A floresta está diferente, os corvos não Estão gralhando hoje. Este silêncio atormentam os cidadãos De uma pequena cidade.
Um homem um tanto alto E gordo Em abundância está passeando, seus olhos vermelhos E dentes Podres aterrorizam a todos o que Tentam encara-lo.
-Ord, cadê você. — gritava. O senhor com uma voz aguda e engraçada, pelo seu corvo.
no céu ele apareceu, Ord, um corvo velho que nem conseguia mais gralhar direito. Ele pouso no ombro de gunga, aquele homem gordo começou a gritar:
-Saia do meu ombro seu corvo inútil, onde você esteve. Estou te gritando já faz um bom tempo.- Ord apenas. Respondia com seus gritos falhados. — cale a boca, seus gritos Me em ritam, vamos para casa,a guarda de dragon logo chegará para o toque de recolher.
o corvo velho continuava a dar seus gritos desesperados, ele começou. A voar quase que caindo de tanto Cansaço.
— Ord seu corvo maldito. Volte aqui!! — gunga corria atrás de seu corvo.
Chegando a um ponte toda destruída o homem parou com sua corrida um tanto engraçada. Ele chamou de volta, e de volta, até que ele escutou o grito de Ord na floresta do outro lado da ponte.
— Ord venha aqui eu não quero entrar aí, se eu tiver que sair de onde estou para te encontrar, vou te colocar de castigo na gaiola de espinhos venosos. — o som do corvo a via parado ficou tudo em silêncio por alguns Minutos.
-Corvo maldito se eu te encontrar você vai virar ensopado.- ele então criou coragem e atravessou a ponte. Começou a chamar por Ord mais uma vez. Já tendo passado um tempo procurando Ord ele escutou seus gritos falhados, mais pareciam estar bem perto.
Lá estava Ord picando alguma coisa que estava no chão. Ord escutou um graveto quebrando e se assustou ao olhar para trás e ver algo saindo das sombras das árvores. Ele comesou a gritar em espanto até que a sombra ser estranho se revelou sendo gunga.
— oh onde esteve seu corvo levado, vamos já estamos em cima do horário de recolher, se não corrermos os guardas nos encontraram. — Gunga se virou e começou a andar, então Ord começou a gralhar e gralhar enquanto picava alguma coisa que estava no chão. Gunga se virou e viu o que Ord estava picando era um garoto um tanto sujo e cheio de trapos em cima de seu corpo.
— vamos Ord isto deve estar morto. -Então ele ouviu alguns susurrus vindo do garoto, pegou um graveto e começou a cutuca-lo. O garoto empurrou o graveto com a mão mais ainda continuou deitado.
-Deve estar dormindo.- sussurrou gunga enquanto Ord gralhava.- vamos -Ord já passou do horário de recolher, teremos que tomar muito cuidado de agora em diante, Se não agente morrera.
No céu uma luz se expandiu fazendo com que cada canto daquela floresta fosse iluminado. Gunga sabia que ali já não era mais seguro, colocou o garoto em seu ombro e comesou a correr de um jeito, como sempre desajeitado mais rápido. A luz se apagou, e em seguinte algo passou tão rápido pelas costas de gunga. A velocidade foi tanta que força do vento os empurrou para longe, gunga bateu com a cabeça numa árvore e desmaiou.
algumas horas depois acordou.
-oque aconteceu, Ord venha cá — Ord estava gralhando como loco, gunga virou uma árvore e viu Ord picando o garoto, só que desta vez estava claro que ele estava morto, pois seu corpo foi destroçado avia pedaços do menino a todos os lugares.

Na manhã seguinte gunga se levantou para fazer o que sempre fazi, da uma volta pela cidade e procurar seu corvo Ord que durante toda a madrugada sai um pouco antes de gunga acorda.
