Um Amor Na Terra De Ooo
6 Capítulo 6 - Diversão em grupo
Notas iniciais
Acordei cedo, embora ainda com sono pela festança de ontem. Dormi muito bem, ainda mais com Marceline comigo, foi uma noite perfeita. Dancei até cair, e dormi abraçada com a pessoa que secretamente amo a tanto tempo. Pena que tinha acabado, e hoje era mais um dia de tarefas reais. O sol estava raiando, e rapidamente fechei as cortinas para que nenhum raio solar atingisse a delicada e clara pele da minha amada. peguei uma muda de roupa, fui ao banheiro junto do meu quarto, e tomei um banho calmo e quente, lembrando da noite passada. Me arrumei, prendi meu cabelo, e parei para ver ela deitada na minha cama, as mechas do cabelo longo bagunçadas de um jeito fofo, e o rosto numa expressão tão terna e calma quanto a de uma criança. Ela dormia encolhida, e de repente se mexeu, procurando pela ausência do meu corpo. Coloquei um ursinho de pelúcia em meu lugar, beijei sua testa, e deixei um bilhete, e com pesar, me dirigi ao laboratório.
Marceline POV
Dormi até tarde, sem consciência do lugar em que passei a noite. Acordei por volta das 10:30, e percebi que estava na cama dela. Me apavorei por um segundo, pensando que tinha pegado no sono enquanto observava ela enquanto dormia e ela, num ato de bondade, me viu no seu quarto e me deixou dormindo ali, mas lembrei do que tinha acontecido. Nós... estávamos juntas. Logo me veio um sorriso no rosto, me lembrando da noite passada. Eu... dormi com ela? Agora me veio a vaga lembrança dela me pedindo para dormir com ela. Mais um sorriso. Aproveitei a situação e me deitei com prazer na sua cama, e cheirei os lençóis. Cheiro de bala de iogurte. Sempre achei estranho que todas as coisas do Reino Doce tivessem ligação à doces, até os móveis e seres vivos, e isso incluía roupa de cama. Olhei na bancada ao lado da cama e percebi um bilhete. Peguei-o e nele dizia:
"Encontre-me no jardim atrás do reino, sabe onde fica, já percebi você me olhando atrás das árvores, vampirinha. Com amor, Jujuba."
Logo pensei: Que caligrafia impecável. Só podia ser coisa de princesa. Levantei da cama, e não sabia direito o que fazer. Fui ao banheiro do quarto, tirei minhas roupas e olhei de relance meu corpo esguio porém curvilíneo no espelho. Liguei a ducha e esperei a banheira encher, e olhei os produtos ali do lado. Sabonete, Sabonete líquido, shampoo e condicionador. E todos com aroma de doces. Revirei os olhos enquanto passava shampoo de chiclete de cereja. Enquanto fazia efeito, passei sabonete líquido, e de que aroma? puxa-puxa. Dei um tapa no meu rosto de tão imbecil que era, todas aquelas criaturas doces e comestíveis. Droga, não posso falar nada, minha namorada é de chiclete. Depois de acabar de passar os outros produtos, me enxaguei e me enrolei numa toalha, e de novo, sem saber direito o que fazer. Flutuei de toalha pelo quarto dela, sem saber que roupas vestir. Abri o armário dela, e logo me deparei com um ratinho dormindo no fundo. Dei um peteleco nele, e só então percebi a porta do armário. Uma foto de nós duas estava presa, e eu nem lembrava quando havíamos tirado, mas mesmo assim gostei. Vi mais ao fundo a blusa, a nossa blusa, que eu havia dado de presente a ela, que supostamente ela usava pra dormir. Nem prestei atenção ontem, mas ela devia estar usando. Peguei ela delicadamente, e cheirei. Um cheiro de chiclete e vampiro me veio ao ar. Corei e a coloquei no lugar, ainda não sabendo como arranjaria roupas.
–Duh -Bati na minha testa- Você é uma vampira, fala sério!
abri um portal para minha casa, e passei por ele facilmente. Abri o meu próprio armário, pegando jeans, uma regata branca e uma jaqueta preta. Sentei na cadeira e abri as gavetas da minha escrivaninha. Peguei a mecha do cabelo da Jujuba, funguei e joguei de volta na gaveta. Peguei um lenço, o lenço dela, e passei de leve no meu rosto. Guardei delicadamente na gaveta e desci para a cozinha, flutuando. Suguei cerejas e bebi o sangue de um goblin que estava jogando pedrinhas lá fora da minha caverna. Vesti luvas pretas compridas, peguei meu chapéu e meu baixo, e voei até a casa de Finn e Jake. Entrei pela janela e encontrei BMO:
–BMO, como vai, joguinho?
