Um Amor Para A Vida Inteira?!

30 Restaurante Edolas. (Parte 2) e Near...


Notas iniciais
Yooo ~|~
Bom ces jah viram que tem Near no capitulo, mas nao, nao eh para fazer barraco :p
Aleluia o/
Bom boa leitura :3

–- O que você disse para ela?!

–- Eu disse quê... Que era para ela procurar o lugar dela. Simples. -- dei mais uma garfada na torta a minha frente.

-- Em casa a gente conversa. -- lhe lancei um olhar malicioso. -- Não, eu não to falando de sexo, seu pervertido. Vem cá, você só pensa em sexo?

-- Com você sim. Ainda mais quando você tá com ciúmes, fica sexy em dobro, daí eu não aguento.

-- Idiota. -- Mello virou o rosto de lado, estava com as bochechas coradas.

-- "Tão bonitinho!" Cadê a Sheila? -- perguntei por que sabia que ele não iria gostar.

-- Essa vadia tá por aí, se flertando com os caras de cada mesa que atende.

-- Você não perdoa, né, Mello?!

-- E o que tem para perdoar? É vadia mesmo, e não tem quem me prove o contrário.

-- Ok, ok. Não vamos brigar por isso.

Mello acabando sua torta de chocolate pediu um chocolate quente.

-- Não quero perder meu futuro marido para a diabetes não, viu.

-- Vai. Se. Foder. Matt!

-- Quanta delicadeza, meu amor! E por que, que você tá assim? -- segurei sua mão que estava pousada sobre a mesa. -- É por causa da Sheila? É?

-- Não, Matt. Não é nada. Sério.

-- E por que você tá assim? -- fiquei acariciando sua mão sobre a minha.

-- É que acabei pensando demais sobre a possibilidade de você na verdade em vez de mim ter ficado com a Sheila... Mas isso não vai acontecer, né?!

-- Lógico que não! Tá maluco, Mello? O chocolate tá f azendo mal? Ou tem alguma coisa dentro dessa xícara aí? -- Mello finalmente sorriu um pouco.

-- Eu amo o jeito que você ama...

-- Ah é? E qual é o jeito que eu te amo?

-- Não sei, só sei que é bom...! -- olhou pra nossa mão enlaçada sobre a mesa e sorriu.

Sheila voltava em direção a nossa mesa.

-- Puta que pariu aquela loira! O que ela quer aqui agora? -- sussurrou quando notou que ela estava cada vez mais próxima a nós.

-- Então meninos vão beber mais alguma coisa?

-- Quero outro chocolate quente. -- Mello virou a cara, e eu a respondi.

-- Um só?

-- Sim, eu divido com o Mello, já ele já tomou tudo e quase não dividio comigo. -- Mello fez um bico. Também o que eu queria? É chocolate.

-- Matt... Como você conseguiu superar o chocolate, em minha vida?

-- E você como conseguiu superar o game em minha vida?

-- Acho que não temos respostas para esse tipo de pergunta, não importa o quão inteligente somos...

-- Eu concordo...!

-- Sabe sobre a questão de que eu poderia ter ficado com a Sheila ao invés de ficar com você, eu acho que teria sido bem mais fácil você ter ficado com o Near, já que ele é homem.

-- Ai credo, Matt. Eu nunca vi o Nate de outro jeito, a não ser como um irmão menor, se bem que para dimuir essas coisas que acontece entre vocês eu prefiro que nós nos afastemos. Será melhor para todo mundo.

-- Como é bom ouvir essa frase! Mello quando acabarmos o chocolate quente vamos para casa, tudo bem?!

-- Sim.

(...)

-- E você disse que não ia ter sexo, né, Mello?!

-- Se eu soubesse qual o significado da palavra resistência quando você começa a me seduzir.

Abracei o corpo do Mello o trazendo mais para perto. O silêncio dominou o cômodo. Mas não aquele silêncio incomodo e constrangedor. Mas um silêncio agradável de se sentir. Mello sentou em minha cintura, seus dedos correram minha barriga, e de acordo que os toques iam subindo seu corpo ia deitando sobre mim, até seu rosto tá próximo ao meu.