Eram quatro e meia da tarde e as nuvens estavam vermelhas, dava pra escutar os gritos dos anjos( como são chamados os trovões) gunga estava perto da praça gritando por Ord quando corpo de um menino caiu a sua frente espalhando sangue pra todos os lados.
Pela terceira vez desde a criação, aconteceu a chuva que declaravam como "as lagrimas de Deus". A chuva era quando um rvo velho continuava a dar seus gritos desesperados, ele começou. A voar quase que caindo de tanto Cansaço.
— Ord seu corvo maldito. Volte aqui!! — gunga corria atrás de seu corvo.
Chegando a um ponte toda destruída o homem parou com sua corrida um tanto engraçada. Ele chamou de volta, e de volta, até que ele escutou o grito de Ord na floresta do outro lado da ponte.
— Ord venha aqui eu não quero entrar aí, se eu tiver que sair de onde estou para te encontrar, vou te colocar de castigo na gaiola de espinhos venosos. — o som do corvo a via parado ficou tudo em silêncio por alguns Minutos.
-Corvo maldito se eu te encontrar você vai virar ensopado.- ele então criou coragem e atravessou a ponte. Começou a chamar por Ord mais uma vez. Já tendo passado um tempo procurando Ord ele escutou seus gritos falhados, mais pareciam estar bem perto.
Lá estava Ord picando alguma coisa que estava no chão. Ord escutou um graveto quebrando e se assustou ao olhar para trás e ver algo saindo das sombras das árvores. Ele comesou a gritar em espanto até que a sombra ser estranho se revelou sendo gunga.
— oh onde esteve seu corvo levado, vamos já estamos em cima do horário de recolher, se não corrermos os guardas nos encontraram. — Gunga se virou e começou a andar, então Ord começou a gralhar e gralhar enquanto picava alguma coisa que estava no chão. Gunga se virou e viu o que Ord estava picando era um garoto um tanto sujo e cheio de trapos em cima de seu corpo.
— vamos Ord isto deve estar morto. -Então ele ouviu alguns surrurrus vindo do garoto, pegou um graveto e começou a cutuca-lo. O garoto empurrou o graveto com a mão mais ainda continuou deitado.
-Deve estar dormindo.- sussurrou gunga enquanto Ord gralhava.- vamos -Ord já passou do horário de recolher, teremos que tomar muito cuidado de agora em diante, Se não agente morrera.
No céu uma luz se expandiu fazendo com que cada canto daquela floresta fosse iluminado. Gunga sabia que ali já não era mais seguro, colocou o garoto em seu ombro e comesou a correr de um jeito, como sempre desajeitado mais rápido. A luz se apagou, e em seguinte algo passou tão rápido pelas costas de gunga. A velocidade foi tanta que força do vento os empurrou para longe, gunga bateu com a cabeça numa árvore e desmaiou.
algumas horas depois acordou.
-oque aconteceu, Ord venha cá — Ord estava gralhando como loco, gunga virou uma árvore e viu Ord picando o garoto, só que desta vez estava claro que ele estava morto, pois seu corpo foi destroçado avia pedaços do menino a todos os lugares.

Na manhã seguinte gunga se levantou para fazer o que sempre fazi, da uma volta pela cidade e procurar seu corvo Ord que durante toda a madrugada sai um poco antes de gunga acorda.
Eram quatro e meia da tarde e as nuvens estavam vermelhas, dava pra escutar os gritos dos anjos( como são chamados os trovões) gunga estava perto da praça gritando por Ord quando corpo de um menino caiu a sua frente espalhando sangue pra todos os lados.
Pela terceira vez desde a criação, aconteceu a chuva que declaravam como "as lagrimas de Deus". A chuva era quando um monte de crianças caiam do céu, explodindo no chão ou até sendo despedaçadas no próprio céu pelos os diversos raios que ficavam a dança de crianças caiam do céu, explodindo no chão ou até sendo despedaçadas no próprio céu pelos os diversos raios que ficavam a dançar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.