.
Conseguiu chegar a tempo, onde viu Kelly, a filha do seu chefe, no lado de fora com as amigas delas. Aquele grupo ali estava muito animado — a mulher tinha que segui-la para todos os lados, mesmo que Kelly já tenha 18 anos. Essa foi à única maneira que conseguiu, para se infiltrar na mansão, já que tinha uma missão muito importante no lugar. Viu onde se encontrava o caminhão; reconheceu logo o Andrew, a pessoa que ela se encontra zangada.
Ele é o parceiro dela na missão; são agentes secretos, só que em unidades diferentes.
— Bom dia, Kelly. — cumprimentou Sophia, vendo as amigas da outra sorrindo; como sempre, falsamente. Ela não sabe como a máscara delas ainda não caiu.
— Finalmente você chegou, Sophia. Eu quero te apresentar uma pessoa. — pronunciou Kelly, que chamou atenção do caminhoneiro. O outro olhou onde a jovem falou, e viu Sophia mais linda do que seis meses atrás.
— Tudo bem, mas precisa ser rápido. Tenho que cumprir as ordens que me deram. — respondeu Sophia, olhando para ele; ela viu que ele está mais bonito, mas custava olhar para ele por causa da discussão que tiveram.
— Andrew, eu quero te apresentar a minha empregada Sophia. — apresentou Kelly, sorrindo verdadeiramente só na frente do caminhoneiro. Sophia via que ela estava mesmo caída pelo o charme de Andrew, enquanto os dois apertava a mão um do outro.
— Quem diria que tu és o meu parceiro da missão... Ela está mesmo apaixonada por ti, querido. — sussurrou para o rapaz; eles se chamavam sempre dessa forma carinhosa.
— Pois é! Quem diria... A culpa não é minha se ela se apaixonou pelo o cara errado, querida. — ele sussurrou de volta, onde deu um pequeno papel para a sua melhor amiga, que ira se encontrar mais tarde com ele para discutir sobre a missão e fazer as pazes por causa de uma briga sem sentido algum.
As garotas que viram aquele aperto de mão, perceberam que demoraram muito tempo para desapertarem um do outro — viram a cara séria dos dois, e cada um foi fazer o seu trabalho. Kelly e as outras ficaram com a boca aberta, pelo o comportamento deles dois.
— Kelly, tu viste que eles demoraram no cumprimento? Ela quer roubar o teu amado. — afirmou umas das amigas dela; aquele grupo pensa que é popular, mas não era.
— Tens razão! Temos que fazer algo, pois estou farta dela! Atrás de mim. — respondeu, já com raiva. Ela nunca concordou com o seu pai de ter alguém atrás de si, para todo lado, principalmente uma mulher.
Ali mesmo, começaram a planejar como despedir a Sophia. Assim, podiam fazer tudo o que quiser — estariam livres, sem ter aquela a contar todos os passos aos pais. Só que nenhuma delas sabiam que a mesma estava ouvindo, e que ela sempre escapa das armadilhas porque treinou isso na base dos agentes secretos.
O dia tinha passado muito rápido; Sophia, esta vez, não precisou ir atrás da filha do chefe, já que esse tinha precisado dela em casa para outros serviços, no seu escritório — ela estava o ajudando numa papelada, onde ela conseguiu ter pistas daquilo que precisava para a sua missão.
Já Andrew, continuava com o seu trabalho de caminhoneiro porque havia também algumas pessoas que tinham alguns negócios naquela missão, que ajudava muito a descobrir mais coisas no lado de fora.
De noite, como prometido, eles se encontraram na entrada onde se entra para parte rica, onde Sophia está infiltrada. Andrew esperava por ela dentro de um carro simples, para não chamar atenção de nenhum ricaço. Ela entrou depois de ter conseguindo se despistar da Kelly e das suas amigas que estavam a seguindo, mas com o seu talento tudo foi fácil.
— Desculpe-me o atraso. Tinha cinco mimadas atrás de mim. — ela adentrou no carro, já mais relaxada, e olhou para o seu melhor amigo.
— Sem problemas. Elas são umas chatas mesmo. — respondeu contente que a sua melhor amiga veio falar com ele para resolver tudo. Mas primeiro, precisavam falar sobre a missão de como reagir.
Saíram daquela zona luxuosa, que a partir de uma hora começa a ser mais perigosa, porque os ricos abrem os seus negócios noturnos naquela hora — apostavam suas próprias riquezas nos jogos de cassinos. Ninguém das outras zonas sabia disso; a polícia não desconfiava de nada, por isso os agentes secretos sempre estão à escuta de tudo para reagir o que se passa no mundo.
Os dois amigos de infância estavam em um profundo silêncio dentro do carro. Eles já tinham discutindo sobre tudo da missão e as pistas que encontraram ao longo dela.
Dirigiram para uma cidade, que ambos conheciam muito bem; era a antiga cidade que eles tinham morado toda a infância deles.
