Notas iniciais
CAAAAPITULO NOVO NA ÁREA!!!

Acordei, eram 6:30 da manhã, eu iria para a escola com Elena, já tinha me matriculado agora era só “aproveitar”, ou não. Peguei a primeira roupa que vi (roupa), desci correndo, Elena estava tomando café.

- To atrasada? – Perguntei.
— Mais ou menos, vai tomando café que eu vou lá acabar de me arrumar.

Ela subiu as escadas, comecei a comer uma maçã enquanto acabava de calçar o meu All Star. Ouvi a campainha tocando, fui até a porta e vi que era Stefan.

— Hello Cherry! – Ele falou e eu ri.
— Hello Dear! – Ele entrou e eu subi as escadas, enquanto Elena descia. – Já to descendo.
— Vai lá. – Ela respondeu.

Corri, escovei os dentes, arrumei o cabelo, desci correndo, Elena e Stefan estavam me esperando na frente do carro. Fomos em direção ao colégio, chegando lá Elena já foi me apresentando as suas amigas.

-Nanda, essas são Bonnie e Caroline. – Ela falou apontando para cada uma.
— Prazer, eu sou Bonnie. – Uma garota morena falou enquanto me abraçava. – Você tem uma vibração boa.
— Isso é bom? – Eu perguntei.
— Claro! – Ela sorriu.
— E eu Caroline. – A loira disse, diferente da outra apenas apertou minha mão.
— Prazer! – Apertei a mão dela.
— Vem, vou te mostrar o colégio! – Bonnie falou, me puxando, enquanto eu acenava para Elena. – Até mais.

Bonnie me mostrou o colégio inteiro, me apresentou a várias pessoas, a minha sorte era que eu teria as mesmas aulas que ela, assim não me sentiria sozinha. Logo o sinal bateu, ela me levou até a primeira aula que era de história. Quando entramos todos me olharam, o professor me chamou na frente e falou :

— Pessoal, essa é a Nanda, é a nossa nova aluna e ela veio do Brasil. – O professor falou.
— Oi. – Falei baixinho.
— Ôh, lá em casa. – Um guri gritou e eu fiquei mais vermelha ainda.
— Comporte-se Frederico. – Logo um guri de cabelos claros e olhos azuis se levantou.
— Desculpa aí, Nanda! — Ele falou, deveria ser o tal Frederico. – Eu sou o Frederico, pode me chamar de Fred.
— Tudo de boa, Fred. – Sorri, o professor me mandou ir sentar. Sentei atrás de Bonnie. – Que medo desse tal de Fred,
— Ele é sempre assim, mas no fundo é gente boa. – Ela falou sorrindo.

As aulas passaram rapidamente, logo era hora do intervalo, comprei um pacote de Doritos e uma coca-cola, fomos em direção a mesa onde Elena, Stefan e Caroline estavam sentados.
— Oi gente bonita. – Falei enquanto me sentava e abria meu Doritos.
— Fala Nanda, como foi à aula? – Elena me perguntou.
— De boa, conheci bastante gente, foi legal. – Falei enquanto comia meu Doritos.
— Nanda, tipo eu e Stefan íamos dar uma volta após colégio, daí... – Elena falou toda envergonhada.
— Pode ficar tranqüila, eu vou para casa de a pé. – Sorri.
— Mas você não sabe o caminho... – Stefan falou.
-Eu me viro, e aproveito e conheço um pouco a cidade, se eu me perder eu ligo pra Bonnie.
— Tem certeza? – Elena perguntou.
— Cara, não é por que eu sou nova aqui e to morando contigo, que eu tenho que ficar grudada em ti.
— Tá, mas se cuida! – Elena falou, enquanto tomava um pouco da minha coca.

Logo bateu o sinal, voltamos para a sala, o resto das aulas passaram rapidamente, logo fomos todos liberados, Elena veio se despedir de mim e foi passear com Stefan. Saí do colégio, tentando me lembrar onde se localizava a casa de Elena, eu sei que foi idiota sair por aí sem conhecer nada, mas eu não queria acabar com o dia de Elena. Do nada começou a chover, o céu todo escureceu e pingos grossos começaram a cair sobre mim. A cada segundo eu ficava mais molhada, continuei andando, tentei achar o Grill, nada. Tentei achar a casa de Elena, nada. Tente ligar para Bonnie, nada.

Foi então que um carro parou ao meu lado, era uma Ferrari preta, pensei em correr, mas não adiantaria em nada, logo o vidro foi abaixado, revelando que o motorista era nada mais, nada menos que Damon.
— Hey Batman quer uma carona?
— Robin, por que demoraste tanto? – Ele riu.
-Entra, Nanda. – Entrei, o carro estava quentinho, me arrepie com o choque térmico.
— Obrigado!
— Por que você estava sozinha? Cadê a Elena? – Ele perguntou.
— El-Ela foi dá u-uma vol-volta com Ste-Stefan. – Eu estava tremendo, não conseguia falar direito, foi então que Damon tirou sua jaqueta e colocou-a em mim.
— Você está morrendo de frio. – Ele se aproximou de mim e me abraçou. – Por que você veio com uma roupa de calor num dia desses?
— Eu pe-pensei que iria dar calor, o céu estava limpo. – O calor do corpo de Damon começou a esquentar o meu.
— Aqui o tempo é assim. – Ele voltou para o lugar do motorista e começou a dirigir. Eu senti falta do corpo dele perto do meu, até que eu o ouvi falando. – Vem aqui.
-An? – Perguntei confusa, ele parou o carro, me puxou devagarzinho, me colocou em seu colo, sobre sua perna direita, e eu encostei minha cabeça em seu ombro, não tinha malicia nisso, era apenas o Damon tentando me aquecer. – Obrigado.
— Depois você me paga. – Ele falou baixinho e eu ri.

Logo senti meus olhos pesarem, então a escuridão tomou conta. Ouvi um barulho, logo abri os olhos dando de cara com o meu quarto, me levantei, notei que estava com uma roupa diferente, era a minha camiseta do Asking Alexandria e um shorts de pijama, desci as escadas correndo sem me importar com o jeito que estava vestida, ouvi outro barulho na cozinha, continuei correndo, até que vi a cena mais inacreditável, Damon fazendo comida, vestindo a minha camiseta do Guns N’ Roses ( que ficava enorme em mim ) e com uma calça de moletom.

— OK, o que está acontecendo aqui ? – Perguntei, logo Damon se virou.
— Oi, eu meio que acabei molhando a minha roupa quando te trouxe para dentro de casa, então eu peguei uma camiseta tua, e acabei lembrando que tinha essa calça no carro daí eu botei. – Ele sorriu.
— Ahh, obrigado por me salvar!
— Não foi nada, Batman.
— Onde está Elena ?
— Lá em casa junto com Stefan. – Ele falou e volto a prestar atenção na comida.
— O que você está cozinhando ? – Perguntei enquanto tentava olhar o que ele estava fazendo por cima do seu ombro.
— A minha especialidade... MIOJO! – Ele gritou e eu comecei a rir.
— E vai ficar bom ? – Ele se virou e a gente acabou ficando próximo demais.
— Tudo que eu faço fica bom e as pessoas ficam muito satisfeitas, principalmente as mulheres. -Só eu senti um pouco de malícia nessa frase?
— Ohw, ele é o cara! – Damon passou a mão pela minha cintura, aproximou nossos corpos.
— Você ainda não viu nada. – Ele sussurrou no meu ouvido.

Notas finais
Gostaram ?