Um Amor Para A Vida Inteira?!
51 Okaerinasai
Notas iniciais
Nossa povo!
aushauhsuahs o cap tem mais de 3000 palavras, acho que eh o maior da fic ateh agora '-'
auhsuahsuahs esse foi o lemon mais, mais nem tenho palavras para descrever já que eu acho que eh a primeira vez que eu faço um lemon na visao do seme '-' aushuahsua eh que eu prefiro fazer sempre, sempre, sempre, na versao do uke, pq da para saber melhor o que eles tao sentindo e talz. mas sei lah '-'
Entã, o capitulo passado jah foi o 50 x_x nossa! Povo, realmente, muito, muito, muito obrigada a todo mundo que acompanhou ateh aqui ;-; ces sao fodas por suportar meus capitulos, serio mesmo, obrigada o/
Agora, boa leitura, e ah, esse cap tem uma musica que eu simplesmente amo de paixao que eh Pierce, do One ok Rock o/
http://www.youtube.com/watch?v=Srsq4CS7Xe8
Boa leitura o/
Achando nossas poltronas não demora para que as instruções acabem e nós possamos decolar. Eu menti para o Mello, mas no bom sentido. Creio que ele esteja tão afobado que nunca iria imaginar a minha mentira. E que seja assim. Pelo menos minha farsa não cairá antes da hora. Espero.
–- Acha que o Mello vai gostar de mim?
–- Eu já disse que o Mello só cisma com que ele vê as intenções maliciosas. Creio que nada acontecerá com você. Certo?
Vi seu riso nervoso; -- Certo.
Apertei os olhos antes de lhe dar um sorriso de segurança.
Recostei-me completamente na poltrona. Sentindo um pouco de frio na barriga, não só pela decolagem, como também por eu estar indo finalmente para casa.
(...)
O avião fez seu pouso, Matsuda e eu seguimos para o terminal de táxis. Seguindo o rumo de meu lar.
–- Então, como vamos fazer?
–- Você pode se hospedar em um hotel depois de minha casa, assim você fica sabendo onde é, mas só apareça depois das quatro, de amanhã. Pode ser?
–- Claro, sem problemas. Mas depois das quatro?
–- É... Você sabe... Foram duas semanas. – sinto a quentura em minhas bochechas.
–- Sei, sei, não vou atrapalhar. – sorriu, e por um momento eu não achei que ele estava sendo sincero.
Seguimos no taxi conversando sobre banalidades que haviam acontecido dentro do evento. E a ansiedade apertando em meu estômago por já ver as casas conhecidas da minha rua se aproximando vagarosamente.
–- Motorista, é aqui que eu desço.
Matsuda esticou o pescoço para ver a casa.
–- Bela casa. – sorriu simpático.
–- Obrigado. – tentei esconder a felicidade que senti ao ver as luzes do quarto acesa.
O motorista desceu para abrir o porta malas para mim, Matsuda me acompanhou.
–- Bom, nós nos vemos amanhã?! – perguntou ele.
–- Sim, nos vemos amanhã. – me deu um aperto de mão.
A mala não era muito grande então não precisei de toda a ajuda que me ofereceram. Dei a minha parte do dinheiro ao motorista e finalmente me despedi de Matsuda. Coloquei a mochila nos ombros arrastando as rodinhas da mala pelo caminho até a porta. Enquanto eu caminhava até a porta, olhando sempre para o topo da casa, caso o loiro aparecesse pela janela. Parando de frente a porta, forcei a fechadura e como esperado estava fechada. Eu não sabia se apenas batia ou tocava a campainha ou se procurava por uma chave debaixo do tapete. E assim sendo o último pensamento me fez rir e eu toquei a campainha. Me concentrei para tentar ouvir nem que fosse um resmungo vindo do loiro, já que era tarde, e não deveria ter ninguém batendo a sua porta numa hora daquelas. Ouvi seus passos descendo as escadas e o som das chaves sendo carregadas. A fechadura girou e eu encontrei seu rosto com cara de bravo.
–- Oi. – sussurrei.
–- S-Seu idiota! – voou em cima de meu colo, abraçando meu pescoço. – Eu estava morrendo de saudades. – afundou o rosto em meu pescoço.
