Notas iniciais
Pessoas bonitas, desculpa a demora, tenho 5 motivos pra isso.
1: trabalhos escolares e tarefas.
2: coisas pra fazer em casa.
3: resumir a história, e tentar postar *que eu venho tentando 2 cemanas*
4: mamae nã deixou.
5: eu tava doente.
Bom, me perdoem, mas ta ai o terceiro, tomara que gostem.
Boa leitra.

Pov´s byakuya.

Decidi descer na hora do jantar.Apesar de nunca me sentar á mesa na hora das refeições,tive uma vontade repentina e hoje irei jantar na sala de janta.Quando cheguei lá, rukia e inoue orihime estavam conversando, porém quando aquela ryoka me viu, quis ir para o quarto. Quis ir para o quarto por causa da minha presença? Disse-lhe que poderia ficar.

Ela evitou qualquer contato comigo, não disse nada, mas rukia começou a falar sobre um festival que iria acontecer, com flores e outras coisas do tipo,de renpente rukia citou namorado... Quê? Ela tem namorado? Rukia começou a brincar com ela, e eu só observando a ryoka ficar levemente corada.

Quando terminaram de comer a ryoka me agradeceu, e rukia disse que já ia dormir, eu só assentir. Elas se foram, me retirei logo em seguida.Fui em direção ao quarto onde estava guardado meu maior tesouro.Ali, dentro de um simples armário embutido se escondia meu bem mais valioso,lá estava retrato de minha esposa, Hisana kuchiki.Vi que a flor no vaso estava morrendo.

Fui em direção ao jardim, peguei uma rosa de um suave tom róseo,de volta ao quarto coloquei-a dentro do vaso. Olhei pra foto, uma grande angústia me dominou, mas prometi pra ela que não iria chorar quando ela se fosse.

Fechei o armário e saí do aposento, seguindo em direção ao meu quarto.Porém dei meia volta e fui em direção ao quarto de rukia, na intenção de conferir se ela tinha fugido de novo para treinar escondido ou por outro motivo.

Andei pelo corredor ouvindo meus passos ecoarem pelo espaço vazio, os vaga-lumes faziam barulho próximo ao jardim. Parei na frente da porta e a abri com cuidado.Quando vi rukia deitada--Aparentemente dormindo-- , resolvi conferir mais de perto.Entrei com passos silenciosos, parado ao lado de sua cama notei que ela estava profundamente perdida no mundo dos sonhos.Quando comecei a me retirar vi aquela garota, ela dormia com uma expressão tão delicada,não sei dizer o motivo exato,mas veio à minha mente a imagem da Hisana.Não eram parecidas, mas nos hábitos, quase pareciam iguais.

Senti uma onda de calor tomar conta de mim,fui dominado por uma vontade de acordá-la, perguntar-lhe o que estava acontecendo comigo, mas duvido muito que ela fosse entender essa minha loucura.

-- Por Kami-sama.--Falei

Comecei a entender esse calor que estava dentro de mim, foi igual à primeira vez que vi Hisana... Será que eu... Não! Deve ser a comida.

Sai do quarto, fui em direção aos meus aposentos, troquei de roupa e fui dormir.

Comecei a sonhar com uma coisa muito estranha.Sonhei que estava beijando uma mulher, enquanto aninhava uma criança adormecida em meus braços. Notei que a criança parecia comigo, mais possuía certos traços diferentes.Sua pele era mais rosada, seus olhos maiores.

Quando meus olhos buscaram a imagem da mulher que estava a minha frente,acordei.

Quando vi já era de manhã, o relógio marcava 06h30min era cedo, os outros não tinham acordado.

Tentei dormir, mas não consegui, levantei de uma vez, fui tomar banho, vesti um quimono azul e branco.Fui olhar o jardim, não sei explicar o por que, mas o jardim fica lindo com a luz do sol nascente. O jardim estava belíssimo, as cores estavam vivas e brilhantes.

Sentei-me, como faço todas as manhãs quando não tem trabalho, e fiquei olhando essas belíssimas flores.

