Um Dia Tudo Muda
11 Capítulo 11
Notas iniciais
OBG mesmo... Bom, teremos um capítulo, assim: Alice. Quando escrevi ele, simplesmente pensei: é hora de colocar Alice em ação. Então... é esse o capítulo rs.
Ela mostrará a sua amizade... Mas, desculpem, a continuação só fica para o próximo. Assim... Se tiver a colaboração de todas vocês, prometo que posto amanhã - se der -, ou até mesmo hoje - sem confirmação. Nunca pensei que iria fazer isso... Não encarem como uma 'chantagem'.
Uhuuuu, temos uma leitora novaaa 'guerreira12'. Bem vinda, espero contar com a sua participação em cada capítulo, é muito bom saber que está aqui (:
BOA LEITURA!!!
...
Um Dia Tudo Muda
Capítulo 11
Alice estava decidida. Iria fazer uma “breve” visita para o irmão e a cunhada.
— Jazz. Eu preciso ir! – Ela disse para o marido, o que parecia ser a trigésima vez, e terminou de se arrumar.
Ela queria saber como eles estavam, se toda aquela indiferença da amiga tinha passado.
— Você não acha melhor esperar um pouco. Está tudo muito recente. – Jasper estava sendo complacente com a esposa, como sempre era. Ela via as coisas, de outra perspectiva, que tudo se ajeitaria, só dependia do tempo.
— Eu não vou aguentar ficar enfurnada nessa casa, sem saber como o meu irmão e a minha melhor amiga estão. – Ela definitivamente estava decidida, e nem o amor da vida dela seria capaz de mudar essa decisão.
— Tudo bem. Ninguém consegue te impedir mesmo. Quando você coloca uma coisa na cabeça... – Jasper ergueu as mãos para o auto, e ele não estava exagerando, e Alice sabia disso.
— Eu te amo. Você sabe disso, né? – Ela perguntou retoricamente, indo até a porta, onde ele estava encostado, e postou as duas mãos nos ombros do marido.
— Sei? – Ele perguntou fazendo cara pensativa, e tirando a mão do bolso do casaco, colocando o dedo indicador e o polegar em baixo do queixo.
Alice deu um tapa de leve no ombro dele de brincadeira, e os dois riram. Depois do desfecho da brincadeira, com um intenso beijo, Jasper disse o que nunca se cansaria de dizer para a mulher amada.
— Amo você!
Jasper acompanhou Alice já ia em direção ao elevador que levaria para o estacionamento do imenso apartamento – que mais parecia uma mansão – onde eles moram, quando se lembrou de perguntar:
— Amor? Você vai para a Construtora hoje?
— Não iria, mas tem alguns documentos que eu preciso revisar, e como sei que Edward não irá... – Eram Jasper e Carlisle que cuidavam das coisas, quando Edward não estava. Ele adorava o seu emprego, mas assinar as pendências da Construtora, sendo que ele era advogado da própria, era difícil. Muita responsabilidade, pois isso a ajuda do sogro facilitava muito, pois mesmo que Carlisle tivesse passado a presidência para o filho, ele tinha total permissão para mandar e desmandar, assinar ou não assinar...
— Tudo bem. Talvez eu vá na parte da tarde. – Alice disse, indo para o elevador. – Tchau. – E entrou, assim que a porta do elevador se abriu.
Alice era da parte publicitária da empresa, sabia que iria fazer falta lá, se ela não fosse, mas ela precisava estar com o irmão e a amiga... Mesmo que fosse um momento inoportuno.
Chegando perto da mansão de Edward e Bella, Alice percebeu um movimento de muitas pessoas em frente ao portão, e três seguranças tentando afastar essa multidão.
— Esses urubus! Sempre rondando o sofrimento dos outros. – Alice bufou ao ver que eram jornalistas, a imprensa toda estava ali.
Os jornalistas perceberam quem estava no carro, e foram até onde o carro estava parado. Alice não tinha vindo com o seu carro blindado, que o vidro era escuro, onde só ela conseguia ver os de fora.
— Droga. – Ela bateu a mão em punho no volante do Mercedes Benz. Ela não queria ser vista e nem chamar atenção por causa do seu Porche, mas agora precisava mais dele do que tudo. Não era nenhum motivo fútil, era só que, daria mais motivo para esses jornalistas ficarem em cima da família Cullen se ela fosse vista, e o Porche, chamativo que só ele, era útil em partes, pois era blindado... Vidro escuro. O que ela precisava.
— Senhora Hale. Uma palavrinha para a tevê CNN, por favor. – Um jornalista que estava mais próximo do carro dela perguntou.
Ai como ela queria dar essa palavrinha, mas ela não seria verbalizada...
Calma Alice. Alice disse para si mesma mentalmente, isso ajudava ela se controlar e não sair daquele carro e estrangular – não só aquele jornalista de meia tigela, mas todos que estavam ali, se divertindo e ganhando dinheiro com o sofrimento dos outros, da família dela.
Alice sabia o número de co e salteado da casa do irmão, e resolveu ligar, para pedir ajuda, ela literalmente estava cercada por aquele bando de urubus.
