Um Baile, Uma Resolução

9 Uma Noite Inesperada.


Notas iniciais
Eu estou com esse capitulo pronto a dias.
Mais como novamente só tinha 2 reviews eu não postei.
Bem, vamos continuar com o baile.
Espero que gostem da continuação.
Boa Leitura.
(Capitulo repostado por ver erros no anterior)

- Ela não parece muito feliz! _ Diz Quim ao analisar Mônica depois de observar ela conversando com o suposto Fantasma.

- Será que ela percebeu que ele não era o cara certo? _ Perguntou Aninha.

- É cada babado! Será que o fantasma verdadeiro não entrou?_ Perguntou Denise.

- É possível! Mais se isso aconteceu ela pode levar algum tempo para descobrir. _ Falou Franja.

- E cadê o Cebola quando precisamos dele? _ Perguntou Xaveco.

- Cascão, sabe onde ele se meteu? _ Perguntou Maria Cascuda.

- Por que eu saberia?_ Disse suando frio.

- Você é amigo dele. Só por isso.

- E...e ... eu?

- Cascão? O que você sabe? _ perguntou Franja.

- Eu não sei de nada. _ Ele estava no limite. Se o pressionassem mais uma vez...

- Com licença. _Todos se assustaram com o cumprimento inesperado. –Perdão por interromper mais preciso de ajuda.

- O que precisa? _ Perguntou Xaveco surpreso.

- Poderiam me ajudar a encontrar a Mônica? _ Perguntou e Cascão ficou um pouco nervoso.

- O que você quer com ela? _ Falou demonstrando estar um pouco nervoso.

- Somente quero falar um pouco com ela.

- Mais ela não quer falar com você pode ter certeza. _ A turma estranhou a reação dele.

- Ela que tem que decidir isso não acha?

- Ela não fala com mentirosos? _ Gritou.

- Se eu não sou o verdadeiro, então quem é? _ Perguntou e Cascão olhou em volta e ficou constrangido. Todos o olhavam esperando a resposta. – Você deve saber já que tem certeza que não sou eu. _ Maria Cascuda o encarou e ele suou frio.

- Até onde você pretende ir? _ Todos se viraram e deram de cara com o outro Fantasma. – Quer tanto assim descobrir que é seu oponente que esta disposto a provocar outros a te dizer?

- Eu sei quem é você. Não acha que seu amigos também merecem saber?

- Não tenho tanta certeza se eles querem saber.

- Eu quero! _ Disse Xaveco levantando o dedo.

- Mais ainda que queira, não chegou a hora. Na hora certa todos vão saber. _ Respondeu um deles. – O importante é eles saberem quem é o verdadeiro.

- Todos vão saber? Não vai dizer que o Homem de papelão aqui não sabe? _ Disse se apoiando em Cascão que logo fugiu.

— É Cosmo Guerreiro! _ Gritou.

- Ainda que ele saiba, por que deveria contar pra todo mundo? Isso não seria trair a confiança dos outros?

- Ele sempre contou os segredos do melhor amigo. Alias, não seria traição ele esconder quem você é que todos te consideram rival dele?

- Rival por que? _ Perguntou já pensando em um modo de se livrar daquele chato. Toda a turma estava se juntando a eles e observando a cena. Isso era o que menos ele precisava.

- Você é tão rival quanto eu, pelo coração da Mônica! Ou vai dizer que não gosta dela?_ Ele não poderia negar ou arranjaria uma encrenca quando ela descobrisse a verdade. Se é que descobriria.

- Isso não é problema seu. _ Foi tudo o que conseguiu pensar para responder.

- Então está na briga não é?

- Estou! _ Afirmou. Já sabia sua jogada. – Mais ao contrario de você, não vou jogar baixo. Conheço seus truques. E sinceramente, não faria nada de mal a ela. Se ela quer ficar com outro, que fique! É um direito dela. Mais nunca tentaria enganar ela como você esta tentando fazer hoje.

- Não me importo com o que você me diz. _ Falou dando um passo a frente com intenção de desafiá-lo.

- Mais eu sim! _ Falou Cascão entrando na frente. – Não me importa se me acham traidor ou não. Foi o Fantasma verdadeiro que me ajudou no primeiro Baile. E ele não falava mau de ninguém nem atacou ninguém com palavras como você e nem tentou colocar a gente uns contra os outros. Então, prefiro guardar o segredo dele do que cair no seu joguinho.

- Valeu Cosmo Guerreiro!_ Falou feliz com o amigo.

- Não é Cosmo Guerreiro é caixa de Papel... Epa! É Cosmo Guerreiro mesmo! _ Disse sorrindo.

- Traindo o seu amigo desse anos dessa maneira?

