Um Caso Não Registrado - 2ª Temporada

35 Capítulo 35 - De Suspeita Para Vítima


Notas iniciais
Oi pessoal! Eu achei que não postaria antes do Ano Novo, mas consegui... O capítulo ficou curto, mas decidi posta-lo assim para que a fic não fique tão atrasada. O próximo será postado depois da virada de ano, depois do 01, amanhã não terei tempo para escrever então fica para o ano que vem que está próximo... Quero agradecer a vocês leitores por terem acompanhado meu trabalho quanto nesta fic quanto a anterior, eu não tinha dito a vocês só agora consegui falar sobre... A minha fanfic "Um Caso Não Registrado - 1ª Temporada" está em as dez mais votadas de fanfic de Criminal Minds entre as melhores, eu devo isso a vocês muito obrigada! Agora ela está em uma votação para ver se ganha o primeiro lugar, quem estiver interessado em votar me mande uma mensagem no privado acho que terei um tempo para olhar minhas mensagens amanhã, mas independente disso só o fato dela ter ficado entre as dez me encheu de alegria, eu devo a vocês que a cada comentário sempre incentivaram a continuar, torceram por Hotch e Agatha e me apoiaram quando disse que queria escrever uma segunda temporada, eis eu aqui agora postando a segunda temporada com planos para uma terceira... Obrigada por terem feito parte do meu ano, desta maneira... Feliz 2017 para vocês! Muita saúde, muita paz, muito amor (igual os das fanfic rsrsrsrs) tudo de bom para cada leitor! Para aquele que comenta, para aquele que não comenta, para aquele que favoritou, para aquele que visualizou, enfim... Feliz Ano Novo!

Esse meu ódio é o veneno que eu tomo

Querendo que o outro morra.

(Ódio — Luxuria)

Raramente o agente Hotchner não dirigia quando estavam trabalhando em algum caso e aquele dia foi uma das raridades, ele pediu que Rossi dirigisse enquanto ele ficava no banco de trás com Agatha que ainda estava abalada pela morte de Megan.

Durante a conversa de Megan com Agatha, Morgan ficou no celular com Garcia enquanto ela fazia sua “mágica” que era rastrear a chamada, Penélope Garcia quase nunca deu ponto sem nó e foi obvio que ela conseguiu descobrir de onde Megan ligou, infelizmente só não descobriu antes de alguém assassina-la.

Eles se dividiram em dois carros, no primeiro ficou: Rossi no volante, Prentiss no banco do passageiro, Hotchner e Agatha no banco de trás, no segundo carro Morgan ficou a dirigir e Ashley no banco do passageiro, Blake e Reid ainda estavam na cena do crime da última vítima e Jordan Todd tinha ido contatar a mídia como Hotchner havia ordenado, apesar de ser tarde demais.

Enquanto Rossi dirigia Hotchner que estava sentado ao lado de Agatha a abraçou e ficou tentando acalma-la eles estavam indo para o endereço que Garcia passou de onde foi feita a chamada. O endereço era mais um hotel luxuoso da cidade de Dallas, assim que estacionaram de frente e saíram dos carros, Hotchner pediu um momento em particular com sua noiva:

‒ Antes de entrarmos eu preciso conversar com Agatha a sós. – os demais não questionaram e decidiram entrar no hotel na frente deles.

‒ Porque eu sinto que vem uma bronca? – indagou Agatha enxugando as lágrimas.

‒ Eu quero saber se está preparada para ver o corpo de Megan lá dentro.

‒ Vou parar de drama... – Agatha voltou à postura séria – Eu sei, eu não devo ficar me envolvendo pessoalmente nos casos desta maneira.

‒ Eu não quero ter que ficar repetindo isso, eu entendo o porquê de ficar abalada, mas se todo caso que pegarmos você ficar envolvida desta maneira não irá conseguir trabalhar... Você está no estágio final de cadete se o Mateo Cruz sabe que você se abala fácil isso vai pesar para você pegar seu distintivo, entendeu?

‒ Está bem... Vamos entrar e ver se descobrimos algo. – Agatha não estava cem por cento, mas não ia estender aquele assunto com Hotchner querendo ou não ele estava certo.

