Um Belo Errado
12 Vadiazinha mirim!
Notas iniciais
Então aqui está mais um capítulo, queria conversar sobre algo com vocês, as cenas de sexo! Não sou boa nisso já deixei claro e estou tentando melhorar, peço a paciência de vocês, vou tentar reescrever o capítulo 9, por hoje é só, curtam o capítulo!
Beijos!
Tentei entrar em minha casa de forma que não acordasse meus pais que a essa hora com certeza já dormiam, subi as escadas tropeçando já que a bebida ainda estava em meu cérebro e meus saltos altos não ajudavam.
— Filha? É você ai? — Minha mãe perguntou em meio a escuridão e eu caí com tudo no chão. Minha mãe ligou as luzes e eu corei pela situação em que encontrava, ela balançou a cabeça em negação e me ajudou a subir as escadas me levando até o banheiro. Ela vagarosamente arrancou minhas roupas e ligou o chuveiro, a água escorrendo pelo meu corpo era hipnotizante, mas minha mãe logo tratou de me tirar do transe que aquilo me causara. — Me diga o quanto você bebeu. — Minha mãe exigiu enquanto me secava.— Eu não bebi nadinha... — Menti, mas ela não acreditou. — Não minta para sua mãe! Não vou contar ao seu pai, mas amanhã vai estar de ressaca e mesmo assim terá de ir à escola! — Ela falou e eu apertei os olhos, escola não, por favor não! — Ah mãe... — Comecei e ela revirou os olhos. — Vista uma roupa e já para cama! — Ela falou aumentando o tom de voz e me enrolando na toalha branca e felpuda. Respeitei sua ordem e fui para o meu quarto, abri minha gaveta de pijamas e peguei o primeiro que achei, não vesti calcinha ou nada assim, apenas vesti os pijamas e me deitei com o cabelo molhado no travesseiro. Dormir estava se tornando um desafio, cada vez que virava para um lado da cama o meu pensamento viajava para a noite anterior, as lembranças do que eu e Peter havíamos feito me causava arrepios, eu sabia que aquilo nunca mais aconteceria e me sentia um caco por isso, eu amo aquele homem e sei que preciso dele se quiser ser feliz. Quando finalmente peguei no sono, minha mãe veio ao meu quarto e disse que eu teria de levantar para ir a escola, eu me sentia tão mal que caminhar estava sendo difícil. Por fim, levantei e fiz minha higiene pessoal, vesti uma calça e uma blusa e calcei meu tênis que não havia usado desde que me mudei, hoje eu iria ter de enfrentar muita coisa na escola, Maria agora me odiava e eu não possuía nenhuma amiga além dela. — Boa aula filha! — Meus pais me desejaram antes que eu saísse pela porta em direção ao meu inferno diário. Como eu havia imaginado, todos me olhavam e olha que eu ainda não tinha visto Maria, mas logo depois de sentir o alívio por não ter a visto, ela fez questão de destacar sua presença, ela me lançou um olhar gélido e eu abaixei a cabeça, quando olhei para o chão percebi que havia uma rachadura no piso, por dentro eu tinha certeza de que meu coração se encontrava na mesma situação, sem homem que eu amo e sem minha melhor amiga, muito bem Jade! — Olha, olha, se não é a vadiazinha mirim! — Kelly passou me empurrando e Maria sorriu ao ver o gesto da amiga. — Acho que nem tão mirim assim! — Maria disse e saiu gargalhando com suas amiguinhas cobras. Esperei que elas saíssem e corri para o banheiro, eu me sentia tão mal que não aguentei mais e me pus a chorar, talvez eu merecesse aquilo tudo. A porta se abriu revelando uma moça de cabelos alaranjados e bochechas rosadas, assim que me viu se aproximou de mim e enxugou minhas lágrimas. — Meu Deus! O que aconteceu para estar assim? — Ela perguntou e eu continuei chorando, era impossível parar. — É muito complicado para explicar. — Eu disse e me levantei, mas a moça me segurou. — Nunca