Notas iniciais
Oii pessoaas liindas *-*
*pulaando* eu recebi reviews õ/
Obrigaada Katsu-Kaulitz e Yoohana õ/
Bom, então ta ai mais um capitulo.
Boa leitura!

Segui com os garotos para a casa do tal Strify, eles me explicaram o motivo do “roubo” da bicicleta, pelo menos um dos Kaulitz tinha que chegar à sorveteria onde trabalhavam antes da mãe deles, que tinha viajado e como o “despertador não tocou” eles se atrasaram e tiveram que pegar a bicicleta e ir pedir pro irmão do Strify levar ele de carro. História emocionante não é?

Eles começaram conversar, estavam planejando uma fuga da escola, eu ficava só rindo, eles são muito legais.

- E então gente, e os ensaios como que vai ser? – O Gee perguntou

- Ensaios de que? – eu perguntei curiosa

- Da nossa banda, Devilish.

- Aah – meus olhinhos brilharam – vocês tem banda? Que fofo.

- sim, mas ainda não somos famosos.

- É... Ainda. Só podemos ensaiar quando o Tom tiver tempo – Bill falou.

- Hum... E o que cada um faz na banda?

- O Gee toca baixo, o Gust toca bateria, o Tom toca guitarra e...

- Um guitarrista, hum... To querendo muito conhecer esse Tom – acho que eu pensei alto.

- Continuando – Bill me ignorou – E eu faço a melhor parte. – agora foi vez dos olhinhos do Bill brilhar.

- Ele tenta cantar sabe? – o Gee falou rindo.

- Aham, Georg senta lá. Eu sou canto e componho as musicas – ele falou com orgulho.

- E se Deus quiser, e Ele vai querer, nós ainda trocaremos de vocalista. – Gust finalmente falou algo. Eu ri

- Ninguém me supera – foi apenas o que Bill respondeu. Todos riram.

- Ok, é aqui Jéssi.

- Finalmente. – os meninos tocaram a campainha e logo saiu um garoto loiro de olhos azuis, ele é um gato.

- E ai pessoal – ele falou para os garotos que responderam apenas um “e ae” e entraram na casa.

- O que tem de bom pra nós comermos? – o Gust gritou lá de dentro.

- Comida – o Strify gritou – Deixa um pouco pra mim ok? – ele gritou e olhou para mim e logo depois para Bill, que baixou o olhar.

- Você deve ser a dona da bicicleta, estou correto? Eu sou o Strify, muito prazer.

- Sou sim, eu sou Jéssika, pode me chamar de Jéssi. O prazer é meu. – sorri.

- Entra ai então Jéssi, a bicicleta ta lá dentro.

- Não demora não ta? Tenho que te deixar em casa ainda – Bill falou baixo.

- Ok Bill.

- Bill, tenho que falar com você – Strify falou.

- Falar o que? Não temos nada pra falar – o Bill deu as costas para ele – Já me cansei de pessoas iguais a você – nessa hora ele ficou de frente para ele e o olhou nos olhos – Estou cansado de gente falsa, de gente que não se importa com os sentimentos de ninguém, de gente que só quer brincar com os outros – Bill falou calmo. Eu tava boiando, só olhando pros dois.

- Bill, eu quero falar a sós com você.

- Não, me esquece e vai cuidar da sua vidazinha perfeita. – Bill encostou-se à parede.

- Depois a se falamos então. – Strify falou e Bill não fez nada, não falou nada.

- Foi mal Jéssi, entra, vamos pegar a bicicleta – cadê o lindo sorriso dele? Sumiu.

- Ta bom. – o acompanhei, a bicicleta estava perto da porta, a peguei e ouvi os meninos falando.

- Quer sorvete “ser estranho”? – O Gee perguntou.

- Não cara, valeu. Já to indo ok? Tchau. Adorei conhecer vocês – falei sorrindo. Eles apenas acenaram já que a boca estava cheia demais. Eu ri.

- É sempre assim – Strify falou rindo comigo.

- Eu os expulsava – respondi – Então... To indo, tchau, adorei te conhecer.

- Já deu vontade, haha. Eu te levo até o portão.

- Ok então. Fomos até o portão, chegando lá Bill estava sentando, pensando em alguma coisa, estava tão concentrado que nem notou a nossa presença.

- Bill? Vamos?

- A, ta, aham... Vamos sim – ele falou se levantando.

- Tchau – acenei pro gatão, ops, Strify.

- Tchau, espero vê-la logo. Tchau Bill.

Bill não respondeu. Saímos, eu empurrando a bicicleta e o Bill muito esquisito.

