Um Crime Perfeito
27 Carlisle Cullen
Notas iniciais
Repitam CARLISLE CULLEN! Agora respirem...
Tudo bem, podem ler o capitulo agora rsrsrs
Eu falo com vcs lá embaixo, inclusive respondo uma MP da SofiaPT pq o Nyah não deixou enviar MP para ela.
Edward POV
- Onde foi que você se meteu? – Gritei com Sam que me olhava assustado. – Se acontecer alguma coisa com ela, é comigo que você vai se entender.
- Edward, fique calmo, vamos ver. – Emmett me puxava enquanto eu tentava voar em cima de Sam. – O que aconteceu. – Ele me deu um novo puxão.
Desde que fui informado do acionamento da policia na casa dela fiquei super preocupado, estava conversando com um dos policiais e eles estavam me explicando que ela estava desorientada, nervosa, gritava muito e que segundo ela havia caído da sacada. Enquanto o policial me contava eu lancei um olhar para a sacada e senti meu coração se apertar.
- Ela está bem?
- Aparentemente sim, nós não sabemos por que. Ela está muito nervosa.
- Onde ela está?
- Está lá dentro senhor, ela está muito nervosa.
- Já chamaram uma ambulância?
- Sim, senhor.
Seguido por Emmett e Jasper eu entrei na casa muitos policiais e ela estava conversando com um deles, dava para notar de longe que ela estava extremamente nervosa um dos policiais tentou nos conter e eu mostrei a ele minha identificação. Bella veio correndo me abraçar.
- Ele esteve aqui. Eu o vi, Edward. – Ela gritava.
- Calma, shh – A abracei olhando para um dos enfermeiros e dando autorização para que ele aplicasse o sedativo.
- Edward, ele vai me matar. – O enfermeiro puxou seu braço aplicando o sedativo. Ela nem sentiu o efeito foi imediato.
- O senhor vai querer acompanhá-la? — Eu a olhava ali deitada na maca.
- Não, eu não vou agora, por favor, façam tudo para que ela fique bem, sim?
- Sim senhor. – Me sentei no sofá afundando meu rosto entre as mãos
- Edward? — Olhei para Emmett e Jasper e eles me encaravam de volta. – Conversei com os policiais e segundo Bella, vidros ele arroubou a porta através dos vidros. Mas não encontramos nenhum vidro intacto.
- Você acha que pode ter sido algum surto, alucinação? – Perguntou Jasper. – Acha que ela pode estar entrando no mesmo estado de um ano atrás?
- Só uma pessoa pode responder isso.
- Quem?
- Carlisle Cullen, e dessa vez ele vai ter que me ouvir.
Sai da casa de Bella agora só Sam estava lá os outros policiais já haviam ido embora e a decidiram que não iam registrar ocorrência alguma.
- Com você, nós acertamos depois. – Disse a Sam.
- Não se preocupe, ele só está nervoso. Já ouviu aquele ditado “Cão que ladra, não morde”
- Emmett. – Lancei um olhar para ele ao lado de Sam e Jasper. – Descubra onde Jacob está?
Eu conhecia o endereço de Carlisle Cullen como a palma da minha mão por diversas vezes ensaiei ir até sua casa. Mas jamais cheguei a ir realmente e que ironia eu iria hoje justamente para confrontá-lo e exigir uma explicação sobre o comportamento de Bella.
A mansão era tão bonita, bem típica de pessoas como ele, ricas e esnobes. Parei o carro e abeixei o vidro apertando o interfone, já passava da meia noite e claro que era uma falta de educação, mas era necessário após esperar alguns minutos alguém chamava pelo interfone.
- Sim?
- Por favor, o Dr. Cullen se encontra.
- O Dr. Cullen está dormindo.
- Acorde-o, FBI.
A pessoa parecia pensar no que fazer por alguns instantes.
- Sim, pode entrar.
Os portões da mansão abriam enquanto eu guiei pelo jardim me dirigindo até a entrada da casa. Logo na entrada uma senhora de roupão abriu a porta.
- Boa noite, agente Masen. – Mostrei a ela minha identificação para que ficasse claro o que eu estava fazendo ali.
- Oh, sim eu vou chamar o Dr. Cullen. Por favor, venha por aqui. – Me guiou até um escritório. – Eu vou chamá-lo deseja alguma coisa? Um chá, café?
- Um chá, por favor. – naquele momento eu precisava manter toda a calma possível.
- Sim senhor. – Ela sorriu me deixando sozinho no escritório olhando agora com calma era mais uma biblioteca um lugar calmo. Um tanto estranho talvez, Carlisle Cullen era um homem muito ocupado com sua clinica porque se não atendeu aos meus telefones e até infringiu a lei ao não comparecer em um depoimento. Esperei por alguns minutos andando pela sala além dos livros haviam poltronas e quadros e uma mesa. As janelas eram grandes e bem altas talvez para captar a luz do dia melhor, era também um pouco triste.