ache que é difícil demais ou que não vale a pena, o destino nunca erra, acho que esse conselho vale para qualquer coisa que esteja passando. — A moça disse e me soltou, eu não entendi exatamente o motivo dela ter me ajudado, mas mesmo assim agradeci por dentro. As aulas passaram vagarosamente, e quando finalmente o sinal bateu, senti-me liberta de meu inferno diário, recolhi minhas coisas e saí correndo pelo corredor, queria sair de lá de qualquer jeito, mas alguém pôs o pé na frente e eu caí no meio do pátio, alguns pararam para ver, outros riram, olhei para cima e pude ver o sorrisinho no rosto redondo de Kelly. — Não cansa de me encher o saco não? — Perguntei e me calei quando percebi que Maria estava do seu lado. — Não mesmo, projeto de meretriz! — Kelly falou e eu nunca pude sentir tanto ódio daquela criatura, e nunca pude sentir tanto desprezo vindo da parte de Maria. Levantei-me e as duas saíram de perto, Maria mexendo em seus cabelos louros e Kelly a abraçando, ás vezes eu tinha a impressão de que Kelly era apaixonada por Maria, mas nunca havia comentado aquilo com ninguém. Finalmente pude sair daquela escola, fui caminhando em direção a minha casa, até que alguém tocou o meu ombro, quase caí para trás quando percebi a presença de Jeremy. — E aí Jade? — Ele perguntou e eu ainda estava surpresa demais para responder, eu conheço o cara em um dia e no outro ele está na minha escola, loucura não? — O que você está fazendo aqui? — Eu perguntei enquanto chegava se alguém estava a nos olhar. — Vim te ver ué! — Ele falou e se fingiu de ofendido fazendo biquinho e cruzando os braços.
Olhei firmemente em seus olhos azuis e disse: — Você pirou o que? As pessoas já me acham uma vadia e agora me vendo conversar com você só vão ter a certeza! — Falei pondo a mão na cintura. — Não seja convencida! Não vim aqui te ver, isso foi só uma brincadeira, vim apenas checar se está tudo bem com a Alice! — Ele falou e eu fiquei ainda mais confusa, quem é Alice? — Quem é Alice!? — Perguntei curiosa e ele sorriu feito criança. —Lembra do que eu te comentei ontem? Então é a tal garota que está grávida. — Ele respondeu calmamente e ainda com olhar infantil. — Ela estuda aqui? — Perguntei atônita. — Sim, é aquela ali. — Ele disse apontando para a moça ruiva que havia falado comigo no banheiro. — Aquela garota está grávida? — Eu perguntei observando sua barriga reta e ele assentiu. — Sim, está! — Ele respondeu e eu continuei confusa. — Cada um com suas manias! — Eu disse e me afastei de Jeremy. O caminho para casa estava sendo incrivelmente tranquilo, as minhas pernas doíam um pouco, e a mochila estava pesada, mas mesmo assim não estava me importando muito. Passei em frente a um beco e fui puxada para dentro por alguém, me virei assustada, mas respirei aliviada quando vi que era Peter. Ele encostou meu corpo contra a parede e se apertou contra mim, eu pude sentir seu corpo me desejando e eu ansiava por cada toque seu, sua respiração estava descompassada. Peter desceu suas mãos frias pelo meu colo detendo-se sobre meus seios, e em gesto inesperado me puxou para si e me beijou de forma desesperada como se aquilo fosse a coisa que mais precisasse naquele momento, não só ele precisava como eu também, naquele momento nós não éramos o pai de Maria e sua melhor amiga, éramos só Jade e Peter.
Notas finais
Gostaria de pedir um imenso favor à vocês: Por favor leiam esta história e digam se tem ou não futuro, é muito diferente dessa, mas preciso de opiniões, desde já agradeço! http://fanfiction.com.br/historia/624538/A_amante_do_rei/
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