No primeiro toque...
— Mansão Cullen, bom dia. – Carmen atendera.
— Bom dia Carmen. É Alice. – Ela teve que sussurrar, pois era capaz daqueles jornalistazinhos ouvirem e tentarem invadir a casa quando o portão fosse aberto para ela entrar.
— Senhora Hale... – Carmen disse ficando tranquila, ela achava que Alice poderia ajudar com o irmão, que continuava na garagem... – Como vai? – Ela perguntara por habito e a cordialidade de sempre. Sabia que nada iria bem, mas nem por isso seria mal-educada em não perguntar.
— Bem como possível. – Alice respondeu. – Você pode me ajudar?
— Claro. Em quê?
— Hã... Eu estou aqui na frente da mansão, e tem um bando de uru... De Jornalistas... – Ela se corrigiu. – Você poderia interfonar para os seguranças, dizendo que preciso da ajuda deles para entrar?
Carmen conseguiu ouvir o barulho do lado de fora do telefone.
— Sim. Só um momento. – E ambas desligaram o telefone, Alice o celular e Carmen o telefone, que logo discou para os seguranças, na discagem rápida que fora gravada para emergências como estas. Mas nunca pensaram nisso propriamente.
Os jornalistas continuavam insistindo para que Alice desse uma palavrinha, até que quando ela se cansou viu mais dois seguranças se juntando aos três que tentavam conter a multidão de urubus, abrindo passagem até o carro dela. Definitivamente o irmão dela fez um ótimo trabalho em ter uma pequena tropa cercando a casa, Alice pensara. Os seguranças conseguiram afastar os jornalistas que estavam colados no carro dela, e fizeram um sinal para que Alice prosseguisse e assim que ela se aproximou do portão, viu mais cinco seguranças impedindo a passagem dos jornalistas, e dando espaço para que Alice entrasse.
Nesse desespero todo, Alice nem percebeu que tinha começado a chover, e não era uma chuva qualquer, era uma chuva forte... E mesmo assim não impedia que os jornalistas continuassem ali, fazendo plantão em frente à mansão.
Carmen já estava preparada, segurava um guarda-chuva no topo dos degraus que levavam para a porta principal, e foi até o carro da senhora Hale.
— Obrigada Carmen! – Alice agradeceu, não só pela carona até dentro da casa, como também por ter interfonado para os seguranças.
— Não precisa agradecer. – Carmen já ia seguindo para a cozinha, quando percebeu que esqueceu de perguntar... – A senhora quer um suco...
— Não. – Alice sorriu gentilmente. – Obrigado, mas... Quando foi que o irmão contratou tantos seguranças? – Alice estava curiosa para saber, como que três seguranças, se multiplicaram em dez.
— Ah. Foi quando ele veio se trocar para o enterro da... – Carmen hesitou. – Tinham muitos jornalistas em frente à mansão naquele dia e... – Carmen se lembrara daquele dia perfeitamente com muita dor, pois Esme, que ela só via sorrindo, naquele dia tinha os olhos com uma vermelhidão e uma feição cansada.
— Entendi. – Alice disse, se recordando do que a mãe falou quando eles já estavam no cemitério, há dois dias.
— Se precisar de alguma coisa, estarei na cozinha. Com licença. – Carmen já ia se retirando, Alice já era de casa, e não precisava que ela chamasse Bella ou Edward.
— Mas... Onde estão meu irmão e minha cunhada? – Alice perguntou, pois sempre que viera visitá-los, eles sempre viam recepcioná-la, mas até agora...
— Senhora Cullen está... – Carmen não sabia como dizer, pois desde que Bella subiu correndo as escadas, não sabia se ela estava em seu próprio quarto ou no da filha. – Em um dos quartos de lá de cima. – Foi o único jeito que ela achou de falar. – E o senhor Cullen... A última vez que o vi, ele estava no jardim. Só pode ter ido para a garagem.
Alice estava achando aquilo tudo muito estranho. Resolveu ir procurar primeiro Bella, e foi em direção à escada que levava para o piso superior da casa.
Notas finais
Aaaah... Esqueci de falar lá em cima, mas okey... Acho que dei a impressão no capítulo passado de que Edward havia ido embora. Ainda não garotas... Desculpem-me se acharam isso. Hã, não sei se tenho mais algo para lhes dizer, mas... De verdade - e espero que não se cansem de ler isso aqui - espero que vocês possam me entender que os Capítulos seguintes são essenciais, e eu não vejo como não tê-los aqui. DRAMA, eu definitivamente acho que é a minha 'área', me sinto bem em saber que emociono, o que muitas vezes não é fácil. Só quero que vocês possam me entender, mesmo que digam, 'sim'... Vocês são a minha base, pois sem vocês eu não teria como postar, pois eu não teria retorno. O retorno é o simples, mas gratificante... Os REVIEWS de todas vocês.
Não desmereço as Recomendações, longe de mim - amo lê-las... (: Mas acho que isso só depende de vocês... Se acharem que a minha FIC merece.
Até o Próximo!!!
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