Um Crime Perfeito
30 Cerimônia
Notas iniciais
E,
BEM VINDAS AO PENULTIMO CAPITULO...
Espero que gostem e o mistério ainda não acabou...
Ainda temos o último capitulo. Quero todas aqui marcando presença nesse final hein?
Capitulo dedicado a And27 pela recomendação, muito obrigada e espero que curta esses 2 últimos capitulos.
Bella POV
Apesar de ter me mantido afastada de todo a família Volturi eu havia conhecido Marcus e sei que ele era especial de certa forma para James. Foram amigos e a ultima coisa que eu podia fazer era dar um ultimo adeus a ele, tão novo apenas 60 anos e não merecia a morte que teve. Sei que ele sofreu pela dor do infarto.
A vida poderia acabar aos 100 anos e sempre de uma forma indolor, dormindo. Enquanto dirigia para França dessa vez resolvi ir de carro tempos que não dirigia e não ia fazer mal algum. Cheguei um pouco cedo para a cerimônia e a igreja já estava completamente lotada, amigos, familiares. Eu me sentia uma estranha apesar de reconhecer alguns rostos. Parecia que alguns ainda mantinham a vida política.
Faltavam apenas alguns minutos para o inicio da cerimônia. Eu jamais estive em uma, James foi cremado, mais ali no altar havia um caixão. Segui pelo corredor central procurando algum espaço vazio onde eu pudesse me sentar e não encontrava. Evitava olhar para todos, odiaria que me reconhecessem e que começasse o burburinho, também era inevitável o encontro com Aro.
- Isabella. – Levantei meu rosto encontrando um Aro bem diferente, triste e com uma expressão acabada. Bem diferente do homem que eu conheci através do meu marido.
- Como vai Aro?
- Bem – Suspirou seus olhos se encheram d’água. – Ele era tão jovem ele só tinha 60 anos e eu sempre achei que ele nunca iria morrer, digo, ele era o mais velho. O meu herói, você entende? – Ele segurou minhas mãos entre as suas.
- É claro.
- Também te tiraram um pedaço de si mesma. Você sabe a dor que estou passando no momento.
- Eu sinto muito Aro, sinto mesmo.
- Por favor, sente-se comigo. – Ele me puxou até o final da primeira fila de bancos da catedral. – Eu sei que sente, sei que sim. Deus irá ajudar a prender quem fez aquilo. – Disse me deixando no canto e indo cumprimentar outras pessoas que queriam dar os pêsames.
A cerimônia começou com amigos compartilhando momentos de dor, descrevendo momentos felizes vividos por Marcus, momentos tristes e engraçados. Depoimentos emocionantes.
- Uma cerimônia muito bonita. – Ele entrelaçou nossos dedos, chamando minha atenção para sua presença. – James também teve uma cerimônia parecida como esta. Foi uma pena que não tenha participado. – um medo começava a crescer dentro do meu peito. – Chegou o momento, vamos?
Jacob me puxou pela lateral do salão tentando ser discreto até os fundos onde havia uma porta e me puxou até que saímos no estacionamento.
- Aonde vamos? – Só com o carro me movimento eu criei coragem para perguntar.
- Eu vou te levar até as provas.
- Jake. – Iria tentar argumentar.
- Não, hoje você vai saber quem era James Swan e aí sim você vai ver o quanto foi bom ele morrer.
Eu reconhecia o caminho estávamos indo para o palácio do governo e Jacob voava em alta velocidade pelas ruas.
- Jacob o que você quer que eu veja? Pare o carro.
- Não, primeiro você vai ver o que eu quero que veja. Te envenenaram contra mim mesmo morto ele conseguiu o que queria .
- E o que ele queria? Você está fora de si Jacob, pare o carro e vamos conversar.
- Ele conseguiu me separar de você. – Virou o rosto sorrindo.
