Um Dia De Escritora...
1 Único
Notas iniciais
Há um mês não atualizo minha Fic, mas hoje esse capítulo vai ficar pronto ou não me chamo Allyna Evans. Sou uma grande escritora ou talvez uma aspirante a escritora, é o que dizem os comentários das minhas Fics, acontece que escrevo uma estória e posto no site frequentemente, capítulo por capítulo.
Mas eu tive um pequeno imprevisto, meu notebook quebrou, e para aumentar minha sorte tive que pegar o notebook do meu irmão, você idealiza que ele foi gentil e cedeu no primeiro pedido, é só que não. Tive de prometer mundos e fundos, insistir e ainda ser persistente, muito mesmo.
Após essa humilhação que sofri em nome de meus leitores, adiantei-me a dar inicio ao capítulo, e toda vez que começava ele pedia alegando que era algo rápido e urgente. Resultado fiz um capítulo fragmentado que quando juntei os trechos não fazia o menor sentido.
Depois desse fracasso resolvi esperar pelo meu estar concertado, e agora depois de um longo, muito longo mês, vou escrever o capítulo. Estou dando pulinhos de alegria, ou quase. No momento estou jogada no sofá, o notebook está no meu colo, tem um copo de suco aqui do meu lado, já preparei a playlist que vai me ajudar a me inspirar.
Esse capítulo vai ficar incrível. Não falei sobre o que é minha Fic ainda, bom é inspirado em The Originals, sou muito fã da série. O capítulo que vai ser Klaroline sei que meus leitores estão ansiosos por ele. Então melhor começar logo:
O loiro andava distraído – digitei no notebook – pelas ruas de New Orleans, fazia menos de um dia que ele havia entregado a filha a sua irmã. Sabia que era para a segurança de Hope. Hope, ele escolherá esse nome, porque ela era a esperança de redenção dele, a única, quer dizer, existia certa loira que poderia conseguir isto dele, mas ela estava a quilômetros de distância.
Consegui escrever um pequeno paragrafo, mas estou inspirada, conseguirei terminar logo.
Mal sabia ele que alguém o observava com bastante atenção, Klaus jamais poderia ser pego de surpreso a não naquele momento. A pessoa andou ainda incerta, achando talvez que isso fosse um erro. Mas estav...
– Ally?!
– Oi mãe! O que é? – Perguntei um pouco irritada, não se tira um escritor de sua estória assim.
– Venha aqui preciso de sua ajuda. – Ouvi minha mãe responder.
– Mas mãe?! Estou escrevendo minha Fic. – Argumentei.
– Depois você termina a sua ficha, venha logo Allyna.
– É Fic mãe. F – I – C. – Expliquei enquanto levantava para ir ajuda-la, não sei em quê.
Uma Hora Depois...
Estou de volta, sentei-me no sofá disposta a continuar o capítulo.
– Ally! – Meu pai aproximou-se de mim. – Preciso de um favor.
– Sim. – Disse num fio de voz.
– Poderia levar essa carta no correio, — não imagino a careta que fiz, mas acho que foi um tanto triste, pois ele acrescentou. – Em troca levo você na Bienal, e ainda compro cinco livros, para presenteá-la.
Chantagem. Nesse instante estou saindo de casa, não posso perder essa oportunidade. Ele me conhece bem. E chantagem comigo saí mais barata, com meu irmão seria um novo vídeo game.
Duas Horas Depois...
Sabe por que demorei? Não sei de onde saiu tanta gente para enviar cartas, será que também prometeram livros a eles. Bom, e agora não posso continuar, sabe por quê? Hora do jantar.
Tentei comer o mais rápido possível, é eu consegui, mas minha família não. Depois que todos acabaram finalmente pude ir, mal me sentei.
– Ally, me passa seu note – Encarei meu irmão.
– Por quê?
– O meu tá quebrado, e preciso fazer um trabalho.
– Não pode ser amanhã? – Tentei, eu tinha que terminar esse capítulo hoje.
– É pra entregar amanhã, Ally.
Passei meu note para ele, quer dize ele puxou das minhas mãos, fiquei um tanto sentida em entrega-lo. Liguei a tv, e comecei a assistir, estava decidida, dormirei apenas quando escrever este capítulo.
Quatro horas depois...
– Ally! – Alguém estava me sacudindo. Abri os olhos e vi meu irmão me encarando. – Aqui seu note. – Ele me entregou, dormi no sofá, ai, estou com torcicolo, eu acho.
– Que horas são? – Minha voz saiu embargada de sono.
– Onze quase meia-noite. – Arregalei meus olhos, é tarde, e estou com sono.
– Tá, valeu. – Levantei pegando o meu note, e fui direto para o quarto.
Dormir? Quem me dera fui terminar o capítulo. Sentei-me na cama, e tratei de ligar o computador.
A pessoa andou ainda incerta, achando talvez que isso fosse um erro. Mas estav...
Parei aqui, agora como continuo. Já sei...
Mas estava tão próximo que era possível ouvir a respiração do loiro. – Não.
Mas estava tão próxima que ouviu o loiro soluçar. – Sério essa foi horrível, Klaus não soluça.
Não posso ter um bloqueio, agora não, por favor.
Mas estava tão próxima que sentiu o calor do loiro.– É estou com bloqueio. Vai embora bloqueio.
Uma hora e meia depois...
Consegui. Obrigada meu Deus, muito obrigada.
Mas estava tão próxima que se desistisse seria descoberta.
Agora eu consigo. Logo estará pronta. Bocejei.
Uma hora depois...
Acabei, obrigada meu Deus, agora é só postar, de preferencia logo, eu quero dormir. Espero que tenha muitos reviews, esse capítulo deu trabalho. Que horas são? Meu Deus, 02h30min da manhã, e olha que comecei às 16h00min. Escrever, ser escritora... Não é fácil.
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