Um Erro e Dois Acertos (Finalizada)
33 Capítulo 30
Notas iniciais
Capitulo fora BEtado por minha meta Tuca
obrigado nos vemos la embaixo
Grávida?
Isabella não estava gostando nada do modo como Edward andava lhe tratando, pelo visto ele já tinha voltado à ativa mesmo, ela conseguiu fugir das cinco consultas marcadas por ele, a desculpa dada fora as provas finais da escola e uma nova consulta fora adiada devido à sua formatura. A menina estava se formando nessa sexta-feira! Estavam todos lá, Esme fora para prestigiar a nora, pois ela já a considerava assim. Isabella era parte da família não tinha mais jeito de mudar isso. Jacob Black que também estava lá para prestigiar tanto a mulher do by DownloadNSave\" href=\"http://fanfiction.com.br/\">chefe, quanto sua namorada Nessie, estava muito charmoso. Fora impossível para Edward não chamar atenção, afinal era bonito e muito conhecido. Isabella não gostou nada do modo como às garotas olhavam para ele, mas tudo ocorreu bem, a oradora da turma, fez um grande discurso, os diplomas foram entregues e a jovem se formou com louvor. Isabella recusou o oferecimento de uma festa de comemoração, apenas não teve como fugir do almoço que Marta, juntamente com Esme, prepararam para comemorar o final de mais uma etapa de sua vida. Ela estava bem animada pela parte da manhã, porém, após o almoço, ficou um tanto quanto cabisbaixa e sonolenta.
–- Esta tudo bem? – Edward perguntou ao ver que ela estava quase cochilando no sofá!
–- Estou com sono! – Disse bocejando.
–- Suba vá dormir, minha linda! – Falou dando um beijo em sua testa.
Isabella se retirou da sala deixando os convidados aos cuidados de Edward. Ninguém notou sua ausência a não ser por Esme e Marta, ambas desconfiavam da mesma coisa, mas só teriam a grata certeza após Isabella ir ao médico. Assim que todos foram embora, Edward ligou para o hospital marcando uma consulta para o dia seguinte, dessa vez, não havia como ela escapar.
Era sete by DownloadNSave\" href=\"http://fanfiction.com.br/\">horas da noite, Edward pediu para Marta fazer uma bandeja com um lanche leve para levar à Isabella, nem ele e nem mesmo a menina desceriam novamente aquela noite por isso disse que após terminar a limpeza da cozinha, Marta poderia se recolher. Quando Edward entrou no quarto, Isabella ainda dormia profundamente, ele colocou a bandeja na mesa de centro que havia ali e fora tomar um banho, pois ele bem sabia que logo sua namorada acordaria. Era como se fosse uma rotina, ela dormia após o almoço e só acordava depois das sete e isso ocorria apenas porque sentia fome. Quando não era de comida, era sexo, sua nova necessidade. Ao sair do banheiro lá estava ela sentada na cama, devorando a bandeja de comida que Edward havia levado .
–- Você queria? – Ela perguntou com a boca cheia do sanduiche que Marta havia feito.
–- Era pra você! – Disse secando seus cabelos com uma toalha. –- Amanhã iremos sair cedo, por isso bela adormecida, tratarei de acordar você logo ao alvorecer! – Falou o rapaz rindo.
–- Para onde vamos? – Perguntou meio desconfiada.
Dando um belo sorriso torto para ela, Edward entrou no closet e vestiu seu short do pijama, voltando para quarto, ele jogou a toalha no cesto de roupas sujas e se dirigiu a cama dos dois.
–- Vou levar você a um lugar! – Deu um beijo em seu ombro. –- Apenas fique linda.
Isabella sorriu, sabia bem o que aquelas palavras queriam dizer, sempre que a mandava ficar linda era porque vinha uma boa surpresa pela frente. Ela acenou com a cabeça e terminou de comer. Isabella saiu da cama para escovar os dentes e quando voltou estava super cansada, com uma grande sonolência, nem parecia que havia dormido a tarde toda. Não conseguia entender o porquê disso, já que estava dormindo tanto então não era para ficar tão sonolenta assim.
(...)
Isabella passou pela porta de casa feito um furacão, Esme e Marta estavam na sala e ficaram assustadas com a atitude da menina. Edward veio logo atrás, ele olhou para mãe e fora impossível para Esme não ver o olhar de preocupação do filho, algo não estava bem, e pelo modo que ela passou pela porta, sem nem ao mesmo cumprimentar as duas mulheres, só poderia ser algo de muito errado.