O medo começava a se tornar maior cada vez maior junto com a velocidade que íamos e ele não respeitava mais os sinais de transito e lançava olhares divertidos e seu sorriso aumentava. Fechei os olhos sentindo aquela sensação que senti há um ano. James.
Jacob só parou quando chegou em frente ao portão quando reconheceram seu carro o deixaram passar e entramos ele me arrastava até a entrada.
E eu imaginava que nada iria me acontecer ele só estava alterado ele estava assim pela morte de Marcus, estava da mesma forma que estive. Entramos pelo corredor e ele me puxava até o elevador eu ainda me lembrava da casa era exatamente igual. Da decoração até as cores nas paredes eu vivi ali por pouco tempo, mas lembrava como era bonita.
Passar por ali e ter tanto seguranças só quando entrei no elevado notei para onde exatamente ele estava me levando para a sala que antes era de James e agora era dele.
- O que estamos fazendo aqui? – Ele me largou pela primeira vez desde que entramos aqui e foi direto para a mesa.
-Eu vou te mostrar as provas, eu sei que Marcus deixou aqui. Ele também fez parte de tudo isso.
- Fez parte do que? — Jacob você não dizia coisa com coisa, eu não entendo.
- Ele desviou dinheiro junto com James, ele fez isso roubando o país.
- Jacob você está maluco.
- Eu não estou maluco e eu posso provar que tudo que eu estou dizendo é verdade. – Gritou.
Foi só então que eu notei o que realmente estava acontecendo eu poderia sair dali machucada. Com Jake fora de si quem sabe do que ele seria capaz ele sorria olhando para os armários e passava os olhos pelos arquivos.
- Você sabia que James tinha contas em paraísos fiscais?
- James nunca teria nada disso.
- Ah não? E então espere e você verá.
- Jacob pare com isso, por favor.
- Não, cansei de não ter o que eu quero, mesmo morto ele está entre nós dois. Sabe às vezes eu penso como eu gostaria de ter matado realmente. Como o agente Masen diz.
- Achei. – Gritou vindo em minha direção e me puxando. Eu tentei me soltar, mas seu aperto ficava cada vez mais forte e eu não conseguia me soltar em sua mão eu percebi que estava com uma pasta. – Aqui estão todas as informações que aquele idiota, o agente Masen não soube achar.
- Me solta.
- Não nós vamos até Londres esfregar na cara dele isso e você vai ver que James era o pior homem na terra.
Ele me puxou pelo mesmo caminho que fizemos até chegar onde estava o carro. Eu podia correr quando ele fechasse a porta, mas sabia que ele me pegaria e provavelmente me colocaria de volta no carro. Ele deu a partida cantando pneus assustando os seguranças do palácio. Ele dirigia feito um maluco entrando na estrada essa eu agradecia pelo transito estar normal e aparentemente calmo. O que poderia acontecer se não estivesse?
Estávamos agora na estrada a mesma que percorri para chegar até aqui.
- Jake, pare o carro.
- Não vamos parar até chegar em Londres.
- Jake para esse carro agora. – Agarrei o volante e tentava de qualquer forma possível fazê-lo parar .
- Larga esse volante Isabella. – ele lutava para manter o controle do carro enquanto eu o queria fazer parar, só que para o meu azar sempre o meu azar. Por duas vezes tentaram me matar e por duas vezes não conseguiram só que dessa vez eu morreria da forma mais estúpida possível.
Jacob perdeu o controle do carro saindo da estrada em direção a uma arvore ele tentou ainda desviar quando olhei para frente e batemos protegi o rosto contra o impacto do airbag escutando os barulhos do vidro estilhaçando pela força do impacto.
Sentia-se estranha como se flutuasse sabia onde estava, estava na Grécia novamente naquela casa onde tiveram seus últimos momentos juntos. A casa não estava como descrevera Alice estava bonita. Limpa e confortável, aconchegante. Caminhou parecia caminhar em direção as escadas sem querer olhar para a sala foi em direção ao seu quarto. Passou pela cama arrumada impecavelmente pela própria, se lembrava disso.
