Notas iniciais
Oiiii genteeee! Um Amor que Cura ainda vive! EEEEEEEEEEE mas está nos últimos capítulos :( no entanto,acalmem seus corações, porque vou escrever alguns capítulos, de uma outra versão dessa fic, assim que ela acabar... A mesma história com dois caminhos diferentes... Sim sou dessas kkkk A joia rara é amor que renasce entre Adélia e Alberto... Boa leitura!

Adélia ficou admirada ao perceber que estavam entrando na joalheria.

—Oque faremos aqui?

Ela apertou a mão dele curiosa.

—Você já vai ver!

Ele cumprimentou a moça do balcão e pediu para trazer a encomenda dele. Adélia ficou observando atenta ela trazer uma caixa de veludo preta.

—Aqui senhor, está como pediu!

—Ótimo. – ele pegou a caixinha com delicadeza e olhou para Adélia. – Um presente adiantado de formatura.

—Já me deu um presente, o vestido lindo que mandou fazer...

—Adélia, só abra a caixa sim?!

Sorrindo ela pegou a caixa com cuidado, os olhos brilhando de ansiedade, abriu devagar e encontrou um anel lindo, o aro fininho, no centro uma esmeralda, o verde mais lindo que ela já tinha visto, e em volta pequenos diamantes destacavam a peça.

—Um anel de formatura?

—Sei que seria mais sensato seu pai lhe dar esse presente, mas me desculpe minha ousadia, eu queria ter o prazer de ver seus olhos assim brilhando...

—Meu pai provavelmente, assim como minha mãe, nem mesmo compareceram a formatura que dirá me dar uma joia dessas...

—Você gostou? – ele perguntou vendo um vislumbre de tristeza nos olhos dela.

—Eu amei...

—Então porque ficou triste?

—Desculpe, eu lembrei que meus pais nunca me apoiaram em nada. Mas não importa, eu jamais esperava um presente, ainda mais com meu humor nesses últimos meses, não tenho agido como a melhor das esposas...

—Linda, vamos esquecer o que passou e olhar para o presente e futuro. – dizendo isso ele colocou a mão sobre a barriga dela no mesmo momento que o bebê fez um movimento alegrando os dois.

—Parece que tem mais alguém feliz! – Adélia sorriu colocando a mão sobre a dele.

—Sim, nosso pequeno, ou pequena está tão feliz quanto a gente, afinal finalmente vai ter o pai e a mãe juntos.

—Alberto... – ela dedicou a ele seu olhar mais cativo. – Você está sendo incrível!

—Meu amor, incrível é sentir você novamente assim... – ele fez um carinho no rosto dela.

—E agora nada vai nos atrapalhar!

—Nada! – ele sorriu dando um beijo intenso nos lábios sorridentes de Adélia.

***

Já em casa Adélia contava eufórica a novidade para Joana.

—Até que enfim! Eu não aguentava mais ver vocês separados.

—Isso acabou, estamos bem. Joana, você precisa ver o vestido... E olha esse anel!

—Querida, graças a Deus, vejo brilho nos seus olhos novamente...

—Fui tão tola, em não perceber que na verdade Alberto escondeu tudo para me preservar, você tinha razão...

—Minha menina... Nada nessa vida é por acaso... Veja tudo isso que aconteceu, trouxe uma benção para essa casa, o pequeno Téo, e ainda reforçou o amor de vocês.

—Sim, de fato, Téo foi benção, cada vez que vejo Alberto ninando ele meu coração se enche de amor e alegria, meu filho terá um ótimo pai.

—Sim... E Maria também... – a negra falou baixando os olhos como se quisesse esconder seus sentimentos.

—Como?

—Eu acho que Alberto está certo em querer colocar minha neta no nome de vocês, até mesmo que ela nem tem um sobrenome de pai...

—Joana... Desde que vi aquela pequena criatura vir ao mundo, me apaixonei por ela, Maria é como minha filha, e você é como minha mãe, nada mais justo que fazermos dessa família uma só.

Joana voltou os olhos para Adélia, ambas estavam emocionadas.

