Um Amor Para A Vida Inteira?!
32 Recuperação e Interrupção de carícias
Notas iniciais
>3< eu prometi que nao iria matar o BB :p entom pronto, aqui ele jah se recupera... mas ainda nao fala com ngm u3u a nao ser o Nate... porra e eu to dando spoiler. Vao ler vao.
Boa leitura o/
"Quando chegamos a ala onde estava o BB, vimos o Raito, L sentados do lado de fora abraçando o Near.
–- O que aconteceu? -- Mello perguntou enquanto se agaixava a frente de Nate."
–- Não foi nada... -- respondeu L.
–- Como não foi nada! Por que o Near tá chorando assim?
–- O BB acordou, ele simplesmente se descontrolou pela emoção e começou a chorar, foi só isso Mello. -- Raito se interferiu.
–- Foi realmente só isso, Near?
–- Sim. -- falou secando as lágrimas com os pulsos do capote branco.
Levantei e fui falar com o Matt que estava parado em frente à porta do quarto de outro paciente.
–- O BB acordou. Acho que você estava errado sobre eles estarem escondendo algo do Near.
–- Pois é. E é melhor assim.
–- Você quer continuar aqui, ou prefere ir para casa?
–- Eu não sei, vamos ficar aqui mais um pouco, à noite nós vamos.
(...)
O dia passou voando. Near já estava mais calmo, e pediu para ficar a sós com o BB em seu quarto. Se o Beyond não estivesse emparelhado eu jurava que eles estariam faziam sexo lá dentro. Mas o Near tem vergonha na cara e não arriscaria ser pego por uma enfermeira na hora H.
–- O que deve estar se passando lá dentro? Já faz mais de duas horas que o Nate está lá dentro.
–- Verdade. Mas não me importa muito o que eles estão fazendo, só deixa eles se aproveitarem, a final o Near quase perde o BB.
–- Eu sei, mas não é estranho ele estar esse tempo todo lá dentro sem dar nenhum sinal de vida.
–- Que nada, deixa o albino. Parece até que você esta com ciúmes dele estar lá dentro, com o Beyond. -- me fitou sério.
–- Porra, Matt, não brinca com isso, né! Eu com ciúmes do Near com o Beyond, por favor, viu!!
–- Você ainda acredita no que eu falo? Que fofo, amor. -- sorriu me abraçando pelas costas e beijando meu pescoço.
–- Você às vezes é tão imprevisível que eu sei lá, vai que o que você está pensando é verdade. -- virei para ela e cerquei seu pescoço, suas mãos permaneceram em minha cintura, só fizeram puxar meu corpo um pouco mais para perto do dele.
–- Que isso, eu não duvido do seu amor. -- selou meus lábios.
–- Mas quem foi que te disse que eu te amo? -- sorri, sussurrando diante de seus lábios que também mantinham um sorriso.
–- Eu digo que você me ama. Daí você tem que me amar, e em consequência eu amo você. Simples assim.
–- Tão simples...
Juntei nossos lábios.
Ouvi o pigarrear de uma garota. Não dei importância.
–- Garotos, sinto muito, mas não é permito esse tipo de coisa aqui no hospital.
Desviei meus olhos para o lado, e lá estava uma enfermeira para acabar com toda a nossa alegria. A olhei de cima a baixo e revirei meus olhos. Ela com certeza percebeu a minha indignação pela sentença dado por ela.
–- Liga não, em casa não tem ninguém para nos controlar. -- continuamos abraçados, mas sem carícias, a vadia de branco fez questão de ficar no balcão em frente à ala que estamos, lógico ela quer nos observar.
–- Matt vamos no banheiro comigo?
–- No banheiro? Fazer o quê?
–- Cala a boca e vamos, porra. -- o puxei pelo pulso.
–- Que foi, Mello?
–- Poxa, não notou que a enfermeira trocou de lugar com a outra só para ficar nos vigiando?
–- Eu não, tava ocupado olhando outra coisa. -- entramos no banheiro.
–- Ah é? O que foi?
–- Você, poxa. -- Matt trancou a porta.
–- Não pode fazer isso, outras pessoas vão querer entrar.
–- Shiii...
(...)
Depois de no mínimo uns quinze minutos nós saímos do banheiro. Não fizemos nada de mais; primeiro motivo é que eu não sei me controlar, me refiro a voz, não seria legal alguém passar pela porta do banheiro e ouvir duas pessoas gemendo loucamente; segundo estamos em um local público, já foi demais manter a porta trancada por quinze minutos, e ninguém bater na porta. Imagina se resolvêssemos nos pegar intimamente ali mesmo, até o presidente dos Estados Unidos iria bater na porta para nos atrapalhar.