- Ele não está traindo ninguém! _ Disse Maria Cascuda se pondo a frente do namorado. – ele está certo! O verdadeiro Fantasma é totalmente diferente de você. Ele nos ajudou no ultimo baile e nós nem sequer agradecemos. E o Fantasma tem razão:..._ Ela olhou pra ele. – A Mônica que tem que escolher e não a gente. _ Toda a turma olhou um para o outro.

- A Namoradinha protegendo o Namorado. Que tocante!

- E não é só ele! _ Falou Xaveco entrando na frente do Fantasma.

- E eu também concordo. _ Falou Isa.

- E eu!_ Disse toda turma. O Fantasma não sabia se ficava feliz ou contrariado por saber que toda a turma apoiaria um cara que não fosse ele ficar com a Mônica.

- Que decepção vocês vão ter..._ Disse e saiu andando.

- Miserável! Nunca vai mudar. _ Falou o entre os dentes.

- Isso não quer dizer que confiamos em você. _ Falou Carmem se virando e toda turma acompanhando.

- Mais estaremos aqui se precisar. _ Disse Franja. – Nos ajudou e não esquecemos disso fácil.

- Obrigado! _ Ele disse e observou Mônica vendo tudo de longe. Não soube traduzir o que seu rosto demonstrava. Parecia que estava...Triste! Mais por que ela estava assim?

Logo ele teve a resposta. Ela saiu caminhando e sem que ela percebesse ele a seguiu. Seus olhos rodavam o salão a procura de alguém mais pareciam não encontrar.

- Deve estar procurando o ex namorado. _ Ele levou um susto e se virou dando de cara com Irene. – Eles vivem se desentendendo mais não ficam uma sem o outro. Você deveria desistir dela eexplorar novos horizontes. _ Falou sorrindo.

- Obrigado mais, sei o caminho que devo trilhar. Você é quem deveria procurar melhor o seu.

Sentia-se mau. Não era sua intenção fazê-la ficar triste mais sempre fazia isso querendo ou não. Era hora de acabar com isso. Deixaria que Toni ficasse sendo o Fantasma Vigilante pelo resto do baile e quanto tempo quisesse e ele voltaria a ser o Pirata Cebola e estar ali para o que ela precisasse, Estava decidido. Era o certo a fazer.

Dirigiu-se apressadamente ao banheiro mais assim que tocou na porta ouviu um som forte vindo do salão festas e logo em seguida a música parou. Ficou indeciso se deveria se trocar primeiro ou ir ver o que estava acontecendo. Mais como a intenção de criar o Fantasma era proteger a turma e estar do lado dela, decidiu ver primeiro o como estavam e depois então se trocar.

Ao entrar no salão esperava ver todos conversando enquanto alguém junto com Franja tentava da um jeito no sistema sonoro que tinha dado defeito. Ou a turma em pânico por algo que tivesse acontecido. Mais nada disso tinha acontecido. Estavam todos parados olhando para o lado do salão como se ali estivesse acontecendo a coisa mis interessante do mundo. Ele olhou, apertou os olhos para tentar ver melhor, entortou o pescoço para um lado, para o outro, mais não achou nada que fosse tão interessante. Por fim, chegou a uma conclusão lógica: Havia algo de errado. Todos pareciam hipnotizados.

Mais se eles estivessem hipnotizados não tinha que ter um maluco bem na frente deles gritando coisas do tipo “Meus servos vão me servir e eu serei o dono do mundo” ou “vou me vigar de todos que riram de mim” ou “Agora vocês são uma galinha”? Cadê o tal maluco?

Sem contar que a lógica manda eles estarem virados para o palco esperando o tal “mestre” entrar e dar suas ordens. Mais eles olhavam para a parede. Será que a parede agora era o “mestre”?

Começou a rir lembrando-se da vez que a turma brincou de “O Mestre Mandou”. Aquilo sim foi um desastre. Mais seu riso parou ao ver que somente ele ria enquanto todo o resto ainda estava vidrado naquela parede. Começou a tentar imaginar quem poderia pesar por detrás de tudo aquilo. Que tipo de vilão faria isso?

Por mais que tentasse não conseguiu imaginar ninguém que tivesse aquele tipo de habilidade. Talvez depois de tanto tempo lorde Coelhão estivesse de volta com seu exercito e alguma maquina que fazia seus amigos travarem assim? Mais por que isso não o afetava?

O poderia ser O Computador o Astronauta que se rebelara a alguns anos e agora estaria usando a turma para ataca-lo? Mais se fosse, provavelmente teria que ter informações de toda turma. Então saberia que ele é ótimo com informática e poderia detê-lo. Isso não fazia sentido algum.

Não adiantava! Por mais que pensasse nenhum dos vilões anteriores pareciam capazes de deixar a turma toda daquele jeito. Mais por que eles estava assim? Não podia ser do nada.