-- Eu te amo, coisa feia. -- sussurrou, para logo em seguida rir um pouco.

-- Eu te amo, coisa linda. -- mordi seu lábio. -- Eu te amo... -- segurei seus cabelos me liberando seu pescoço, deslizei minha língua por seu pescoço indo por seu queixo até encontrar sua boca, que me recepcionou junto a meus lábios.

Deslizei minhas unhas em suas costas nua, ele gemeu baixinho. Havíamos acabado de fazer amor, mas ainda tínhamos fôlego para mais quantas rodadas viessem pela frente. O telefone de Mello tocou, levei uma das minhas mãos ao criado mudo e atendi.

-- Alô?

-- Mello?

-- Near?

-- Cadê o Mello, Matt?

-- Tá aqui.

-- Passa o telefone DELE para ele?

-- Não, estamos ocupados.

-- Fazendo?

-- Estamos quase transando novamente, Near. -- uma mordida em meu lóbulo me fez segurar um gemido. -- O que você quer mesmo?

-- Nada com você. Meu assunto é com o Mello!! -- desligou.

-- Filho da puta, mal educado. -- coloquei o celular em cima da banquinha.

-- É o Near, né? Você sabe que ele te odeia.

(...)

Pela manhã eu estava exausto. Minhas costas, para variar, ardiam. Meu peito estava cheio de marcas de chupões, arranhões e mordidas. Mello dormia ao meu lado, apoiando sua cabeça em meu peito. Seu rosto estava calmo, nem parece que tinha brigado no dia anterior com uma garçonete.

Tateei o celular na banquinha e quando finalmente achei visualizei as horas. Dez e meia da manhã. Na tela principal do celular haviam notificações de memsagem recebidas. Mello e eu não temos segredos e lógico que eu iria ver quem que tinha mandado as mensagens e adivinha só que foi? Isso, o Near.

"Mello, preciso falar com você. Passarei em sua casa durante o período da tarde! Bjus."

-- "O que é que ele quer com o Mello? Vai para merda viu!" -- coloquei o celular de volta no lugar. -- Mello... -- chamei baixo na intenção de acordá-lo. -- Mello...

-- Hum...? O que foi? -- sussurrou sem abrir os olhos.

-- O Near disse que vinha aqui, hoje a tarde.

-- E o que ele quer?

-- Não sei na mensagem não expecificava assunto.

-- Porra Matt... Eu vou ter levantar agora?

-- Não, fica aí dormindo que quando eu terminar o almoço venho te chamar. -- selei sua cabeleira dourada e levantei da cama.

Mello não voltou a dormir, apenas ficou na cama a observar todos os meus movimentos.

-- Matt, eu fiz estrago com seu pescoço e costas.

-- Eu sei disso. -- disse me olhando no espelho e contando se possível o número de chupões em meu pescoço. -- Tem mais de dez só em meu pescoço, tá querendo que eu vire o que, hein, Mello? Mas não se preocupe, você também está lindo assim todo marcadinho.

-- Sabia que as marcas de suas unhas estão em minha bunda?

-- Posso fazer o quê? Ela é macia, é gostosa de apertar.

-- Maatt!

-- Quê?

-- Você me deixaria ser ator pôrno?

-- Cara acho que vou te cortar o chocolate, ele tá te fazendo muito, mais muito mal mesmo!

-- Mas isso não responde a minha pergunta. -- deitou de costas na cama, deixando a cabeça pendurada em sua borda.

-- Lógico que não, Mello. Tá achando que eu vou deixar outra pessoa tocar em você, do jeito que eu toco?? Ai, ai, Mello. O Near fez o que fez, mas também não significa que eu vou deixar outro fazer.

-- Mas além disso acho que ninguém deve fazer amor tão gostoso quanto você... -- levantou a mão no ar e admirava as unhas negras.

Apoiei meu cotovelo na mármore da pia e fiquei o observando.