–- O que aconteceu? – Esme perguntou ficando de pé ao ver o corpo do filho escorregar pela parede. –- Edward meu filho! – Correu em sua direção.
Já havia se passado muito tempo desde a última vez que viu Edward chorar. Ele tinha oito anos e havia caído quando estava andando de bicicleta e na queda havia cortado o pé, mas ele desabando assim, tanto assustou ela como também provou que sua teoria estava certa de que tinha algo errado ali.
–- O que médico falou sobre Isabella? – Esme questionou segurando o rosto do filho e fazendo com que ele a olhasse. –- Vamos me diga de uma vez.
–- Ela esta grávida! – Ele disse entre soluçõs e com os olhos fechados, apertando-os com força como se tentasse esquecer ou apagar algumas imagens.
–- Que ótimo! – Esme disse sem entender o porquê disso tudo. –- Você vai ser pai meu querido! – Edward abriu os olhos e havia raiva nnos olhos.
–- Não existe bebê! – Gritou assustando tanto a mãe quanto Marta que estava por perto.
–- Como não? Você acabou de dizer que ela estava grávida! – Esme não entendia nada até então.
Edward deixou escapar as lágrimas que estavam presas, em um choro mudo, ele chorou até que não havia mais nada para chorar. Esme ficou ao seu lado o tempo todo esperando o momento em que conseguiria explicar o que estava acontecendo.
–- Eu a levei ao doutor Stefan Scott! – Edward disse quando em fim sua voz se fazia ouvir. –- Isabella está grávida, mas não existe bebê algum, é uma gravidez psicológica, não há bebê!
Tanto Esme quanto Marta ficaram chocadas, a boca das duas se abriu formando um pequeno, mas singelo “o”, agora tudo fazia sentindo, agora ela sabia o porque do filho estar arrasado e o porque de Isabella ter passado por elas sem dizer nada.
–- E os sintomas? – Esme indagou. –- Ela estava enjoada Edward e dormindo muito, você mesmo viu, tanto que reclamou!
–- Tudo psicológico. – Sussurrou. –- O Doutor Scott disse que Bella desenvolveu essa gravidez, que talvez ela sem perceber e por ter um imenso desejo de ser mãe, talvez por isso tenha desenvolvido essa tal de gravidez psicológica.
–- Coitadinha! – Esme sussurrou chorando. –- E o que o doutor Scott disse? O que podemos fazer para ajuda-la?
–- Nada! –- Falou com um olhar distante e as lágrimas voltaram a cair pelo seu rosto –- Ela terá que viver todo o processo...
–- Será como se ela estivesse realmente grávida? – Esme perguntou assustada. –- Mas Edward, se não há bebê como vai ser na hora do parto?
–- Não haverá criança! – Ele disse seu semblante era torturante e deprimente havia dor em cada traço do seu rosto. –- Ela sentirá tudo, a bolsa romperá, as dores, será como se ela realmente estivesse tendo um bebê, mas no final, não haverá criança.
–- Scott lhe explicou tudo isso? – Esme disse mais para si do que para ele. –- Como temos que lidar com Isabella?
–- Ela já sabe, mas não aceita! Stefan disse que é normal, ela vai se recusar a aceitar, e vai tentar me convencer do contrário. – Se calou por um minuto. –- Disse que não devemos ceder aos caprichos dela, ela vai tentar provar de todo jeito que a gravidez é real, que não devemos acreditar, pois será pior depois.
–- Ela é tão nova!– Marta comentou. –- Tadinha da menina!
Edward ficou de pé e passou as mãos pelo rosto secando o resto das lágrimas que ainda teimavam em cair, sua postura de homem sério e sem medo estava de volta, seu olhar era frio e em seu rosto havia uma expressão amargurada e rígida.
–- Vocês estão proibidas de entrar nessa loucura com Isabella! –- Falou sério e olhando para as duas. –- Vai ser difícil, mas vocês terão que conseguir, a barriga dela vai crescer como de qualquer outra mulher grávida, só não esqueçam que tudo isso é psicológico, não há bebê algum.
–- Se mandarmos-a para um psicólogo? Ele poderia conversar com ela Edward, talvez haja saída! – Esme disse tentando achar um escape.
–- Não há! O doutor Stefan fora bem claro em relação a essa doença! – Edward murmurou sentindo o corpo tremer pela primeira vez ao falar aquelas palavras. –- É uma doença Esme, e, se aceitamos isso, será pior para Isabela depois, ela pode até entrar em depressão.
–- Mas Edward...
–- Mas nada Marta, vocês estão proibidas de fazer qualquer coisa que dê esperanças para Bella de que essa gravidez é real. Ela tem que entender que tudo é coisa da sua cabeça, ou será pior!
