Notas iniciais
A equipe finalmente havia salvado Belinda Copland, Agatha ficou emocionada ao ver que a garota estava viva... Beth havia cometido um erro muito feio ela não devia ter contado nada a repórter e ela teria que encarar Hotch que ficou completamente irritado com tal atitude. Oi gente! :D Desculpem a demora esses dias, mas concluí o 13 e espero que gostem, e depois de 12 capítulos de pura correria da equipe eis que trago um capítulo onde temos um momento do casal mais querido dessa fanfic... Sim, teremos momento Hotch e Agatha! (Perdão se foi um spoiler é que eu tô satisfeita com o resultado desse capítulo e espero que gostem). Obrigada aos comentários, favoritos e visualizações que essa fanfic anda recebendo, vocês todos são uns amores! =) Boa leitura! ;)

Amor é amor é nada sem você

Amor é amor é tudo que você faz

Abra os seus olhos

E você verá

Amor é amor é tudo pra mim

(Love Is Love — Culture Club)

Agatha ficou de companhia para Belinda Copland até o momento em que os pais da garota chegaram assim que eles apareceram Belinda começou a chorar de emoção e felicidade, Agatha então sentiu uma alegria a invadi-la: o alívio de missão cumprida, ela temeu pela garota desde que a equipe havia obtido o caso mesmo com Reid informando à probabilidade de que Belinda podia estar morta ela manteve esperanças se apegando aos 25% que Reid informará sobre o percentual das mortes em casos de raptos infantis onde 75% delas morriam nas três primeiras horas.

Agatha deixou que os pais aproveitassem aquele momento e quando se retirava do quarto o pai de Belinda a pegou pelo braço querendo lhe dizer algumas palavras:

‒ Eu não sei como agradecer... – começou ele emocionado.

‒ O senhor não tem que agradecer nada. – respondeu Agatha esboçando um sorriso.

‒ É claro que eu tenho... Serei grato por toda a minha vida, vocês do FBI salvaram minha menina!

‒ Senhor Copland eu em nome da equipe digo que nós estamos satisfeitos e felizes por Billie estar salva... Saiba que em nenhum minuto pensei que Billie estivesse sabe...

‒ Morta?

‒ Sim... Eu depositei toda a minha esperança nos poucos por cento de chance em que tínhamos.

‒ Obrigado agente! – o pai de Belinda abraçou Agatha com toda a força ele estava muito emocionado.

‒ Pai... – disse Belinda deitada em sua cama do quarto do hospital.

‒ Oi minha princesa. – respondeu ele ao se soltar do abraço.

‒ Eu quero falar com ela... – Belinda apontou para a Agatha.

‒ Oi querida, diga. – Agatha aproximou-se da garota.

‒ Eu quero dizer muito obrigada. – Belinda tinha lágrimas nos olhos – Você me salvou.

‒ Billie... – Agatha conteve as suas lágrimas – Não precisa agradecer... É meu trabalho salvar as pessoas.

‒ Eu queria convida-la para meu aniversário mês que vem... – Belinda vira o olhar para sua mãe – Posso chama-la?

‒ Claro que sim meu amor! – respondeu sua mãe chorando de felicidade.

‒ Gostaria de vir a minha festa? – Belinda voltou a fitar Agatha.

‒ Billie... – desta vez Agatha não contém o choro e pega na mão da garota – É muita gentileza da sua parte!

‒ Eu não posso festejar meu aniversário sem minha heroína!

‒ Billie eu não vou prometer que irei porque eu iniciei nesse trabalho agora e tenho muitos outros casos, mas se eu não puder te mandarei um presente, está bem?

‒ Está bem. – Belinda beijou a mão de Agatha. Quando Agatha estava para sair do quarto a Senhora Copland trocou número de telefone com ela para quando o aniversário de sua filha estivesse chegando ela pudesse mandar um lembrete.

Agatha saiu enxugando as lágrimas e decidiu ligar para Hotchner para que alguém pudesse busca-la no hospital:

Hotchner.— atendeu ele parecendo estar irritado.

‒ Hotch sou eu... – respondeu Agatha – Está tudo bem?

Sim... Só estou resolvendo um problema.