Mitasareru kotonaku futari no kyori
(A distância entre nós nunca será preenchida)
Chijimatteiku tabi setsunai
(E quando se encurta é sufocante)
Agarrei suas costas, abraçando-o firme, sentindo sua respirando empurrar meu corpo. Acariciei seus cabelos. Olhando em meus olhos, pude ver as bolsas de lágrimas se formando nos cantos de seus orbes azuis. Segurei-lhe o queixo, tomando devagar seus lábios que tremulavam pela vontade de chorar.
–- Eu deveria bater em você por ter mentido. – tentava fazer uma cara brava.
–- Eu tinha que fazer uma surpresa. – sorri meio sem jeito.
Carreguei minha mala, tendo minha mão segurada firme pelo loiro enquanto eu era puxado para dentro. Só tive o tempo de pôr a mala e a mochila no chão, tive meu corpo prensado contra a parede ao lado da porta, às mãos de Mello segurando a gola de minha jaqueta.
–- Eu senti tanto a sua falta, droga. – falou baixo.
Afuredashita omoi tsunori dake de
(As emoções que me inundam ficam mais fortes)
Uh, it’s hard for me to say
(Uh, é difícil para eu dizer)
–- Eu também, amor. – acompanhei seu tom. – Agora, eu posso saber por que a agressividade? – falei em tom divertido.
–- Precisa sempre de um motivo? – foi aproximando de meus lábios.
–- Não, nem sempre, ainda mais vindo de você é difícil achar um. – segurei seus cabelos forçando seus lábios a se encontrarem logo com os meus.
Segurei seu bumbum, fazendo seu corpo se erguer e suas pernas cercarem a minha cintura. Subi lentamente as escadas, parando em alguns degraus para apoiar o corpo do loiro na parede, e beijá-lo de forma mais devassa. Finalmente subindo por todos, parei na porta do nosso quarto, mas não a abri. Apoiei o seu corpo contra ela, pondo meu joelho para que tivesse apoio, prendendo seu rosto entre minhas mãos apoiadas na madeira.
Beijando seu queixo, correndo até sua orelha. Meus cabelos estavam sendo acariciado de leve, o arrepio já tomava conta de quase toda a minha pele. Instalei-me em seu pescoço, aspirando fundo o cheiro de chocolate que sua pele exalava. Me empurrei mais contra seu corpo e ouvi deixar seus lábios um ofego em meu ouvido. Saudades de ouvir seus tímidos gemidos de preliminares.
‘Cause we can see how it’s go end
(Porque nós podemos ver como isso vai acabar)
But I got my love for you
(Mas eu tenho o meu amor por você)
Moshimo kono mama Kimi wo wasureru kotto ga dekitara?
(Como seria se caso eu pudesse te esquecer?)
–- Achei que essas duas semanas fossem durar para sempre, foi horrível... Não me deixe mais só...! Por favor. – seu sussurro saiu choroso.
–- Eu não posso... Deixar você só. – segurei seu rosto em minhas mãos. Fazendo-o encarar meus olhos. – Eu te amo, Mello.
Nante omoeba omou hodo ni
(Quanto mais penso sobre isso)
Kimi wo wasureru koto nante boku ni wa dekiru hazumonakute
(Sei que não sou capaz de conseguir te esquecer)
We always wish tonight could last forever
(Nós sempre desejamos que esta noite durasse para sempre)
I can be your side
(Eu posso ser seu companheiro)
–- Eu sei, e eu amo você. – fechou os olhos para receber meus lábios nos seus.
Abri a porta do quarto, não me importando de fechá-la quando me direcionei para a cama. Mello não separava seus lábios dos meus como se estive a fim de matar toda a saudade de uma vez. Não tiro sua razão. Deitei seu corpo na cama, me acomodando por cima e fitando seu rosto que tinha um sorriso pouco bobo nos lábios. Saudades desses olhos azuis me fitando com carinho.
Sua mão correu em minha bochecha, acariciando meu lábio com o polegar, sentindo o comprimento de meu cabelo em meu pescoço. Uma lágrima escorreu pelas bordas de seus olhos, e eu sorri com isso. Limpando-as, com os polegares.
–- Não chora... – falei baixo. – Eu to aqui, -- beijei sua testa. – com você.
–- Não é um sonho, não é? – tinha medo em sua voz e isso me fez arregalar os olhos.