–Marcy! Muito bem, e você?-Falou o game portátil com sua voz computadorizada e fofa
–Ótima. Pode dizer ao Finn e Jake que eu convidei eles pra virem na minha casa hoje de tarde?
–Claro, milady.
Beijei o topo de BMO, que deu uma risadinha, e dei tchau.
Flutuei até o Reino Doce, e cheguei lá por volta do meio dia. Flutuei até uma árvore doce e sentei em um galho, pra esperar a Jujuba. Nem percebi quando peguei no sono.
Jujuba POV
Fiquei a manhã toda trabalhando, assinando papéis, agendando encontros formais e trabalhando com álgebra. Perto do meio dia, voltei ao meu quarto, e percebi que minha rainha dos vampiros havia saído. Sem me preocupar, vesti meia-calça rosa escuro, um vestido rosa claro, e uma jaqueta rosa-avermelhada, soltei o cabelo, peguei sanduíches e framboesas, e fui ao encontro da minha bela garota.
Encontrei ela deitada em uma árvore, dormindo. Dei uma risadinha, coloquei o lanche de lado, e subi na árvore. Cheguei perto de Marceline, toquei sua mão e sussurrei:
–Hey Marcy, acorda.
Ela nem se mexeu. Tentei de novo um pouco mais alto.
–Marcy, Marceline, meu amor, acorda sua preguiçosa.
Ela abriu levemente os olhos, se remexeu e voltou a dormir.
Resolvi fazer uma brincadeira. Levantei sua regata e dei um beijo leve na sua barriga. Ela não fez nada,então beijei de novo, mais no alto dela. Nada. Beijei o começo das costelas dela, e ouvi ela se remexer e gemer:
–hã? Quem...
Beijei mais acima, quase entre seus seios, e ela acordou num sobressalto, corada e envergonhada. Falou:
–Sua irritante, eu podia ter te derrubado da árvore!
–Só por que eu tentei te acordar de um jeito fofo?
–Quase encostar seus lábios aqui -Ela sinalizou os seios- Não é tão fofo, é quase erótico!
–Você só complica as coisas, Marceline. Vamos sair daqui, ok?
–Tudo bem.
Me afastei dela, que flutuou até o chão com facilidade. Eu desci com cautela, e pouco antes de chegar ao chão, meu pé deslizou no galho e quase caí no chão, se não fosse por ela.
–M-Marcy, obrigada -Falei, sem jeito.
–Vê se toma cuidado, sua desastrada.
Ela me pôs no chão, e notou meu novo joelho ralado. Pairou no ar, olhando ele de perto, e falou:
–Tenho algo ótimo pra isso, espera aqui.
E no mesmo instante, ela abriu um portal com o quarto dela. Entrou nele, e eu pude ver seu quarto pelo portal. Flutuou até o banheiro e pegou um pequeno frasco de vidro, com um líquido vermelho escuro. Voltou ao meu lado, falou algo em outra língua e o portal se fechou.
–Vai doer? -Perguntei, apreensiva.
–É uma dor boa, vou te machucar por que eu te amo.
Ela jogou o líquido no meu ferimento, que ardeu na mesma hora. Apertei os olhos e fiz uma careta, e ela assoprou o machucado e depois beijou minha testa.
–Trouxe um lanche -Disse eu me lembrando enfim
Comemos e após eu deixar a limpeza para uma mulher-bala-de-goma dali, voltei ao jardim, e vi ela tocando o seu baixo.
–Vem, eu quero que passe o dia comigo.
–Mas eu tenho que trabalhar, Marcy.
–Por favor, por favor, por favooooooor.
–Acho que um dia a menos não vai fazer falta...
–Uhul, vem cá e se segura.
Ela então veio até mim e me pegou nos braços e começamos a flutuar. Dei risadinhas e fomos voando até a casa dela. Falei:
–Não seria mais fácil passar pelo portal?
–Mas eu não teria tanto tempo com você, assim -Disse, desviando o olhar e corando.