–- Onde vocês estavam? -- Raito perguntou.
–- No banheiro.
–- Esse tempo todo? E que marcas vermelhas são essas em seus pescoços, Mello, Matt... Ah, não precisa responder o que vocês estavam fazendo lá dentro, já entendi tudo. -- sorriu ao ver a coisa pelo lado malicioso.
Notei que Matt virou a cabeça para lado, admirando a parede ao seu lado, ele tava com vergonha. Mas de quê? Esse cara de pau tava me agarrando no meio do corredor. Vai entender.
–- Garotos, acho que nós já vamos. -- agarrei a mão de Matt, enlaçando nossos dedos. -- Avisa ao Nate que qualquer coisa pode ligar lá para casa, ok? Boa noite para vocês.
–- Boa noite, Mello, Matt. -- disseram em coro.
–- Boa noite. -- Matt respondeu baixo.
(...)
–- Quer passar em algum lugar antes de ir para casa?
–- Acho que não. Você quer?
–- Tem certeza de que você não quer ir a lugar nenhum? Quase sempre quando saímos você quando chega em casa resolve se lembrar que queria comprar algo. -- paramos com o carro na sinaleira.
–- Tudo bem, vamos à doceria que tem na praça.
–- Você vai lá dentro, vou esperar no carro.
Saí do carro e segui para dentro da mini doceria. Ao ver tantos chocolates um em forma de coração me chamou atenção e também me fez lembrar de uma coisa.
–- Dia dos namorados tá chegando.
–- O que disse?
–- Que o Dia dos Namorados tá chegando e...
~Matt~
–- "Como isso aqui tá quente, ou sou eu?!" -- aumentei o ar condicionado. -- "Quantos séculos o Mello vai levar para escolher o que ele quer?!" -- soltei um suspiro, folguei o cinto de segurança e me sentei praticamente jogado sobre o banco do carro. -- "Dia dos Namorados tá chegando e eu não sei o que dou para o Mello... Que saco todo ano é isso... Eu nunca sei o que dar. Ainda tenho algumas semanas para pensar sobre isso, não vou esquentar minha cabeça."
A porta do carro abriu, me fazendo parar de pensar nesse assunto.
–- Achei que iria demorar mais.
–- Você aumentou a temperatura?
–- Sim, tá calor aqui.
–- Você que tá com fogo.
–- E adivinha quem vai apagar ele quando chegarmos em casa?
–- Não tem graça brincar de adivinhar quando eu já sei qual é a resposta. Matt a doceria já tá fazendo kits especiais para Dia dos Namorados. Toma um bombom de coração.
Não sou o cara mais fã de chocolates do mundo, mas quando o Mello oferece eu tenho que aceitar, parece até obrigação. Motivo? Sei lá, só parece.
–- Eu comprei bolo de morango para você. -- disse enquanto se ajoelhava sobre o banco e colocava a sacola repleta de doces no banco de trás.
–- Pronto para ir?
–- Quando você quiser. -- se ajustou na cadeira logo colocando o cinto.
–- Vamos no cinema amanhã à noite?
–- Assistir que filme?
–- Não faço ideia, e Mello para de comer chocolate no carro, vai terminar sujando.
–- Tá, desculpa.
–- Não precisa se desculpar, da isso para mim. -- puxei a gola da sua blusa e o beijei.
–- Às vezes eu acho que você mente sobre não gostar muito de chocolate.
–- Da sua boca sempre tem um gosto melhor. -- Mello abriu um sorriso.
–- Mas não da muito certo ir ao cinema com você.
Dei partida no carro.
–- Por que não?
–- Você nunca presta atenção no filme, e nem deixa eu prestar também.
–- Mas isso faz parte do plano de te levar pro cinema.
–- Ah é? Seu safado. Matt já parou para pensar na confusão que poderíamos ter causado no hospital?
–- Tipo?
–- Ah vai que eles percebem que a porta tá trancada e resolvem arrombar a porta achando que tem alguém passando mal.
–- Se fossemos de sexos opostos não íamos poder fazer aquilo, nunca.
–- Verdade, eu não tinha pensado nisso.
–- Tudo bem.
(...)
–- Mello to te esperando lá em cima. -- Mello seguiu para a cozinha enquantoeu fui para o quarto.
–- Para quê, Matt?
–- Para você apagar meu fogo!
Notas finais
Cinema com Matt e Mello *-------* nossa!
>3< mas tudo bem...
'3' Kissus e ateh o proximo o/
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