–- Não, amor, não é.
–- Prove. – tinha um brilho estranho em seus olhos.
Aproveitando a proximidade que eu tinha em sua orelha a mordi de leve, beijando e chupando descendo, na intenção de deixar marcas em seu pescoço. Mello somente suspirava fundo, tentando conter sua garganta, forçando-a a segurar os gemidos que tentavam escapar ainda tão cedo. Deslizei minhas mãos pelos lados do seu corpo, sentindo-o estremecer quando rocei meus dedos em sua pele na subida de sua blusa.
Sua pele estava lisa, sem nenhuma marca de quando nós nos encontramos da ultima vez. Mordi meu lábio inferior só de já prever como que ela ficaria ao final dessa noite. Ah, nós tínhamos tanta coisa para fazer. Baixei minha cabeça, roçando os lábios ao longo do tórax que ia sendo exposto enquanto a blusa subia e o expunha. Mello me olhava, olhos semicerrados e lábios pouco separados em busca de ar. Mordi de leve sua barriga, ele riu e eu o acompanhei. Sua mão deslizava devagar em meu cabelo, vez ou outra puxando quando eu fazia alguma coisa que o arrepiava.
Sentando-se me ajudou para que eu terminasse de retirar a sua blusa, tomando meus lábios assim que a roupa descobriu seu rosto. Eu estou de quatro sobre a cama, olhando em seus olhos e vendo o fogo que o consome. Por Apolo, ele está fervendo tanto quanto eu. Atacando novamente seu pescoço, recebo sua mão no meu, com suas unhas arranhando meu couro cabeludo, seus dedos fixos em meus fios. Levo minha mão até seu zíper, o descendo de leve.
–- Como fez durante essas duas semanas? – sussurrei.
–- Simples, não fiz. – respondeu imediatamente.
–- Oh... Então esperou até hoje? – mordi de leve seu lábio.
–- Sim, eu tinha que esperar...
Seus olhos não se abriam, apenas continuava aproveitando cada pequeno toque que acontecia em sua pele. Aceitando cada pequena investida que eu incitava para a sua excitação interna crescer cada vez mais. Seu cheiro e suas caras e bocas estavam fazendo com que eu ficasse louco, não só louco por estar tocando-o novamente, mas louco porque ele estava a fim de me provocar, e sinceramente não tem como ignorar essas suas investidas de ataque com golpes tão baixos. Ele não joga limpo quando se trata disso, ah ele é um covarde para esses assuntos. E quem disse que eu me importo? Quanto mais baixo ele for, mais ele terá de mim, se o que eu já dou não for o bastante...! Eu não tenho nada mais para entregar-lhe, é tudo dele, ele me levou tudo, da sanidade a vida. Há, quando que eu imaginei que uma coisa dessas poderia acontecer comigo...?! Nunca.
Suas calças estão em seus joelhos, à pele branquinha de sua perna vai surgindo aos poucos, enquanto os olhos do loiro se turvam cada vez mais pela luxuria que vai lhe consumindo pelas pontas dos dedos às pontas dos fios dourados em sua cabeça. O coturno mal amarrado em meus pés é empurrado com as pontas de meus dedos para fora de meu corpo e da cama. A calça de couro colado e difícil de retirar já havia acompanhado meu coturno em direção ao chão.
Mello me olhava de olhos atentos, com implorante respiração, com a convicção de que o caminho que eu tomaria era o que ele esperava que fosse. Suas pernas já tinham espasmos involuntários, e vez ou outra eu ria quando ele as encolhia de leve.
–- Fique quieto...! – eu disse divertido.
–- Sabe que não tenho culpa. – suas bochechas estavam rosadas.
–- Não se estresse. Estamos aqui para aliviar isso. – selei de leve seus lábios. – Acho que você deveria estar uma pilha esses dias... Reclamando de tudo e comendo chocolate para se acalmar... – segurei seu membro. – Estou errado?
–- N-Não. – arrastou a voz.
–- Oh, temos remédio para isso?
–- S-Sim...
–- Qual? – eu tinha um sorriso malvado.
–- Você, seu idiota, o que mais seria?
–- Eu não sei, às vezes tenho a minha dificuldade para entender a sua mente. – deslizei o nariz por seu pescoço.