Soltei uma risada e beijei o pescoço gelado dela. As mãos dela me seguraram mais fortes, e enfim havíamos chegado à caverna. Ela entrou na casa, e eu a segui. Novamente estávamos sozinhas na casa dela. Subimos até o segundo andar, seu quarto. Enquanto ela flutuava, peguei sua mão. Ela parou imediatamente, e se virou para me olhar nos olhos. Segurou minha cintura, e minhas mãos foram para sua nuca, e a outra mão vaga dela tocou meu rosto com ternura, e então nos beijamos. No começo, foi doce, calmo e terno, mas pouco depois o beijo foi ficando cheio de mordidinhas aqui e ali, um beijo brincalhão. Ela beijou meu pescoço, o que me vez suspirar. De repente ela me levantou pelas coxas e nos beijamos e pairamos no ar ao mesmo tempo. Depois ela me jogou na cama, e tirou minha camisa, beijando minha clavícula e baixando cada vez mais seus beijos, dando leves chupões. Eu dava leves gemidos, e ela sussurrou:
–Como você é doce, Bonnie.
–M-Marcy... -Gaguejei enquanto ela lambeu meu pescoço.
Então, quando ela estava abrindo meu sutiã por trás, ouvimos um barulho lá embaixo. Finn e Jake estavam batendo na porta, chamando por ela. Nos entreolhamos, e ela me deu um último e profundo beijo, e me jogou a minha blusa. Gritou:
–OK OK, JÁ TO INDO, caramba.
Corei, e vesti minha blusa novamente, enquanto ela convidava os meninos para entrar, e disse para irem pro segundo andar. Ela subiu rapidamente, e enquanto pegava o baixo e voltava lá em baixo pra arrumar e equalizar o baixo e a caixa de som, Finn e Jake subiram e se depararam comigo. Jake falou:
–Princesa Jujuba? A Marceline te convidou também?
–É, mais ou menos isso...
–Vocês andam passando bastante tempo juntas desde que eu comecei a namorar a Princesa de Fogo -Falou Finn.
–É, é, vamos dizer que viramos... amigas; passamos bastante tempo juntas agora.
–Que bom que nenhuma das duas fica sozinha -Disse Finn sem jeito.
–Hey pessoal, podem descer aqui um segundo? -Falou Marceline, do andar de baixo.
Todos descemos, e ela mexia em seu baixo e plugava fios aqui e ali.
–Que tal cantarmos uma música? -Falou ela
–Ih, tô fora, vou lá fora lutar contra uma salamandra gigante, bro -Disse Jake.
–Não precisávamos dele mesmo; Finn, você faz a batida, Bonnie, você me acompanha no vocal. Todo mundo pronto?
–Marcy, a letra...
–Ah, tá... -Ela me entregou uma folha de papel com a letra escrita.
–Finn, batida leve, ok?
–Tá beleza, agora vamo mandar ver!
Na na na na Na na na na All I need in this life of sin is me and my girlfriend Down to ride till the happy end, is me and my girlfriend
Where would you be, be without me We'll never find out What would I do, do without you We'll never know now
Talking bout the lights, the dirt, the shit, that hurts We're not gonna turn around We're doing this for good, for worse The gift, the curse, we're not gonna back down
All I need in this life of sin is me and my girlfriend Me and my girlfriend Down to ride till the happy end, is me and my girlfriend Me and my girlfriend
All I need in this life of sin is me and my girlfriend Me and my girlfriend Down to ride till the happy end, is me and my girlfriend Me and my girlfriend
I wanna feel the sun, the waves, the wind in my face The speed, the chase, na na na na I wanna feel the sun, the waves, just wanna cross the states, making up as we go That's how's gon' be, young wild and free Not gonna slow down Up to the max, until we crush, we're not gonna stop now
All I need in this life of sin is me and my girlfriend Me and my girlfriend Down to ride till the happy end, is me and my girlfriend Me and my girlfriend
Na na na na Me and my girlfriend Na na na na Me and my girlfriend
All I need in this life of sin is me and my girlfriend Me and my girlfriend Down to ride till the happy end, is me and my girlfriend Me and my girlfriend
Tomamos fôlego, e comemoramos. Eu dei pulinhos, Finn gritou "UHUL, É ISSO AÍ" e Marcy deu um hi-5 em cada um de nós.
–Ficou muito bom, galera.
Rimos juntos e enquanto Finn foi procurar o Jake, eu ajudei ela a levar as coisas para o andar de cima novamente. Depois de levarmos a pesada caixa de som, sentamos e suspiramos juntas.
–Você canta bem, Bonnie.
–O-obrigada.
Ela flutuou sentada e me puxou para o seu colo. De lá nos beijamos vorazmente, ela passando as mãos por dentro da minha camisa e eu enterrando os dedos nos seus longos cabelos negros. Nos beijamos até perder o fôlego, e depois de mais três seções de beijos demorado, línguas se tocando e suspiros e gemidos baixos pairando no ar, ela me levou para o Reino Doce, aonde uma surpresa me aguardava...
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