Após algum tempo surgiu uma figura inesperada, as margens do jardim a menina dos cabelos laranja olhava as flores com um olhar onírico, distante. Com delicadeza ela estendeu um dedo pro nada, permitindo que lá pousasse uma linda borboleta, verde e preta, ela parecia uma deusa... Que? Eu dizendo isso?O que eu vi nessa ryoka, ela é só uma ryoka!

Pensava seriamente em descer até ela,mas meus pensamentos foram cortados pelo ryoka, ele a atrapalhou,em um ato inesperado e de certa forma desrespeitoso ele a sentou encima da bancada, vi que ela ficou vermelha e começou a balançar as mãos na frente do rosto daquele ryoka,um tal de Ishida, mas o que impressionou foi o que ele fez.

Aquele ryoka prendeu as mãos dela na sua e a beijou, cheio de desejo, a ryoka estava completamente vermelha interrompeu o beijo e começou a dizer algo,provavelmente repreendendo-o, ele falou algo e a desceu, em seguida apareceu rukia, ela olhou pra cima e me viu, fitando-me com olhos preocupados, eu só sustentei seu olhar, me levantei lentamente entrei e fechei a porta.

De uma forma inexplicável, sentia meu coração contraindo-se de forma desconfortável, naquela hora que aquele ryoka fez aquilo me deu uma vontade enorme de tirá-lo de lá de cima e... Não! O que eu estou pensando! Ela não é nada para mim! Por que eu não consigo mais olhá-la como uma simples humana! Por quê?

Uma voz familiar me tirou de meus devaneios , quando vejo era rukia.

-- Nii-sama desculpe em interromper, mas você viu? – perguntou ela.

Vi que seu semblante era meio preocupado

-- O quê? -- fingi.

-- O que o Ishida fez com a inoue, agora à pouco – falou.

-- Não. – menti – mesmo se eu tivesse visto eu não poderia ter feito nada, a vida não é minha é dela – falei arrogantemente.

--Ta... Desculpe, me retirarei tenha um bom dia nii-sama. – disse rukia que fez uma pequena reverência e foi embora.

Sentei-me e comecei a meditar, mas não dava aquela cena não saia da minha cabeça.

Pov´s inoue.

Ishida, como ele pode! Como ele pode me botar encima da bancada que tinha lá, eu ainda tentei impedi-lo, mas ele segurou minhas mãos e me beijou, ta, não tem problema, mas na casa dos outros não! Principalmente na casa dos kuchiki, então depois que eu briguei com ele.

--Ishida, para aqui não! Que falta de respeito! – falei completamente vermelha.

--Desculpe, mas eu não consigo me controlar. – falou com uma voz de bebe.

--Pois trate de se controlar, não estamos no mundo real. – falei. Ainda vermelha.

-- Desculpa. – falou com um sorriso.

Ele me desceu da bancada e nessa hora kuchiki chegou me olhou e olhou para o Ishida e olhou para cima, vi que ela olhava para alguém, depois ela disse:

-- Gente vamos entrar. – falou rukia.

--Rukia o que houve? – perguntou Ishida.

--O nii-sama viu, eu acho. –falou rukia.

--Desculpe-me. –pediu Ishida— não sabia.

--Ta fiquem aqui. – falou rukia saindo.

Ela saiu em direção ao andar de cima, fiquei preocupada. De ele brigar com rukia, me virei para Ishida e falei:

-- Ishika-kun, por favor, pare de fazer isso. – falei meio vermelha.

Senti chegando perto de mim, ele botou seus braços em volta de mim, senti passar um arrepio passar pelo meu corpo e senti seus lábios em minha orelha, ele mordeu o nódulo da minha orelha, se ele não tivesse me envolvido nos seus braços com certeza eu deveria ter caído.

Ele lambeu minha orelha e eu estremeci.

-- Isso? – ele começou a passar suas mãos em meu corpo.

--P-p-pare... – pedi, mais em vão.

-- Inoue-san, você é tão inocente. – ele falou no meu pé do meu ouvido.

Ele se distanciou de mim, e ficou de frente para mim e falou.

-- Me desculpe, mas eu gosto quando você fica corada. – brincou.

-- Seu bobo. – falei lhe dando um beijo.

-- Bom, eu já estou indo – falou me abraçou.

