Um Gato... Ou Algo Mais?
2 Capítulo 2
Notas iniciais
no capitulo anterior...
era esse, simplesmente encontrei o meu gato! dei um sorriso gigante, eu finalmente tinha encontrado! ia correr para a guilda contar para todos!
pov natsu
peguei o meu novo gato, mas eu não sabia muito bem como segurar ele, então, peguei ele no mu como com se fosse um bebê, e desesperado, mas mesmo assim com muito cuidado, corri com tudo que podia para a fairy tail, devo ter atropelado alguém por quê logo depois eu de passar pude ver corpos sendo empurrados para o ruo que cortava a cidade, ou talvez fossem peixes super dotados que foram dar uma passadinha na cidade e estavam voltando para casa, quem sabe.
outra coisa estranha que eu percebi no curto e rápido caminho de ir para a guilda foi pessoas desmaiando e narizes jorrando sangue, talvez a mulher da loja estivesse passando essa doença para a cidade, mas eu não me importava, queria ir logo contar para o pessoal da guilda do meu novo gatinho.
assim que cheguei, dei um belo chute na porte a gritei com toda minha força.
– tadaima!!!!! — queria que todos vissem meu novo amiguinho.
eles me olharam confuso, talvez pensando por que minha felicidade toda repentinamente, então fui logo mostrando. fui até o balcão.
– mira?!!
– oee natsu — diz ela assustada por essa fobia toda, mas com aquele mesmo sorriso de sempre, mas ai ela repara o que eu tinha carregando no colo — Natsu o que é isso? — ela faz uma cara desconfiada.
ora! será que não era obvio que era o meu gato??, mas quando eu olhei para ele, ele estava enrolado igual a uma bolinha de pelos dourados, só dando para ver suas orelhinhas direito. ele havia dormido! que coisa mais fofa! não aguentei, abracei ela com força sentindo todo seu corpinho peludinho se mexer, volto a solta lo, coloco ele no balcão, nisso gray, elfman já se aproximam querendo ver o que nós estávamos falando.
o gato se espreguiça de um jeito muito fofo, levanta a patinha para coçar a orelhinha e em seguida solta um bocejo, da uma pequena volta no mesmo lugar, fazendo seu pelo brilhar, senta de frente para mim, e me olha como se estivesse perguntando por que eu acordei ele, antes que eu pudesse responder ao seu olhar, meu gato já havia sumido e sido capturado pelos braços de uma certa albina, que agora rodava e pulava dando uns gritinhos.
– natsu! — ela me chamou assustando me — como você conseguiu essa coisa fofinha?? — disse, ela, pondo meu gato no balcão que logo veio em minha direção se esfregando de um lado a outro de meu braço e corpo.
– é mesmo natsu, como conseguiu? ele não parece um gato muito comum...- disse analisando o meu gato com o olhar.
contei a história, claro que cortando algumas partes desnecessárias, (lê se, apanhar de inocentes gatos, e fantasias que não deu certo)enquanto eu contava a história, fui acariciando ele, que aos poucos começou a ronronar, parecia uma musica baixinha que ele emitia.
– pegar gatinhos kawaii é coisa de homem — disse Elfman, já derretido com o meu bichano.
– e então, qual o nome dele? — gray me questiona, tirando eu do meu transe.
– eu ainda não pensei nisso — percebendo que eu realmente havia esquecido isso, como pude não lembrar de uma coisa tão importante??? burro!
– mas e então natsu, é menina ou menino??? — mira me olha esperando a resposta, só o que acontece é que eu não tinha uma.
– bom.. ér... com eu posso dizer....hum...
ela me olhou icrédula, — vai dizer que você não sabe se é macho ou fêmea?!?! — fiz que não com a cabeça, olhei para o gato, ele ainda estava comigo. — então olha! — disse ela com simplicidade
– EU NÃO VOU FAZER ISSO!!!!!! não vou ficar olhando para as partes dos outros, e tem mais e se for fêmea?? vai ser muita falta de respeito! — gritei desesperado.
os três me olharam sem acreditar que eu estava fazendo um escândalo por causa disso, olhei para a gata, que não esta entendendo nada disso, seria muita falta de respeito fazer isso, e se depois ela não quisesse mais ser meu gato/ ou minha gata... arrr isso esta ficando confuso, maldita mira que deixou as coisas complicadas — além disso, não precisa saber, nem sei para quê tem que ser todo mundo diferente, se fossemos todos iguais seria muito mais facil.
na hora em que eu disse isso, ouve um breve segundo de silencio onde todas as pessoas da guilda me encararam e depois risadas encheram o ar até mesmo mira fazia muito esforço para não rir da ingênuidade dele, junto com alguns comentários de :
– mas que criança esse natsu
– ele não sabe de nada mesmo néh?