— Por que viemos aqui, Andrew? — perguntou Sophia, curiosa. Numa certa idade, tiveram que mudar de cidade, por causa do emprego dos pais deles.
— Ninguém vai interromper a nossa conversa e atrapalhar recordarmos os bons momentos que sempre tivemos aqui, antes de irmos para a outra cidade. — respondeu, sabendo que irá fazer as pazes com ela neste mesmo sítio que eles prometeram um ao outro que vão estar juntos para sempre. Eles caminhavam pela a rua, recordando todas as partidas que pegavam as pessoas e sempre tinham que fugir para não ficarem de castigo; se escondiam em cada canto que é impossível de se esconder, e com isso treinaram muito para o que se tornaram hoje. Dirigiram-se para o parque que sempre brincavam desde que pequenos; eles ficavam sozinhos ali, enquanto os seus pais trabalhavam e os vizinhos ficavam olhando os dois. — Quanto tempo vamos ficar assim, por causa de uma briga sem sentido? — perguntou; a briga que tiveram há seis meses foi um pequeno ciúme da parte de ambos, e também por causa de um problema que houve numa missão que fizeram há bastante tempo.
— Verdade... Eu não aguento estar assim por mais tempo, sem tê-lo ao meu lado, sempre cuidando de mim e me aguentando. — declarou Sophia, mostrando o que sentia quando ele não estava ao seu lado.
— Nem eu, sem ti, sempre discutindo comigo pelas asneiras que eu sempre fazia. — falou já com a mente mais leve, por estar fazendo as pazes com a pessoa mais importante da vida dele. Ficaram em silêncio por um momento, olhando um para outro. É assim que sempre se resolvia as brigas que sempre tiveram. As pessoas mais chegadas da família de ambos sabiam que eles têm um carinho muito mais que melhores amigos, só que eles nunca admitiam um ao outro que se amam. — Eu ainda me lembro da promessa que fizemos. Vamos sempre estar juntos... Sophia, queres ser minha namorada? — se declarou, finalmente fazendo o pedido que tanto desejava.
— Aceito sim, com todo o meu amor. — respondeu, emocionada com este grande momento da sua vida. Aproximaram lentamente um do outro; ele envolveu-a nos seus braços fortes, abraçando-a com todo o carinho e amor que tem para dar. Olharam atentamente um para outro; um momento para as bocas deles já estarem unidas. Apreciaram os toques e o sabor que cada um transmitia, separando em seguida pela a falta de ar. Os olhares deles diziam tudo o que sentiam naquele momento tanto especial. — Nossa família vão ficar surpreendidas por termos avançado no relacionamento. — sorria feito uma boba, por finalmente estar com o homem de sua vida.
— Acho que não... Eles sempre sabem como os filhos ficam quando estão apaixonados. — falou Andrew, com orgulho porque sempre soube que os pais exageram aquilo que os seus filhos não podem ver. Saíram felizes do parque, com as mãos dadas. Dirigiram-se de volta para onde se encontrava o carro, e no decorrer do caminho, eles falaram diversos assuntos que passaram nestes longos seis meses que estiveram distantes um do outro. Decidiram que iam para a casa de Andrew, para contar a novidade ao pai dele. — Pai, chegamos! — gritou alto, ao adentrar pela a porta.
— Já vou! Sophia, bem-vinda de volta a casa. Eu senti saudades tuas aqui. — pronunciou o pai de Andrew, a abraçando com todo o seu carinho. Para ele, Sophia é como uma filha porque a viu a crescer.
— Há quanto tempo? Também senti saudades de você. A casa continua a mesma. — retribuiu o abraço, contente por ver o seu “tio”. Ele cuidou às vezes dela na ausência dos seus pais.
— Estou vendo que finalmente se resolveram e que estão namorando. Sei disso porque os vossos olhos transmitem isso. — declarou o mais velho. Ele sempre sabia o que se passa debaixo do seu próprio nariz.
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Tinha já se passado alguns dias desde que começaram a namorar. No trabalho deles, os seus colegas ficaram contentes, por eles terem finalmente resolvido à briga deles. Os dois juntos, são um boa dupla, já que conhecem os pontos fortes e fracos de ambos.
A missão deles foi terminada com sucesso, onde conseguiram revelar mundialmente os negócios sujos que os grandiosos faziam. Kelly, a filha do mais poderoso, ficou em choque com o que se passou na casa dela, e por ser enganada pelos os dois agentes secretos que se infiltraram lá — ela descobriu que eles sempre se conheciam.
A relação de Sophia e Andrew está nas maravilhas — sempre que havia briga, logo noutro momento resolviam. Agora, eles vivem juntos no apartamento dela, onde podem estar sossegados sem serem interrompidos a todo o momento.
Nem todos os melhores amigos passam para o relacionamento de namoro, porque se veem como irmãos que sempre podem confiar. Mas há alguns casos que resulta e namoro por sempre conviverem juntos, em todos os lugares — todos os amores podem sempre subir de nível ou não, mas ter alguém ao seu lado o torna mais feliz...
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