‒ Desculpa incomodar, mas eu preciso que você ou alguém venha me buscar no hospital.

Você se importa que JJ e Prentiss a busque? Estou ocupado.

‒ Imagina meu... – Agatha colocou a mão na testa antes de concluir a frase – Imagina Hotch, está tudo bem.

Irei avisa-las.— Hotchner encerra a ligação e Agatha ficou se perguntando o porquê dele demonstrar irritação e logo se lembrou do erro grotesco de Beth Cruz e não conteve o riso ao imaginar que a mesma deveria estar sendo punida ou no mínimo levando uma bronca daquela estilo “Hotchner”.

***

Você não tem noção do que fez agente Cruz!— exclamava a voz de Hotchner dentro de uma sala da delegacia, ele estava repreendendo Beth pela sua atitude tomada sobre ter revelado a mídia o andamento final do caso.

‒ A Agatha vai precisar "acalmar" a fera essa noite... – disse Morgan ao gargalhar por alguns segundos.

‒ A última vez em que eu vi o Hotch assim bravo a ponto de conseguir ouvir a voz dele de outro lugar foi no tempo de Gideon. – disse Reid que estava sentado à mesa da sala de reunião lendo um livro.

‒ No tempo do Gideon? – retrucou Morgan – Garoto se esqueceu de que quando a Agatha entrou para a equipe como registradora ele perdeu o controle algumas vezes?

‒ Porque a vida dela correu perigo algumas vezes, agora dele nervoso assim porque um agente cometeu algum erro desde o tempo de Gideon eu não o vejo assim. – respondeu Reid e Morgan concordou com a análise do amigo.

‒ A propósito, como está o estado de Gideon? – perguntou Rossi curioso.

‒ Do mesmo jeito. – respondeu Reid em seco ao fechar o livro – Vou pegar um café, com licença! – Reid se retirou de maneira brusca da sala de reunião.

‒ O que houve? – perguntou Rossi confuso com a atitude de Reid.

‒ Blake você que é a segunda mãe do nosso garoto sabe nos explicar? – questionou Morgan a Blake que estava sentada a mesa bebendo café e lendo um livro.

‒ Reid foi proibido de visitar Gideon no hospital... – respondeu Blake fechando o livro – Stephen Gideon, no caso o filho, proibiu a visita dele.

‒ Você só pode estar de brincadeira não é? – retrucou Morgan.

‒ E por quê? – Rossi sentou-se de frente a Blake demonstrando curiosidade.

‒ Eu não sei... – respondeu Blake apreensiva – Um dia antes de irmos lecionar ele pediu que eu desse uma carona a ele até o hospital, quando chegamos lá o enfermeiro disse que as visitas dele a Gideon estavam proibidas e quem as vetou foi Stephen Gideon.

‒ Muito estranho... – murmurou Rossi – O porquê Stephen fez isso?

Eu pouco me importo se você é sobrinha do supervisor!— era a voz de Hotchner vindo da outra sala – Você é uma agente despreparada que faz as coisas sem consultar alguma autoridade!

‒ O chefe de vocês está irritado a nível superior. – disse a detetive ao entrar na sala – O que houve para ele agir assim com aquela agente?

‒ Digamos que ela tomou uma “pequena atitude” sem nos consultar. – respondeu Rossi.

‒ Só que a “pequena atitude” a fez se meter em um grande problema! – explicou Morgan.

‒ Depois dessa conversa acalorada com essa agente ele vai precisar acalmar os ânimos. – disse a detetive.

‒ Ele tem um “remédio” que pode acalma-lo. – respondeu Morgan e Blake junto a Rossi não conteve a risada porque entenderam que ele mencionava sobre Agatha.

***

Quando JJ e Prentiss voltaram à delegacia com Agatha, Hotchner encerrou de momento a “conversa” com Beth, mas a alertou que procuraria Mateo Cruz e que o assunto não estava encerrado.

Beth tinha os olhos vermelhos de tanto que havia chorado e Agatha que sempre teve empatia pelo próximo sentiu uma vontade de gargalhar pensando que o castigo a “parceira” de trabalho era pouco.