– muito inocente natsu, muito inocente...
eles só podiam estar zoando da minha cara, o que eles estavam falando? como assim inocente, e criança?? isso estava me tirando do sério, mas antes que eu começa se a quebrar a cara daqueles caras da guilda
quando gray finalmente parou de rir, me encarou enxugando as lagrimas
– então me dê aqui que eu vejo natsu, disse ele estendendo as mãos para alcançar meu gato/gata. na mesma hora tiro minha gata de perto daquelas mãos sujas de gray.
– a nem pensar seu pervertido, não vai tocar ne um só pelinho dessa gata. a mesma me rondou e parou em meu ombro.
– mas natsu, então se você não vai deixar ninguem ver se esse gato é macho ou fêmea, como vamos saber?- mira pergunta já meia irritada com a situação — mas mesmo que ela se transformace e correce atrás de mim, com uma armadura da erza puxando uma carroça e gritando ' vamos dar uma espiadinha ' igual o cara que apresenta o BBB, mesmo com tudo isso, eu não iria deixar ela ver. (n/a: me rachei de rir com essa cena, ainda mais com a mira falando isso com a voz do pedro do BBB)
– eu já disse que não precisa... — eu já ia falando alguma desculpa de novo quando Freed me interrompe.
– eu tenho um jeito então- e todos olhamos para ele, esperando ele falar — posso fazer minha magia e transforma lá em humana assim, saberemos a verdade.
pensei um pouco, acho que se fosse assim não teria mal nenhum...
– vai doer, ou fazer algum mal a ela? — perguntei
– posso garantir que não, é uma magia muito simples.
suspeitei um pouco, mas ou era isso ou dar ela para as mão do capitão cueca, e isso eu não iria fazer, suspirei e levei minha gatinha até o chão, onde na frente estava freed com sua espada, fiquei meio apreensiva de deixa la ali, com uma espada apontando para ela, mas não tinha escolha não era?
o gato me olhou com uma cara desinteressada de 'o que está acontecendo?' ou talvez de 'eu quero mais carinho´, após alguns segundos depois da magia ter sido feita, uma luz muito forte cresce do gato, fazendo com que todo mundo feche os olhos, e quando essa luz apaga, fico chocado com o que está no lugar de meu gato, a cena era mais ou menos o seguinte, sangue nasal chorrava para todo o lado, alguns homens haviam desmaiado, uma mira desesperada procurando algo no armário, e uma menina/mulher, isso mesmo, ela tinha a pele branca como perola, mas que aparentava ser muito macia, e fiquei com uma enorme vontade de ver se era verdade, seus olhos era do mesmo azul do gato, só que tinham uma expressão mais desinteressada, seus cabelos eram da cor do pelo do gato, mas estes eram grandes e macios, e pareciam ter um brilho próprio, que desiam até um pouco abaixo da cintura, ah a cintura dela, além disso o corpo dela inteiro, estava coberto por seus cabelos, mas suas curvam davam para ver até de longe, seios e buna farta, cintura fininha, coxas no lugar... tudo resumindo: uma perfeição, ela estava sentada, com os pés para trás e joelho para frente, uma mão se encontrava no chão e a outra ela lambia despreocupada, e ela então olha para mim e para ela mesma e fala desageitosa, como se tentace desvendar o que acontecia
– mi...au???
mas ai, ela percebeu que o meu corpo e o seu era igual. ou quase. E ao que parecia ela gostava disso, de ser parecida ao seu "dono" e se jogou em meus braços, me prendendo pelo pescoço, com seu rosto na curva do meu pescoço ficando assim bem junto a mim.
O pessoal da guilda olhava para nós, ou mais precisamente para ela, e para nossa situação ,e eu nao estava gostando nada desses olhares, nada mesmo, poderia socar cada um se nao fosse por dois motivos, 1 não iria deixar ela ali sozinha com aqueles caras em volta, 2 eu estava em choque, não tinha a mínima noção do que fazer, senti meu corpo esquentar e meu rosto corar quando ela apertou ainda mais o seu abraço, fazendo nossos corpos ficarem mais juntos. O que eu ia fazer meu corpo estava estranho, sentindo as voltas dela, por que eu estava assim? Por que eu tinha uma vontade de proteger e juntar ainda mais nossos corpos? Estava doente? Nao. Quando estou doente é diferente.
o que eu iria fazer numa cituação dessas??? Eu nunca tinha passado por isso, e de alguma forma isso me deixava estranho, nao conceguia me soltar fazer uma piada e rir da cituacao, então fiz a primeira coisa que me veio a mente, gritei bem alto o unico nome que iria me ajudar agora (n\\a: colorado !!!!kkk brincadeira, nao resisti)
– miraaaaaaaaaaaa???????????????????????????????????????
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