—Um dia eu não vou mais estar aqui... Quero que minha neta, tenha um futuro digno, que cresça em sabedoria, que seja amada... Você minha filha, é a pessoa certa para cuidar dela.

Adélia se entregou ao choro e abraçou a mulher.

—Querida Joana, vou amar tanto sua filha, tanto quanto já amo o meu bebê... E você não pense que vai nos deixar, isso está longe de acontecer, tem três netos para ajudar a criar.

Alberto que havia subido olhar as crianças, chegou encontrando as duas chorando abraçadas e a tempo de ouvir o final da frase da esposa. Extasiado ficou de longe observando a cena.

—Chega, chega de chora Adélia! – Joana afastou-se e pegou as mãos da moça entre as suas. – Vou ajudar a criar os três, e todos os outros que vão vir ainda, quero ver essa casa cheia de crianças correndo, alegria transbordando por cada cômodo.

—E verá! – Alberto se aproximou surpreendendo as duas. – Essa família crescerá tanto Joana, que teremos que nos mudar para outra muito maior! E a partir de hoje você não é mais empregada aqui não!

—Não? Como assim? Eu... Eu quero trabalhar aqui! – Joana ficou assustada não entendendo o que o rapaz queria dizer.

—Acalme-se, quero dizer que contrataremos outra ajudante para Estela, e você será responsável por elas, mas não vai mais trabalhar nos serviços da casa. Assim pode ficar mais atenta a Maria e ao Téo, e essa sua filha que talvez tenha esquecido, mas está de repouso absoluto!

—Eu não esqueci não, mas acho ótima a ideia, Joana não negue esse pedido, você é parte da família!

—Eu não sei o que falar... Minha vida inteira só fiz arrumar, lavar, passar, cozinhar... Mas eu aceito sim, afinal essa teimosa que você arrumou de esposa Alberto precisa de cuidado vinte quatro horas!

—E eu não sei!

—Que isso vocês dois? Um complô?

—Minha querida é só amor e cuidado... E acho que está na hora de subir, se banhar e acalmar das emoções de hoje...

—Ah mas...

—Não falei? Teimosa!

—Joana tem razão, amor, mas eu faço questão de ajudar, venha.

Alberto estendeu a mão para Adélia que aceitou a ajuda para levantar.

—Eu não sou teimosa, só acho que vocês exageram demais, estou ótima!

—É tão teimosa quanto é linda... – ele falou dando um beijo na mão dela que se derreteu sentindo o toque dos lábios em sua pele.

Sobre o olhar emocionado de Joana os dois subiram. Era impossível não perceber o amor dos dois, a atmosfera na casa tinha mudado completamente.

***

Já no quarto Alberto preparou o banho e a ajudou tirar a roupa, carinhoso, a enchia de beijos suaves. Não precisavam de palavras, só de sentimentos, naquele momento. Quando a viu despida de qualquer tecido a comtemplou, estava linda, os seios mais fartos, a pele mais rosada e a barriga protuberante dava um toque terno e sensual ao mesmo tempo no corpo feminino.

Não podiam estender muito as caricias devido ao estado delicado de Adélia, mesmo assim, entraram juntos na banheira, explorando cada sensação do contato de pele com pele. A água morna abrandando a vontade implícita de se tornarem um só.

—Você precisa ficar bem meu amor... Não sei o que vou fazer se algo lhe acontecer no parto...

—Não vamos falar disso... Não agora... Não aqui... Eu senti muita de você, assim... Me tocando e me amando, mesmo que eu não possa te dar tanto prazer quanto gostaria...

—Não seja boba, só de estarmos assim já é prazeroso... E logo quando esse pequenino chegar, todo será como antes... Ainda melhor...

—Hum...

O beijo intenso e as caricias veladas conduziram os dois naquele momento.

Notas finais
Aiiiiiiiiii não está meloso demais??? Gente essa fic é a mais pedida O.o sinto muito por estar tão desleixada com ela :( mas não vou deixar ela parada não, logo, logo vem a formatura de Adélia! Beijos!