-Boa noite. – Me virei em direção da voz.
- Carlisle Cullen?
- Sim, o que deseja...?
- Agente Edward Masen, FBI. – Carlisle Cullen era um homem totalmente diferente do que eu imaginava diferente também até de algumas fotos. Era jovem demais eu daria a ele 35 anos e não dava a ele a credibilidade que muitos depositavam.
- Oh, agente Masen e o que devo a visita a essa hora da noite?
- Sei que é um pouco tarde, mas foi necessário vir Sr. Cullen. Uma vez que não atendeu ao chamado da policia.
- Então era realmente sério não costumo atender chamados assim.
- Mas costuma tratar casos VIPs, como Isabella Swan, por exemplo. – Agora eu tinha sua total atenção.
- Com licença Sr. Cullen. Eu trouxe o chá do Sr. e achei que gostaria de um também. – Depositou a bandeja na mesa e pediu licença.
- Obrigada Angela você pode se retirar e descansar.
- Boa noite Sr. Cullen, Sr. Masen. – Assenti.
- Sente-se. – Me indicou uma das poltronas de sua mesa. – Isabella Swan, James Swan presumo?
- Sim, eu preciso de informações e uma vez que o Sr. não quis comparecer me permitir vir até aqui para obte-las
- A uma da manhã?
- Isabella Swan caiu hoje de uma altura de mais ou menos três metros. Alega que o homem que matou seu marido a perseguiu pela casa.
- E o que eu tenho a ver com isso?
- Isabella tinha alucinações enquanto esteve em sua clinica, Dr. Cullen?
- Isso é sigilo medico, não posso passar essa informação.
- Não se trata de sigilo médico ou não, Isabella Swan poderia ter morrido.
-Isabella foi um dos casos mais curiosos e interessantes. Fiz questão de cuidar dela pessoalmente. – A imagem de Bella sendo analisada, contando a ele tudo começava a tomar minha cabeça e trazendo a raiva junto com as imagens. – Sua mente trabalha de forma diferente, seu corpo e sua mente trabalham juntos na tentativa de evitar a dor.
- E escondem os traumas apagando a memória. – Disse.
- Ou Isabella é uma grande atriz. – Sorriu.
- Como?
- Durante todos esses anos em que exerço a profissão nunca me passou pelas mãos um caso tão complicado. Isabella precisa da informação, mas sua memória a apagou os estágios da perda de memória são causados por diversas coisas como má alimentação, idade o que não é o caso dela, depressão, desidratação. Isabella é muito jovem e a depressão após a morte do seu marido a abateu, mas em pessoas de sua idade com o tratamento a memória volta aos poucos. Muito diferente de um idoso por exemplo.
- E em Isabella, não voltou.
- Sua mente se recusa a mostrar o que ela deseja ao menos parece desejar. E eu não acredito que ela não saiba realmente quem foi que matou seu marido. Em absolutamente todas as consultas Isabella dizia se lembrar de um sorriso, um sorriso vitorioso daquele que assassinou seu marido. Porque Isabella lembra apenas de um sorriso se idosos conseguem se lembrar de uma vida inteira com o mesmo tratamento.
- Como foi o tratamento dela?
- Comecei brandamente, inicialmente quando me ligaram eu fiquei chocado com a situação não era necessária uma internação em uma clinica de repouso. Ela estava apenas em choque pela morte do marido um Valium a faria se acalmar, mas uma tal de Alice Brandon decidiu pela internação e pediu para que ninguém a não ser pessoas autorizadas chegassem perto dela ou a visitassem. Iniciei o tratamento uma semana após sua chegada, até que ela se acalmasse foi mantida a base de calmantes. Uma bateria de exames mostrava que não havia nada de errado. Isabella Swan é absolutamente saudável.
- Mas existe alguma coisa? Alguma coisa que a faz não se lembrar do assassino.
- O trauma, eu resolvi cuidar de Isabella no meio de tantas mentiras desconfio que ela minta para proteger alguém sua mente é fantástica e em todas as vezes que tentei métodos alternativos ela os enganou assim como me enganou também. Ao final de um ano eu resolvi que não conseguiria tirar nada dali a não ser que ela deixasse.
- Isabella mente então?
- Para si mesma e para todos os outros.
- Há algumas semanas acreditamos que o assassino de James voltou para deixar um recado para ela, ele matou duas pessoas próximas a Bella.
- E como ela reagiu a isso?
- Inicialmente em choque.
- E ela vem tendo alucinações? Você me disse que hoje ela foi “atacada”
- É o que ela diz, acha que ela pode estar regredindo no tratamento?
