Notas iniciais
Oi gente! Aumentei a classificação pra 16+ pq ficou meio picante esse capitulo kkkk Enfim espero que gostem! Obrigada pelos comentários!

Ela entrou no quarto e ele já a esperava na cama. A visão dela de roupas intimas o excitou de imediato. Como podia ser tão gostosa?

–Desculpe a demora – ela disse engatinhando sobre ele e parando para beijar-lhe a boca.

Eles se beijaram. Um beijo sedento e excitado. Regina montou sobre ele e pode sentir o quanto ele estava excitado

–Todo isso pra mim? – ela perguntou mordendo o lábio inferior

Ele sentou na cama deixando-a em seu colo e beijando-lhe a boca

–Você me deixa louco Regina – falou contra a boca dela antes de descer para o perfeito pescoço

Ele a beijou faminto, sedento por sexo

–Sei que não é ... Ah – ele manipulava os seios dela – a hora mais apropriada, mas acho que você foi muito duro com Snow

Ele parou de beijá-la e a encarou. Ela no colo dele. A mão masculina pousada sobre um dos seios

–Você tem razão quando disse que Snow é mimada – ele falou serio enquanto estimulava o mamilo – Mas entendo seu instinto materno

–Ah! – ela gemeu e ele levou a boca ao mamilo dela

–Mas — continuou ele falando com a boca no seio dela – Agora as coisa vão mudar. Tinha medo de ser duro demais e ela não se sentir amada. Felizmente não estou mais sozinho para criá-la

–Só estou... Ah !!! – ela arqueou as costas de prazer – Dizendo isso porque detesto pensar que por minha causa você ...

Ele parou de beijá-la e a encarou nos olhos enquanto a mão dele lhe alisava a barriga em direção a seu centro

–Você apenas abriu os meus olhos Regina – ele a encarou mais profundamente quando tocou-a e dois dedos entraram nela. Os olhos dela mudaram de cor instantaneamente. Ela não falava, apenas o encarava e aproveitava aquela nova sensação – Agora me deixe ensinar-lhe algo delicioso

E dizendo isso ele jogou-a deitada na cama e começou a excita-la

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Os primeiros seis meses no castelo passaram mais rápido do que ela pensou. Cora e Henry passaram duas semanas com a filha, mas precisaram voltar para cuidar de sua fazenda. Seus dias se dividiam entre adaptar-se à vida de rainha e supervisionar a educação da enteada, que por sinal era bem rigorosa. As crises e chiliques da menina ficavam mais frequentes à medida que o pai lhe dizia não. Ela queria mudar o horário da aula de latim e ouvia um não, queria cavalgar antes do jantar e mais um não. Ela se mostrava cada dia mais difícil para o pai, a madrasta e os criados. Isso era triunfante para Regina. Não tinha preço ver cada vez mais pessoas se antipatizarem com sua enteada.

Em contrapartida ela estava cada dia se entendendo melhor com Leopold. Conseguia cada dia mais subjugá-lo às suas vontades, e sutilmente ia piorando a vida da enteada. O controlava a ponto de despertar interesse no conselho, que já a considerava peça fundamental para o governo. Seu quarto era apenas um refugio para as horas que a presença de Snow durante o dia. Dormiam juntos todas as noites e ela se mostrava cada dia mais sexual e despudorada na cama. Era seu refujo, seu momento de prazer. As vezes ela esquecia que era com Leopold que estava e fantasiava a noite que não tivera com Daniel. Ele por sua vez passou a sentir necessidade de fazê-la gozar. Os gemidos dela eram quase musica para os ouvidos dele. Acariciava, manipulava, beijava-lhe o corpo todo e não descansava até que ela gozasse forte, gemesse e ficasse exausta. Aí sim se deixava levar, sempre se liberando dentro dela. Ele estava apaixonado: pela esposa, pela rainha, pela amante e pela mãe, que aos olhos dele, ela não poderia ser melhor.

Quando acabavam, Leopold desabafava com a esposa suas preocupações com o comportamento da filha. Regina o incentivava dizendo que ela passara muito tempo sendo mimada e que aquela reação era normal. Que no futuro iria agradecê-los por aquilo. Ele então a afagava e, quando não ficavam abraçados até dormirem, acabavam transando de novo.

Para Regina seu plano ia às mil maravilhas. Ela controlava o marido, era amada pelos que podiam influenciá-lo e convencia a todos, até mesmo à própria Snow de que era uma boa mãe e que tudo o que fazia era pelo bem da menina. Muitos a elogiavam e diziam que a muito Snow precisava de uma educação rigorosa assim. Porem, em uma tarde ela supervisionava a aula de latim de Snow quanto sentiu a vista escurecer. Se sentia tonta e tudo começou a girar. Antes de desmaiar ela só ouviu um grito: “acudam a rainha!”.

