Um Amor para Toda a Vida
2 Capítulo 2
Notas iniciais
*pulaando* eu recebi reviews õ/
Obrigaada Katsu-Kaulitz e Yoohana õ/
Bom, então ta ai mais um capitulo.
Boa leitura!
Segui com os garotos para a casa do tal Strify, eles me explicaram o motivo do “roubo” da bicicleta, pelo menos um dos Kaulitz tinha que chegar à sorveteria onde trabalhavam antes da mãe deles, que tinha viajado e como o “despertador não tocou” eles se atrasaram e tiveram que pegar a bicicleta e ir pedir pro irmão do Strify levar ele de carro. História emocionante não é?
Eles começaram conversar, estavam planejando uma fuga da escola, eu ficava só rindo, eles são muito legais.
- E então gente, e os ensaios como que vai ser? – O Gee perguntou
- Ensaios de que? – eu perguntei curiosa
- Da nossa banda, Devilish.
- Aah – meus olhinhos brilharam – vocês tem banda? Que fofo.
- sim, mas ainda não somos famosos.
- É... Ainda. Só podemos ensaiar quando o Tom tiver tempo – Bill falou.
- Hum... E o que cada um faz na banda?
- O Gee toca baixo, o Gust toca bateria, o Tom toca guitarra e...
- Um guitarrista, hum... To querendo muito conhecer esse Tom – acho que eu pensei alto.
- Continuando – Bill me ignorou – E eu faço a melhor parte. – agora foi vez dos olhinhos do Bill brilhar.
- Ele tenta cantar sabe? – o Gee falou rindo.
- Aham, Georg senta lá. Eu sou canto e componho as musicas – ele falou com orgulho.
- E se Deus quiser, e Ele vai querer, nós ainda trocaremos de vocalista. – Gust finalmente falou algo. Eu ri
- Ninguém me supera – foi apenas o que Bill respondeu. Todos riram.
- Ok, é aqui Jéssi.
- Finalmente. – os meninos tocaram a campainha e logo saiu um garoto loiro de olhos azuis, ele é um gato.
- E ai pessoal – ele falou para os garotos que responderam apenas um “e ae” e entraram na casa.
- O que tem de bom pra nós comermos? – o Gust gritou lá de dentro.
- Comida – o Strify gritou – Deixa um pouco pra mim ok? – ele gritou e olhou para mim e logo depois para Bill, que baixou o olhar.
- Você deve ser a dona da bicicleta, estou correto? Eu sou o Strify, muito prazer.
- Sou sim, eu sou Jéssika, pode me chamar de Jéssi. O prazer é meu. – sorri.
- Entra ai então Jéssi, a bicicleta ta lá dentro.
- Não demora não ta? Tenho que te deixar em casa ainda – Bill falou baixo.
- Ok Bill.
- Bill, tenho que falar com você – Strify falou.
- Falar o que? Não temos nada pra falar – o Bill deu as costas para ele – Já me cansei de pessoas iguais a você – nessa hora ele ficou de frente para ele e o olhou nos olhos – Estou cansado de gente falsa, de gente que não se importa com os sentimentos de ninguém, de gente que só quer brincar com os outros – Bill falou calmo. Eu tava boiando, só olhando pros dois.
- Bill, eu quero falar a sós com você.
- Não, me esquece e vai cuidar da sua vidazinha perfeita. – Bill encostou-se à parede.
- Depois a se falamos então. – Strify falou e Bill não fez nada, não falou nada.
- Foi mal Jéssi, entra, vamos pegar a bicicleta – cadê o lindo sorriso dele? Sumiu.
- Ta bom. – o acompanhei, a bicicleta estava perto da porta, a peguei e ouvi os meninos falando.
- Quer sorvete “ser estranho”? – O Gee perguntou.
- Não cara, valeu. Já to indo ok? Tchau. Adorei conhecer vocês – falei sorrindo. Eles apenas acenaram já que a boca estava cheia demais. Eu ri.
- É sempre assim – Strify falou rindo comigo.
- Eu os expulsava – respondi – Então... To indo, tchau, adorei te conhecer.
- Já deu vontade, haha. Eu te levo até o portão.
- Ok então. Fomos até o portão, chegando lá Bill estava sentando, pensando em alguma coisa, estava tão concentrado que nem notou a nossa presença.
- Bill? Vamos?
- A, ta, aham... Vamos sim – ele falou se levantando.
- Tchau – acenei pro gatão, ops, Strify.
- Tchau, espero vê-la logo. Tchau Bill.
