Um Anjo assassinado
2 Capítulo 2 Confuso
Notas iniciais
Eu acordei no chão do meu quarto, sem lembrar muitas coisas, estava tudo muito.
Estranho, tudo muito confuso. Desci as escadas e vi meus pais conversando com
Policias estavam em três, mais um falava por todos. Seu nome era Jon.
Eles falavam algo sobre eu ter sumido há três dias. Eu ouvia a tudo da escada
E nesse momento vi meus pais perguntando se achara alguma coisa, alguma.
Pista. E o policial nesse momento, amostrou um cachecol que eles diziam.
Ter achado em um deposito. Que ficava em meio a uma estrada perto de onde eu morava
Pude observar os olhos dos meus pais cheios de lagrimas.
Foi ai então que eu resolvi me pronunciar. Gritando que eu estava bem, que eu estava ali.
Mais foi como se eles nem tivessem me ouvido, eu tentava , tentava e tentava
Mais foi em vão foi ai então que percebi que eu não estava mais ali, eu queria.
Que fosse apenas um pesadelo! Mais não era,eu não estava mais na terra pelo
Menos não entre os vivos, o que eu era? Por que eu estava ali?, Por que comigo?
Eram respostas que eu procurava o tempo todo, o tempo passava e os dias eram todos
Iguais. Eu era uma criança perdida em meio a um mundo Onde tudo que eu queria que
Acontecesse, acontecia!
Será algum tipo e julgamento? e em meio a tantas perguntas sem repostas eu
Continuo ali, todas as noites eu tinha o mesmo pesadelo! Eu lembrava aos poucos
O que aconteceu comigo, aquela casa, meu assassino, minha família que a essa
Altura se destruía aos poucos, e o pior onde eu estava, ou o que tinha acontecido comigo.
Os policias investigavam tudo e todos do bairro, mais por que não o vizinho que morava na rua de baixo.
Naquela casa vermelha.
Meus pais continuavam na esperança de eu estar vivo, e eu continuava vendo minha
Família se desestruturando meu pai queria entender o que havia acontecido
Mais não havia provas, NADA, foi como se simplesmente eu tivesse fugido.
Mais eu continuava preso a esse mundo, eu tentava ir cada dia mais longe, eu.
Poderia ir para onde quisesse, eu poderia ter o que quisesse todos os meus desejos.
Viravam realidade, mais o que eu queria mesmo era estar vivo.
Meu assassino estava vivo, eu morto aquilo, trazia um sentimento que eu nunca tive
Por ninguém, enquanto estava vivo, aquilo me trazia ódio eu pude perceber que enquanto.
Eu sentia ódio meu mundo começava a ficarcinza, morto sem vida. O que eu mais queria
Era ele morto.
Era estranho sentir algo, que eu nunca havia sentido, mais foi ai que percebi que isso
Só pioraria ainda minha situação que já não era boa.
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