- Durante o tratamento ela também se dizia perseguida, tinha alucinações, delirava e em todos os ataques eu a deixava para ver até onde ela iria.
- Você a deixava? E diz que um estado psicológico dela é ética médica? Deixava em pleno ataque.
- Não critique meu método de tratamento, Sr. Masen hoje ela está exatamente muito bem.
- Não posso acreditar.
- Porque acredita na mentira que ela contou.
- Ela estava extremamente nervosa, disse que ele a queria pegar... – Me interrompeu
- Gritava e alegava que ele estava em sua casa, e que queria mata-lá?
- Exatamente.
- Ela teve uma dessas crises, felizmente nada muito grave. Não houve nenhuma queda.
- Isabella Swan pode estar voltando ao estado que estava antes, acha isso possível?
- Sim, talvez por medo já que houve um ataque por parte de quem assassinou seu marido.
- Então hoje... pode ter sido uma alucinação?
- Não descarto essa possibilidade já que presenciei muitas delas enquanto estava em minha clinica.
- Mas ela saiu curada de lá, não? A sua alta foi exatamente porque não havia mais nada.
- Não havia mais nada que eu pudesse fazer agente Masen, somente Isabella pode destrancar sua própria mente. As alucinações, sonhos e delírios já não existiam mais. Suas conversas comigo eram exatamente como estamos fazendo agora. Então porque eu deveria perder meu tempo com ela se ela não quer ser ajudada? — Não gostei do tom e da insinuação de perda de tempo.
- Sr. Cullen, peço que fique a disposição da policia. Neste momento talvez seja necessário.
- Está bem agente Masen.
- Desculpe pela hora, mas era realmente necessário. Boa noite.
- Disponha.
Sai da casa do Dr. Cullen com milhares de coisas para pensar os delírios de Bella as alucinações e a perguntar por que justamente com o Dr. Cullen porque as ordens de Alice eram que apenas pessoas autorizadas pudessem ver Bella. Já em frente ao hospital avistei Jasper vindo em direção ao meu carro.
- Edward, está tudo bem? Já chamei Alice ela está a caminho.
- Obrigada Jasper, é importante que ela esteja aqui neste momento. Tenho algumas perguntas para ela.
- Entendo... e então como foi com Carlisle Cullen?
- Ele me confirmou que ela tinha alucinações na clinica e que para ele é uma ótima atriz. O homem possuiu um ego maior que a própria sombra.
- Ele é o melhor. – Deu de ombros.
- Deram a ele esse titulo e ele acha que por isso é o melhor e como com Bella ele não conseguiu o ponto chave. – Dei de ombros também.
- Você não foi com a cara dele não é mesmo?
- Eu não tenho que ir com a cara dele, onde ela está?
- Quarto 306, irei ao aeroporto buscar Alice. – Assenti e fui ao encontro dela.
O quarto ficava no quarto andar do hospital de inicio me preocupei com a altura e a segurança das janelas. Uma das enfermeiras que estava acompanhando Bella me garantiu que as janelas eram blindadas e não tinham como serem abertas mesmo que Deus as mandasse, saiu do quarto me deixando sozinho com ela, só então pude olhar e ver tão serena diferente de algumas horas atrás. Puxei a poltrona e sentei ao seu lado segurando sua mão entre as minhas a conversa com Dr. Cullen não fora proveitosa pensar em seu descontrole emocional, por quantas vezes ela passou por isso?
Ela não merecia isso e nada me tirava da cabeça que Jacob e seu cúmplice tinham toda a culpa e iriam pagar ele dizia não ter embarcado naquele dia então porque ele esteve no aeroporto. Em nenhum momento ele recebeu ligações a não ser que estivesse em no banheiro a fita de segurança que eu havia conseguido mostrava ele indo até o embarque mais se retirando em minutos dali desistindo da viagem, quantas formas ele poderia ter usado para chegar a Grécia? Com tanto trabalho que me dava eu estava cada vez me distanciando do que era o foco no inicio disso tudo, agora seria uma questão de honra. O relógio marcava quatro da manha quando finalmente o cansaço me venceu dormi naquela poltrona por algumas horas até despertar com a presença de Alice ela estava do outro lado olhando para Bella com uma expressão de pena.
- Bom dia.
- Bom dia – sussurrou de volta vindo me abraçar. – obrigada por tudo Edward, por cuidar dela.
- De nada. – Abracei de volta – Era minha obrigação, sei que errei com ela e tudo mais. Na queda ela acabou quebrando o braço. Ela nem sentiu estava tão atordoada ontem.
- Não fique assim. – Colocou as mãos dos lados do meu rosto limpando as lagrimas, só então percebi que chorava.
- Alice, podemos conversar? Ela não vai acordar agora. E eu estou precisando de café.
- Claro que sim, vamos eu também estou precisando urgente de café.
