Um Dia No Acampamento Meio-sangue
19 Mayara.
Notas iniciais
Quando estávamos quase saindo do acampamento Percy veio correndo me perguntar me deu um abraço forte e um beijinho na bochecha me entregou uma maça e uma cesta de morangos ,me desejou boa sorte e por um estante vi uma lágrima cair de seu olho o que me comoveu já que ninguém gostava de mim o que me fez falar algo que nunca tinha dito a ninguém:
—Eu te amo
—também te amo muito irmã
—prometo que vou voltar viva dessa missão, aliás, não vou deixar meu irmão sozinho, não é?
Logo em seguida fui andando com Colin a NARIZ EMPINADO que olhava para mim com cara de nojo odeio quando as pessoas fazem isso me olham como se eu não fosse nada ou pior como se eu não existisse, íamos andar de trem, mas Colin decidiu andar a pé.
Portanto, preferia andar de trem ou coisa do tipo do que ir andando como Colin preferiu. Seguimos até uma cidade vizinha, ainda não chegamos nela, mas tudo indica que a gente irá para lá. Como dito, ficamos andando até chegar ao final da tarde e ficar num hotel a beira de estrada, o hotel até que era bom, tinha uns quartos aconchegantes, uma TV, e eles não pediram muito, mas Colin pagou uma gorjetazinha. Entramos no quarto onde havia uma cama e um beliche, decidi ficar na cama, então Colin ficou do lado de cima e Melinda no lado de baixo. Fui verificar o que Percy havia colocado na minha bolsa. Nela continha um pote com umas “balas” que eu tinha quase certeza que era néctar ambrosia, uma adaga de bronze celestial, uma garrafa com agua, dois conjuntos de roupas e um papel. Fiquei curiosa em questão do papel então, abri o papel e nele havia escrito.
Mayara, aqui está umas notas musicais que representara um assobio, Colin ou Melinda por ser filho de Apolo, logo entenderam então fale a ele (a) o assobio, chamara o seu Pégaso e então ele o ajudará nessa missão. Não morra. Um beijo Percy!
♪ ♫ ♪ ♫ ♪
Li rapidamente e decidi que amanhã falarei a respeito dessa carta. Melinda resmungava no banheiro falando que aqui era muito perigoso, Colin estava dando atenção a ela, mas depois ela se tocou que aonde iremos será um problema. Gostava de Melinda e tudo mais, não tinha nada contra ela. Colin viu que tinha uma festa de graça ali embaixo numa boate que existia no primeiro andar. Saímos em trio no quarto pegamos o elevador e fomos até a tal boate. Era até que bonita, tinha uns jogos de karaokê e diversão. Ao chegar, não se podia distinguir que idade “dominava” a boate, eram muitas idades e estilos diferentes. Ao chegar, uma mulher já chegou na gente com uma bandeja, e nela havia um bolinho, um doce, uma espécie de massa, nos olhamos um para o outro, o primeiro a pegar um foi Colin, ela comeu e ele olhou para gente e fez um sorriso como sinal de “pode comer, tá tudo bem”, eu e Melinda comemos e olhamos para Colin e rimos.
Depois daquilo, Colin ficou estranho, ele flertava em cada menina que passava por ele, Melinda, ficava cantando músicas sem para, até que uma hora ela foi para o karaokê cantar. Algo naquilo me dizia que não era para eu comer mais de uma, então decidi ficar jogando um joguinho perto do karaokê, alias, aquilo era apenas uma diversão. A voz ecoava na mente, — Mayara, saia dai, já! ; depois desses ataques de voz, fui ao banheiro e no caminho acabei batendo em uma mulher que levava uma bandeja cheia de agua gelada, depois dessa agua, “liguei-me” ao mundo, me lembrei de umas coisas que Percy havia comentado. Contrabandista de flor de lótus. Eles querem que fiquem aqui para sempre, não podia deixar a situação do jeito que está. Fui até o karaokê falar com Melinda. A menina estava comendo sua terceira flor de lótus quando atrapalhei o encontro deles dois.
— Larga isso Mel!
— Oxê, por quê?
— Ai meu deus o que eu faço? — Quando pego um copo de água gelada e jogo na cara dela.
— O que você fe... Espera, onde nós est... Ai meus deuses, vamos embora agora!
— Okay, só falta achar Colin.
Colin estava dando em cima de uma ruivinha, eles iam se beijar, mas Melinda apareceu e gritou na frente dele, — E Siena? ; Nós corremos e Mel tinha conseguido fazer Colin desperta, quando estávamos chegando à saída veio dois homens altos de terno e disse que a gente não podia ir, mas antes de nada gritei:
— Vou pegar as coisas vocês deem um jeito neles!
