Um Novo Mundo.

11 Capítulo 11 - Só que não.


Notas iniciais
Olá, queria primeiramente dizer que a minha demora para postar é que na minha casa está sem internet, provavelmente nesta semana já terá, o capitulo não consegui fazer maior, então ele foi de 1.000 palavras, tenho muito trabalho para fazer ainda, mas consegui tirar um tempinho. (estou na biblioteca). Eu teria postado antes, mas estava sem wi-fi na biblioteca um dia desses e ontem estava sem energia ¬¬ não, eu não estou mentindo rs.
Não estou sabendo exatamente nada do que está acontecendo no Nyah! e Etc... Ou seja, deixarei para responder os comentarios depois, ok?
Sei que tenho mais do que falar, mas não me recordo.
Beijos e comentem, tentarei nao demorar muito!
BEIJOS! E alias, fortes emoções na serie né! akspoask louca para o proximo capitulo!

(Leiam as notas iniciais)

Narração Isobel

Eu estava ansiosa e com nem uma vontade de saber o que havia acontecido fora daquela porta, não queria saber quem havia morrido ou muito menos se alguém se perdeu na floresta, os sentimentos estavam confusos, nem sei se queria que àquelas horas... Ou minutos foram muito... Trágicos? Isso me faz lembrar-se de “Todo Mundo Odeio o Chris”, trágico, muito trágico.

O tempo que passei com Sophia dentro daquele banheiro, nem sequer trocamos uma palavra, ela parecia estar a ponto de chorar, mas ela segurava, para parecer forte? É, eu a entendo.

Tiros e mais tiros, gritos que poderiam ser ouvidos no outro lado da cidade, choro e desespero, era o que eu poderia dizer que estava acontecendo lá fora, nem uma daquelas coisas entrara no trailer e eu agradeço isso.

O dia estava clareando quando finalmente bateram na porta, Sophia ao meu lado se assustou, poderia até dizer que ela havia levantado por um segundo do chão, “flutuando de medo”, seria engraçado talvez se a qualquer momento nós poderíamos morrer. – Quem é?- Murmurei a simples pergunta receosa de não ser uma pessoa.

Sendo que foram batidas como “toc toc”, não como um walker esmurrando-se contra a porta para nos comer, fiquei sem resposta, então arriscadamente abri uma fresta sendo seguida por um – Não, Bel. – de Sophia, olhei para os lados e todos estavam reunidos sentados discutindo sobre algo, alguém descia as poucas escadas do trailer e caminhava em direção no que agora não se chamava mais de “gigantesco grupo”.

Fiz um sinal de pare com a mão para ela, olhei ao redor e abri a porta do banheiro, a escancarando, virei para trás e estendi minha mão para Sophia que ainda estava agarrada a se ursinho, suspirei passando a minha outra mão no cabelo, sua mão macia e suja tocou a minha se apoiando logo em seguida para se levantar.

Saímos do trailer e caminhamos em direção ao grupo, que parecia não discutir mais sobre o tal assunto, o silêncio virará incomodo, fazendo com que Mariana tivesse seus ataques de tédio, poderia ser engraçado, até.

Senti vontade de chorar, áh! O que eu daria por um copo de Coca-Cola e minha música favorita tocando, sinto falta dos dias passados.

Discutiram sobre CCD, meu pai acabou por dizer que não ia, mas Mariana conseguiu fazer com que ele mudasse de ideia, a agradeço, acho que eu sentiria muita falta do Carl. – Com esse simples pensamento fez meu coração doer e a minha mandíbula arder de dor, pois estava forçando o máximo para não chorar.

Mas... Por que chorar Isobel? – Tenho muitos motivos para chorar, não sei, sinceramente, como conseguirei aguentar tudo isso, toda essa pressão. Isso me da vontade de chorar e ser consolada por alguém.

O grupo se dissipou e começaram a arrumar as suas coisas, deixando apenas as barracas de pé para poderem dormir está noite, Rick, o mais novo líder, falava por um walk-talk com alguém.

Desci a pedreira sozinha, sei que corro grande risco de morrer, mas...

Sentei em uma pedra e fiquei olhando aquela “imensidão” azul, sentirei falta daqui, me faz pensar que nada disso aconteceu.

O som de alguns galhos se quebrando me fez olhar assustada para trás, me dando a perfeita visão do Carl, argh! Por que esse menino tem que ficar atormentando os meus pensamentos?! – Não deveria ficar sozinha aqui, não depois do que aconteceu. – Ele disse com a voz calma.

- Não deveríamos. – Corregi fazendo-o rir, podemos ser crianças, mas somos bem vivo, em muitos sentidos, bom... Pelo menos eu sou.

Ele se sentou ao meu lado e tocou a minha mão entrelaçando nossos dedos, acompanhei meu olhar para o mesmo e sorri tímida com as bochechas vermelhas. – Eu pensei que nós iriamos se separar. – Com as simples frase a minha face poderia ser comparada a um tomate, ele sorriu de canto e beijou a ponta do meu nariz.

Ele também tinha as bochechas coradas, parece que não sabe o quão fofo fica assim. – Eu iria sentir a sua falta. – Sorri e abracei-o, seria muito bom se isso se tornasse... Um costume.

- Eu também sentiria sua falta, Carl... Mas, agora vamos parar de sermos dramáticos, certo? Você ainda terá que me aturar mais um bom tempo. – Tossi e falei. – Um longo tempo. – Ele riu e desceu da pedra estendendo a mão para mim, saí sem a pegar e bati meu cabelo contra o seu rosto dando uma ótima gargalhada depois, ele riu e bagunçou o meu cabelo.

- Agora vamos! Por que, do jeito que seu pai é capaz de ele vir aqui e puxar a minha orelha! – Carl fez um gesto com as mãos perto da orelha, rolei os olhos e comecei a andar.

- Como quiser! – Ri, botei a minha mão sobre a cabeça e senti uma pontada, às vezes – raramente – isso acontecia comigo, acho que com todos, mas é.

- Você sempre querendo me ferrar, ein!

Caminhávamos lado a lado, “side by side”, suspirei – meu velho e bom... Costume – Sabe... As vezes eu acho que você tem sérios problemas. – Falei para ele como alguém sem nenhum interesse na conversa.

- Meu nome não é Isobel Abante, senhora. – Ele disse meu sobrenome, na real, não todo, mas como dizer... O sobrenome de minha mãe, áh! Que saudades dela. Mas agora não é hora para se lembrar disso, a única coisa que eu quero fazer neste momento é sorrir e ficar ao lado dele... Eu preciso dizer o nome?

Confesso que estou falando muitos “áh’s” ultimamente, mas o que dizer? Áh, a pergunta de um milhão...

O que eu realmente posso fazer? Anda sendo difícil suportar algumas coisas ultimamente, acho que os meus mais novos costumes, parece ser para demonstrar de uma forma curta o que eu estou sentindo, como meus suspiros, meus “áh” ou até talvez eu não parar de olhar para o Carl neste momento.

- Você está me assustando. – Ele disse com a voz tremula fingimento, claro.

- Bom saber que eu meto medo em você Carl, assim quando você fizer algo errado eu posso te ameaçar... Só que não.

Notas finais
Beijos!
Comentem, recomendem slá! POKAPS