Notas iniciais
oi povinho lindo de meu kokoro blz?
bem eu demorei muito mais ta ai mais um bjsss e cheiros até la em baixo >.

8. Quem ser você?

- Quem é você? – perguntou Clara à “coisa”.

Ao notar que estava cendo observada por Clara à coisa que na verdade era uma pessoa normal virou-se bateu um pouco a roupa para retirar a poeira. Era uma garota de mais ou menos a idade de Clara, tinha cabelos negros e olhos castanhos escuros como a noite mais com um brilho lindo das estrelas.

-Ah. Desculpe pelo incomodo. – falou a menina se aproximando.

-Você caiu do céu. – aquilo soou mais como uma pergunta vindo de Clara.

- Cai né. – sorriu. – Meu nome é Daphne e o seu?

- Clara. – responde estendendo a sua mão. – É um prazer conhece-la, Daphne.

- Digo o mesmo. – aperta a mão de Clara.

- Você pode dizer como caiu do céu?

-Sim. Eu estava com meu parceiro de viajem ai aquele desgraçado me derrubou, eu cai do céu.

- Ele é um sum-felix?

- É!

- Como não se machucou?

- Eu usei uma magia de impacto antes de cair ... você ainda é aprendiz né?

- Poxa esta tão na cara. – Clara ri descontraída.

- É que a magia de impacto é bem conhecida... Assusta-me você ainda não ter aprendido.

— Me ensine!

Nesse momento um dragão desceu do céu devagar até pousar na grama no mesmo lugar onde Daphne havia caído, era um dragão vermelho com tons escuros de olhos verdes, logo depois do pouso ele voltou ao normal, a sua forma humana, e correu até Daphne.

- Desculpa Daph foi um acidente eu não tive a intenção de te derrubar. – Desculpou-se o amigo que estava parado na frente das duas.

- Você vai ver o acidente Leonardo! – diz Daph pegando um cajado que tirou de sei-lá-de-onde, o cajado até que era bonitinho parecia um trequinho de fazer bolhas cendo que era de ferro, no mesmo momento que ela trouce este cajado a ativa Clara percebeu que ela havia mudado agora aparentava estar mais baixa em altura e a cor de seus olhos agora eram roxo claro como o de uma criança. – Você não deveria ter me derrubado. – faz bico, como uma criancinha mimada, depois atacou Leonardo com... Bolhas? Sim realmente eram bolhas! Leonardo por sua vez desviou de todas, mas... Ela não estava mirando nele! Estava controlando-as a redor do seu amigo, elas estavam girando em volta dele cada vez mais rápido, ele tentava sair deste ciclo mais não adiantava de nada cada vez que se mexia, algumas destas bolhas vinham em sua direção estourando e lhe causando uma grande dano, apesar de serem só bolhas.

- Droga! Daph eu já pedi desculpa! – dizia tentando acalma-la

- Eu não escutei direito. – fingia ela.

- Quer que eu me humilhe?- ela apenas afirmou com a cabeça. – Eu sou um idiota e desculpa por ter te deixado cair... Agora me desprende desse circulo de bolhas!

- Tá eu tiro mais se fizer isso de novo você morre. – diz Daphne como si fosse à coisa mais normal do mundo ameaçar seu amigo.

- Nossa isso foi incrível! – interrompe Clara olhando Daphne.

- A é foi incrível ela ter tentado me matar. – ironiza o garoto.

- Calado Leo! Desculpa por ele ... – ela havia voltado ao normal, estava como Clara tinha visto da primeira vez isso só significava uma coisa...

- Você é...

- Sim eu sou uma maga de personalidades. – sorri

- Que demais! Nunca havia visto uma. Quantas personalidades você tem?

- hm.... 6 sem contar a minha normal! A Nick, Summy, Agatha, D, Luna, Sol e a minha normal. – respondeu. – Eu também dou nome a elas. – completa explicando o porquê dos nomes acima.

- Bem chega de conversa afiada, né Daph, viemos aqui para outra coisa!

- É estamos em missão. – confirmou Daphne

- Hm... entendo... mas... eu posso ajudar? – perguntou.

- Só se você souber onde podemos encontrar Thiago Gomes.

