Um Novo Começo
1 Prólogo
Notas iniciais
-Espero que gostem ♥
8 anos atrás , 2005
Meu nome é Elena Gilbert, tenho 17 anos, ou como sou conhecida a filha dos Agentes Grayson e Miranda Gilbert. E quando eu achava que nada podia piorar, meu namorado Damon Salvatore termina comigo afirmando que eu fui apenas mais uma diversão e que nosso relacionamento tinha se tornado sério demais.
E no momento estou dentro de um carro com meus Pais e meu Irmão Jeremy, no meio de um deserto, voltando de uma missão de resgate de um de nossos agentes, que estava numa missão e foi descoberto.
Eu não sei ao certo como aconteceu, eu só sei que no minuto seguinte o carro freio com tudo e ouve barulhos de tiros para todo lado e homens encapuzados tiraram eu e meu irmão do carro com armas e meu pai estava jogado no chão com sangue e minha mãe e outros agentes estavam atirando.
-Elena...-eu ouvi a voz da minha mãe gritar. Então eu senti um pancada na cabeça.
E tudo ficou preto.
........
-Acorda...Elena — Eu ouço a voz de Jeremy. Minha cabeça dói, e estou em um lugar que não conheço...Espera...oh meu...Onde esta meus pais?!.
-Elena você acordou- Jeremy fala.
-Ai...minha cabeça dói, onde estamos Jer?
-Eu não sei – Ele fala, e meus olhos começam a se acostumar com a iluminação e a enxergar, e eu percebo que ele esta com um olho roxo.
-Jer o que houve com seu olho? Onde estão Papai e Mamãe? Onde estamos? – Passo a mão no rosto para tirar o cabelo do rosto então percebo que estou chorando.
-Eu não sei Lena...Aqueles homens nos trouxeram para cá...Lena eu estou com medo – Eu o abracei, o que eu poderia fazer? Eu estou morrendo de medo, mas eu sou a irmã mais velha eu tenho que o proteger, Jer só tem 15 anos.
-Ora...ora os irmãos Gilberts acordaram, alevantem-se AGORA – Um homem de origem chinesa, entrou naquele cubículo e nos agarrou pelo braço e estava nos levando em um corredor com muito pouca iluminação.
-Quem são vocês? Soltem eu o meu irmão agora – Eu falei enquanto nos sentava em umas cadeiras e amarrava nossos braços e pernas para nos não fugirmos-Nossos pais vão nos procurar e quando achar vocês irão te matar...-e ele me calou a boca com um tapa na cara.
-Cala a boca mini vadia, seus paizinhos nunca vão achar vocês, a não ser que vocês cooperem é claro- Ele respondeu com um sorriso irônico. Oh eu estou com ânsia desse cara.
-O que vocês irão fazer conosco?- eu mal conseguia falar pois estava chorando muito- Não machuquem o meu irmão por favor. Eu sussurrei.
.......
Inferno é isso que minha vida esta. Faz meses que eu e o meu irmão Jer estamos trancados nesse lugar, com aquele cara e seus capangas me perguntando o quanto a CIA sabe sobre a máfia chinesa, o problema é que para conseguir informações eles usam tortura, ainda bem que eu consegui que eles só machucassem a mim e não Jeremy, mentindo que ele não sabia sobre nada. Eles mal nos alimentam e eu estou começando a pensar que a CIA não vai nos achar antes de nós morrermos.
Mas eu tenho um plano que eu já coloquei em pratica, numa de suas sessões diárias de “Tortura e perguntas” como eu chamo. Eu dei uma pista falsa, e eu espero que ele vá investigar e levo alguns de seus capangas e seguranças. Então a segurança ira diminuir, e quando ele mandar algum cara nos trazer a comida eu vou nocautear ele e roubar sua arma. Sim eu irei matar ele, não que eu já tenha matado alguém antes mais eu fui treinada na CIA a atirar e defesas pessoais então eu acho que eu consigo.
-Isso não vai dar certo Elena — Jeremy não acha que dará certo, mas se não der certo pelo menos eu tentei. Eu não aguento mais ficar aqui, estou definhando aos poucos tanto de fome quanto de tristeza, eu sinto saudade dos meus pais e do meu avô Jonh sinto saudade da minha melhor amiga Caroline. Então esta decidido eu posso até pagar o preço depois apanhando mais do que o normal mais eu vou tentar.
-Hora da comida Pirralh...-Eu não deixei ele terminar e dei um chute em seu peito e um soco em sua cara...Oh eu consegui ele caiu no chão, eu agarrei a arma e dei um tiro em sua cabeça. Estou tremendo é a primeira vez que eu mato alguém. Não estou sentindo remorso, sim eu sempre achei que sentiria, mas depois de tudo que eu passei aqui eu sinto que eu mudei de alguma forma.
Depois de sair daquela sala e ir caminhando pelo deposito a procura de mais homens, achei alguns, poucos perto do normal então aquele idiota caiu no meu plano, eu matei todos a sangue frio, não irei mentir estou assustada comigo mesmo, mas eu sinto raiva deles, muita raiva.
Voltei para pegar o Jeremy, e achei ele na sala do telefone telefone.
-Liga para o Papai – Mandei enquanto olhava no corredor para ter certeza que não tinha ninguém vindo.
-Por que você não liga- Ele perguntou. Oh como eu ia dizer isso para ele? Dizer que ele teria que mentir para nossos pais e para todo mundo.
-Jer...Eu não vou voltar...-Eu comecei a falar, mas ele me interrompeu
-Como assim? Você esta louca ...-Ele falou desesperado. Eu comecei a chorar e o abracei.
-Jeremy quando eles chegarem para libertar você, eu preciso que você me prometa que dirá que eu não sobrevivi – Ele tentou me interromper- Ouça Jer...eu passei por muita coisa, e isso me fez abrir os olhos eu não quero voltar e ter que fingir ser a filha perfeita, eu sou um desastre, sou a pior agente da cia –eu sorri-. Eu te prometo que eu volto, mas eu preciso que você me prometa, você promete, por favor, por mim?- Eu implorei.
-Mas...- Eu o olhei implorando- Ok, você promete mesmo?
-Sim, eu prometo- Eu sorri- Agora ligue, antes que alguém volte.
-Ok...Alo Mãe? Oh ainda bem,.... eu não sei ao certo onde estamos mas rastreei esse numero...-Ele me olhou, ela deve ter perguntado sobre mim – Mãe a Lena não sobreviveu, eles a matarão...Não, não chore...- Eu tive que sair sair dali antes que eu agarre aquele telefone e diga que tudo não passou de uma das brincadeiras sem graça do Jeremy, mas não eu não podia, voltar para lá e viver sobre as ordens do meu pai e fingir ser a filha perfeita, eu tinha que viver por mim mesma e se o único jeito é esse, então será isso que eu vou fazer. Jeremy voltou com uma cara de choro de dentro da sala.
- Lena a Mamãe quase morreu chorando – Me cortava o coração ouvir aquilo – Eles rastrearam o numero e estão vindos para cá. Você promete que voltara?
-Sim, agora vem cá pirralho — O puxei para um abraço e dei um beijo em sua testa – Eu te amo muito.
-Eu também te amo muito – Jer disse com uma cara de cachorrinho.
E então eu procurei a chave de um carro ou moto, e achei a de uma moto.
E fui embora.
Notas finais
bj ♥
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