--Tchau. – me despedindo.

Depois que ele se foi rukia apareceu, mas com uma cara despreocupada. Então eu perguntei.

-- Então o que ele disse? – perguntei.

-- Eu perguntei e ele disse que não viu nada. – falou ela.

-- Rukia, eu sinto muito, não queria causar problema. – falei – não e preocupe, eu irei embora. – lhe disse.

--Não! Você não vai não! Você é minha visita então você vai ficar e pronto! – disse rukia me pegando pela blusa e balançando.

-- T-ta... – respondi quase tonta.

-- É bom mesmo. – disse rukia.

-- Bom, vou beber água. – falei.

Sai correndo em direção à cozinha pra beber água não agüentava, mas de sede, então cheguei à cozinha, peguei um copo de água e comecei a bebê-lo, quando vejo, rukia atrás de mim com seu uniforme de shinigami e sua espada.

Olhei-a de cima pra baixo e disse:

-- Kuchiki-san, aonde vai? – perguntei.

-- Irei até o esquadrão, o capitão ukitake falou que iremos resolver algo, então ficará aqui até eu chegar, tem problema? – perguntou.

--não se preocupe com isso, pode ir. – lhe respondi.

Então ela saiu correndo pra porta, mas antes ela disse.

-- Á só vai ficar você e o nii-sama, boa sorte, tomara que se dêem bem. – falou rukia indo embora.

-- Mas...

Não consegui falar, eu e byakuya? Não! E se ele me expulsar? E se ele for chato? . Não sei, mas não quero da de cara com ele.

Então fui em direção ao quarto de rukia, mais ouvi um barulho, veio do andar de cima, andei lentamente até lá quando cheguei à escada que dava acesso ao andar de cima, e parei me passou um arrepio pelo meu corpo, porem, ouvi o barulho de novo, não hesitei Corrir, a escadaria, até chegar lá em cima, não vi ninguém, mas na segunda porta do andar de cima, e

Tava aberta entrei silenciosamente e o que só vi foi um armário. Aproximei-me de vagar e abrir o armário, lá se encontrava um quadro de uma mulher, era parecida, com a rukia, porem, não era ela, dava pra ver, será que ela não é... E sim, essa é Hisana kuchiki, ela é mesmo igual há ela.

Quando olho pro lado, vejo um vaso simples com uma rosa de um roa bebe, era simples, mais linda.

Fico olhando a foto dela até quando sinto a presença de alguém, quando vejo é ele, aquele homem kuchiki. Ele estava parado na porta, seu olhar dava pra ver a raiva que ele tinha.

-- Bya... Kuya... —não conseguia falar.

Quando dei por mim, ele já tinha usado o sonido e apareceu atrás de mim, me pegou pelo braço com certa força e me disse.

-- O que faz aqui? Quem te deu ordens? – falava com voz e olhar raivoso.

-- Desculpe-me... Eu ouvi um barulho e... Eu vim ver, então a porta estava aberta... —tentei lhe dizer o ocorrido, mais ele falou.

-- Você não tem essa ordem, quem você pensa que é? – perguntou apertando o meu braço.

Dessa vez ele apertou meu braço com tanta força que parecia que tinha aquela bola de ferro amassando meu braço. Com essa dor que eu sentia não me controlei, e dei-lhe m tapa. Ele me olhou surpreso, soltou meu braço e levou uma Mao em seu rosto, nesse momento que ele fez isso eu saí do quarto, e comecei a correr para o quarto da rukia, cheguei La, fechei a porta, me encolhi na cama e pus a chorar, mais era uma choro silencioso, que só pode ser ouvido por mim. Tudo isso por causa de uma fotografia que ele trata os outros, mãos? Só por causa do retrato de kuchiki Hisana? Que tipo de homem é ele?.

Continua...

Notas finais
Acho que ficou pequeno esse capítulo.
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Bom pessoas bonitas, deixem seus comentários, mesmo tando uma porcaria, critiquem, ajudem e etc. Mas deixem seus comentários.
Prometo que vou tentar não demorar tá?!

Obrigados a todos que estão me acompanhando e lendo, obrigado pela sua paciência.
bjs.
Até o próximo capítulo.