Fomos até a cafeteria do hospital o ambiente estava vazio e calmo alguns enfermeiros tinham acabado de sair quando entramos, fizemos nossos pedidos e aguardando eu iniciei a conversa com Alice.
- Então, deve ter sido um susto quando Jasper te ligou.
- Sim, foi um grande susto. Edward eu pensei que a Bella já estava bem. – Franzi o cenho e quando abri a boca a garçonete trouxe nosso pedido. – Você sabe que ela teve esse ataques na clínica, essas alucinações.
- Alice, eu tentei ser o mais leve possível nessa conversa. Mas como você tocou no assunto, então...
- Eu sabia que você queria falar disso. E entendo você tenha ficado preocupado.Eu mesma presenciei um desses ataques.
- Alice porque você pediu que ninguém visitasse Bella?
- Porque James me pediu para cuidar dela antes de morrer. Uma semana antes.
- James, você está ai?
- Sim Alice, estou aqui.
- O que está fazendo aqui sozinho. – Estávamos na varada da casa que ele usava na França. — E no escuro?
- Estava apenas pensando.
- E em que, ou em alguém?
- Em Bella, em você, em nossa segurança.
- Nossa segurança? – Me sentei ao seu lado segurando sua mão. – Aconteceu alguma coisa? James, você está recebendo ameaças?
- Não, ainda não, mas sinto entende o que eu quero dizer? Pode acontecer algo comigo e eu quero que você e Bella estejam bem preparadas para o que possa vir a acontecer.
- Eu não entendo.
- Você tem que entender. – Ele parecia nervoso naquela noite, achei que estivesse transtornado pela bebida que consumiu durante o jantar. – Ela é tão frágil, Alice. Bella é tão frágil ela não agüentaria se algo vir a me acontecer. Quero que cuide dela e que ninguém chegue perto dela, você me promete?
- É claro que eu prometo? Mas nada irá te acontecer.
- Quero que a interne em uma clinica.
- James. – Tentei perguntar o que era tudo aquilo.
- Não, eu quero isso. Existe uma clinica em Londres eu pesquisei a clinica é do Dr. Carlisle Cullen ele irá ajuda-la e a manterá segura.
- E eu?
- Se alguma coisa acontecer Alice fique com Garrett e Zafrina. Você me entendeu?
- Sim. – Ele me abraçou tão forte e beijou meus cabelos.
- Foi a ultima vez que vi meu irmão vivo, uma semana depois foi o assassinato. – Alice olhava para seu café. – ele sabia, sabia que iria morrer e nos queria bem antes de tudo, eu só podia cumprir o ultimo pedido dele. Então eu a internei e autorizei apenas Garrett, Zafrina e eu mesma para visitá-la.
- Entendo. – Murmurei observando Jasper entrar na cafeteria.
- Bom dia. – Cumprimentou sorrindo.
- Bom dia. – Alice lhe deu um selinho me fazendo sorrir debochando do tom que corou o rosto dele. – Já que você chegou eu vou voltar para o quarto dela, quero estar lá quando ela acordar. Nos vemos Edward. – Acenou indo embora.
- Edward acho melhor você ir para casa Alice vai cuidar da Bella agora se ela acordar ou acontecer qualquer outra coisa eu te ligo, vá descansar. Tomar um banho.
- Tudo bem, mas acontecendo qualquer coisa peça para Alice me ligar.
- Pode deixar.
Muitas pessoas odeiam o mês de Agosto, nunca havia entendido essa superstição. Talvez agora eu começasse a ter realmente motivos para odiar o mês de agosto.
Notas finais
E esse Carlisle? Que homem chato porém, gostoso. É impossivel não lembrar deste fato.
Vcs concordam com o homem? Concordam com uma Bella mentirosa, falsa e uma atriz nata?
Então muitas pessoas falaram sobre o vidro, o barulho do vidro que quebrou.
Quando sentimos medo nossa mente nos prega peças e foi justamente isso que aconteceu com a Bella. A mente dela lhe pregou uma peça e o medo foi tanto que ela "escutou" o barulho do vidro da porta e do que mais tinha no caminho do Assassino.
E como vocês puderam ver no final do capitulo, nunca foi uma alucinação.
Bem como vocês também sabem estamos chegando ao final da fic pelas minhas contas + 4 capitulos. Ansiosas?
Agora diretamente para a SofiaPT, o nyah não me deixou responder sua msg privada então vou responder por aqui mesmo. As bonecas são Matrioskas sabe aquelas bonequinhas gordinhas que você fica tirando uma de dentro da outra? Pois bem são elas, e quanto a serem elas a chave de muita coisa que vem acontecendo. Não é, eu apenas me referi a elas.
Sinto muito você e as outras garotas terão que pensar mais.
Então é isso meninas espero que tenha acabado com a duvida de vcs.
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Bjs
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