Quando despertou demorou um tempo para se localizar. Estava em seu quarto, em sua cama para ser mais precisa. Snow estava ao seu lado e a olhava com preocupação

–Ufa! – a menina deu um suspiro de alivio – Você acordou!

Regina demorou um minuto para processar o ocorrido. Mas seus pensamentos foram interrompidos

–Como se sente majestade?

Ela olhou a sua direita e percebeu que não estava sozinha com Snow. Era Kelvin, o médico da corte. Regina cambaleou e conseguiu se sentar na cama

–Um... – ela levou uma mão a cabeça e foi amparada pela enteada – Um pouco tonta

O medico se dirigiu a Snow

–Snow você pode me deixar a sós com sua mãe?

A menina hesitou, mas assentiu. Deu um beijo na madrasta e saiu

–O que aconteceu? – Regina perguntou ainda zonza

–Bem, não tenho certeza, mas suspeito de algo. Se me permitir examina-la alteza, posso lhe confirmar

Após um exame minucioso veio o veredito

–Conforme eu suspeitava sua majestade esta grávida!

Aquilo a pegou de surpresa. Grávida? Um filho? Ela não tinha pensado nisso. Ainda atordoada levou a mão à barriga e acariciou seu ventre.

–Majestade? Está tudo bem?

Ela, porém apenas sorriu enquanto acariciava o ventre. Um filho! Uma ilha no meio da vida que ela não tinha escolhido e que não lhe agradava. Fora o prazer sexual que sentia na cama com Leopold e seus passeios a cavalo, ela não se sentia bem ali. Mas uma criança crescendo dentro dela mudava tudo. Ela tinha algo pelo que aguentar tudo aquilo. Seu bebê.

–Sim! Sim, estou bem. Chame meu marido, por favor – ela disse ao medico que ainda a encarava – mas não lhe diga nada. Quero contar eu mesma

–Claro minha rainha! – ele respondeu sorrindo. Quando ele fez que ia sair ela o deteve

–De quanto tempo? Isto é, de quantas semanas estou?

–Pelos meus cálculos talvez quatro ou cinco – respondeu o homem

Ela assentiu sorrindo. O medico saiu e ela continuava a pensar. Um filho! Então um pensamento lhe ocorreu. Ela não havia pensado em engravidar, apenas aconteceu, mas tinha ali uma oportunidade de ouro! “Se eu der a luz a um menino”- pensou sorrindo – “ Tirarei dela o trono! Tirarei dela a chance de ser a rainha”. Era melhor que ela jamais imaginara. Snow sofreria por não ser mais a primeira herdeira ao trono. Perderia o que sempre fora. Perderia o que – conforme Regina pudera ver ao supervisionar as aulas dela – amava. Ela simplesmente não conseguia parar de sorrir.

Leopold entrou no quarto rapidamente e, com a expressão preocupada, sentou-se ao lado que antes estivera ocupado por Snow. Duas criadas de Regina o seguiam

–Deixem-nos a sós – Regina disse e as criadas se retiraram fechando a porta

A expressão de Leopold ainda era de preocupação. Ele encarava a expressão de alegria de Regina com curiosidade

–O que aconteceu? – ele perguntou

Regina não respondeu. Apenas pegou às mãos do marido e colocou sobre seu ventre. O rosto do rei se iluminou no mesmo instante e ele começou a rir. Regina sorria ao mesmo tempo, ambos com a mão sobre o ventre dela. Ele a abraçou forte trazendo-a para si e cobrindo-a de beijos como podia

–Vamos ter um bebê – ela disse entre lágrimas, ainda abraçada ao marido e sem conseguir parar de sorrir – Um filho Léo!

Ele a olhou nos olhos radiante

–Não sabe a felicidade que esta me dando nesse momento Regina! – ele disse beijando as mãos da esposa e levando-as ao ventre dela em seguida

–Temos de contar a Snow – Regina disse

–Claro, claro – o rei disse radiante – Michael!

O valete do rei entrou rapidamente

–Chame minha filha!

–Sim majestade

O homem saiu e os dois ainda se encaravam com cara de bobos, ainda anestesiados pela notícia. Simplesmente não paravam de sorrir. Firaram apenas se olhando e rindo até a porta abrir e Snow entrar correndo

–O que houve? – ela disse bufando devido à corrida – O que Regina tem? É grave?

Leopold sorria agora para a filha

–Não é nada grave querida – ele disse à menina, que permaneceu sem entender

–Então?

–Regina...

–Estou grávida Snow! – Regina cortou o marido radiante- Você vai ter um irmão ou irmã!

Notas finais
E ai gostaram? Qual será a reação da princesa mimada?