Notas iniciais
Olá Pessoal, Graças, porque esta é a última música triste dessa Playlist. Queria muito saber, qual foi o critério de escolha. Seria, quais são as músicas mais difíceis para se escrever SongFics? Mesmo que a tradução da letra, fale sobre dor e sofrimento, a Fic ficou num meio termo. Espero que gostem. Beijocas...

Wicked Game (Chris Isaak)

(Jogo Malvado)

The world was on fire and

No one could save me but you

It's strange what desire make foolish people do

I never dreamed that I'd love somebody like you

I never dreamed that I'd lose somebody like you

O mundo estava em chamas e

Ninguém podia me salvar, a não ser você

É estranho o que o desejo faz as pessoas tolas fazerem

Eu nunca sonhei que amaria alguém como você

Eu nunca sonhei que perderia alguém como você

What a wicked game to play

To make me feel this way

What a wicked thing to do

To let me dream of you

What a wicked thing to say

You never felt this way

What a wicked thing to do

To make me dream of you

Que jogo malvado de se jogar

Que me faz sentir desta forma

Que coisa malvada de se fazer

Deixar-me sonhar com você

Que coisa malvada para se dizer

Você nunca se sentiu assim

Que coisa malvada de se fazer

Fazer-me sonhar com você



CASTLE

Ao entrar no banho, além de tirar o cheiro de fumaça do corpo, também comecei a pensar nos acontecimentos até aqui. Fomos todos enganados por um serial killer inteligente e meticuloso. Três assassinatos e, todas as pistas nos levaram a um suspeito, Bem Conrad. Mas, ele era só um embuste e, por causa do nosso erro, Beckett quase morreu. Ninguém pode imaginar o que senti quando vi seu apartamento explodir, a dor de perde-la foi tamanha que, eu nem pensei duas vezes antes de me aventurar em seu apartamento em chamas. O alívio de encontrá-la viva, foi imenso. Com o meu aviso, ela conseguiu se proteger na banheira e, foi ali que eu a encontrei, nua.

Ok, eu fui um cavalheiro mas, só o vislumbre das suas curvas, não me deixaria dormir tão cedo. E agora, mais do que nunca, eu não poderia sair do lado dela, tinha um maluco querendo matá-la, por achar que ela é a Nikki Heat e, se bem a conheço, ela vai mergulhar de cabeça neste caso.

Ainda bem que temos o auxílio da Agente Shaw e seus homens. Não pude deixar de sorrir ao lembrar do ciúme que ela sentiu da Agente e, principalmente, o quanto ficou indignada pela insinuação de que éramos um casal, acho que foi exagerado. Sai do banho apressado, tinha que voltar a delegacia o mais rápido possível e, ainda tinha que passar na relojoaria para deixar um pacote.

Ao retornarmos, conseguimos mais pistas e, localizamos o apartamento dele. O lugar estava cheio de páginas penduradas, ele era escritor mas, o que era mais aterrorizante foi uma parede com montagens de fotos da Kate e capas dos meus livros, parecido com o mural do meu primeiro caso, quando eu conheci a Beckett.

Armamos uma tocaia e, como sempre, ele estava um passo a nossa frente. Beckett desobedeceu as ordens da Agente Shaw, foi atrás do assassino, quase quebrando o meu nariz, diga-se de passagem. Conseguimos uma identificação, seu nome era Scott Dunn, agora era só pegá-lo mas, para infelicidade da Kate, ela foi afastada do caso e, como não tinha onde ficar, A levei para o Loft, conversamos um pouco, adorava esses momentos com ela. Eu sei que ela implicava comigo o tempo todo mas, eu não sei bem quando foi que aconteceu mas, eu estava apaixonado.

Na manhã seguinte, ela preparou um café da manhã dos deuses mas, antes de me deliciar com a sua magnífica culinária, descobrimos de Dunn tinha sequestrado a Agente Shaw. Significava que voltaríamos para o caso e, eu teria que dar adeus ao meu café da manhã recheado de bacon.

Conseguimos encontrar seu cativeiro e, o FBI, iria invadir mas, algo me incomodava, estava muito fácil, Dunn era inteligente e planejava tudo nos mínimos detalhes. Beckett percebendo minha inquietação, insistiu para que eu formulasse minha “teoria boba”, como ela mesma nomeou e, fiquei grato que acreditou em mim. Entramos no prédio paralelo ao que o FBI invadiu, Kate me confiou uma arma, que de certa forma, fez com que eu me sentisse um policial de verdade mas, não era hora para brincadeiras. Minha teoria estava certa, Shaw estava sob a mira de Dunn, enquanto Beckett o distraía, eu precisava soltar a Jordan.

Após soltá-la, fui atrás da Beckett, que tinha saído em perseguição ao assassino. Após ouvir sons de luta, o que eu vi, me deixou desesperado. Kate estava no chão e, Dunn, estava pronto para atirar. Ela estava prestes a morrer, de novo. Só puxei o gatilho, a arma de Dunn voou pelo ar e, antes que ele pudesse recuperá-la, a Agente Shaw já o tinha sob sua mira, levando-o em custódia. Kate me elogiou pelo tiro certeiro mas, ao vê-la em perigo, tentei atirar em sua cabeça e, errei. Ainda estava em choque mas, ao menos, poderia dormir sossegado com a certeza que ela estava segura.

Ao retornar a delegacia na manhã seguinte, me despedi da Agente Shaw e, fui recompensado com mais um sorriso da minha musa. Desta vez, não trouxe seu café mas, algo muito mais importante, o relógio do seu pai. Tinha sido destruído na explosão e, sabendo o quanto significava para ela, mandei arrumar. Eu nunca pensei que um dia pudesse amar alguém, como eu amo essa mulher e, só de pensar que poderia perdê-la, meu coração já começa a doer. Ela pode me achar irritante, fazer joguinhos comigo e, em certas ocasiões, ser malvada mas, ela me faz me sentir dessa forma, feliz, posso dizer e, nem que seja só para ter um sorriso seu, isso me deixa satisfeito... Por enquanto.

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Notas finais
Olá, Estamos chegando ao fim, faltam somente duas (tenho uma surpresinha no final) e, finalmente, a SP é amanhã. Não se esqueçam de preparar os calmantes, hahahaha... Dia 28 e contando... Beijocas e até amanhã...