Um Amor Para A Vida Inteira?!
23 Chocolates
Notas iniciais
Cara... sabe que eu naum gostei do capitulo passado? Sabe... Foi tao, tao... Tao sei lah que naum foi do meu agrado :p
Ps. isso eh a primeira vez que acontece, eu acho.
Mas por causa disso eu me inspirei e fiz um lemon que tecnicamente eu escrevi em menos de duas e particularmente eu gostei dele para caralho! u_u'
Esse capitulo basicamente soh tem dialogo no inicio e no final... O resto eh tudo açoes :3
Esse capitulo tbm eh quase todo soh lemon '-' mas diferente do outro esse eh narrado pelo Matt :3
Chega neh?! boa leitura o/
Estou nessa fila infernal a mais ou menos trinta minutos. Já falei palavrões em minha mente com todas as letras do alfabeto. É né o que nós não fazemos por quem amamos?! Vim comprar chocolates para o Mello. Não achei aquela joça de marca em canto nenhum! Parece até que quem fabrica são os deuses, e eles descem do Olimpo de mês em mês. Por que nenhum dos mercados mais próximo de nossa casa tinha. E agora estou aqui nesse buraco de fim de mundo para poder comprar, em pé a mais de meia hora esperando ser atendido.
*Trim Trim Trim*
–- Amor onde você tá?!
–- No mercado, amor... -- soltei um suspiro.
–- Ainda?!
–- Pois é, sabia que essa coisa aqui é difícil de encontrar?
–- Vai demorar muito até você chegar?
–- Provavelmente não. Por que tá com saudades é?!
–- Idiota, não é nada disso! Eu só quero meus chocolates.
–- Tá bom, tá bom. Vou fingir que realmente acredito em você tá?! Pode ser?!
–- Tá bom. Olha não demora tá?!
–- Tá bom.
–- Beijo. Te amo.
–- Beijo. Te amo. -- dei um sorriso bobo ao desligar o celular.
Depois de uns dez longos minutos finalmente foi a minha vez.
–- Bombons para a namorada? -- perguntou a operadora do caixa.
–- Noivo!
–- Ah... Noivo... -- sorriu de canto. -- Seu troco. -- entregou-me algumas moedas
–- Isso aqui dá pra comprar alguma coisa? Detesto carregar moedas.
–- Bom, dá para um Sonho de Valsa.
–- O Mello ama chocolates, me dá um por favor. -- ela sorriu e me entrgou um. -- Obrigado.
Peguei a minha sacola e saí daquele lugar. Entrei no carro e finalmente estava voltando para casa depois de "séculos" longe do Mello. Chegando em casa a sala estava vazia, coloquei as chaves do carro em cima da estante, fui até a cozinha coloquei os chocolates dentro da geladeira e fui ver se ele estava no quarto.
Abria porta bem devagar e adentrei o quarto. Mello estava sentando na cama segurando um livro, a pouca iluminação que a no quarto e que o permite ler vem de um pequeno abajur ao lado da cama que ilumina um restrito caminho ao seu redor. Levantando os olhos das folhas do livro me envia um sorriso. Sorriso que sussurra em tom mudo e convidante um pedido. "Venha, Matt, me ame!"
Seu sussurro chegou até mim leve como uma folha que flutua em ventos fracos do outono. Então movi minhas pernas para frente indo vagarosamente de encontro a Mello que com a minha aproximação fecha o livro sem se importar em marcar a página na qual ele se encontra. Finalmente estamos próximos, o suficiente para ouvir o baixo tom de ambas as respirações.
Sentando de frente para o loiro levou minha mão de encontro a sua bochecha, minha mão é segurada e Mello a guia até seus lábios, lhe dando um leve e quase inperceptível beijo. Minha pele reage de imediato fazendo um arrepio surgir em sua superfície.
–- Não vai querer seus chocolates? -- sussurrei.
–- Não. Agora eu só quero você.
Acariciei o formato de seus lábios com os meus dedos enquanto meu rosto se aproxima do dele. Soltando minha mão que é puxada para baixo pela gravidade, deixa que meus lábios finalmente encontrem os seus. Sua boca é de um doce enjoativo, mas que de tão enjoado chega a viciar. Chega a ultrapassar o meu vício por tabaco.
Diferente da língua venenosa, arisca e que defere palavras rudes as pessoas alheias que encontramos na rua, nessas horas a língua de Mello é calma, mansa como um coelho. Mais se preocupe em dar carinho do que receber. Essa bipolaridade de Mello e seu corpo às vezes me assusta... E também me faz querer estar cada vez mais perto dele para estudar essas suas trocas de emoções.
Com a mesma mão que antes lhe acariciei agarro sua cintura e o puxo para mais próximo de mim. Suas mãos finas deslizam devagar por meus braços indo de encontro a minha nuca. Meus lábios são soltos e eu encontro seus olhos que mantém um sorriso interno recoberto por luxúria.
