28 de abril de 2008, Forks, Seattle

— Bella, toca a acordar. Não queres arrumar as tuas coisas? Ontem chegaste ao quarto e nem arrumaste nada, devias estar tão cansada que chegaste à cama e puff.

— Já pai? Deixa-me dormir mais um bocadinho! Só mais 5 minutos! — nesse momento o meu pai suspirou e saiu do meu quarto.

Passados 30 minutos, saí da cama, lavei os dentes e a cara e vesti-me. Vesti uma camisola de manga comprida preta, com umas calças de ganga roxas e uns Vans pretos. Não me apeteceu fazer um grande penteado, então agarrei num elástico e fiz um rabo-de-cavalo.

Cheguei à cozinha e vinha um cheiro maravilhoso e apetitoso a bacon e ovos. Tomei o pequeno-almoço e liguei ao Edward, para ver quando ele podia trazer a carrinha. Quando ia a marcar a tecla de ' Telefonar ', ouvi uma buzina lá fora. Fui ver à janela e era a minha Vito com o Edward a conduzi-la.

— Ia mesmo agora ligar-te! — gritei.

— Pois, e eu como pensava que não me ias ligar, trouxe-a logo. — respondeu-me Edward com um sorriso fechado nos lábios.

Estacionei a carrinha na garagem e perguntei a Edward se ele queria ir ao Starbucks tomar um café gelado comigo. Ele aceitou e fomos no carro do meu pai, um Ford.

Chegámos ao café e ambos pedimos a mesma coisa. Após apenas 10 minutos no Starbucks, Edward quis ir-se embora. Eu concordei e desta vez foi ele que conduziu o Ford.

— Não queres ir às serras, como ontem? — perguntei.

— Eu ia levar-te a outro sítio, mas se queres ir aí, tudo bem.

— Onde me ias levar?

— A minha casa. — respondeu-me, sucedendo-se um sorriso fechado mal disfarçado.

— Est.. está bem. Tens a tua família lá?

— Não, eu vivo sozinho.

— Então vá, onde é a tua casa?

— A minha casa... É num tipo de "floresta" — e fez o símbolo de 'aspas' com os dedos. — É nas serras de Seattle.

— A sério?! — gritei, espantada.

— Sim — sorriu.

Chegámos a casa dele e ele deu-me a conhecer a sua casa. Uma bela casa, com janelas enormes, era uma grande vivenda.

— Gostas? — perguntou-me.

— Se gosto? Adoro! — respondi.

Edward guiou-me até ao seu quarto. Um belo quarto, com uma estante cheia de livros e músicas, com uma cama enorme, onde podiam dormir umas 5 pessoas.

— O teu quarto é lindo! — disse.

— Obrigado, eu acho que não é nada de mais. — silêncio . — Sabes Bella, tu és tão querida e amável...

— Ai sou? — ri-me — Olha quem fala! — e fiz um sorriso aberto.

— Não... Eu não sou o que tu pensas. És a primeira pessoa com quem eu me sinto verdadeiramente à vontade.

— Oh , não sabia disso... — disse-lhe.

— Não faz mal, é a verdade! — e sorriu.

De repente, Edward começa a aproximar-se de mim e eu senti uns calores... Seria aquela altura?!

Edward agarrou-me na cintura e num impulso eu beijei-o. Ele retribuiu-me o gesto e pegou-me ao colo, a beijar-me. Parámos de nos beijar e olhámos fixamente um ao outro. Foi um bom momento, que eu queria que se repetisse para sempre, não interessa quando e como, apenas com Edward e o seu cheiro a perfume.

— Desculpa, eu... — disse, sem saber o que dizer.

— Não faz mal. Podes continuar.

E beijámo-nos de novo. Foi um sentimento tão... Sei lá, foi fabuloso.

— Quero voltar para a minha casa. — disse.

— Está bem. Despedimo-nos com um beijo.

Entrei no Ford e conduzi até casa.

— Que é que tens, filha? — perguntou-me o meu pai, a notar que algo se passava em mim.

— Nada! — e sorri.

— Nada? Tens a certeza? Se tiveres algum problema, eu estou aqui para ti — e sorriu-me de volta.

— Juro-te, não tenho problema nenhum. Agora se não te importares, eu vou para o meu quarto. — o meu pai acenou com a cabeça e eu dirigi-me ao meu quarto. Vesti o pijama e deitei-me, com o telemóvel em cima da mesa de cabeceira com esperança que o Edward me mandasse uma mensagem. Mas como não mandou, eu adormeci.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.