Um Novo Mundo.
2 Capítulo 2 - Mãe?
Notas iniciais
Queria dizer que... A leitura pode ficar um pouco estranha se você não respeitar as virgulas e os pontos, principalmente as virgulas '-'
é só isso!
Beijos! Boa leitura!
A historia recém está começando, agora sim! APSOKAP
- Claro, claro! – Repeti levantando sem juntar as coisas do chão. – Eu pego as malas, já volto. – Caminhei rapidamente para o quarto de meus pais, o meu e o de minha irmã, peguei todas as malas, eram poucas, umas três no máximo, nunca viajávamos muito, e se viajamos levávamos poucas roupas e acessórios.
Então voltei para a sala.
- Nesta mala iremos levar as comidas. – Apontou para a maior, então apontou para a media. – Nesta as coisas de higiene e água. – Então apontou para a menor. – Nessa levaremos as roupas, não pode ser muitas, não estamos saindo de férias.
Olhei para ele e perguntei uma coisa um tanto estupida. – Nós iremos sobreviver? – Ele me olhou e balançou a cabeça.
- Sim, nós iremos fé acima de tudo, lembra? – Assenti meu “pai” sempre fora muito religioso, eu... Nem tanto.
- Sim. – Olhei para baixo um pouco encabulada. – Eu pego as coisas de higiene e a água, já volto. – Peguei a segunda mala e me direcionei ao banheiro, peguei shampoos, condicionadores, sabonetes, não todos. O engraçado é que sempre tivemos estoque de comida, e várias outras coisas.
Já estava saindo do banheiro quando dou uma olhada para trás, duas giletes intocadas, sem pensar duas vezes coloco na mala.
Vou a uma dispensa na cozinha e pego as garrafinhas d’água, colocando-as na mala.
- Tudo pronto? – Perguntou George.
- Só faltam as roupas! – Gritou Michelle do quarto dela, corri para o meu quarto passando pela sala e largando cuidadosamente a mala no chão, abri meu guarda roupa e peguei uma calça jeans, uma blusa de manga comprida e um casaco, eu estava usando um short e uma regata, era o suficiente, sentei em minha cama e coloquei meu All-Star.
- Nós temos que ir agora! – Gritou meu padrasto da sala, peguei a muda de roupa e joguei dentro da pequena mala a fechando, morávamos em um apartamento, então provavelmente será difícil de sair.
Nós temos em mãos espadas e meu pai uma katana, sim, eram usadas para enfeitar a casa, mais se caísse na cabeça de alguém, era morte na certa.
- Prontos? – Assentimos, mas antes dele abrir a porta, falou. – Há apenas um jeito de mata-los... Acertem na cabeça. – Então ele abriu a porta, o corredor estava calmo, estranhei, mas continuamos a andar, Isobel arrastava uma das malas no chão. – Vamos ter que ir pela a escada. – Falou, assentimos novamente, ele abriu a porta, as luzes de emergência estava ligadas, a nossa sorte é que morávamos no primeiro andar.
- O carro está estacionado na garagem, nós entramos rapidamente, não abram a porta para ninguém.
- Ok. – Disse, descemos e paramos quando vimos uma plaquinha colada na parede escrita “G1”. Meu “pai” abriu a porta, nenhum barulho, nenhuma movimentação, nada suspeito... Muito suspeito.
- Vamos! Rápido! – Isobel disse para “mim”, corri e abri a porta que já estava destrancada, mas não entrei.
- Socorro! – Gritou a minha mãe, Michelle, olhei para trás e vi um deles mordendo o seu pescoço, meus olhos ficaram marejados instantaneamente, vi Isobel desmanchar em lagrimas dentro do carro.
- Mãe! – Caí de joelhos, mas não deixei nenhuma lagrima escorrer, tinha que ser forte, como ela foi.
- Desculpa querida. – Ela disse antes de perder a consciência, meu padrasto pegou sua katana e enfiou na cabeça do walker que comia a região de seu pescoço.
- Não!
- Vamos, nós temos que ir! –George puxou meu braço e me fez entrar no carro, eu me encolhi junto às malas que estavam no banco de trás. Levantei e fui para o banco da frente, dando mais espaço para Isobel e as malas, não teve tempo de coloca-las no porta-malas.
Meu padrasto passou a mão em meu cabelo e saiu da garagem, abriu o portão, olhei para trás e vi minha mãe estirada no chão, me sentia culpada por deixa-la assim.
As pessoas batiam no vidro do carro pedindo ajuda, mas tivemos que ignorar, depois de uns trinta minutos chegamos em uma rodovia que estava cheia de carros e pessoas... Tentando escapar, eu e meu padrasto saímos do carro.
- George? Mariana? – Perguntou uma mulher atrás de nós, eu virei e me deparei com... Lori Grimes.
- Lori! – Disse com uma voz chorosa e fui a abraçar.
- O que aconteceu? – Foi à gota d’água, eu estava segurando, mas não consegui, acabei desabando ali. Ela meu apertou. – Onde está? Ela... – Ela suspirou e olhou para dentro do carro, Isobel saiu de dentro e foi para o nosso lado.
- Mãe...? – Um menino provavelmente com a mesma idade de Isobel apareceu ao lado de Lori, eu desvencilhei de seu abraço.
- Carl? – Perguntou minha irmã para o menino. – Carl! – Ela correu e o abraçou, o mesmo retribui-o eu sorri, mas a expressão triste voltou.
- Ei... Coloca um sorriso no rosto, Rick ficou na cidade... – Antes que ela terminasse de falar, o barulho de helicóptero ecoou no lugar, fomos correndo para lá, apenas vimos à cidade ser explodida, bem... Pelo menos uma parte dela.
Lori colocou a mão na boca, um homem com farda policial – provavelmente amigo de Rick – a abraçou, eu sempre fui muito amiga deles, mas a última vez que eu tinha os vido Carl ainda tinha quatro anos.
- Vamos... – Ele disse, saímos dali.
- O que faremos agora, aqui não é um lugar seguro. — disse o policial.
- Isso é um grande prato de comida para eles. – Suspirei, eles assentiram.
- Ei gracinha, que tal irmos ali atrás? – Perguntou um homem grande.
- Merle. – Repreendeu um homem de cabelos loiros e olho azul, muito lindo por acaso, irmãos?
- Áh, Daryl, deixa eu me divertir... Então, vamos? – Perguntou novamente, abaixei o olhar e sai dali e fui indo em direção ao meu pai, mas fui impedida por Merle, suposto nome do cara.
- Ei, não de as costas para “mim”. – Olhei assustada para ele.
- O que está acontecendo aqui? – Perguntou meu pai, o homem deu risada e me largou.
- Eu não queria nada contigo mesmo, vadiazinha. – Cuspiu as palavras, franzi o cenho com o olhar triste, não pelo fato de ter me xingado, mas sim pela minha mãe, muitas coisas estavam acontecendo, eu estava fragilizada.
- Voltando ao assunto, não podemos ficar aqui, alias, meu nome é Shane. – Ele se apresentou sem muitas formalidades.
- Tem uma pedreira, é fácil de chegar de carro, não demora muito, ficaremos seguros lá. – Disse um homem gordo ao lado de uma mulher de cabelos grisalhos.
- Você pode nos levar lá? – Perguntou Shane, ele assentiu. – Então quem está com nós?
Notas finais
Deixem comentários! É muito importante para "mim"!
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