Notas iniciais
O pai de Bella sugere que o dois namorem em casa, e ela conhece o poder do pé de pitanga.

Estou entrando literalmente em choque, o relógio mostra o ponteiro às 19h: 20m, alguém bate a porta.


Ao abrir vejo meu querido amor, lindo em uma calça jeans preta meio manchada, uma camiseta pólo na cor azul marinho, desta vez sem boné, apenas com seu cabelo castanho jogado para trás, e sei impecável cheiro de Quasar que me embriaga constantemente.


-Oi. Eu disse sem jeito.


-Olá amor da minha vida. Ele mostra um largo sorriso.


-É. Entra.


Ele me agarrou, e me deu um beijo com violenta paixão como se não tivesse me visto naquela tarde. Eu sorri quando terminamos.


-Calma. Eu disse a ele.


-Acalmar a minha paixão por você? Não mesmo.


-Entra meu pai esta na cozinha.


-Claro.


Meu pai estava sentado a mesa a espera de Edward, ansioso, e fazendo batucadas de musicas antigas com as mãos na mesa. Quando o vê entrando em casa ele se levanta.


-Boa noite Edward Cullen. Disse meu pai com certa aspereza e minha mãe no fogão apenas observando.


-Boa noite Sr. Charlie e Sra. Renée. Cumprimentou meu pai com um aperto de maos e minha mãe com um abraço e um beijo em seu rosto como se já a conhecesse.


-E então quer namorar minha filha?


-Sim.


-Mas a namora pelos cantos e pelas praças.


-Só não vim antes porque a Bella não tinha tocado no assunto, sempre fugiu de mim quando falávamos sobre algo do tipo.


Meu pais de olhou pelo canto dos olhos, como se fosse me engolir, lhe mostrei um sorriso sem graça e de medo ao mesmo tempo.


-Sei que vocês namoram desde que eu tinha o meu gol, ou seja, Bella tinha apenas 13 anos e mesmo durante tanto tempo não demonstraram afeto, a ponto de ter um namoro entre vocês.


-É mas desde esta época já namorávamos, inclusive disse a ela que um dia quero me casar com ela.


Meu pai finalmente sorriu.


-Casar? Isso é mesmo uma piada vocês têm apenas 15 anos pelo que Bella me disse.


-Sim, mas um dia quero me casar com sua filha eu a amo muito e não quero perde-la.


-Bom o que posso dizer. Já que querem namorar, o façam, mas não pelos cantos da cidade, quero namoro em casa, aos meus olhos, podem passear e sair claro, mas quero que tenham juízo, sei como as coisas andam meio bagunçadas hoje em dia, mas filha minha dança conforme minha musica, tudo da maneira que eu quiser, e da forma que eu preferir tudo bem?


-Para mim esta ótimo Sr. Charlie.


-Então estamos conversados, bom crianças vão para a sala enquanto Renée termina o jantar, para vocês se alimentarem.


Finalmente aquele martírio teve fim, ficamos juntos aos beijos e abraços ate por volta das 22h:15m, sem que meu pai nos visse trocando caricias e beijos claro. O levei a porta e em frente a minha casa tinha um pé de pitanga, encostamos ali para nos despedir, ele me puxou pela cintura, colocou as mãos entre meus cabelos, me causando arrepios intermináveis, e ele gostava daquilo porque sorria maliciosamente para mim, e me deu um beijo suspirando e gemendo bem devagar e bem baixinho, depois colocou seu lábios em meu ouvido, mordiscando meu lobo da orelha, me deixando extremamente enlouquecida, e o fazendo ele disse como com um sussurro.


-Amanha eu a levarei ao colégio.


Eu já quase sem respiração disse a ele – Ta.


-Me espere não vá sem mim. Porque eu te amo muito e quem eu amo não sai sozinha por ai para que outras pessoas não fiquem a observando esta bem? E sorriu para mim maliciosamente, como eu amava aquele sorriso.