- Ele é meu tio!

- Nossa! Serio? Que de mais.

- O que tem de tão de mais?

- Você é sobrinha de Thiago e nem sabe a historia dele? – Leo sorri. “Mas o que tem de tão de mais no meu tio?” Clara se perguntava.

- Não, não sei a historia do meu tio... mas vamos eu posso leva-los até ele!

Clara os guiou até o centro da cidade, lá eles fizeram pequenas paradas: para lanchar, para a Daph fazer uma pequena pesquisa de campo e etc...

Chegaram à rua onde ficava a oficina do Rogério senti-o seu coração apertar um pouquinho, mas ignorou e segui-o até sua casa.

- Voltei... – disse ao entrar em casa com os dois novos amigos atrás

- Ah que bom eu... Convidei minha irmã, sua tia Aurora, para vim aqui amanhã passar a tarde conosco. – dizia ele com um grande sorriso no rosto.

- Para que esse sorriso você e a tia Aurora só faltam se matar com palavras quando ela vem aqui.

- Ora veja pelo lado bom ... Ela trás biscoitos quando vem. – brincou seu tio, embora ele soubesse que não era nada do que ele acabara de dizer. – Quem são eles?

- Oi senhor Gomes nos viemos aqui para pegar uma coisa que você tem guardado para o reino de Ignis todos estes anos ... – tomou a frente Daph. – Viemos pegar o Cristal que o falecido Rei August lhe confiou.

- Hm... entendo. – disse com a mão no queixo. – Bem venham comigo! – pede Thiago e eles assim fazem seguindo ele até o porão da casa, lá era escuro e frio apesar de não ter nenhuma brecha onde o ar pudesse passar, ele caminhou até um baú com sete cadeados, sim sete, pegou uma chave que estava como ‘colar’ no pescoço dele. A chave ia se modificando para passar nas fechaduras, e assim ele abriu todas num piscar de olhos, quando abriu uma luz saio de dentro do baú e da luz surgi um cristal em formato de sol, aqueles que crianças de dez anos gostam de desenhar.

Thiago colocou o ‘solzinho’ dentro de uma sacola de pano e o brilho dele sumiu assim que ele adentrou no saco.

- Aqui esta. – entregou o ‘sol’ a Daph e Leo.

- Obrigado senhor Gomes. – Daph agradeceu.

- Bem amanhã de manhã pegaremos o trem para o reino de Ignis, né Daph?

- Não mesmo!

- Oras! Por quê?

- Porque eu disse a Clara que eu iria ensina-la a magia de impacto.

- Era só o que me faltava agora essa.

- EBA!- Clara gritou e pulou de alegria ao saber que iria aprender uma magia nova.

Com Ryuji e seu pai...

Eles estavam em uma estalagem de uma senhora em Ignis, local ao que eles supostamente viajaram lá eles já tinham posto as malas, que não eram muitas já que não eles ficariam muito tempo por lá, guardadas no quarto da estalagem...

- Bem... – Começa Rogério. – Vamos lá falar pessoalmente com o rei. – sorri orgulhoso.

- Legal pai, mas então nos viemos aqui apenas passar dois dias trabalhando com o rei?

- O que é uma honra.

Ryuji sorri sem graça, nunca entendeu sobre este negocio de honra e tal, e levanta da cama na qual estava sentado e vai em direção a porta.

- Então... Vamos, né?

-Claro. – diz ao acompanhar seu filho.

O reino de Ignis era muito, mas muito maior que a pequena vila de Arcus dava umas 100 vilas dentro do reino. Era realmente fácil se perder por lá, mas com sorte o rei mandou soldados acompanharem Ryuji e Rogério.

O rei, Dante ­segundo, era muito gentil e cuidava bem de seu reino tinha uma filha chamada Amanda, de 18 anos, e os dois outros filhos Alcemy e Arthur, os dois tinham 6 anos, a rainha também era uma linda mulher de cabelos longos castanho-escuro e olhos safira completando assim uma família mais que feliz.

Quando Ryuji e seu pai chegaram ao castelo, branco com tons dourados, logo foram em caminhados até a sala do rei.

- Ora, ora meus convidados chegaram. – levanta da cadeira onde estava sentado um senhor de cabelos castanhos, o rei, sorrido ao ver seus convidados.