A detetive McLean junto a sua corporação agradeceu a todos da equipe pela resolução do caso de Belinda Copland, todos do time se despediram e partiram de volta rumo a Virginia.

O jato da equipe sempre fora rápido e daquela vez não foi diferente, quando ainda era dia a equipe já estava de volta a Virgínia, Hotchner já havia mandado uma mensagem a Mateo Cruz adiantando um pouco o assunto de Beth Cruz, mas o supervisor não estava disponível no departamento teve que comparecer a um congresso de supervisores e diretores do FBI, mas respondeu a Hotchner que no dia seguinte sentaria com ele e resolveria a questão.

Hotchner liberou todos da equipe para as suas casas para que eles descansassem somente Rossi e ele ficaram no departamento.

‒ Não irá matar saudades do Jack e da sua namorada? – perguntou Rossi entrando na sala de Hotchner fechando a porta.

‒ Eu só irei responder alguns e-mails e depois irei para a casa... – respondeu Hotchner sentado a sua mesa – Mas a Agatha eu já a vi.

‒ Aaron não faz o sonso porque não combina com você! – respondeu Rossi sentando-se diante do amigo – Você entendeu quando eu disse “matar saudades”.

‒ É claro que eu entendi... – respondeu Hotchner não contendo o riso – Dave, você e suas gracinhas.

‒ Você vai se “desculpar” pela bronca que deu nela por causa da discussão dela com a agente Cruz?

‒ A Agatha é bem madura, ela compreende perfeitamente que preciso ser imparcial com ela quando algo é relacionado ao trabalho. – Hotchner começou a responder os e-mails.

‒ Aaron se fazendo de sonso mais uma vez? – Rossi deu uma breve risada ao bater as mãos nos joelhos.

‒ Agora eu confesso que não o compreendo. – Hotchner mirou Rossi.

‒ É claro que a Agatha entende que você precisa ser imparcial, mas você acha que ela não fica tensa ouvindo uma bronca sua? Deve ser difícil para ela!

‒ O que você quer que eu faça?

‒ Aaron eu não quero nada... – Rossi apontou para si mesmo e depois fez um gesto de negativo com as mãos.

‒ Então?

‒ Eu apenas acho que a sua namorada merece ser “compensada” compreende?

‒ Você fala profissionalmente ou... – Hotchner deixou a pergunta no ar.

‒ Aaron a Agatha está cansada quanto fisicamente e quanto psicologicamente esse foi o primeiro caso dela trabalhando como agente mesmo que seja um estágio de cadete... A moça ficou tensa totalmente e não sossegou até salvar Belinda e ela acreditou fervorosamente que a garota estava viva, em seu primeiro caso ela teve que ouvir uma bronca merecendo ou não, uma bronca do chefe e namorado dela... Como você acha que ela deve estar?

‒ A mente dela deve estar a mil por hora do jeito que ela é ansiosa. – concordou Hotchner.

‒ Aaron vá para sua casa agora, mate saudades de Jack e depois vá visitar a sua namorada, aproveite antes que seu telefone toque para ser chamado de volta ao trabalho!

‒ Você tem razão. – Hotchner fechou seu notebook.

‒ E você também está tenso por conta do erro da agente Cruz, aproveite e dê uma “relaxada” a Agatha irá “te trazer calma”.— Rossi lançou um olhar malicioso.

‒ Dave um amigo como você vale ouro. – disse Hotchner ao se levantar.

‒ Eu sei muito bem disso! – exclamou Rossi se gabando ao se levantar e caminhar até a porta – Agora vá embora!

‒ Tchau Dave. – disse Hotchner.

‒ Tchau Aaron. – Rossi abriu a porta e saiu da sala e Hotchner riu do jeito sincero do amigo.

***

Uau! Tudo isso aconteceu enquanto trabalhavam no caso?— era Ashley ao telefone conversando com Agatha.

‒ Sim... – respondeu Agatha que havia contado a amiga todos os detalhes dos seus últimos dias, inclusive sobre Beth Cruz.

Mas essa tal de Beth Cruz é o que? Quer se mostrar que é uma “ave fênix”?

‒ Eu não peguei a referência. – respondeu Agatha que estava jogada ao sofá tomando uma taça de vinho branco ao som do grupo Backstreet Boys em seu DVD na sala.