-Tudo bem. Eu agarrei o cabelo dele com as duas mãos e o beijei de maneira que tinha a sensação que o despia, comecei alisar suas costas com minhas unhas, e sentia as bolinhas se criando nas costas dele de arrepio, e ele respondia com um gemido a cada toque de meus dedos. Então ele me disse:


-Menina tome cuidado.


Eu sussurrei.


-Que foi ficou assustado? Não tenha medo demim, estou aprendendo com você. E sorri.


-Você. Esta. Me. Enlouquecendo. Seus olhos reviravam e aquilo me fazia sorrir.


Eu não parei continuei mexendo com ele, desci meus dedos ate próxima a entrada de seus quadris apenas para insinuar algo, então ele arfou em meu ouvido gemendo.


-Para.


-Não.


-Você. Esta me provocando demais anjo.


-Não tenho medo.


Ele me puxou e me enfiou no vão da arvore, de pitanga me assustei mais fiquei quieta, então ele sussurrou em meu ouvido.


-Quer me provocar?


-Não sei do que esta falando.


-Sabe sim vou te mostrar como se provoca.


Então ele abriu o botão de minha calça fiquei assustada, mas continuei irredutível, continuei quieta porque queria saber ate aonde ele iria então ele colocou sua mão quente dentro de minha calcinha tocando minha intimidade, eu tremi, e gemi, senti um calor correndo pela minha espinha, não sabia o que era aquilo, mas era bom para mim, senti minha intimidade mais quente como se estivesse fervendo e gemi, ele sorria para mim, quando eu estava quase sem ar como no outro dia ele se afastou. Eu pirei e puxei-o para perto e ele me afastou de novo.


Sorrindo ele me disse:


-Se continuarmos assim não sei onde iremos parar.


-Eu sei que você deveria continuar.


-Não te provoque o suficiente, para ficar a noite toda pensando em mim, e lembrando...


-Ai você não fez isso. Não vai me deixar aqui assim?


-Vou. Sorriu. Tenho que ir e me espere amanha tudo bem?


Eu estava inconsolável.


-Tá como quiser.


Então ele me deu um beijo de leve, eu continuei ofegante, e ele saiu pelo portão me deixando ali junto a pitangueira totalmente sem fôlego, pensando do porque ele não continuou, queria que continuasse estava quase ficando sem ar, mas era diferente do outro dia era algo notoriamente diferente.


Fiquei ali olhando para o céu, tentando entender, e assimilar tudo que houve naquele momento.


Quando minha mãe saiu e interrompeu meus pensamentos.


-Entra Bella esta frio, e cadê o Edward?


-Já foi mãe.


-Nossa e porque você não entrou?


-Mãe eu estou entrando não esta vendo?


-Não.


Desisti de debater com ela e entrei para casa, fui tomar um banho frio para o calor passar, então o telefone tocou, e minha mãe me chamou.


-Bella!


-Oi.


-É o Edward.


-Ah. Estou indo mãe peça que espere.


Escutei quando ela pediu que ele aguardasse.


-Alô.


-Oi anjo. Tudo bem?


-Não sei com você esta?


Ele sorriu do outro lado.


-Não fique brava comigo.


-Como não? Olha como me deixou.


-Foi para seu bem e o meu também não acha?


-Não.


Deu uma gargalhada do outro lado.


-Futuramente ira me agradecer.


-Pode ser. Agora depois de um banho frio. Percebo que você tem razão.


-Esta vendo que beleza?


-Hum. Mas procure não fazer mais isso.


-Então não me provoque daquela maneira.


-Ok não provocarei então.


-Mas continua me amando?


-Sim sempre.


-Eu também te amo com toda força do meu ser. Durma bem querida.


-Você também durma com os anjos.


-Seria com os anjos se você estivesse ao meu lado.


Eu sorri desta vez.


-Engraçadinho.


-Esta certo amor durma bem. Beijos. Eu te amo muito.


-Eu também.


Tu-tu-tu-tu...

Notas finais
Não percam os capitulos por favor mandem mensagens, ja que 90% da historia é baseada em fatos reais.