Doeu em seu coração imaginar que aquilo poderia ser um plano de alguém para ferir seus amigos. E ainda mais ver a sua amada daquele jeito. E ainda do lado daquele farsante. Não pensou duas vezes. Aproximou-se do rival e arrancou a mascara dele sem receios. Imaginou a cara de todos ao ver aquele mentiroso sem a mascara. Isso era algo que não perderia.

Mais seu real interesse era na garota do lado do farsante. Segurou a mão dela e sentiu-se totalmente impotente ao ver que ela não movia a visão daquele ponto na parede. Depositou um beijo nos lábios dele e, ao sentir que não era correspondido, sentiu o sangue ferver na veia.

- Quem é você? _ Gritou. — Aparece idiota! Vem aqui se acha que pode fazer o que bem entender com os outros. Acha mesmo que vou deixar você manipular os meus amigos segundo o que você quer? Está muito enganado! Por que não aparece e se mostra seu covarde?

Um som de pisadas se fez forte no salão. Por um segundo imaginou que não tinha sido uma boa ideia chamar a atenção do inimigo assim tão rápido. Por alguns instantes, acreditou que ele viria ataca-lo com um robô enorme. Ou pelo som fosse um tanque de guerra. Mais para sua surpresa viu sua amada e todos os seus amigos se virarem em sua direção.

- Er... Oi galela.... Tudo bem com vocês? _ Falou tentando andar para trás mais esbarra em alguém que tenta segura-lo. Mais ele consegue desviar e afasta-se um pouco. – Não podemos convelsa soble algo? _ Franja tenta segurar ele mais ele puxa Cascão e força o amigo a levantar o braço fazendo franja desmaiar. – Desculpa ai amigo mais você que pediu! – Empurrou Cascão e saiu correndo com todos atrás dele. – Eu podia ter ficado calado. Mais não, tinha que glitar com o desglaçado!

Ele consegue sair do meio da multidão e começa a correr pela casa com uma multidão atrás dele. Subiu a escada e quando estava quase morrendo de casaco e sem idéia mais pra fugir de tanta gente, tirou sua bengala e, pendurando-a no corrimão o gancho dela e se segurando na outra ponta, pulou do alto para baixo.

- Droga! _ Disse ao sentir uma fina dor nas pernas. – Como o Cascão consegue fazer Le Parkur? Isso dói. _ Olhou para o alto e viu a turma meio perdida. – Parece que esse controle deixou eles meio burros. Melhor pra mim. _ falou se recuperando e aos poucos caminhando ainda sentindo o calcanhar. – OK! Onde um bandido poderia se esconder nesse casarão? SE bem que para se esconder aqui a pessoa tinha que conhecer a casa. _ Ele começa a escutar passos. – Que ótimo! Vou ter que salvar todos sozinho. E ainda correr pra não machucar ninguém.

Ele tenta apresar o passo mais o calcanhar começa a piorar. Logo ele dá de cara com alguns garotas a sua frente.

- E ai gente! Como está o baile? _ Ninguém responde. – Começo a achar que estou em um monologo. _ Ele tenta correr mais logo que se vira percebe que esta cercado. – Desculpem mais agora não tenho muito tempo pra conversar. Tenho um vilão pra derrotar. _ Ele entra na primeira porta que vê a frente.

Ele entra e respira fundo dando alguns passos a frente naquela escuridão, ele vai apalpando a parede. Depois de segundos que pareceram uma eternidade, Ele finalmente encontra o interruptor e acende a luz. Para sua tristeza, ele havia se trancado em uma sala cheia de caixas e sem nenhuma outra saída.

- Que ótimo! O que está me faltando agora? _ Ele escuta o barulho de algo caindo atrás de si e suspira. – Por que o herói sempre se ferra de alguma forma? _ Ele se vira e se depara com o seu adversário inesperado. – Mônica! _ Seu coração dispara a medida que ela se aproxima e ele da passos pra trás. – Eu não consigo te derrotar! _ Sussurrou.

Notas finais
Eu não sou muito boa em detalhar aventura.
Tentei fazer o máximo e acabou saindo um mega capitulo meio azucrinado.
Uma luta entra Mônica e Cebola já era esperada né?
Por isso não fiz mistério sobre quem estava dentro do quarto.
Quanto o que vai acontecer, ( Como a Mônica vai quebrar o Cebola*Não é mistério pra ninguém isso*) Não esperem muita coisa por que eu não soube como descrever bem.
*E com pouco review a inspiração dançou*
Sem contar que não falei nada mais esse provavelmente é o penúltimo capitulo dessa fic.
As ideias que tinha quando comecei acabaram.
Espero os coments.
Besitos.
(Quem leu o anterior vai ver a diferença. Jessiky, Dani25962, Mismaryeva e Lirs26, valeu pelos reviews...)