O Hotch confirmou que estudou com ela nos tempos de colégio não é?

‒ É.

Então vamos analisar... Beth é uma “colega” do passado de Hotch, seja qual for o motivo ela quer bancar a “ave fênix” entendeu?

‒ Entendi. – respondeu Agatha – Será que essa vadia vai ficar dando em cima dele?

Ao que tudo indica sim.

‒ Vou falar a modo Spencer Reid: a probabilidade de isso acontecer é de 90%.

‒ Quem é Spencer Reid?

‒ O gênio que já te disse antes da equipe.

Lembrei... Agatha eu preciso desligar nos falamos depois está bem?

‒ Sem problemas amiga, vamos nos falando e nos mantendo informadas sobre os acontecimentos da vida de uma da outra.

Beijos e boa noite!

‒ Beijos! – Agatha encerrou a ligação e jogou o celular na mesinha de centro da sala.

Agatha agora podia se sentir relaxada podia ficar em paz ao estar na sua própria casa, ela havia se livrado da casa em que morou com Francine, Derek Morgan que era dono de algumas propriedades alugou uma para ela em um preço amigável e Agatha fechou negócio. A casa não era enorme como a outra em que morava, mas era aconchegante e ela se sentindo em paz nela já era o suficiente.

Quando finalizava sua taça de vinho a campainha tocou e ela foi ver quem era através do olho mágico da porta, mas tudo o que ela avistou foram flores e ela abriu um largo sorriso e animada atendeu a porta:

‒ Boa noite. – disse Hotchner que mostrou o rosto que estava escondido pelo buquê que carregava.

‒ Boa noite! – respondeu ela dando passagem para que seu namorado entrasse.

‒ Trouxe essas rosas para você, espero que goste. – Hotchner estendeu o buquê a ela que continham rosas vermelhas e um pequeno cartão que dizia “Para minha princesa com carinho”.

‒ Uau! – ela se encantou ao pegar o buquê e cheira-lo – São lindas!

‒ Não tanto quanto você. – Hotchner beijou Agatha docemente.

‒ Eu fiquei sem palavras agora... – ela fechou a porta – Por favor, fique a vontade, eu irei coloca-las em algum vaso.

‒ Ouvindo Backstreet Boys como sempre... – murmurou ele ao sentar-se no sofá e ver o DVD ligado onde passava um show da banda – Estava tomando vinho?

‒ Sim, estava bebendo vinho branco! – exclamou ela de outro cômodo – Gostaria de beber uma taça?

‒ Eu aceito.

‒ Só um momento... – Agatha voltou com um lindo vaso de porcelana onde havia colocado as flores e enfeitou a mesinha de centro com ele.

‒ Ficou lindo! – elogiou Hotchner.

‒ Irei buscar o vinho... – Agatha foi até a cozinha para pegar mais uma taça e voltou com a taça e a garrafa de vinho na mão e serviu o namorado.

‒ Sente-se muito cansada? – perguntou ele assim que ela se serviu de vinho e sentou-se ao lado dele lhe estirando as pernas sobre as pernas dele.

‒ Eu tenho que admitir que sim. – respondeu ela dando um gole em sua bebida.

‒ Quer uma massagem para relaxar?

‒ Não precisa pedir duas vezes, mas antes vou mudar a música porque sei que não gosta muito dos Backstreet Boys.

‒ Eu estou aprendendo gostar um pouco. – respondeu ele dando alguns goles em sua bebida.

‒ Sério? – indagou Agatha animada enquanto desligava o DVD – Hotch isso é ótimo! Quando tiver um show deles você irá comigo não é?

‒ Não precisa forçar a amizade. – respondeu ele dando risada.

‒ Estava bom demais para ser verdade... – respondeu ela com deboche – Irei colocar em um canal de músicas variadas... Pode ser?

‒ Por mim, tudo bem.

‒ Vou colocar nesse que toca músicas românticas. – Agatha selecionou o canal e voltou ao sofá deixando sua taça de vinho na mesinha e Hotchner fez o mesmo e ela se virou de costas para que ele começasse a massagem através dos ombros.