Bill não respondeu. Saímos, eu empurrando a bicicleta e o Bill muito esquisito.
- Você está bem? – perguntei para ele.
- Não, mais vou ficar.
- Tem certeza? – acho que ele tava entendendo que eu tava querendo saber o motivo da briguinha, a curiosidade ainda me mata.
- Não quero falar sobre isso ok? – ele falou frio, sem nem me olhar.
- Tudo bem, desculpa. – Falei sem graça.
- Fica d’boa. Escuta, hoje é meu dia de cuidar da sorveteria, então você vai comigo até lá de lá vai embora com o Tom, já que você não sabe voltar para casa, eu acredito.
- Eu só vou se você me der um sorvete de graça. – parei no meio da rua.
- Ta, então fica ai – ele deu as costas e saiu correndo.
- BILL VOLTA AQUI. Sai correndo atrás dele. Muito bonito pra duas pessoas de 15 anos.
Não corremos nem três minutos.
- Ok, eu me rendo, morri – Bill falou ofegante.
- Larga de ser fraco cara.
- Ta, você nem ta cansando né? Por que você é demais. – falou com ironia.
- Eu sou foda, eu sei – falei toda “me achando”.
- Ta bom senhorita foda, vamos logo se não o Tom me mata.
- Eu te protejo dele. Não Tom, por favor, não o mate, ele serve para alguma coisa ainda – fiz meu drama.
- Larga de ser besta e vamos logo – ele riu
- Ta bom, chato – começamos a andar.
- Sua infantil – ele responde.
- Olha quem fala, idiota, cara de mamão.
- O que? E eu que sou infantil né? – Continuamos com a briguinha até chegarmos à sorveteria. O Bill era muito bobo em muito divertido.
- Chegamos, finalmente, entra ai, vou pegar seu sorvete.
- Era brincadeira Bill. – eu sorri.
- Entra logo manow.
- Vou sentar aqui fora. Posso? Será que é pedir demais?
- Fica a vontade. – ele falou e entrou. Depois de cinco minutos meu sorvete chegou, mas não com o Bill.
- Oi, eu sou o Tom, irmão do Bill. Toma seu sorvete, eu não sei do que você gosta então trouxe de flocos. – ele sorriu
- Obrigada, eu sou a Jéssika, pode me chamar de Jéssy. Você acertou amo de flocos – eu peguei o sorvete e sorri – então você é o ladrão da minha bicicleta?
- Sou eu sim.
- Legal então.
- Os meninos já falaram por que eu a peguei né?
- Já sim. Fica tranqüilo. Senta ai, você não cresce mais não.
- Cresço sim. Hum... – ele sentou.
Tomei meu sorvete e ele ficou quieto, apenas me observando.
- Acabei, vamos?
- Eu sou obrigado né?
- Sim, você é obrigado.
- BILL, já estamos indo. – ele gritou e Bill saiu lá de dentro.
- Ta, tchau Jéssy. Cuida da minha amiguinha ta Tom? – Bill sorriu pra mim.
- Pode deixar, vou cuidar bem – vocês tinham que ver a cara de safado do Tom.
- Hum... Sei, cuidado vocês dois...
- Ta, ta bom, tchau. – eu e Tom saímos.
No caminho íamos conversando, Tom estava perguntando como era o Brasil, perguntando sobre minha vida, todo esse papo de quem não tem o que fazer.
- Então, você quer alguém que te mostre a cidade? – ele perguntou.
- Quero, ia ser bem legal – sorri.
- Então, me encontra aqui hoje, as sete.
- Ok então. – tínhamos chegado a praça perto lá de casa. – Daqui eu já sei ir pra casa. Tchau Tom.
- E aeeeeee pessoal – alguém falou, eu me assustei e virei para trás, era Strify.
- Vai assustar sua mãe – Tom falou.
- Atrapalhei alguma coisa? – ele perguntou.
- Não, não atrapalhou nada. – eu sorri – então, até mais tarde Tom – dei um beijo no rosto dele – Tchau Strify – acenei para ele.
- Humm... Tchau Jéssy. Cuidado com o Tom ok? De santinho ele só tem a cara, na verdade, nem a cara.
- Pode deixar. – Falei indo embora.
Fui o caminho inteiro pensando em Tom, e em como ele é lindo e legal, mais claro que as aparências enganam e que eu sei que não tem como saber o que ele realmente é só tendo uma conversa de 20 minutos com ele, mas, vamos ver no que vai dar.
Notas finais
Tchaau, bjos ;*
Posto o próximo capitulo na semana que vem.
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