-- Vem tomar banho comigo, Mello?

-- Já vou.

Levantou da cama, foi até o guarda roupa pegou duas toalhas de banho e seguiu para o banheiro.

-- Onde você quer?

-- Na banheira.

Mello sentou sobre a tampa do vaso santário para esperar a banheira terminar de encher, o que não demorou a acontecer. Terminei de tirar minhas poucas roupas, sendo seguido por Mello, logo entramos na banheira.

-- Vem, senta aqui.

Mello sentou entre minhas pernas, de costas para mim. Estiquei minha mão peguei o shampoo e me pus a lavar os fios loiros.

-- Me sinto uma criança mimada quando você faz isso... -- movia os dedos por baixo da água espumosa.

-- Mas você é uma criança mimada. Quer dizer, você não é criança, mas é mimado.

-- Por culpa sua.

-- Sim. Deita na banheira para tirar o shampoo.

Mello recostou a cabeça em minha barriga, fiz uma concha com as mãos e mesma com a pouca água que eu conseguia pegar com elas tirei todo o shampoo de sua cabeça. Repeti o processo com o condicionador e logo só estávamos passando o tempo dentro da banheiro.

-- O que será que o Near que comigo? Ele nunca mais veio aqui em casa...

-- E eu também não faço questão nenhuma que ele venha, mas já que ele vem né, fazer o quê... Vamos só esperar para saber o que é.

Mello permaneceu em silêncio e só movimento a cabeça para frente, em um sim.

-- Mello, eu to a fim de viajar novamente, para onde você quer ir?

-- Não acha melhor deixarmos isso para nossa Lua de Mel?

-- Ainda estamos em fevereiro, iremos casar daqui a dez meses ainda, eu sei que o tempo passa rápido, mas poderia aproveitar umas duas semanas por aí, como fizemos no Hawaí.

-- Pode ser... E onde deveríamos ir?

-- Para a Terra da Rainha?

-- Inglaterra, Matt? Por que não vamos à Suíça?

-- Você vai sair de lá diabético!

-- Só por que lá é a Terra do Chocolate?! Mas iria se bom, pelo friozinho e chocolate quente.

-- Hoje ainda é segunda, teremos essa semana para decidir para onde vamos, sabádo eu compro as passagens e viajamos na segunda. Tudo bem para você?!

-- Sim.

-- Da suas mãos, amor. -- Mello levantou as mãos da água e as colocou sobre a minha. -- Olha só como seus dedos estão enrugados, vamos sair da água, até por que a lombriga anemica daqui a pouco chega.

(...)

Duas horas da tarde. Eu estava com o loiro, no sofá, assistindo a um filme qualquer que passa na TV, até a campainha tocar e nós já sabíamos quem era. Mello levantou e foi atender.

-- Oi, Near. Entra.

-- Oi, Matt. -- seu tom de desprezo e "Só falo por educação, e por consideração ao Mello." Poderia ser notado a quilômetros de onde estamos.

-- Oi. -- Mello voltou ao meu lado.

-- A que devo a visita? -- o loiro começou.

-- Vim para lhe contar algo muito importante que aconteceu essa semana, eu estou desesperado, e preciso de sua ajuda... -- o albino abaixou a cabeça e mirava suas próprias coxas.

-- O que foi?

-- O BB... -- apertou o pano da calça.

-- O que tem ele? Não suportou sua chatisse e te deixou novamente? -- resmunguei.

-- Se fosse isso ao menos eu teria certeza de que ele está bem...

-- De que ele está bem? O que aconteceu?

-- Ele sofreu um acidente de carro. Está no hospital, desde hoje pela manhã, liguei para você, mas quem atendeu foi o Matt... O L e o Raito estão no hospital com ele... Mello eu não sei o que fazer... -- nos encarou com os olhos escorrendo lágrimas.

Notas finais
:c Pow... Tah eu sei que fiz maldade com o BB, mas eh eu nao sabia oq escrever, entao quase matei ele :3
Mas provalvelmente ele nao ira morrer :3
Ateh o proximo o/