Um Certo Dia

3 De volta ao Terminal Cinza


Notas iniciais
Yo! Eu sei que iria postar o próximo capitulo somente na sexta, mas, tive um tempo para postar hoje então, por que não? Só pra constar, a fic tem MUITAS vizualizações. Isso é bom, porém, são somente leitores fantasmas! Gente, não sejam tímidos! Como eu vou saber que estão gostando mesmo da fic, se não comentarem? Então, deixo vocês com mais um capítulo. Boa leitura!!!

—Não se preocupe com isso agora. Um dia será forte e também terá amigos fortes. Juntos poderão fazer qualquer coisa. Se eles precisarem de ajuda, você dará um jeito! Pode confiar em mim "poço sem fundo"! (um carinhoso apelido, para uma pessoa como o Luffy)

—Já disse para você! Eu tenho um nome! — Luffy parou um pouco para pensar antes de prosseguir– Estamos a um dia inteiro juntos e não sabemos o nome um do outro. Prazer, Monkey D. Luffy, o homem que vai se tornar o rei dos piratas!

— Prazer, eu sou... PERAÍ O QUE!?!

— Ei! Oji-san! Olha lá!!! Você precisa ver isso! — O homem desvia o olhar do garoto para ver o que seria assim, tão extravagante.— devemos estar muito perto de casa!

O pequeno Monkey olhava fixamente em direção ao terminal cinza e lembra do dia em que foi capturado por Porchemy, um dos subordinados de Bluejam. Aquele dia, mesmo tendo sofrido muito, valeu completamente a pena. Afinal, foi naquele dia, que foi salvo pelos dois garotos que futuramente seriam seus irmãos. Agora, Sabo estava morto e Ace, encarregado de cuidar dele. Sabo tinha morrido fazia um mês e, mesmo tentado se adaptar a falta de um irmão, ainda era muito difícil, tanto para Luffy quanto para o Portgas, voltar ao terminal.

—Ei, poço sem fundo, está chorando?— Perguntou o homem com tom de preocupação.

—Não! Talvez. Sim... — Diz Luffy, começando a fungar.

—O que foi?

—Não é nada. Deixa pra lá...

—Achei que fôssemos amigos! Mas se não quiser me contar, eu entendo...

—É o meu irmão... Ele morreu faz um mês. — A tristeza estava estampada no seu rosto— Eu não era irmão biológico dele, nem do Ace. Mas... Eles eram a minha família.

—Eu sei o que está sentindo.— Diz o Oji-san com honestidade

—Sabe?

—Bom, mais ou menos. Eu sei como é difícil ver alguém muito importante para você partir. Essa é a ferida mais difícil de se curar. O único jeito de ela cicatrizar é nunca pensar como uma pessoa que se foi, e sim como alguém muito bom que melhorou sua vida. Luffy, ele sempre vai estar com você! Desde que nunca se esqueça dele. Como acha que ele se sentiria se soubesse que você vive triste, só porque ele se foi?

—Acho que ele se sentiria mal...— Diz o pequeno, mais alegre.— Você também teve um irmão que morreu?

O homem hesita por alguns segundos e depois sorri.

—Não. Mas eu tive um grande amigo. E um filho...— Fala o homem, com o sorriso um pouco mais forçado agora— A propósito, meu nome é Dragon.

Depois de algum tempo, Dragon decide atravessar o mais rápido e cautelosamente possível o Terminal Cinza, entrar novamente na floresta e descansar lá. Como já estava tarde, Luffy só daria trabalho andando a noite a procura de sua casa. Além de que dormir no Terminal, que era literalmente um lixão, estava fora de cogitação. Seria muito perigoso — e nojento — dormir num lugar daqueles. O problema era convencer Luffy.

Notas finais
Quero agradecer mais uma vez, a minha grande amiga ~Amnseia. ( Ok, agora tá parecendo bajulação... Parei...) por favor, comentem. Eu ficaria muito feliz em saber que realmente gostam! Ou que realmente odeiam... Seja como for, até o próximo capitulo!