Notas iniciais
Olá!

Meninas o Block continua, mas não vou desistir!!!!!!!!!!

Quero agradecer pelas reviews, vocês são o máximo!

Espero que gostem do capitulo =D

Bella POV

Passei dois dias presa no quarto que Edward ocupava já que ele havia arruinado totalmente a fechadura do meu quarto, quando Garrett viu aquilo começou a se preocupar e chamar pelo meu nome para que abrisse a porta.


Eu não queria que ninguém me visse, eu pedia para que todos fossem embora, me deixaram quieta por algumas horas, Zafrina fez com que me alimentasse dizendo que não iria desistir e no final eu acabava cedendo. Minha mente viajava sempre para todas as atitudes de Edward, seus hábitos os documentos de James como pude ser tão idiota?

Desci correndo do quarto quase derrubando Zafrina na escada. Ela e Garrett vieram atrás de mim, quando cheguei ao escritório haviam pastas, documentos. Tudo que Edward analisou, no mesmo lugar. Grunhi sentindo a raiva me dominar e avancei sobre a mesa derrubando, e fazendo uma imensa bagunça, passei as mãos nas prateleiras derrubando todos os livros. Garrett viera tentar me conter me debatia, não me importando se o machucaria.

- Me solta! – Gritava fazendo minha garganta arder.

- Bella, fica calma? – Pedia. – Zá traga o calmante, sim? – Eles não iriam me dopar.

- Me solta Garrett!

Com as pernas livres do aperto de Garrett dei um impulso na prateleira de madeira. Com o impulso ele me soltou e bateu suas costas contra a mesa, minha fúria não acabava eu puxava as folhas das pastas jogando-as para o ar.

- Saiam. – Minha voz saiu cortando e extremamente fria, não existia o menor sentimento nela. A não ser talvez a raiva, ódio que me consumia.

Eles saíram e eu continuei com a minha destruição até que o cansaço me vencesse.

xxx

Muito preocupado se afastou da casa rapidamente ainda pensando no escândalo provocado pela alteração de humor. Era obvio que ela havia ficado triste, chateada. Fora enganada e confiou plenamente em Edward, mas não justificava destruir a casa. Ele desceu as escadas para ir terminar de arrumar as coisas que havia deixado para trás. Quando o ataque começou. Estava tão preocupado que não notou os passos atrás de si, já perto da caminhonete sem chances de gritar recebeu uma pancada na cabeça apagando imediatamente. Seu corpo já repousava na caminhonete.


Era agora a vez de Zafrina logo ela viria procurar o marido. E realmente não demorou o tempo que ele imaginava. Logo ela estava ali perto da caminhonete. Ele tentará ser rápido e correu em sua direção, ela, que viu seu marido desacordado com um corte na testa se assustou e dando a volta no carro para tentar ajudá-lo. Só que ele era muito mais rápido. Sem ela ter chances assim como o marido a agarrou, segurou sua cabeça e a bateu contra a lataria do carro. Ela tentou gritar, mas ele já estava sufocando-a e com a única força que teve virou o rosto. Ela tentou empurrar o corpo do agressor para longe, sem se dar conta ainda do rosto. Ele era alto e muito mais forte. E então o horror tomou sua face.


Não porque sabia que ali chegara seu fim, mas, sim porque teve a certeza de que seu assassino ela conhecia e muito bem. Tentou lutar, tentou perguntar por quê? Mas o pulmão já comprimia em busca de ar e o coração começava a acelerar cada vez mais rápido. Era inútil tentar resistir seus olhos brilharam seus pensamentos eram confusos o choro também não a salvaria, não mais. O aperto se tornava mais forte por fim suas forças acabaram.

A colocou gentilmente no carro como fizera com o marido era até irônico o cuidado com os corpos e seguindo para o celeiro próximo a casa. Pelo caminho passou pela casa do casal e chegou a cogitar a idéia de deixá-los ali só que não seriam encontrados tão facilmente pensava. E também não teria a chance de deixar sua marca é claro. Seu recado para Isabella.