Olhou seu closet onde suas antigas roupas estavam passou os olhos pelos sapatos e sentiu um um sorriso brotar em seu rosto. Não teve tempo de usá-los os bikinis ainda sem uso, os quais ela levara para todos os planos que estavam traçados para aquela semana. Pela primeira vez uma semana cheia de programação, por um lado extremamente bom.
Seu olhar caiu sobre a pilha de roupas que ele deixara, era desleixado e ela desistiu de reclamar por um tempo sobre isso. E naquela semana ela não reclamaria mas ele teria que aprender a ser mais cuidadoso era o premiê da França o que pensariam sobre um homem que larga suas roupas pelo quarto? Sorriu diante da bobagem que passou a pensar, de alguma biografia não autorizada sobre suas vidas contando os defeitos dele.
Fechou os olhos e novamente flutuava era estranho porem era ao mesmo tempo uma sensação boa, gostava de se sentir livre. Também gostava de andar e não entendia, porque, naquele momento estava flutuando. Não se lembrava do que aconteceu antes dessa sensação que a tomava rapidamente.
Em segundos já estava na sacada e olhou o movimento do lado de fora da mansão não estava estranho, estava normal na Grécia não precisavam de seguranças ou vigilância. Foram como turistas.
Sentiu como se algo a puxasse daquela varanda e então se viu aonde tentou a todo custo evitar, mas a cena que se seguiu ali não era a que esperava inicialmente. Ela se viu sentada com James eles não a perceberam ali e então ela se olhou pela primeira vez estava parada em frente a TV e para os dois eram como se não existissem. Ela morreu e Deus a estava provocando pelas palavras duras que dissera quando se deu conta que James havia ido embora para nunca mais voltar. Se recusou a ele e o ofendeu e agora estava pagando por isso. As imagens que ela via eram de como seria se tudo não tivesse acontecido? Só podia se sentar e observar como teria sido sua vida e aceitar o castigo. Estavam aos carinhos no sofá e poucas vezes prestavam atenção no que a TV exibia se olhavam com tanto amor, o amor que sentiam estava estampado em suas faces.
Observou a si mesma se levantar alegando frio ela sabia o que foi fazer lá em cima buscar seu suéter roxo o mais quentinho que ela tinha. Também era amor aquele calorzinho, sua avó tinha lhe dado aquele suéter.
Esperou ali calada, pois não havia muito que dizer. E duvidava que se gritasse a notariam ou aconteceria alg. Como as lâmpadas pudessem explodir ou espelhos tremer. Havia lido em um livro que fantasmas tinham uma força, sua própria força sobrenatural capaz de mover as coisas. Será que ela conseguiria? Sua nova forma também trouxe consigo um desejo peralta estava quase fechando os olhos e se concentrando nos livros de James. Seus favoritos para que ele se assustasse caso desse certo. Quando um toque na porta a fez abrir novamente os olhos, James se levantou franzindo seu cenho e ela o seguia com os olhos de onde estava e podia enxergar a porta, viu quando James tentou fechar a porta novamente porém um pé o impediu então ele correu viu sua expressão. Um misto de desespero e pressa ele tentava chegar até a mesa que existia ali.
Também reparou em sua própria sombra na escada descendo correndo de dois em dois degraus, esquecendo-se até da possível gravidez. O perigo de uma queda naquela noite seria fatal para tal coisa.
