Um Amor Para A Vida Inteira?!
25 Matt... Confessions
Notas iniciais
...
Bom... Esse capitulo em alguns momentos naum bate com o verdadeiro enredo da estoria original. isso pq era para essa ser outra fic '--' Eu consertei alguns trechos, mas outros eu deixei pq senaum ia terminar perdendo a emoçao do paragrafo...
Podemos dizer que esse capitulo eh como se fosse o Matt fazendo uma descrição do Mello e em alguns momentos dele mesmo...
Fica a seu criterio achar que ele soh esta pensando, ou escrevendo um diario, fazendo um video... Ateh pq eu naum disse oq ele realmente estah fazendo ao dar essas informaçoes...
Bom boa leitura :3
Selvagem. Brigão. Insano. Confuso. Sensível. Chocólatra. Carente. Inseguro. Possessivo. Indomável. Mello.
Seu porto seguro é estar em meus braços. Seu maior prazer é se sentir amado, por mim.
Deixá-lo sozinho a qualquer momento de minha vida séria o meu maior pecado. No entanto isso séria a coisa mais difícil de se acontecer. O nosso elo é algo impossível de se romper.
Loiro, olhos azuis, 18 anos, corpo esculpido por deuses gregos, esse é Mihael Keehl.
Perdições e noites de puro êxtase mental e corporal são conseguidas atrás de seu corpo. Corpo que desde sempre me pertenceu, mesmo antes dele saber disso. Corpo que somente eu tenho o direito de tocar e acariciar.
Sua voz é rouca. Rouca como o vento frio que assobia em noite de tempestade e causa arrepios em quem anda sem roupa ao relento.
Ele. A única pessoa nessa face da Terra que consegue me fazer desligar o vídeo game para prestar total atenção em t-o-d-a-s as palavras que são deferidas por sua boca fina e rosada. A única pessoa que faz descargas elétricas correrem por todo o meu corpo só ao ouvi-lo pronunciar "Eu te amo, Matt" em um sussurro depois de mais uma noite de amor. Isso soa enlouquecedor. É o tipo de coisa ao qual o meu "Eu" já não vive mais sem. Nem por um segundo. É por isso que toda vez que nos entregamos um ao outro é como se fosse à última. Como se jamais fosse acontecer aquilo novamente. Cada beijo, cada toque, cada amasso, cada palavra dita, é sempre como se fosse à última. Para caso realmente for nós não nos arrependeremos de não termos aproveitado.
Palavras... Como é difícil você dizer o quanto ama uma pessoa. Sentimentos, para mim, é algo para ser expressado através de ações e não de palavras. Ações trazem certeza. Palavras, muitas vezes, insegurança, dúvida. Um beijo. Por mais simples que seja essa ação pode demonstrar muito mais a verdade de dentro do seu coração do que um discurso de declaração amorosa.
Um toque intimo, uma ligação quase carnal, o roçar de peles e o deferir de gemidos... Sexo é bom. Todos gostam. Mas existe coisa melhor do que quando feito com quem amamos? Senti-lo entregando-se a você como nunca fizera com qualquer outro não te faz sentir bem?! Não te faz querer se entregar da mesma forma?!
Mello pode se faz de durão e cabeça dura. Mas aquela carapaça dele se desfaz ao ser amado por alguém que realmente o entende, ou que se esforça para isso. Aquilo tudo é apenas proteção da sua verdadeira personalidade carente. Por isso ele ama como ninguém, se entrega como ninguém... Deixando de lado todos os medos de se machucar...
Engraçado isso vindo de mim... Afinal quando fiquei sabendo da sua retribuição de meu amor a primeira coisa que eu pensei foi: "Esse 'demônio' loiro realmente pode amar?" "Por trás dessa agressividade toda existe amor?!". Mas antes disso tudo a primeira pergunta que eu me fiz foi: "Por que eu amo o Mello?!". Por mais que eu tente... Eu não posso, não consigo responder a essa pergunta. Por mais que eu o ame, eu ainda não vi o que me fez amá-lo. Será seu sorriso? Seu jeito de falar? Seu modo naturalmente sensual de ser? Sua voz? Ou talvez a junção disso tudo...?! Independente do que seja eu já nem procuro mais a resposta. É tão bom ser amado por ele que não faz sentido eu procurar por essas perguntas e respostas em minha mente.
Uma troca de olhares. Foi o suficiente para me fazer louco por ele. E desde aquele dia eu nunca me referia aos meus sentimentos por ele como "Eu gosto do Mello, muito." NÃO! Eu... Eu amo o Mello, muito! Daria a minha vida por ele, ele sabe. Você olha para mim e pensar "Por que esse louco daria a vida por outra pessoa? Ela provavelmente nem o retribui dessa forma tão grande." Não to ligando para isso! Eu sei dos meus sentimentos! Sei que o Mello me ama e que também daria a vida por mim. Está em seus olhos, ele nem necessita dizer isso.
Mello é contraditório, não só em ações como em palavras. Nossa primeira vez é um bom exemplo disso. Ele insistiu, disse que não sentia nada por mim e que poderíamos transar, mas que ele não se entregaria totalmente. Que para ele aquilo, apesar de ser sua primeira vez, séria como uma diversão. Uma experiência a ser adquirida. E o que verdadeiramente aconteceu? Mello se entregou de corpo e alma aquela noite. Derramou lágrimas ao dizer que me amava, enquanto eu só pude sorrir. Afinal naquela hora a sua falsa resistência não valeu de nada. E quem perderia a virgindade na diversão? Mello é inseguro o suficiente para não se entregar de tal forma para algo banal como diversão ou para alguém que ele não ama.
Atualmente sua armadura tem mais rachaduras do que quando eu o conheci. Ele me xinga, diz que está mais fraco por que me ama, que não entende como que ele pode ceder tão fácil e rápido para uma pessoa como eu... Nem ele, nem eu entendemos o motivo de nos doarmos tanto um para o outro. Simplesmente acontece. É inevitável.
Acho que com toda a carência do Mello se eu fosse uma mulher e desse esse mesmo amor a ele, provavelmente Mello não séria gay. Mas ele sempre diz para mim "Não, Matt... Tem que ser você!" Me arrependo de ter dito a ele isso. O arrependimento só não é maior por causa das suas palavras.
Lembro-me como ontem o dia em que o Mello contou a todos que era gay e que estávamos namorando. Por mais incrível que pareça todos reagiram de forma positiva e pelo que disseram eles pareciam já desconfiar, afinal Mello e eu andávamos para cima e para baixo grudados, sempre saiamos juntos e voltavamos tarde da noite. Era de se esperar que rolasse algo entre nós. Lembro também que quando voltámos para o quarto Mello disse que estava se sentindo leve e que fazer aquilo foi a melhor coisa que ele poderia ter feito. Afinal não precisávamos mais nos esconder de nada e nem ninguém.
Estamos juntos há dois anos. E digo com convicção: São os melhores de toda a minha vida até hoje. E os que vão vir serão ainda melhores.
Quando começamos a namorar ele tinha tinhamos 16 anos, apesar de sermos jovens, para alguns, já sabíamos o que queríamos. E eu... Eu queria e quero o Mello!
Notas finais
Bom o proximo capitulo eh do Mello... e vai ter a mesma base desse :3
Ateh o proximo :3
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