Notas iniciais
Pois é... Ultimo capitulo... É um pouco doloroso ver que a fic acabou. Foi muito divertido fazê-la, e provavelmente não vou postar outra, então, para aqui toda a minha alegria. Boa leitura! ( o que vocês provavelmente não vão ter, depois de lerem como a escritora ficou deprimida ao acabar a fanfic)

Depois de acabar de falar com Emporio Ivankov, rapidamente Dragon liga para seu subordinado mais confiável. Estava ficando frio, então pegou seu manto verde, que sempre usava, e coloca em cima do mais novo, que tremia.

—Dragon? Algum problema? — Dizia uma voz do outro lado da linha. — Ivankov me disse que tinha se atrasado e que iria tentar contato com você. Está tudo bem?

—Sim. Ou não. Eu não sei dizer...

—Pode ir direto ao ponto? — Fala a mesma voz, só que agora com um tom de divertimento.

—Eu estou em Goa, e... Por acidente, acabei encontrando meu filho. Quero dizer, quais as chances? Por que...? Kuma, eu...

—Não sabe o que fazer? — houve uma quietude dolorosa por parte do líder Revolucionário. Para Kuma, ele era mais que um líder, era um amigo, alguém por quem se sacrificaria sem pensar duas vezes. Vê-lo numa situação dessas, era de partir o coração. Já não bastava ter que desistir do próprio filho, teria que ficar ao seu lado, sofrendo em silêncio? Não que ele já não fizesse isso, mas agora a situação era totalmente diferente. — Acho que deveria contar ao garoto. Ele tem o que? Sete, oito anos agora? Ele deveria ter o direito de saber! Seria muito menos doloroso para você.

—Mas seria doloroso para ele...

—Então acho melhor deixar as coisas como estão. É o único jeito...

—Claro. Na verdade, não sei nem porque eu te liguei. Deve estar ocupado cuidando das coisas ai. Preciso ir, daqui a dois dias estarei de volta.

—Tudo bem, mas... Até quando pretende sofrer sozinho? Bom, até daqui a dois dias.

Já amanhecera, e como sempre, Luffy acorda reclamando e pedindo comida. Os dois comem o resto da carne do dia anterior, e rapidamente voltam a procurar a casa do mais novo. O pequeno já havia lembrado do lugar e até mesmo dissera ao maior que conseguia voltar para casa sozinho; este por outro lado, se recusou a ir. Queria ter certeza que voltaria para casa em total segurança.

Quanto mais andava, mais nostalgia Luffy sentia: todas as vezes que seu irmão Ace fugira e Luffy foi atrás, pois não queria ficar sozinho com bandidos da montanha, a ponte do qual caíra, numa das vezes que seguiu Ace, o Q.G. da ASL, que construiu com ajuda de seus irmãos, o tronco de árvore cortado, aonde bebeu sakê junto de Sabo e Ace... Toda vez que lembrava de algo na floresta, contava para Dragon, que se divertia com as histórias do mais novo. A última lembrança, foi a pedra onde o Portgas estava sentado quando conheceu Luffy. — Essa eu posso esquecer!— Disse Luffy. Foi quando percebeu que finalmente havia chegado em casa.

— É aqui que você mora?— Dragon olhava surpreso, para a casa de madeira desgastada e em vários lugares quebrada.

—Shishishishishi! Sim, aqui mesmo! Lar doce lar! — O menino com chapéu de palha inspira o máximo que pode e grita o nome do irmão.— AAAACEEEE! EU VOL-

—VOCÊ ESTÁ LOUCO!?! NÃO GRITE DESSE JEITO !— Interrompe o mais velho, também gritando — Luffy, eu... Foi um prazer te conhecer.— Diz Dragon, com um sorriso no rosto.

—Dra-san...

—O que foi, Poço Sem Fundo?

—Vamos sempre ser amigos, não vamos?— Diz Luffy, olhando nos olhos do mais velho.

—Mas é claro!

—Dra-san...

—Fala, Luffy...

—Nós vamos nos ver de novo?

Dessa vez, o mais velho hesita e logo, escuta um barulho vindo de dentro da casa dos bandidos.

—LUFFY! SEU PESTINHA, ONDE ESTEVE!?!— Fala a carinhosa e amigável, "chefa" dos bandidos, Dadan.

—Eu estava...

—Por sua culpa, eu e os outros bandidos tivemos que te procurar por todos os cantos! Além de que Makino e o prefeito não saiam de perto da gente! O prefeito então, só sabia reclamar e resmungar! — interrompe Dadan.

—Luffy! Graças a Deus, está vivo ainda! — Fala Dogura, com um tom de alívio — você nos deixou preocupados! Tinha que ver como Ace estava...

—Eu estava bem, idiotas! Foi até bom dar um tempo desse bebê chorão! —Diz Ace. Mesmo tendo muita sinceridade na voz, Dadan e os outros sabiam muito bem que Luffy, era a coisa mais importante para Ace.

—Seeei... — Fala Luffy, repentinamente lembrando de alguém — Ah! É verdade! Pessoal esse é o... — o moreno olha em volta, surpreso. — Ele... Ele estava aqui, a poucos segundos!

—Agora que o Luffy voltou, deveríamos comemorar!— Diz um bandido da montanha, criando uma desculpa para um banquete.

—EU CONCORDO!— Falam os outros bandidos num coro, claramente, também querendo uma desculpa para um banquete.

—Sugeee! Eu também concordo! — Diz Luffy, com brilho nos olhos.

Todos entram novamente em casa, e simplesmente, voltam a vida normal. Era possível ouvir a animação de todos pela volta do Luffy — ou simplesmente pelo banquete — a muitos metros de distância dali. E, exatamente a muitos metros de distância dali, estava um homem de olhos pretos que davam um baita medo, alto, usando sua típica capa verde.

—Não se preocupe Luffy. Nós com certeza nos veremos de novo. Algum dia...

Notas finais
Ehh... Vou sentir saudades das notas de final de capítulo também... Mas não vamos perder as esperanças! Eu ainda vou fazer o epílogo! Assim que toda a imaginação que eu gastei fazendo essa fic voltar... Espero que tenham gostado! Fiz com todo meu amor e carinho, além da ajuda da minha grande amiga, Amnesia! Obrigada, sua diva! Muito obrigada para vocês fantasminhas, que lerem a minha fic. Espero que tenham gostado ( mesmo não tendo aparecido, eu adoro vocês tambem! :3) e também, um agradecimento especial para a minha queirda ChopperChan! Valeu ai pelo apoio! ( até suas ameaças são especiais! :3) bom fim de semana para todos!