Um Amor Sem Limites
22 Descobertas
Notas iniciais
Aproveitem!
Quando cheguei a minha casa, comecei a pensar sobre tudo o que Melissa havia me dito, e por um momento achei melhor ter comentado sobre isso com Maria e Rafael.
Não sabia como assimilar tudo isso de uma maneira esperta. Tudo se embaralhava em minha mente me deixando cada vez mais confusa.
Meu celular vibrou no armário e um caderno caiu de cima.
Atendi o celular e peguei o caderno no chão.
— Thiago? – eu atendi.
— Fabiana me disse que conheceu você hoje... Achei ótimo.
— É, mas eu achei ridículo. Conversei com sua irmã hoje, e é bom você ir prestando atenção nessa sua noiva... Porque se eu descobrir que o que Melissa disse é verdade, eu acabo com a raça dela. Entendeu? – disse com uma voz ameaçadora.
Desliguei o telefone e olhei o caderno em minha mão. Era fechado. Trancado na verdade. Parecia velho e em uma cor desbotada. Deve ser algo de minha mãe.
Tentei abrir, mas não consegui, então o balancei para cima a para baixo algumas vezes para ver se caia alguma coisa. Nada.
Passei a mão por cima do armário para ver se achava algum tipo de chave. Nada.
Fui até o quarto que era de minha mãe e o revirei inteiramente. Nada.
Resolvi então procurar no quarto onde ela guardava suas bagunças. Achei uma caixinha, guardada no fundo do velho guarda-roupa. Abri-a e encontrei uma chave minúscula. Olhei para o caderno e procurei algum buraco onde colocar a chave e então atrás achei o lugar especifico. Coloquei a chave e o caderno se abriu. Era um diário. O diário de minha mãe.
Sorri animada. Nunca soube que ela escrevia um diário. Talvez nem meu pai soubesse. Nossa! Achei muito interessante.
Quando fechei a porta do guarda-roupa velho uma foto caiu da caixinha. Era minha mãe, com um bebê no colo, na maternidade. Sorri e olhei atrás.
1998,
A irmãzinha de Manuella
Minha boca abriu-se e meus olhos se arregalaram.
- Eu tenho uma irmã? – quase gritei.
Notas finais
Um beijo.
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