Esme olhou para o filho que estava devastado, mesmo com toda aquela postura fria e jeito de homem forte ele estava sofrendo, ela só não sabia dizer se era pelo fato de Isabella estar nesta situação ou pelo simples fato de não ser verdade essa gravidez.
(...)
Bella andava de um lado para o outro em seu grande quarto, as coisa que estava sobre a penteadeira foram jogadas no chão, ela poderia ser comparada a uma pessoa perturbada mentalmente, mas Isabella não era, só não conseguia acreditar em nada que lhe fora dito naquela sala. Sim, aquele médico só poderia estar mentindo, não era possível! Ela sabia disso, que não era possível que sua gravidez fosse apenas psicológica, sendo que nunca havia desejado ser mãe assim, tão cedo e tão nova. Sim, já pensou em ter filhos com Edward, assim como também pensou em casar-se com ele, vestindo um belo vestido branco e com tudo que uma garota sonha. Ela tinha esquecido por tempos essa coisa de filho e casamento, pois queria aproveitar o momento e o fato de estar apaixonada e feliz como nunca. Não tinha como desenvolver isso essa gravidez psicológica, ela ainda tentou explicar para o médico que não havia produzido tudo em sua mente, que realmente estava grávida, mas ele disse que tudo isso estava longe de ser verdade...
–- Eu posso ir a outro médico? – Fora a primeira pergunta que ela fez a Edward quando ele entrou no quarto. –- Edward, eu não vou aceitar isso assim tão fácil!
–- Bella querida!– Falou ainda com a postura fria e séria de homem da máfia. –- eles dirão a mesma coisa que Stefan disse e você só vai prolonga sua dor.
–- Ele está mentindo! – Bella gritou. –- Edward, não pode ser verdade. – Murmurou já chorando.
–- Querida ele explicou tudo e disse como foi que você pode ter desenvolvido isso.– Edward fez ela se lembrar das palavras do médico. –- Bella. você não está grávida, por favor, não se torture mais querida.
–- Não! –- Gritou e jogou a escova de cabelos que tinha nas mãos contra a parede. –- Eu não aceito e vou provar que ele está mentindo.
–- Já chega! – Edward gritou com ela. –- Você não vai fazer nada. Stefan Scott é um médico conceituado e bem renomado na cidade e jamais se enganaria em um diagnóstico, o próprio Jasper Halle o indicou e não há motivos para não acreditar nas suas palavras.
–- Então fique você com as palavras dele! –- Isabella disse furiosa, saindo em direção a porta.
–- Onde você pensa que vai?
–- Dormir no quarto de hospedes, não acredito que tenho motivos para ficar no mesmo quarto que você! – Passou pela porta e a bateu com força.
Por mais que quisesse acreditar nas palavras do médico, algo dentro dela gritava para não aceitar, gritava para lutar e lutar muito porque aquilo não era verdade, mas o medo estava ali também, afinal o médico poderia estar certo e ela acabaria se machucando bem mais no final de tudo.
Continua...
Notas finas sobre gravidez psicológica.
A gravidez psicológica é uma síndrome que pode acontecer em mulheres que desejam ser mãe ou que possuem medo da responsabilidade de ter um filho. A partir dessas sensações, o inconsciente da mulher passa a manifestar-se através de reações corpóreas que se assemelha a uma gravidez de fato. O útero começa a crescer, a mulher sente enjôo, náuseas, tem sua menstruação interrompida, as glândulas mamárias são ativadas assim como ocorre em uma mulher com um embrião em desenvolvimento dentro de seu organismo.
Também conhecida como pseudogestação, a gestação psicológica pode ocorrer em qualquer mulher, como já dito, que deseja muito ou que tem muito medo de engravidar, porém acomete principalmente mulheres de pouca instrução. Por ser uma síndrome psicológica, é necessário preparar a pessoa para sua real situação, pois ela não aceitará que não está grávida.
Com acompanhamento psicológico, a mulher aos poucos perceberá que movida pelo inconsciente passou a apresentar reações. Também pode-se adotar tratamentos hormonais para diminuir a produção do hormônio prolactina, responsável pela inibição da menstruação e pela ativação da lactação.
postado no blog:http://levadapimentas.blogspot.com.br/2012/11/um-erro-e-dois-acerto-capitulo-30.html
Notas finais
Pois e meninas ainda tem forte emocoes pela frente!
Vamos la minha querida vamos comenta?Cade as recomendacoes amoras?
Beijos meninas nos vemos agora no proximo capitulo!
Jul M
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