Gritou quando sentiu braços te segurar o medo era tanto que ela não se preocupou em observá-los para que pudesse reconhecê-los mas ela teria a chance após ver sua expressão de medo e desespero passou a prestar mais atenção no que acontecia ao seu redor. Enquanto James lutava com um homem aparentemente cansado ele venceria, mas ainda existia o outro “assaltante” mesmo cansado o homem conseguiu dar uma surra em James. O que parecia doloroso em vida. Sim para ela a morte estava próxima, por isso conseguia observar tudo, por isso estava ali. Em sua forma de “fantasma”. Já não doía mais era como se tudo que havia acontecido tivesse a amortecido. James olhava para ela e ela sabia o que ele pensava naquele momento que Bella poderia ficar a salvo ele podia negociar e se rendeu, não fora rendido.
Agora vendo com seus próprios olhos soube o quanto fora idiota em ter gritado acabou levando também um golpe e lhe doeu muito, passou a mão em sua cabeça e sentiu um galo. Não doía, mas estava lá seu corpo estava no chão tentava se recuperar
- Por favor! Não nos mate, eu te dou tudo o que você quiser. Dinheiro, carro, jóias só não faça me faça mal e nem a minha esposa.
Viu James implorar pela própria vida e a sua.
- Cale a boca.
Observou o assaltante olhar para os lados e fazer um sinal, um pequeno sinal. O sinal que não viu em vida. Era o sinal que a morte de James estava prestes a ser completada. Seu corpo no chão reagia e então os tiros e o corpo sendo arrastado. Assistiu seu corpo se arrastar até a janela.
- Quero o canivete, agora. Me traga!
O mesmo pedido e o mesmo sorriso seu corpo a sua frente olhava a cena a lamina pousada na bochecha de James. E pequenos detalhes enquanto um filmava o inicio de tudo, não houve gritos sinal que James já estava morto e então ele parou.
A pessoa que filmava a tudo parou também.
- Eu sabia, Marcus. Que você não iria conseguir. Você e James são iguais e você gosta dele.
Desligando a câmera ele pegou o canivete e continuou de onde seu parceiro havia parado, reiniciando a gravação até que o rosto de James estivesse completamente fora de seu próprio corpo. Aquela Bella fraca de antes desmaiou, mas seu espírito ali presente pode ver perfeitamente o rosto daquele que assassinou James.
Jacob.
E Marcus, Marcus Volturi.
A casa que estava iluminada e confortável se tornou fria e cinzenta, a janela em que ela observava estava suja e não se via nada muito bem no quintal, apenas a fita balançando pelo vento. O chão completamente sujo e algumas áreas isoladas pela famosa faixa amarela. Que já estava esbranquiçada pelo tempo a casa voltava a ser como Alice descreverá; Agora com toda a força se lembrou do que aconteceu, Jacob, o carro onde estava, a batida. Precisava voltar e contar a Edward. Fechou os olhos e passou a tentar e tentar
Abri os olhos e a primeira coisa que fiz foi olhar para o lado Jacob já não estava mais ali tentei encontrar a alavanca da porta em meio a bagunça que o airbag deixou abri e consegui sair do carro, avistei a pasta que Jake tinha pego dizendo que ali estavam as provas. Estava um pouco afastado da estrada, mas eu podia ouvir os barulhos da estrada. Será que Jacob havia ido buscar ajuda ou estava vagando por aí. Eu tentei seguir os barulhos e devagar ia me afastando do carro sentindo dor no corpo devido ao impacto da batida. Já estava muito escuro e quanto mais eu me afastasse seria difícil me encontrar eu deveria tentar ir em frente em linha reta da forma como o carro saiu da estrada, mas a dor era tanta que eu me vi depois de um tempo andando sem rumo e desorientada que acabei sentando no chão.Estava sentindo ainda dores, talvez tivesse quebrado alguma coisa só que cada vez mais alto ficavam os barulhos ela sabia que se levantasse dali ela iria achar ajuda. Alguém iria parar ou alguém já estava procurando por ela
Me levantei seguindo para o barulho respirando com dificuldade agarrei a bolsa que tinha trago comigo desde que sai do carro, seguia os barulhos até que percebi que todo o barulho vinha de um metro de distancia de onde estava o carro eu andei tudo isso?