- Você está bem? – perguntei para ele.

- Não, mais vou ficar.

- Tem certeza? – acho que ele tava entendendo que eu tava querendo saber o motivo da briguinha, a curiosidade ainda me mata.

- Não quero falar sobre isso ok? – ele falou frio, sem nem me olhar.

- Tudo bem, desculpa. – Falei sem graça.

- Fica d’boa. Escuta, hoje é meu dia de cuidar da sorveteria, então você vai comigo até lá de lá vai embora com o Tom, já que você não sabe voltar para casa, eu acredito.

- Eu só vou se você me der um sorvete de graça. – parei no meio da rua.

- Ta, então fica ai – ele deu as costas e saiu correndo.

- BILL VOLTA AQUI. Sai correndo atrás dele. Muito bonito pra duas pessoas de 15 anos.

Não corremos nem três minutos.

- Ok, eu me rendo, morri – Bill falou ofegante.

- Larga de ser fraco cara.

- Ta, você nem ta cansando né? Por que você é demais. – falou com ironia.

- Eu sou foda, eu sei – falei toda “me achando”.

- Ta bom senhorita foda, vamos logo se não o Tom me mata.

- Eu te protejo dele. Não Tom, por favor, não o mate, ele serve para alguma coisa ainda – fiz meu drama.

- Larga de ser besta e vamos logo – ele riu

- Ta bom, chato – começamos a andar.

- Sua infantil – ele responde.

- Olha quem fala, idiota, cara de mamão.

- O que? E eu que sou infantil né? – Continuamos com a briguinha até chegarmos à sorveteria. O Bill era muito bobo em muito divertido.

- Chegamos, finalmente, entra ai, vou pegar seu sorvete.

- Era brincadeira Bill. – eu sorri.

- Entra logo manow.

- Vou sentar aqui fora. Posso? Será que é pedir demais?

- Fica a vontade. – ele falou e entrou. Depois de cinco minutos meu sorvete chegou, mas não com o Bill.

- Oi, eu sou o Tom, irmão do Bill. Toma seu sorvete, eu não sei do que você gosta então trouxe de flocos. – ele sorriu

- Obrigada, eu sou a Jéssika, pode me chamar de Jéssy. Você acertou amo de flocos – eu peguei o sorvete e sorri – então você é o ladrão da minha bicicleta?

- Sou eu sim.

- Legal então.

- Os meninos já falaram por que eu a peguei né?

- Já sim. Fica tranqüilo. Senta ai, você não cresce mais não.

- Cresço sim. Hum... – ele sentou.

Tomei meu sorvete e ele ficou quieto, apenas me observando.

- Acabei, vamos?

- Eu sou obrigado né?

- Sim, você é obrigado.

- BILL, já estamos indo. – ele gritou e Bill saiu lá de dentro.

- Ta, tchau Jéssy. Cuida da minha amiguinha ta Tom? – Bill sorriu pra mim.

- Pode deixar, vou cuidar bem – vocês tinham que ver a cara de safado do Tom.

- Hum... Sei, cuidado vocês dois...

- Ta, ta bom, tchau. – eu e Tom saímos.

No caminho íamos conversando, Tom estava perguntando como era o Brasil, perguntando sobre minha vida, todo esse papo de quem não tem o que fazer.

- Então, você quer alguém que te mostre a cidade? – ele perguntou.

- Quero, ia ser bem legal – sorri.

- Então, me encontra aqui hoje, as sete.

- Ok então. – tínhamos chegado a praça perto lá de casa. – Daqui eu já sei ir pra casa. Tchau Tom.

- E aeeeeee pessoal – alguém falou, eu me assustei e virei para trás, era Strify.

- Vai assustar sua mãe – Tom falou.

- Atrapalhei alguma coisa? – ele perguntou.

- Não, não atrapalhou nada. – eu sorri – então, até mais tarde Tom – dei um beijo no rosto dele – Tchau Strify – acenei para ele.

- Humm... Tchau Jéssy. Cuidado com o Tom ok? De santinho ele só tem a cara, na verdade, nem a cara.

- Pode deixar. – Falei indo embora.

Fui o caminho inteiro pensando em Tom, e em como ele é lindo e legal, mais claro que as aparências enganam e que eu sei que não tem como saber o que ele realmente é só tendo uma conversa de 20 minutos com ele, mas, vamos ver no que vai dar.

Notas finais
E ai gostaram? quero reviews ok? falem se gostaram, ou não, e o motivo. Eu sei que tem alguns errinhos de português,desculpa ae.

Tchaau, bjos ;*
Posto o próximo capitulo na semana que vem.