‒ Você está chateada comigo? – perguntou Hotchner enquanto massageava os ombros de Agatha.

‒ Porque estaria? – retrucou ela ambígua a questão dele.

‒ Pela bronca que eu te dei devido a sua discussão com a agente Cruz.

‒ Eu assumo que eu fiquei um pouco sentida no começo, mas depois eu quis deixar para lá... – Agatha interrompeu a massagem para virar-se e olha-lo de frente – Eu não estava 100% certa eu quase avancei para cima daquela vadia mesmo!

‒ Isso são modos? – retrucou Hotchner arregalando os olhos.

‒ Eu sinto muito Hotch, mas não consigo achar outro adjetivo para aquele ser... – Agatha revirou o olhar enojada ao lembrar-se do “semblante sonso” de Beth Cruz.

‒ Eu não vou e não quero discutir... – Hotchner lembrou-se dos conselhos de Rossi.

‒ Eu também não. – Agatha não queria brigas, mas só de se lembrar de Beth seu humor mudou e ela cruzou os braços demonstrando incomodo.

‒ Vem cá meu amor... – Hotchner percebeu o incomodo da namorada e descruzou os braços dela a puxando para perto dele e a beijou.

Agatha enlaçou os braços em volta do pescoço dele e se entregou ao beijo que de carinhoso e doce foi ficando acalorado, eles já passeavam as mãos pelo corpo um do outro, Hotchner pegou Agatha pelas pernas e a sentou em seu colo de frente para ele. Hotchner passou a beijar o pescoço e o colo de Agatha que já gemia ansiando pelo momento.

Enquanto se beijavam e se acariciavam de modo veemente a música rolava na TV e a canção do momento era Love Is Love do Culture Club.

Hotchner já tinha suas mãos por debaixo da blusa de Agatha ele massageava os seus seios que não estavam cobertos por sutiã, quando ele voltou a beijar o colo e o pescoço Agatha pediu entre os gemidos que eles fossem para o quarto.

Ele manteve as pernas dela enlaçadas em sua cintura enquanto a carregava caminho para o quarto e assim que adentrou o ambiente ele a deitou na cama e voltou às carícias que fazia. Um desejo febril os invadia cada vez mais e um ajudou o outro a se despir.

Depois de muitos beijos e carícias, eles se entregaram um ao outro, durante o prazer Agatha gemia e ofegava extenuada com tudo aquilo, Hotchner sempre soube lhe agradar sempre lhe dava prazer, o sexo com ele era prazeroso e quando ela o sentia dentro dela ela vibrava e se contorcia de deleite.

Hotchner também sentia o mesmo ele tinha satisfação em sentir prazer com Agatha e se regozijava por também poder proporcionar esse agrado a ela.

Não eram sempre que chegavam ao ápice juntos isso era relativo, mas mesmo quando um chegava antes do outro não dava fim até o outro alcançar seu máximo, Hotchner foi o primeiro a chegar no auge, mas não parou enquanto Agatha não ficasse satisfeita ele adorava a ver e a sentir cheia de desejo e quando ela alcançou seu fastígio eles se jogaram um do lado do outro estando repletos de prazer naquela noite.

Notas finais
Quantos momentos em um capítulo... Belinda convidando Agatha para seu aniversário foi fofo demais! *-* Hotch dando umas broncas na Beth que dava para ouvir de outra sala... Hehehehehe (Risada maligna) E ficou um mistério sobre o que Blake contou de Reid... Porque o filho de Jason Gideon proibiu as visitas? Sinistro... Rossi como sempre o amigão que todo mundo quer ter... Eu queria ter um Rossi na vida, tão amado e querido e sincero eu adoro essa amizade dele com Hotch é um carinho entre eles dois um companheirismo legal de se ver. O momento Hotch e Agatha nem vou comentar porque como vocês sabem Hotch é meu personagem favorito da série e ele me causa suspiros! (Momento suspiro...) Obs: Link da música Love Is Love que foi mencionada no momento de Hotch e Agatha, caso alguém não conheça ou não se recorde, eu a acho linda por isso a mencionei e combina com o nosso casal querido! *-* https://www.youtube.com/watch?v=zGxBLvuDuok