Uma mordida no próprio lábio inferior faz com que eu perceba o seu desejo. Lhe retribuo sorrindo abertamente, sou retribuído da mesma forma.
–- Quantas vezes devo lhe dizer que sou apaixonado por seu sorriso? -- seus olhos se desviaram para baixo como se procurassem algo que provavelmente não existe. -- Eu amo seus olhos também, por isso deixe-me vê-los. -- ele vagarosamente levanta seus olhos azuis para mim.
Me perco tanto neles que nem percebo quando meus lábios já estão nos dele e meu corpo está sendo deitado aos poucos. Prendo meus dedos em seus cabeços compridos acariciando de leve seu couro. Rolando nossos corpos um pouco para o lado o ponho abaixo de mim. Separo-nos do beijo lhe dando uma leve sucção seguida de uma pequena mordida no seu lábio inferior. Minha mão serpenteou sobre seu corpo indo devagar até sua masculinidade que é tocada por cima da calça jeans que infelizmente ainda residi em seu corpo. Um tímido e fraco som de gemido ecoou dos lábios entreabertos de Mello. Desci para seu queixo dando uma leve mordida, desci um pouco mais roçando meus lábios contra sua pele indo a seu pescoço lhe dando uma marca que futuramente arroxearia.
Sentei sobre sua cintura começando a abrir o zíper de sua blusa. Mello sentou e a retirou por completo. Comecei a retirar a minha e quando meu mamilo foi exposto uma lambida seguida de uma mordida me fez gemer. Suas mãos vieram a minha cintura empurrando meu quadril para baixo friccionando nossos sexos excitados, mas ainda cobertos pelos jeans.
Ficamos de pé sobre a cama e retiramos, ambos no mesmo momentos, nossas calças e boxer. Antes de jogar a calça para qualquer lugar do quarto retirei do meu bolso o Sonho de Valsa que comprei mais cedo. Abracei Mello o beijando e trazendo para deitar novamente na cama. Seus baixos gemidos pelo roçar de nossos membros eram abafados por minha boca.
Sentando sobre sua cintura desembrulhei o plástico do bombom e coloquei somente a metade dentro de minha boca. Mello sorriu, sentou-se na cama e com jeitinho se aproximou e mordeu a outra metade roçando de leve seus lábios nos meus. Nós praticamente nem engolimos e nossas bocas já estavam juntas novamente. O sabor do chocolate, mais o sabor doce que a boca do loiro contém dominava o nosso beijo. O tornando um pouco irritantemente doce demais.
–- Sem mais delongas, Matt... -- olhou em meus olhos e sussurrou.
O deitei de volta na cama, segurei suas pernas na altura de minha cintura e forcei-me vagarosamente para dentro dele. Já iniciando as estocadas. Sempre acertando seu Ponto G e o fazendo gemer languidamente em meu ouvido. Suas mãos deslizava em toda a minhas costas, mas especificadamente suas unhas, deixando aquele leve ardor de arranhão por onde elas passavam. O suor escorria por cima daquelas leves feridas tornando o ardor um pouco maior e meu prazer sadomazoquista também.
As contrações que a entrada de Mello fazia sobre meu membro mostrava que não demoraria a ele se derramar e os espasmos em meu corpo indicava a mesma cosisa.
O estalar de nossas peles se chocando ficava cada vez mais altas e estalavam cada vez em menor tempo. Uma mordida em meu ombro e se despejou entre nós, sujando nosso peitos e um pouco do próprio rosto. Suas paredes se comprimiram e agora trabalhavam em movimentos de expulsão de meu membro o estrangulando. Isso foi à gota d'água para eu me despejar dentro dele.
Me deitei por cima de seu corpo apoiando minha cabeça em seu ombro. Seu peito subia e descia se movimentando de forma descompassada.
–- Minhas costas ardem. -- falei entre risos.
–- Isso sempre acontece.
–- Você quase arrancou um pedaço de meu ombro.
–- Sou um canibal.
–- É... Nessas horas realmente você virá um. -- levantei minha cabeça. -- Canibal.
Levantando um pouco a cabeça mordeu meu lábio.
–- Eu deveria ter te punido e não ter feito nada disso com você. -- fiz um bico.
–- AAh, mas por quê?
–- Por que sim. Você disse que não tava com saudades de mim. -- choraminguei.
–- Porra, Matt. Você sabe que aquilo foi brincadeira. Lógico que eu tava com saudades de você... -- alisou meu rosto.
–- Seu bobo... Você acha mesmo que depois de eu ter ficado longe de você eu não iria querer dar uns amassos para matar a saudade, independente de você estar ou não com saudades?
–- Claro que sim. Isso é típico de vo- -- o beijei.
–- Eu te amo. Independente de você sentir saudades ou não quando eu estou fora.
–- Eu te amo... E sim eu sinto saudades de você quando está fora. Mesmo que seja por dez minutos. Tenho saudades do seu rosto, da voz, do seu cheiro, dos seus beijos...
Notas finais
T^T
Bom ateh o proximo o/
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