- Vossa majestade. – diz o soldado que estava do lado de Ryuji.

- Já pode ir. – diz o rei e o soldado se retira da sala. – Fico feliz que tenham aceitado o convite. – completa ele.

- Foi uma honra majestade. – devolve Rogério cendo educado Ryuji por sua vez não diz nada “Honra, honra mais qual verdadeiro significado desta palavra?” se perguntava o jovem.

- Vejo que trouce seu filho... belo rapaz. Quantos anos você tem meu jovem?

— 18 ... majestade. – apesar de ser muito desconfortável para ele teve de ser educado como todos.

- Hm... entendo. Bem vamos vou lhes mostrar onde vão trabalhar.

O rei mostrou-lhes todo o castelo passaram por portas, corredores salas de jantar, de almoço, salas de estar e etc... Um desses quartos chamou a atenção de Ryuji por ter a porta rosa, logo lembrou-se de Clara ... não por que ela gostava de rosa muito pelo contrario a mesma não gostava desta cor.

Chegaram a um lugar onde tinham vários instrumentos de afiar e fazer espadas, este lugar estava em um cômodo arejado e confortável lá havia outras pessoas de outras vilas, reinos e etc...

- Nosso reino esta passando por tempos difíceis... – começou o rei com a mão no ombro de Rogério. – Por isso eu busquei os melhores para fazer nossas armas... bem vocês podem começar hoje já que só vão passar dois dias conosco...- deu uma pequena pausa. – Ryuji... certo? – o rapaz afirmou com a cabeça confirmando seu nome ao rei. – Eu preciso falar a sós com você.

- Vai lá estarei esperando. – diz seu pai

O rei leva-o a uma sala distante de onde eles estavam antes...

- Então meu jovem o que quer ser quando crescer?

- Eu já sou o que queria ser senhor... sou um sum-felix completo ... só falta um parceiro de viagem.

- Você é bem decidido não? – tenta ser engraçado mais Ryuji não estava muito para rir, naquele momento só lembra de Clara e de como ele fazia pra arrancar boas risadas do mesmo. – Er.. tenho uma proposta a te fazer... mas antes vai ter de conhecer alguém...

No treino maluco com Daphne, Leo e Clara...

- Ai, ai, ai. – reclama Clara pela terceira vez.

- Você tem que ficar calma para o feitiço funcionar...

- Como posso ficar calma quando estou caindo? – braveja levantando do chão no qual a pouco havia caído.

- Tente de novo!

E novamente ela sobe na cauda do Leo, que estava transformado, e de lá ela... é ela pula pouco antes de cair no chão ela diz as palavras do feitiço de impacto. Uma luz branca brilhou e como num impulso Clara parou a centímetros do chão e segundos depois caiu em uma queda mais digamos assim .... delicada.

- Tá vendo só você conseguiu!

- É né depois de ter levado três belas quedas! – se irrita depois de saber como era fácil.

Daphne cai na gargalhada com as reações de sua amiga que não fica nada feliz com a reação da outra.

- CLARA!! – grita um ser ... ah era só o Max seu mestre.

- Mestre...

- Ora vejo que esta aprendendo novos truques.. – brinca – Bem você vai aprender muito mais vamos! Já é hora de você aprender a se controlar. – completa ele deixando Daphne e Leo confusos.

- A sim vamos logo... Dah – chama a amiga pelo apelido que já colocara nela. – você tem onde ficar?

- Bem nos íamos ...

- Pode ficar lá em casa até amanhã né?

- Bem... é claro!- completa “Dah”

- Que bom! Vocês podem ir eu vou treinar aqui vejo você lá, tudo bem?

- Sim. – diz Léo. – Vamos “Dah”. – tenta imitar a voz de Clara para irritar a amiga.

- Nojento! – briga a mesma por não gostar da brincadeira, mas logo os dois vão deixando Max e Clara na árvore onde ela estava treinando.

Notas finais
Que proposta será que o rei vai fazer??? shusahsuahsuhauhsuhashuahs so digo no prox kkkk
bem mereço review's?
vcs kem sabe --'
bjsssss e cheirosssss
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.