–- Então, pare de maldade... – ofegou mais do que disse a frase em si.
–- Ah, claro, me desculpe.
Deslizei pelo colchão, ficando de frente para seu membro em minha mão. Os olhos do loiro me fitavam com uma espécie de expectativa e frustração por eu ainda não ter acatado o seu pedido. Respirando fundo tomo sua carne em meus lábios, ouvindo o suspiro de puro deleite vindo do outro, acompanhando de vários gemidos enquanto a movimentação de minha boca é frenética. As unhas deslizando em meus cabelos, e as frases sem nexo, música para meus ouvidos.
–- M-Matt...
–- Hum...?
–- Isso é b-bom...!
–- Eu sei...! – sorri.
–- Vem, já chega, por favor. – puxou meus fios vermelhos.
–- Vai me deixar careca... – cheguei ao seu rosto, selando de leve seus lábios.
–- Ainda assim eu te amaria. – falou sorrindo.
Forçando meu pescoço para baixo tomou meus lábios, aproveitando o momento comecei a desabotoar meu cinto, abrindo os botões e descendo o zíper.
Seus lábios marcaram meu pescoço, descendo e mordendo um pouco meu ombro. Desci o resto da calça como fiz com meus próprios pés. Mello abraçou meu pescoço, quando sentiu meu corpo colar no dele, esquentando ainda mais nossos peitos. Agarrei as costas das suas coxas, arranhando-as de leve. Seus suspiros em meu ouvido eram de provocação, assim como também de puro prazer. Cedi aos seus pedidos sussurrados ao pé de meu ouvido e investi a primeira vez contra seu interior quente quando ele me envolveu por completo.
Suas unhas deslizaram contra minha pele, e eu ofeguei.
–- Isso é sempre maldade... – eu sussurrei mesmo com dificuldade.
–- Maldade? Suas provocações são o quê? – seu tom era dificulto, mas divertido.
As vezes que minhas coxas encostavam-se às suas era uma passagem de ida ao paraíso, sentindo suas paredes se contraírem, ou me sugar para mais fundo. Ah, sim, suas suplicas safadas ao pé de meu ouvido também não eram coisas as quais eu devesse ignorar, não, não.
Sinto a ardência em minhas costas, e nem preciso olhar para saber que estou ferido, DNA meu embaixo das unhas do loiro.
–- Eu estava com saudades de ouvir essa sua voz rouca e embargada. – sussurrei mordendo de leve sua orelha.
Ele não respondeu, apenas continuou preso a somente sentir tudo o que estava acontecendo em seu interior. Sentei, puxando-o para meu colo. Ele parou para olhar em meu rosto, distribuindo beijos por todo ele, mantendo um sorriso nos lábios. Esticando meus cabelos para trás, liberando meu pescoço para si, beijando e mordendo, deixando a marca dele.
No principio sua movimentação foi tímida. Subindo lento, e descendo mais devagar ainda. Abraçando meu pescoço, enquanto eu acariciava suas costas suadas. Um toque em seu lugar especial e foi o ponto alto para ele quisesse sempre que ele fosse atingido, se movimento freneticamente, indo e vindo como se o amanhã fosse o fim do mundo. Sua boca permanecia aberta, e a qualquer momento ele poderia morder sua língua, mas estava pouco se lixando, mais ocupado em gemer, do que se preocupar com a própria conservação do seu corpo. A compressão que seu corpo estava fazendo sobre meu membro e o modo como ele estava fazendo acontecer de forma sexy, fazia meu interior se contorcer como se fosse explodir em prazer a qualquer momento. E foi mais ou menos isso que aconteceu, já que explodi em um orgasmo no mesmo momento em fui melecado com o prazer do outro.
Ambos ofegantes se abraçando e trocando um beijo apaixonado. Os cabelos de Mello grudavam em seu rosto, o sorriso em seus lábios não cabia em sua bochecha de tão grande. Quanto a mim? Bom, eu não estava tão diferente dele.
–- Isso foi maravilhoso, Ma-tto. – silabou meu nome. A malicia em sua voz, convidando-me para mais um round.
–- Nessas horas tudo que vem de sua boca me soa como um convite.
–- Há, Há. E você ainda acha que não é?
(...)