Ele pensava onde ela estaria agora? A caminhonete tinha um barulho normal, era moderna e claro que não seria barulhenta. Finalmente chegando a seu destino ele desligou o carro na porta do celeiro retirando os corpos. Levou primeiro Garrett amarrou o corpo pelo pescoço e o levantou do chão na altura exata para o que ele imaginava. Foi então a vez de Zafrina, os corpos ficariam a distancia razoável para que não atrapalhasse seu ato final.
Uma lamina bastante afiada reluziu com a luz do celeiro, ele se posicionou atrás de Garrett. O olhou por um momento, notou a respiração fraca, ele estava finalmente morrendo. Sufocado pelo menos isso sairia no exame dos corpos, será que ele agüentaria por mais tempo? Estaria sofrendo? Eram tantas perguntas.


Resolveu não esperar para ver, na linha da cintura ele cortou o corpo de Garrett, respingos de sangue mancharam a parede oposta. Tamanha a força, crueldade e rapidez em seu ato. E então Zafrina que lutou por sua vida e não sofreria por segundos antes como o marido. Sabia que apesar do estado inconsciente ele sofreu, seu corpo sofreu o choque. Quando finalmente tudo estava acabado resolveu botar fim em suas provas, querosene e fósforos faziam parte de seus “equipamentos” retirou as roupas sujas de sangue jogou-as ao monte de feno do lado de fora do celeiro e ateou fogo. Trocando de roupa ainda com as luvas ele foi perto de onde o sangue não pudesse chegar e deixou um bilhete, um bilhete para ela.

XXX


Estava sentada no escritório de cabeça baixa, sozinha eu já não ouvia ruídos pela casa. Senti como se estivesse sendo observada, eu estava completamente sozinha. Sabia que os dois haviam ido para sua casa. Levantei a cabeça dando uma rápida olhada no relógio me assustei com o horário já passava das 10 da noite, fui em direção a porta e ao abrir me assustei com um vulto, era minha imaginação pregando peças.

Andei pelo corredor vi que a janela estava aberta, fui em sua direção com o objetivo de fechá-la, os dois esqueceram completamente de fechar a casa quando saíram?Notei uma luz no celeiro, apesar da distancia eu conseguia ver. Estava tão fora do juízo que resolvi ir até lá pegando as chaves do carro e sai pela porta dos fundos em direção ao celeiro. O mesmo que eu havia dormido com Edward, a lembrança fez com que me estomago desse algumas voltas.

Respirei fundo e continuei quanto mais próximo chegava ao celeiro cada vez mais nítido ficavam as lembranças. Custei a notar que não se tratava da iluminação do celeiro somente, era uma fogueira estacionei o carro


Que tipo de brincadeira era essa? Os filhos dos vizinhos eram adolescentes e poderiam estar querendo pregar peças, mas ainda sim era longe suas casas e um pouco trabalhoso chegar até aqui para assustar alguém. Notei também que o feno que queimava ali deveria ter sido retirado do celeiro, havia marcas no chão apesar de escuro a claridade que vinha da fogueira ajudava. Respirei fundo apagando as lembranças que aquele lugar estava me trazendo e gritei.

- O que vocês querem? – Na esperança de pegar os adolescentes, então entrei.

No meio do celeiro estavam Garrett e Zafrina pendurados em uma das vigas da construção, içados por uma corda que passava por seus pescoços, mortos. Olhei para a porta onde havia uma folha que me chamou atenção. Voltei meus olhos para os dois, suas pernas, essas estavam, não estavam. Da cintura saía apenas sangue.
Peguei a folha e corri para o carro, eu sabia exatamente ou não para onde eu deveria ir.

Notas finais
Olá!
E Garrett e Zafrina ó salsifufu...

Aí agora eu quero ver não matei ninguém importante então não me xinguem rsrsrs

Zafrina será que ela vai mandar uma cartinha psicografada contando quem é o assassino? Bóra gente tentar um contato no jogo do copo rsrsrs

REVIEWS!!!!!!!!!