Carros da policia e ambulâncias estavam ali para o socorro até que percebi a presença de Edward, sorri , eu queria correr para contar a ele sobre o que me lembrei. A dor era tão forte que gritei ouvindo minha própria voz pela primeira vez e chamando a atenção de todos.
- Bella. – Alguém gritou enquanto eu estava na ponta da estrada, não era a voz de Edward e naquele momento eu não consegui reconhecer andei mais um pouco ficando agora quase no meio da estrada. – Bella!
Dessa vez eu tinha certeza que era Edward pelo grito desesperado e pela sua voz, levantei os olhos e vi que ele estava correndo em minha direção junto com Emmett, Jasper e alguns agentes. Eles estavam correndo até que Emmett parou Edward e Jasper passou a olhar para a ponta da estrada.
- Bella, você está bem? – Olhei para o lado vendo Jacob se aproximar, tentei dar alguns passou para me distanciar dele, agora eu sabia a verdade.
- Jacob não se aproxime. – Edward disse e só então ele percebeu que haviam 10 agentes com uma arma apontada para ele.
- Bella?
- Para trás Jacob. – Edward pediu e ele continuava a se aproximar. – Quero que você coloque as mãos na nuca e vire-se de costas.
- E porque eu faria isso?
- Porque você esteve na Grécia no dia do assassinato de James. Porque você o acusava de desviar dinheiro para paraísos fiscais quando era você que fazia, você o matou.
- Eu não o matei. – Gritou. – Bella, não acredite nisso.
- De joelhos, mãos na cabeça e de costas para Isabella agora. – Emmett disse de uma forma bem segura.
- Não acredite nisso Bella, por favor. Você tem provas em suas mãos – Ele dava passos em minha direção.
- Eu acredito naquilo que eu vi. E o que eu vi foi você e Marcus matando meu marido. – Gritei com ele que me olhava com uma cara assustada. – É Jake, descobri seu segredinho, e nesta pasta, não há nada. – Ele deu mais alguns passos de onde eu tirei a pistola que Edward havia me dado. – Não se aproxime. – E apontei diretamente para ele.
- Bella você está fora de si, agora acha que me viu naquela noite, você não viu nada. Eu não estava lá.
- Não é o que seu passaporte diz, Jacob Black. – Com uma mão ele segurava a arma e com a outra ele segurava um passaporte. – Quer dizer que seu passaporte “novo” estava bem limpo. Mas o seu antigo continha o carimbo de visto da manhã do assassinato. Ir a Grécia em um jato particular não quer dizer que não tenha que passar pela imigração.
- Para o chão de joelhos, agora, Black. – Jasper dessa vez era o impaciente.
- Não pode acreditar nele, não pode apontar uma arma e me indicar como suspeito. Até duas horas atrás você nem se lembrava quem era o assassino. Eu tenho a prova que James fez tudo o que eu te disse. Foi ele, não eu! – O Desespero em suas palavras parecia querer me comover, mas as imagens em minha memória eram mais nítidas que as poucas lágrimas dele.
- Se você quiser Jacob, eu posso também pedir todas as movimentações de suas contas em Barbados, Holanda, Suiça, Mônaco. Você quer que eu cite mais alguns?
- Eu não tenho conta em nenhum desses lugares! Eu nunca fui a nenhum deles. Bella, por favor.
- Você foi até a Grécia acabar com a minha vida. – Disse a ele. – Você terminou aquilo que Marcus não teve coragem.
- Você deveria se tratar novamente. – Seu corpo se voltou totalmente em direção ao meu e ele seguia em minha direção.
E então os sons dos disparos.
Notas finais
Então é isso. É o fim no próximo capitulo e eu juro que já estou sentindo aquele aperto vou sentir saudades até a proxima fanfic. =(
Vou deixar para me despedir em breve.
Reviews e recomendações =)
Bjs e muito obrigada.
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