Então ao entrar lá dentro, bom que não tínhamos tirado nada da mochila, então entro e só as coloco no meu ombro e saio correndo para fora do quarto, lá fora, encontro dois homens, altos e de ternos que falam que quer me prender, então fecho meus olhos e sinto toda a agua passando pelo encanamento e com muita concentração faço jorrar litros d’agua nos homens que consigo abrir passagem para ir até o salão principal e ir embora dali. Quando chego no salão, consigo avistar Melinda e Colin que haviam simplesmente derrubado os dois homens, saber como, nem quero. Saímos o mais rápido possível e fomos andando até aonde pudermos, quando paramos, percebi que já era de manhã, então, vimos um letreiro que marcava ás horas que era já 05:00 da manhã então achamos um canto ao lado da estrada e adormecemos até ás 08:00. Nós acordamos e fomos todos sujos até uma padaria e pedimos um café da manhã.
— Então, como vai ser agora — Colin disse.
— Bom, acho que iremos ao um hotel, tem uma montanha aqui e enquanto vocês dormiam, vi alguns pássaros enormes sobrevoando ela, eu acho que poderia ser lá — digo.
— Mayara, nós primeiro temos que descansar e fazer um plano, não podemos chegar lá e atacar — diz Melinda.
— E então, vamos comer e encontrar um canto onde podemos ficar a sós — Colin disse.
Então terminamos nosso café da manhã, pagamos a conta e saímos pela porta da frente da padaria e saímos em direção pela cidade.
Lá era uma civilização boa, grande, mas maior parte dominada por floresta. Decidimos dessa vez ficar em uma empresa abandonada ou coisa do tipo, caso a gente não queira aparecer no jornal, agora ás noticias do dia, três jovens quebram hotel e saem fazendo baderna pela cidade, era a única coisa que eu não queria que acontecesse.
Nós abrigamos num departamento de loja de moda abandonado, tinha dois prédios de um andar, entramos para se certificar que não existia nenhum problema ligado a monstros e só encontramos manequins com casacos pretos com capuz, que Colin ficou fascinado em pegar um, ele ficou vestido com o casaco preto.
Colin falou que queria ficar um pouco lá embaixo e ele desceu e ficou sentado olhando para o céu. Ao ele sair eu e Melinda ficamos olhando para ele pela janela que tinha naquele cômodo, então nos duas fomos puxadas por uma mão. Era o ciclope que havia matado Chad. A raiva se concentrou em minha mente e eu queria mato-o, mas estava presa, ele amarra e fica a espera do terceiro meio sangue.
— Colin cuida... — dizia Melinda, mas o ciclope tinha acabado de colocar a mão na boca dela.
— Sua menina indefesa, cale a boca que eu quero meu lanche! — dizia o ciclope com aquele único olho me olhando.
Conseguimos ver Colin que havia acabado de sair e estava subindo. Eu queria gritar, mas não podia, pois o ciclope tapou minha boca com a mão dele do tamanho do meu rosto. Quando Colin chegou, ele fez uma cara de desespero e ele fechou os olhos e pego seu arco e flecha que Apolo havia lhe dado como presente. O ciclope solta eu e Melinda e vai atrás de Colin que ficou jogando flechas até ficar encurralado.
— Vocês três me dará um lanche bem gostoso! — dizia o ciclope.
— Então, você pode me dar um minuto? — Colin disse, ao ele dizer isso, abri a boca com cara de “O QUE?!” então quando menos percebo Colin corre por baixo das pernas do ciclope e se jogou pela janela de vidro e pulou, o ciclope correu pela janela ao ouvir o impacto e olhou pela janela e viu o casaco e uma pessoa jogada no chão lá embaixo. Melinda começa a gritar.
—NÃO COLIN, NÃO! — gritava a garota.
O ciclope se virou e deu um olhar malicioso para nós e correu e amarrou a gente. Nós ficamos presas na janela, fiquei gritando, mas o ciclope nem ligou, ele saiu e foi pegar uma faca e volto para nós apontando uma faca.
— Vocês duas acho que serve para uma boa refeição — diz o ciclope.
Ele dá um passo mas ouvimos uma voz.
— Não toque nelas! — uma voz aparece.
O ciclope olha para trás e leva uma flechada no olho e fica cego.
— Ai, meu olho!
— COLIN! —Melinda disse.
Consegui ver Colin com seu arco e flecha e uma adaga na sua mão, a adaga da minha bolsa. Ele sai correndo e pula no ciclope e começa a bater nele com a adaga, e o monstro vira pó. Ele vem e nós desamara.
— Como você tá vivo? — disse.
— Bom, quando pulei, vi que o prédio do outro lado era menor, entrei no teto que havia um manequim com o mesmo casaco que o meu e joguei ele, o ciclope viu e achou que eu estava morto, então sai e achei essa adaga na bolsa de Mayara, então, vocês já sabem o resto.
— Bem planejado, então, vamos sair daqui? — disse Melinda.
— Claro, tenho um plano! — disse.
Entreguei a Colin às notas e ele leu a cartar, ele me ensinou o assobio e fomos até o teto e assobiei, e avistamos uma rajada branca, era Pégaso de Mayara.
— Entre no expresso Mayara, destino, montanha mais próxima — digo e falo o caminho para o cavalo.
Subimos no cavalo alado e ele nós levou até a montanha mais próxima bem devagar.
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