Um Bonito Amor
9 Eu aceito a ser sua namorada!
Notas iniciais
Hello princess..
Agradeço aos invisíveis por está lendo e à minha cute Cris por sempre comentar TQM..
Vms ler
Eu estava encomodada com Raimundo colocando seus dedos em meu rosto, de hora em hora ele levava seu indicador ao meu rosto Acariciando ali.
— Você está tão linda Gilda! Me elogia, enquanto esperávamos o nosso jantar. — Obrigada Raimundo, você também está apresentável. Digo-o sem o minimo interesse, olhando para todos os lados menos para ele. — Apresentável? Você viu o terno que eu estou usando? Veio de Paris princesa. Eu finalmente o olho, e me dá muita vontade de rir, mas me controlo e fecho o cenho, como ele é convencido. — Ah, eu não entendo da última moda. Finjo está decepcionada por meu último comentário e reviro os olhos, voltando a olhar para os lados, talvez eu esteja à procura de alguém.— Tudo bem princesa, cola em mim e você ficará sabendo de tudo da moda. Olho para ele, arqueando uma sombracelha. — Isso é sério? — Qual é? Homens vaidosos entendem de moda. Se explica, e eu suspiro. Cadê essa comida? Eu quero mais é sair desse ambiente. — Você está linda princesa, mas esse vestido está muito decotado não acha? Ele pergunta e solto o riso. — Sério Gilda, você não percebeu os caras ali fora? Estavam te devorando com os olhos. Só para constar, eu usava um vestido que ia até meus joelhos, ele era na cor preta e havia alguns poucos brilhos,o meu decote a qual Raimundo cismou era um V muito pequeno, e logo meus seios são muitos pequenos não estava nada decotado.Eu paro de rir, e o olho ainda querendo sorrir. — Pelo amor de Deus Raimundo, não invente ciúmes, somos apenas colegas que saimos para um jantar, não misture as coisas. Ele baixou o olhar triste. — Então não tenho mesmo Chances com você? Em sua pergunta estava uma triste entonação, então percebo que ele realmente estava levando isso a sério. — Nos desculpe pela demora, aqui está o jantar de vocês! Disse o garçom ao nos trazer o jantar depois de um século. Mas pelo menos fui salva pelo gongo em não responder pelo menos agora a essa pergunta de Raimundo. Eu fui a esse jantar decidida a dar uma chance a Raimundo, mas, cada vez que ele abre a boca eu dou um passo atrás nessa minha decisão. Ficamos calados por um bom tempo enquanto Degustávamos daquela iguaria. Até que o restaurante escolhido por ele era bastante cômodo, de classe, de verdade Raimundo não tinha pena em gastar com o que era bom. — Você bebe? Eu pedi vinho. Diz ele cortando o silêncio. — Nunca bebi. Digo a verdade. — Sério? Não gostaria de experimentar? — Não sei, não quero ficar bêbada. Digo envergonhada, ele abre um sorriso bonito. — Você só ficará se beber demais e não fará isso. O que eu escolhi não tem muito Alcóol você pode beber considerável e não ficará bêbada. — Tudo bem, sempre tem uma primeira vez.. Então vamos lá, pede para que o tragam. Eu pareço está animada com a idéia de tomar vinho pela primeira vez. Ele faz sinal ao garçom, que prontamente aparece com o tal vinho, fico receosa, mas Raimundo me encoraja e, não vejo nada demais com o primeiro gole é doce e eu gostei, parto para um segundo gole. Raimundo percebe que já vou para o quarto gole com muita sede e me impede. — Wou, calma ai princesa, lembra que eu disse que você tem que ir com calma? Nesse momento eu comecei a rir, ria como se ele houvesse me contado uma piada boa, vejo que ele está sério e o chamo para dançar em uma outra parte do restaurante que tinha um salão de dança. Ele aceitou, claro. — Espera ai.. E coloquei mais vinho na Taça, bebendo tudo de uma vez, ficando bastante animada e eu gostei disso. Fomos para o salão de dança e no momento tocava uma música lenta, agradável, Raimundo colou seu corpo ao meu, segurando firme em minha cintura me conduzindo à dança. Estava agradável está ali dançando com ele, o que era bom, até que ele falasse. Não esperando por esse momento, Raimundo distancia seu corpo um pouco do meu e segura meu rosto com suas duas mãos, com um olhar do qual não consegui decifrar. — Gilda, você me faz querer ser melhor, eu gosto de você. Por favor me dar uma chance. Ele disse, e eu engoli seco sentindo o peso de suas palavras, tentei desvencilhar dele, mas ele, entornou seu braço em minha cintura, me impedindo de sair de perto dele. — Raimundo, eu.. eu.. — Gilda, eu sei que as vezes eu ajo de forma tosca, mas sou muito sério e mesmo que você não me leve a sério eu posso te fazer feliz. Eu o olhei fixo por um instante, e pensei por um segundo nessa possibilidade, ele poderia me fazer esquecer Raul, mas seria dificil porque eu não sentia nada por Raimundo, nadinha, como eu poderia esquecer Raul ao lado de Raimundo sendo que eu não sentia nada por ele? Possivelmente não esqueceria, seria como nadar e morrer na praia. O que fazer? Percebo que Raimundo está bem próximo de meu rosto, vejo seu olhar fixar em meus lábios, me assusto quando ele se inclina ainda mais e quase me beija. — Não Raimundo! — Porque não? É só um beijo Gilda, talvez seria o suficiente para te mostrar que sou pra você.. Ele diz e eu consigo sair de seus braços.