Eles entraram no hotel e foram para o quarto onde se encontrava o corpo de Megan Kane, a mesma se encontrava em um vestido branco tomara que caia acima do joelho calçando sandálias pretas com detalhes prata de salto agulha, seu corpo estava jogado ao chão e ensanguentado no carpete do quarto.

‒ Ela está com o celular nas mãos. – apontou Prentiss – Ela falava com Agatha daí alguém entrou e atirou.

‒ Isso é estranho... – disse Rossi – Não há sinal de arrombamento na porta, Megan deixou o suspeito entrar.

‒ Mas ele não teria que ter batido? – perguntou Agatha que manteve o controle ao olhar de perto Megan Kane morta ao chão.

‒ Provavelmente sim. – respondeu Hotchner.

‒ Eu não me lembro de ter ouvido de alguém bater a porta enquanto falava com ela... Lembram? Eu falava com ela quando de repente veio os tiros.

‒ Amiga você está certa. – disse Ashley olhando em volta do quarto – A chamada estava no viva voz eu também não ouvi.

‒ Então a porta devia estar encostada. – disse Morgan encostando a porta.

‒ Ou o suspeito já tinha o cartão de acesso para entrar. – disse Prentiss – Para abri-la precisa de um cartão magnético.

‒ Alguém além de Megan tinha um cartão. – disse Hotchner.

‒ Um cliente, talvez. – disse Agatha.

‒ Seria impossível. – discordou Rossi – Porque Megan viria fazer um programa e ligaria para a casa dela sabendo que estávamos lá?

‒ Ela pediu para falar com o Hotch. – lembrou Morgan.

‒ Ela estava a par da investigação mais que todos. – disse Ashley.

‒ Como? – indagou Prentiss – Será que o juiz falou algo?

‒ A lista de suspeitos vai ser longa. – disse Morgan.

‒ Podemos descartar os clientes, exceto o juiz. – disse Hotchner – Rossi tem razão... Megan não ia marcar um programa e ligar para a gente, seria sem lógica.

‒ Hotch será que a louca da Rachel Sanders não estaria envolvida? – questionou Agatha – Lembra que ela disse que só ia ajudar porque ter uma garota matando os clientes não era nada legal?

‒ Se fosse ela o melhor que ela teria feito era fingir que não sabia de nada e ter matado Megan antes da gente sabermos que era Megan mesmo que matava... E a senhora Sanders demonstrou temer o pai dela o senhor Andrew Kane.

‒ O pai é um bom suspeito. – comentou Ashley e todos a encararam – E não? Pensem comigo: Eu sou Andrew Kane um empresário milionário eu tenho uma filha que é garota de programa que sai com os clientes da garota que me envolvi no passado e ela é suspeita de mata-los, preciso dar um jeito.

‒ Concordo com o pensamento da cadete Seaver. – disse Rossi.

‒ Foi execução mesmo, olhem o tiro certeiro no coração. – Morgan apontou para o corpo de Megan.

‒ Eu vou entrevistar os funcionários do hotel, quem me acompanha? – perguntou Rossi e Prentiss junto a Ashley se ofereceram.

‒ O pai dela pode ter mandado matar ou ele mesmo matouqu a própria filha? – indagou Agatha a Hotchner.

‒ Não podemos descartar essa hipótese... – respondeu ele – Morgan peça que a pericia entre e faça seu trabalho, peça que eles passem um pente fino por essa cena de crime.

‒ Pode deixar. – Morgan se retirou do quarto.

‒ O que faremos? – perguntou Agatha.

‒ Rachel Sanders não é uma suspeita que apostaria muito, mas é nosso trabalho investigar... Quer “comprar uma casa”? – Hotchner fitou Agatha nos olhos.

‒ Eu faço questão de falar com essa “vendedora”. – respondeu Agatha.

Hotchner e Agatha saíram do hotel e foram direto atrás da senhora Rachel Sanders, agora que a suspeita deles estavam morta eles precisavam descobrir quem a matou, de suspeita Megan Kane passou a ser uma vítima.

Notas finais
Como disse nas notas iniciais, o próximo depois da virada de ano... Beijos até o próximo! =)