Um Conto Nazista
9 Histórias de Circo - Parte final
Dia seis
"Senhoras e senhores,meninas e meninos. Vamos apresentar: Sua morte. Sua,sua,sua,sua" E apontava para a platéia. "E sua." Apontou para o Prefeito,que também estava na platéia,estava no camarote.
"Exigo meus soldados!" Disse o prefeito.
"Exigo..." Disse o líder. "...Sua morte."
Então tiros ecoaram o salão. O som,pela primeira vez,saiu e tomou a atenção da cidade. Todos que escutaram foram mortos. Algo que apenas uma parte da cidade sabia era isso,agora estão mortos.
Dia sete
Esse foi normal,as palavras,tudo foi normal. Apenas a Mulher Barbada,que localizou sua mãe,irmãos e filhos.
Ela correu e virou a cara. A luz focou para ela.
"Donna! Donna.." Disse a mulher,aflita.
"Não faça isso,não mate-os." Disse Donna para o líder. "Me mate,mas não mate eles!" Ele discordou. "Seu monstro."
Então um tiro saiu. Ela correu. Fugiu para a cidade,mas não durou muito tempo. Um tiro saiu da ponta da parede. Ela caiu,morta. Os olhos esbugalhados,as lágrimas,na verdade,era sangue.
Mas nada parou O Circo. Os tiros,o cheiro de morte. Donna ainda pode ouvir tudo,mesmo o cérebro não processando o momento.
Dia oito
O dia oito foi dia de luto. Nada,apenas os tiros,assim mesmo,silenciosos.
Dia nove
O luto permaneceu nos olhos,mesmo se a boca forcasse um sorriso. Os fãs entreolharam — se,e viram as armas. O apavoramento e o choro,o choro real de Donna,o choro de Nazistas. O Líder pensou,fora do salão.
Qual é o sentido de matar pessoas? Essa era a verdadeira guerra.
Mas já era tarde demais.
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