— Eu não preciso que me mostre nada, o que eu preciso é sair daqui. E numa rapidez eu me viro para seu lado oposto tentando sair dali meia zonza. Não havia chegado nem na porta para a saida do salão e dou de cara com Raquel e... e Raul. — Gilda? Você por aqui? Ela me olha de cima abaixo, e minha cabeça roda, pisco várias vezes ao olhar Raul, ele me olha sem nenhum significado em seu olhar, e o que me sobe uma irritação é o ver segurando possesso a cintura de minha irmã. — Eu.. É, eu estou com Raimundo.. Digo, olhando para os lados o procurando, me lembrando de que o deixei plantado no meio do salão. — Então vocês estão.. — Claro que não! A interrompo por entender exatamente o que ela ia dizer. Raul não muito interessado naquela conversa, olha para Raquel me ignorando totalmente. — Vamos querida, ainda temos que ir àquele outro lugar. Eu forço meu cérebro raciocinar. Então esse era o tal compromisso do qual ele fez eu cancelar seu jantar com aqueles contatos, sairia com Raquel e depois,.. depois sabe lá o que iriam fazer, não quero nem imaginar o que minha mente teima a me dizer. Ele beija a mão de Raquel e olho em volta a procura de Raimundo. Droga! Essa era um ótima hora para ele aparecer. — E onde está Raimundo? Te deixou sozinha... Desdenhava ela, e eu a ignorei total, tentando nao olhar para Raul. — Gilda! Ai está você, pensei que já estivesse ido, eu... Eu não sabia o que estava fazendo , só senti vontade de fazer e o fiz. Não deixei Raimundo terminar o que dizia, e rapidamente como se fosse uma necessidade, o beijei, o beijei intenso. Ele me segurou firme pela cintura, correspondendo, enquanto eu baguncava seus cabelos. Cessei o beijo por falta de respirar , dei uma rápida olhada no tal casal,não tive coragem de enfrentar o olhar de Raul, mesmo ele não sabendo, fiz isso por está com raiva e ciúmes dele com minha irmã, queria de alguma forma o fazer sentir ciúmes também, que loucura, como se realmente ele houvesse se importado,e Raquel me olhava Abismada, ela não esperava com certeza, vi sua boca formar um "o", visivel era sua surpresa, e eu sabia que seria manchete na faculdade amanhã cedo, isso com certeza minha gêmea não deixaria passar. Volto meu olhar para Raimundo novamente, ainda estava com os braços envolto a seu pescoço, o olhei e ele parecia vibrar. — Sim, Raimundo. Eu aceito a ser sua namorada! Disse buscando manter a sinceridade, eu estava com raiva, ciúmes, zonza e confusa, talvez me arrependeria disso depois, mas no momento eu precisaria fazer isso. Raimundo não esperou e rapidamente preencheu meus lábios, e eu... só tive reação de correspondê-lo...
Notas finais
É correto agir por impulso? Eu penso que não, e por esse motivo pode dar ruim para Gildinha heim.. Jiji..
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