–- E então, como foi ficar sozinho nessa casa? – comecei.
–- O mais sem graça que você possa imaginar... Não tinha absolutamente nada pra eu fazer, a não ser assistir filmes, comer e tentar te ver pela internet... Isso foi verdadeiramente insuportável.
–- Sabe, eu fiquei tão feliz depois que falei com você pelo telefone... – continuei acariciando seu cabelo. – Foi bom...
–- Eu não sei como me senti, foi um bom, mas também foi um pouco chato saber que você ainda estava longe... – suspirou.
–- Eu sei, era um misto de sentimentos. Fora que o meu colega de quarto parecia querer seu corpo. – ele riu, e depois ficou sério, sentando sobre minha barriga.
–- Matt, você sabe que ele quer você, não sabe?
–- Que isso, Mello. O Matsuda não quer ninguém, pelo menos eu acho que não.
–- Matt... – suspirou e sacudiu a cabeça como se não acreditasse no que eu acabei de dizer. – Ele quer VOCÊ! Aquele olhar dele para cima de você não me engana, qual é, eu farejo quem te vê diferente há quilômetros de distância, e ele é um deles.
–- Você é um belo paranóico, -- sentei e apoiei meus braços em suas pernas para cerca-lhe a cintura. – ele não me quer, e nem quer você. – selei de leve seus lábios. – Confie e acredite em mim.
–- Eu confio e acredito em você, o problema são os outros... Sempre eles.
(...)
O outro dia chegou. E depois da conversa que eu tive com o Mello ontem eu já sabia que ele iria ficar puto da vida quando o Matsuda chegasse, só era questão de tempo até que o loiro explodisse ao vê-lo em nossa porta, procurando por mim. E não demorou em o meu pesadelo se concretizar.
Ding – Dong
–- Eu atendo. – Mello levantou.
–- Não, deixa que eu vou. – segurei seu pulso.
Abri a porta.
–- Matt! – Matsuda parecia empolgado.
–- Oi. – cocei de leve minha nuca, já sabendo que aquilo ia dar uma confusão daquelas, arrependo-me, eu confesso.
–- Quem é, amor? – Mello perguntou.
–- Amor, esse é o Matsuda, meu colega de quarto lá da competição. – dei espaço para que ele pudesse passar.
Mello franziu a testa e apertou os olhos para mim, como se dissesse: “Sério que ele está aqui?!”
Mas mesmo assim ele levantou-se do sofá e veio até ele.
–- Sou Matsuda. – esticou a mão para apertar a de Mello.
–- Sou Mello. – ele cruzou os braços, deixando a mão de Matsuda esticada esperando a sua.
–- Prazer em conhecê-lo, Matt falou muito de você. – encolheu a mão.
–- Hum, estou sabendo. – Mello olhou para mim.
–- E pelo jeito não mentiu quando disse que você gostava de couro. E de chocolates. E devo dizer que você é mais bonito pessoalmente do que na foto que o ruivo me mostrou.
Mello franziu novamente a testa, tirando uma lasca do chocolate em sua mão; -- Obrigado, eu acho. – limitou-se.
–- Por que não sentamos? – me intrometi na zona fria que Mello estava pondo Matsuda.
–- Por que ele está aqui? – Mello sussurrou.
–- Ele queria te conhecer.
–- Isso não é um motivo!!
Sentei próximo ao loiro, o moreno ficou no sofá da frente, sendo assim visto por nós dois, e ainda assim olhar para nós dois.
–- Você faz falta ao Matt. – Matsuda começou.
–- Ele me faz falta. – Mello estava sério.
–- Eu vejo, quando vocês vão casar?
–- Isso não é da sua-
–- No aniversário do Mello. No final do ano. – interrompi o loiro, pois sabia que ele iria para cima dele com mil pedras.
–- Ah, está próximo.
–- Sim, o suficiente para que ninguém o roube de mim. – Mello tomou novamente à frente, com uma indireta, mais do que direta eu devo dizer.
E pelo que eu vi a minha tarde com Mello e Matsuda em um ringue estava apenas começando.
Notas finais
Ah, ontem foi meu niver, e eu to aceitando vcs de presente viu sedex, para me fazer companhia, jah que torci o tornozelo e nao posso andar ashauhsauhsua o/
Ateh o/
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